Connect with us

Notícias

Prefeitura de Rio Branco investe em sustentabilidade ao trazer ônibus elétricos para capital

Published

on

Prezando pela inovação e sustentabilidade, a Prefeitura de Rio Branco apresentou, nesta segunda-feira (6), o ônibus elétrico para um teste de viabilidade durante 60 dias na capital acreana. Ele começa a operar ainda esta semana na linha Ufac/Terminal Urbano e posteriormente, segue para as demais linhas.

A ideia é que durante o teste, possa ser avaliada a viabilidade do transporte para que em seguida, seja realizado um Termo de Referência para a aquisição de 30 ônibus elétricos, sendo 20 padron e 10 articulados.

“Hoje, o investimento de um ônibus desse está em torno de R$ 2 milhões e 400 mil, mais a adaptação da garagem com os carregadores que custa uns R$ 400 mil, no total saindo por algo em torno de R$ 2 milhões e 800 mil. É um valor alto em relação aos ônibus normais que custam uma média de R$ 700 mil, mas no final isso sai mais em conta. Podendo, inclusive, reduzir a tarifa de ônibus pelo custo ser pequeno, possuir poucas peças, não ter virabrequim, ele tem muito menos peças que um ônibus normal a combustão”, explicou o superintendente da RBTrans, Clendes Vilas Boas.

O prefeito da capital destacou que a inovação está chegando na capital e a compra dos ônibus será realizada através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.

“Estamos entrando num projeto junto ao Governo Federal para financiar 30 ônibus dentro do parque. Espero que venha tudo certo e aí, sim, o nosso povo de Rio Branco vai poder desfrutar dos ônibus elétricos. Agora esse daqui vai ficar 60 dias rodando nas linhas para a população conhecer o que realmente é um ônibus elétrico. Tem ar-condicionado, acessibilidade, enfim, é coisa de primeiro mundo.”

De acordo com Carlos Daniel, representante da empresa Marcopolo, o transporte foi produzido a partir de uma engenharia nacional, possuindo configurações diferenciadas e adaptáveis, conforme a necessidade individual dos municípios.

“Eu acho que isso é uma grande vitória para o município, principalmente para a população. Porque esse é um veículo 100% elétrico fruto de fabricação nacional, altamente ligado a sustentabilidade, ainda mais para Rio Branco, que é uma cidade considerada verde. Então, ele está vindo para reforçar isso.”

Para Valnice de Souza, lojista no Terminal Urbano há pelo menos dez anos, é com muita alegria que vê uma gestão empenhada em inovar o setor de transporte público para a população.

“Estou achando o máximo! A cidade está ficando bonita e agora está vindo esse transporte elétrico para a cidade. A gente nunca teve isso aqui. Eu andei no ônibus, muito geladinho e gostoso nesse calor de 30 graus, mas foi bom. Eu quero agradecer a toda a equipe do prefeito”.

Assessoria

Rio Branco

Rio Branco reforça limpeza e retirada de entulho na Baixada da Cadeia Velha

Published

on

A Prefeitura de Rio Branco intensificou nesta sexta-feira, 29 de maio, os serviços de limpeza e manutenção na Baixada da Cadeia Velha, em mais uma frente do programa Prefeitura nas Ruas. A ação mobilizou equipes da Secretaria Municipal de Cuidados com a Cidade para capina, limpeza de vias, retirada de entulho e outros serviços de zeladoria urbana.

Sete equipamentos pesados e cerca de 25 trabalhadores foram deslocados para a operação. Ao mesmo tempo, outras frentes seguiram o cronograma do programa nas dez regionais da capital, com atendimento em áreas urbanas e rurais.

A gestão municipal afirmou que o descarte irregular de resíduos continua entre os principais entraves para a execução do serviço. Segundo o assessor técnico Dime Menezes, o entulho deixado em calçadas e ruas amplia os custos da operação e dificulta o andamento das equipes.

A prefeitura informou ainda que faz aviso prévio às lideranças comunitárias antes da passagem das equipes, em geral com cerca de uma semana de antecedência, para que os moradores organizem o descarte no período da limpeza geral. A medida busca dar mais regularidade ao serviço e reduzir o acúmulo de resíduos nos bairros.

Continue Reading

Internacional

Planalto reage aos EUA e diz que Brasil decide como classifica e combate o crime

Published

on

O Palácio do Planalto afirmou nesta sexta-feira, 29 de maio, em Brasília, que cabe ao Brasil definir como o crime organizado será classificado e combatido dentro do próprio território, em reação à decisão dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras.

Em nota, o governo disse que o país mantém combate permanente contra facções e milícias, mas separou a atuação desses grupos do terrorismo internacional ligado a motivações ideológicas, políticas ou religiosas. O texto também sustentou que medidas unilaterais adotadas fora de negociação com o Brasil podem enfraquecer a cooperação policial, afetar o sistema financeiro e atingir mecanismos nacionais como o Pix.

A manifestação também elevou o tom político ao acusar integrantes da família Bolsonaro de buscar interferência estrangeira em assuntos internos do país. O Planalto classificou como deplorável a atuação de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro nos Estados Unidos e afirmou que a segurança pública não pode ser usada em disputa política.

No texto, o governo federal disse ainda que aprovou uma nova lei de combate a facções e milícias, com penas que chegam a 80 anos de prisão, e citou o programa Brasil contra o Crime Organizado como eixo da estratégia nacional. A nota acrescenta que o país apresentou, em 16 de abril, uma proposta ao Departamento de Estado dos EUA voltada à ampliação da cooperação em inteligência, ao controle da lavagem de dinheiro no exterior e ao enfrentamento do tráfico de armas para o Brasil.

A reação ocorre um dia depois de Washington anunciar que PCC e CV passarão a ser tratados como Organizações Terroristas Estrangeiras, medida com entrada em vigor prevista para 5 de junho. O governo vigor prevista para 5 de junho. O governo brasileiro vê risco de prejuízo à soberania nacional e ao intercâmbio de informações entre os dois países caso a mudança altere o padrão de cooperação já existente.

Foto e fonte: Agência Brasil

Continue Reading

Justiça do Acre

Peru e Bolívia defendem cooperação judicial e proteção de direitos no Fonaje no Acre

Published

on

Representantes do Peru e da Bolívia defenderam nesta sexta-feira, 29 de maio de 2026, no Acre, o fortalecimento da cooperação entre os sistemas de Justiça na faixa de fronteira e reafirmaram um objetivo comum entre os países: garantir direitos fundamentais e direitos humanos. O debate ocorreu durante o 57º Fórum Nacional de Juizados Especiais, em um painel transnacional que marcou a participação internacional no encontro.

O presidente da Corte Superior de Justiça de Madre de Dios, Marino Gabriel Cusimayta Barreto, apresentou o modelo peruano dos juízes de paz, formado por cerca de 6 mil magistrados voluntários que atuam em causas de menor complexidade, como conflitos cíveis, cobranças, pequenas infrações e, em alguns casos, violência familiar e contra a mulher. Ele afirmou que a proximidade desses juízes com as comunidades ajuda a acelerar a solução dos conflitos e amplia o espaço para a conciliação. “O objetivo comum é garantir direitos fundamentais, direitos humanos, dignidade e liberdade”, disse.

Pela Bolívia, o desembargador Jorge Luis Sotelo Beltran, do Tribunal de Justiça de Pando, afirmou que o país não tem uma estrutura idêntica à dos Juizados Especiais brasileiros, mas manifestou interesse em aprofundar o intercâmbio de experiências em áreas como conciliação, tratamento de delitos de menor potencial ofensivo e controle de convencionalidade em direitos humanos.

Na apresentação, Sotelo Beltran apontou como principais desafios nas áreas de fronteira ocorrências como roubos, furtos, acidentes de trânsito, fraudes e estelionatos. Ele defendeu respostas mais rápidas para evitar processos longos e caros. Também chamou atenção para a violência familiar e doméstica, que lidera as denúncias previstas na Lei 348 boliviana, com mais de 30 mil registros por ano.

O painel foi mediado pelo juiz Marcelo Carvalho e contou com tradução da advogada brasileiro-peruana Selene Fartolino. Ao fim do segundo dia de programação, o presidente do Fonaje, juiz Rosalvo Vieira, afirmou que a experiência internacional deve servir de referência para as próximas edições do fórum. O encontro foi realizado sob o tema “Justiça e Pertencimento Sem Fronteiras”, em um cenário marcado pela circulação intensa de pessoas entre Brasil, Peru e Bolívia.

Continue Reading

Tendência