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MEIO AMBIENTE

Reciclagem! Coopsul está em novo endereço, no bairro Remanso

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A Cooperativa de Catadores de Material Reciclável de Cruzeiro do Sul – (Coopsul), que atende os municípios do Vale do Juruá, conta agora com um novo galpão de triagem localizado na Rua Paraíba, N° 974, Bairro Remanso – Em frente a entrada do Porto do Governo.

O serviço da cooperativa tem se destacado em Cruzeiro do Sul, principalmente na coleta de resíduos domésticos que iam parar no aterro sanitário da cidade. Já foram recolhidos resíduos, plásticos, sacolas, de supermercados, papelão e outros tipos de materiais que são embalados e enviados para indústrias de fora do Acre para passar por esse processo de reciclagem e reaproveitamento.

O processo de recolhimento e embalagem de material reciclável é feito por mais de 20 pessoas que trabalham na cooperativa e devido a demanda que vem aumentando o número de contratados.

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MEIO AMBIENTE

Governo Federal reúne R$ 179 bilhões desde 2023 para financiar transição ecológica

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O governo federal informou que levantou R$ 179 bilhões desde 2023 para financiar projetos ligados à transição ecológica no país, com recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) e do programa Eco Invest Brasil. O montante soma operações aprovadas, contratadas e desembolsadas em iniciativas de redução de emissões, recuperação ambiental e adaptação às mudanças climáticas.

Os números foram divulgados nesta semana pelos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima e da Fazenda. As duas pastas e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vão detalhar os dados em uma data ainda não definida.

Na quinta-feira (12), o comitê gestor aprovou o Plano Anual de Aplicação de Recursos de 2026 do Fundo Clima, com orçamento de R$ 27,5 bilhões, o maior da série histórica do programa. Operado pelo BNDES e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, o fundo é um dos principais instrumentos de financiamento de políticas ambientais no Brasil e teve alta de orçamento e de projetos aprovados a partir de 2023.

No Eco Invest Brasil, conduzido pelos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente dentro do Plano de Transformação Ecológica, a estratégia é atrair capital privado e recursos internacionais para projetos de longo prazo. Entre os instrumentos previstos estão mecanismos de proteção contra a volatilidade cambial para reduzir riscos a investidores estrangeiros. No fim do ano passado, a Fazenda informou que o programa mobilizou R$ 75 bilhões para projetos sustentáveis, com R$ 46 bilhões captados no exterior, e que o volume efetivamente liberado em financiamentos somava R$ 14 bilhões no fim de 2025.

Segundo o governo, os recursos do Fundo Clima e do Eco Invest apoiam projetos ligados à indústria verde, recuperação de biomas, infraestrutura para enfrentar impactos climáticos e inovação tecnológica voltada à transição ecológica. A equipe econômica trabalha com a ampliação da participação do setor privado no financiamento dessas iniciativas, com a meta de acelerar investimentos em sustentabilidade e descarbonização da economia.

Fonte: Agência Brasil – Foto: Sérgio Vale

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MEIO AMBIENTE

Governo do Acre abre edital para recuperação de áreas degradadas e enfrentamento de extremos climáticos

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Organizações da sociedade civil ligadas à proteção ambiental e ao fomento da produção rural sustentável já podem submeter propostas para executar projetos de recuperação de áreas degradadas no Acre. O governo estadual publicou nesta segunda-feira (9), no Diário Oficial do Estado, o Edital de Chamamento Público nº 01/2026. A medida busca criar defesas práticas contra extremos climáticos e impulsionar sistemas produtivos ecologicamente equilibrados em territórios dedicados à agricultura familiar.

A seleção ocorre sob as diretrizes do Programa Global REDD for Early Movers – REM Acre Fase II. Os projetos selecionados vão firmar Termos de Colaboração com o Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC) para acessar recursos de fundos internacionais. O escopo das ações engloba a implantação de sistemas agroflorestais, a mecanização focada na revitalização do solo e a aquisição de mudas para cultivos perenes. A estruturação hídrica das propriedades rurais também compõe o eixo do programa, com a previsão de construção de açudes, perfuração de poços e montagem de redes de irrigação. As frentes de trabalho miram a redução frontal das taxas de desmatamento e a queda das emissões de gases de efeito estufa.

A ampliação da rede de parcerias transfere parte da execução das políticas climáticas para organizações com presença consolidada nas zonas de manejo e produção agrícola. “Este edital representa um passo importante para ampliar as ações do governo e do Programa REM Acre Fase II junto às comunidades e produtores familiares”, afirmou a presidente do IMC, Jaksilande Araújo.

A aplicação desses recursos transforma a base econômica das regiões atendidas ao substituir atividades degradantes por alternativas de cultivo conservacionista e rentável. Ao subsidiar a transição para modelos agrossilvipastoris, as comunidades rurais ganham infraestrutura e suporte técnico para proteger suas lavouras contra secas prolongadas e chuvas atípicas. A consolidação dessas práticas blinda a cobertura florestal remanescente, freia o avanço da fronteira agrícola e fixa as famílias produtoras no campo com segurança hídrica e alimentar.

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MEIO AMBIENTE

MPF denuncia dois homens por invasão, desmatamento e pecuária ilegal na Resex Chico Mendes, no Acre

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O Ministério Público Federal denunciou dois homens por crimes ambientais e ocupação irregular dentro da Reserva Extrativista Chico Mendes, no interior do Acre, após investigação que levou à apreensão de mais de 1.400 cabeças de gado mantidas na área protegida e no entorno da unidade.

A acusação aponta invasão de terras da União inseridas na Resex, inserção de informações falsas no Cadastro Ambiental Rural (CAR), além de danos ambientais ligados a desmatamento e uso de fogo. A denúncia inclui ainda a manutenção irregular de rebanho bovino em área protegida e em áreas adjacentes, atividade considerada incompatível com o regime de proteção da reserva.

Além das penas previstas para os crimes listados, o MPF pediu à Justiça Federal que determine a desocupação das áreas pelos denunciados e que eles sejam proibidos de exercer atividades econômicas incompatíveis com os objetivos da unidade de conservação, como a agropecuária.

No mesmo caso, outros três investigados firmaram acordos de não persecução penal após confessarem formalmente os fatos e assumirem obrigações voltadas à reparação dos danos e à regularização ambiental. Entre as medidas previstas estão adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), apresentação de Projetos de Recuperação de Áreas Degradadas e/ou Alteradas (PRADA), recomposição de áreas de preservação permanente e de reserva legal, cumprimento de termos de compromisso ambiental com a autoridade estadual e entrega de bens no valor de R$ 250 mil ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para reforçar fiscalização e gestão da reserva.

Para o MPF, “a celebração dos acordos integra a estratégia institucional de priorizar a reparação efetiva do dano ambiental e a responsabilização adequada dos envolvidos, sem prejuízo da tutela judicial, quando necessária”.

O avanço do processo pode resultar em ordens de retirada de ocupantes, restrições a atividades econômicas e novas medidas de recuperação ambiental, com impacto direto na proteção da Resex e na pressão sobre áreas destinadas ao extrativismo e ao uso sustentável por populações tradicionais.

Foto: Secom/AC

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