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Política

Sargento Adônis leva a voz do Juruá para a chapa de Tião Bocalom ao Governo do Acre

Policial militar de carreira e uma das principais lideranças políticas do Vale do Juruá, Adônis reforça a representatividade do interior e soma experiência regional ao projeto de governo liderado por Tião Bocalom.

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A candidatura do Sargento Adônis a vice-governador na chapa encabeçada por Tião Bocalom representa um importante passo para ampliar a participação do Vale do Juruá nas decisões políticas do Acre. Natural de Cruzeiro do Sul e policial militar de carreira, Adônis construiu sua trajetória pública pautada pelo serviço à população, pela defesa da segurança pública e pelo contato permanente com as comunidades da região.

Sua projeção política ganhou destaque nas eleições municipais de 2020, quando disputou pela primeira vez a Prefeitura de Cruzeiro do Sul. Mesmo em sua estreia nas urnas, conquistou uma votação expressiva e consolidou seu nome como uma das principais lideranças políticas do Juruá, tornando-se uma referência para milhares de eleitores que buscavam renovação na política regional.

Desde então, manteve atuação política e comunitária constante, fortalecendo o diálogo com lideranças municipais, produtores rurais, comerciantes, representantes da sociedade civil e profissionais da segurança pública. Sua atuação se estende por todo o Vale do Juruá, especialmente nos municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo.

A escolha de seu nome para compor a chapa majoritária do PSDB foi construída com o objetivo de fortalecer a representatividade do interior e consolidar um projeto de governo voltado para todas as regiões do Acre.

Durante a Convenção Estadual do PSDB/Cidadania, Tião Bocalom destacou o significado político da composição da chapa.

“Adônis representa não só Cruzeiro do Sul, mas todo o Juruá. Ele é um guerreiro, uma pessoa simples.” — Tião Bocalom

A declaração sintetiza o papel que o candidato a vice-governador passa a desempenhar na campanha: representar uma das regiões mais estratégicas do estado e contribuir para que o desenvolvimento alcance todos os municípios acreanos.

Para Sargento Adônis, integrar a chapa representa a oportunidade de levar para todo o Acre um modelo de gestão que já demonstrou resultados concretos.

“Eu não tenho dúvidas por que esse time vai sair vencedor. É porque o Tião Bocalom não vai apresentar propostas, não, não vai. Ele vai apresentar um projeto consolidado de gestão que já deu certo.” — Sargento Adônis

Segundo Adônis, a experiência administrativa construída por Tião Bocalom à frente da Prefeitura de Rio Branco permite que a chapa apresente aos acreanos não apenas compromissos para o futuro, mas resultados concretos de uma gestão baseada em planejamento, responsabilidade com os recursos públicos, incentivo à produção, geração de empregos e melhoria da qualidade de vida da população.

A candidatura foi homologada durante a Convenção Estadual do PSDB/Cidadania, oficializando uma chapa que reúne a experiência administrativa de Tião Bocalom, a representatividade regional do Sargento Adônis e a candidatura de Eduardo Veloso ao Senado Federal.

Mais do que uma composição eleitoral, a chapa simboliza a união entre a capital e o interior em torno de um projeto que acredita na força do trabalho, da produção e da boa gestão para transformar a realidade do Acre. Ao unir experiência administrativa, representatividade regional e compromisso com as pessoas, Tião Bocalom, Sargento Adônis e Eduardo Veloso apresentam aos acreanos um projeto voltado para o desenvolvimento equilibrado, a valorização de todas as regiões do estado e a construção de um Acre que avance com quem sabe fazer.

Direto ao ponto

Reforma administrativa de Alysson Bestene: oportunidade de modernização e desafio de articulação política

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A reforma administrativa anunciada como possibilidade pelo prefeito Alysson Bestene abre uma discussão que vai além da criação de secretarias e das mudanças no primeiro escalão da Prefeitura de Rio Branco.

É legítimo e natural que o prefeito reorganize sua equipe e estabeleça novas prioridades. Mas há uma dimensão política que não pode ser ignorada: parte dos atuais auxiliares participou da construção do projeto que elegeu Bocalom e Alysson em 2024.

Isso não garante permanência a ninguém. Entretanto, mudanças administrativas também exigem diálogo, reconhecimento e capacidade de articulação política.

A questão é que a reforma pode representar algo maior do que uma reorganização de cargos.

A criação de uma Secretaria da Mulher, já mencionada por Alysson, poderia vir acompanhada de uma estrutura voltada à juventude, inteligência artificial, empreendedorismo, economia criativa e economia solidária.

O impacto estaria na conexão dessas políticas com a realidade econômica e social de Rio Branco.

Para os jovens, significaria ampliar oportunidades de qualificação, acesso à tecnologia e inserção no mercado de trabalho. Para as mulheres, fortalecer a autonomia econômica, o empreendedorismo e as políticas de proteção. Para os pequenos empreendedores e trabalhadores da economia criativa e solidária, abrir caminhos para capacitação, inovação, geração de renda e acesso a mercados.

A inteligência artificial, em particular, já transforma profissões, empresas e serviços públicos. Incorporá-la ao planejamento municipal permitiria preparar a população para essas mudanças e melhorar a eficiência da própria Prefeitura.

Rio Branco já possui uma secretaria com atribuições relacionadas ao desenvolvimento econômico, tecnologia e inovação. Portanto, o desafio não é simplesmente criar novas estruturas, mas avaliar como integrar essas agendas, com competências definidas e responsabilidade fiscal.

Uma reforma com esse alcance demonstraria que Alysson está atento não apenas às demandas imediatas de Rio Branco, mas também às transformações em curso no Acre, no Brasil e no mundo.

Há ainda a possibilidade de aproximação com políticas nacionais de economia solidária, inovação e inclusão produtiva, ampliando oportunidades de cooperação institucional e acesso a programas federais.

Alysson tem a prerrogativa de promover mudanças e a oportunidade de estabelecer prioridades próprias. O desafio é conciliar esse movimento com o reconhecimento da construção política que o levou à Prefeitura.

No fim, a reforma administrativa não deveria ser medida apenas por quem entra ou sai do governo, mas pelas políticas que consegue estruturar, pelas oportunidades que pode gerar e pelos resultados que entrega à população.

Modernizar a Prefeitura e preservar a capacidade de articulação política não são objetivos incompatíveis. Esse é o equilíbrio que a reforma precisa buscar.

Foto: Sérgio vale / Vale Comunicação

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Política

Alysson Bestene homenageia servidores públicos de Rio Branco e destaca compromisso com valorização profissional

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O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene (PP), prestou homenagem aos servidores municipais nesta quarta-feira (28), Dia do Servidor Público. Em mensagem divulgada nas redes sociais, o gestor agradeceu pelo trabalho dos profissionais que atuam na Prefeitura e falou sobre as medidas adotadas pela administração para garantir direitos e melhorar as condições de trabalho da categoria.

Na publicação, Alysson reconheceu a participação dos servidores no funcionamento da máquina pública e na execução dos serviços oferecidos à população. Para o prefeito, os resultados da administração municipal dependem diretamente do trabalho realizado pelos profissionais das diferentes secretarias e órgãos do município.

“Uma das coisas que a vida me ensinou foi que ninguém faz nada sozinho”, afirmou o prefeito ao agradecer aos trabalhadores municipais.

Alysson também mencionou o pagamento dos salários dentro do prazo, o cumprimento da data-base e a melhoria das condições de trabalho como compromissos assumidos pela gestão. Segundo ele, essas medidas fazem parte da política de valorização dos servidores adotada pela Prefeitura de Rio Branco.

A homenagem ocorre durante a semana em que a administração municipal realiza atividades voltadas aos servidores. A Prefeitura também transferiu o ponto facultativo referente à data para sexta-feira (30), conforme o Decreto Municipal nº 2.032, mantendo a previsão de funcionamento dos serviços essenciais.

O Dia do Servidor Público é celebrado anualmente em 28 de outubro e reconhece o trabalho dos profissionais responsáveis pela prestação de serviços à população nas administrações municipal, estadual e federal.

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Política

É fake que governo recuou do fim da escala 6×1 após eleições; mudança está garantida na Constituição

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O governo federal desmentiu, nesta terça-feira (27), informações falsas que circulam nas redes sociais afirmando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria desistido de acabar com a escala de trabalho 6×1 após as eleições. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) esclareceu que a mudança na jornada de trabalho permanece garantida pela Emenda Constitucional nº 141, promulgada pelo Congresso Nacional em 16 de outubro de 2026, e não sofreu nenhuma alteração depois do resultado eleitoral.

As publicações começaram a circular no período pós-eleitoral e afirmam que o governo estaria preparando mudanças para permitir a continuidade da escala de seis dias de trabalho para apenas um de descanso, além de excluir determinadas categorias profissionais das novas regras. As alegações são falsas.

“É falsa a afirmação de que, após as eleições, o governo recuou do fim da escala 6×1”, afirmou a Secom em nota oficial. O órgão também esclareceu que não existe nenhuma proposta em discussão no Executivo para retirar os direitos trabalhistas estabelecidos pela emenda constitucional.

A mudança foi aprovada pelo Congresso Nacional e incorporada à Constituição Federal. A legislação assegura dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial, substituindo a escala 6×1 pela jornada 5×2, observadas as regras de transição e os regimes específicos previstos no próprio texto.

O novo modelo começa a valer em 15 de dezembro de 2026, após o período de transição de 60 dias contado da promulgação. Nessa primeira etapa, a jornada máxima semanal será reduzida das atuais 44 horas para 42 horas. Doze meses depois, o limite passará para 40 horas semanais, também sem redução dos salários.

A emenda permite diferentes formas de distribuição das folgas, inclusive mediante acordos ou convenções coletivas. Nessas situações, a compensação deverá garantir, em média, dois dias de descanso remunerado por semana ao longo do mês, com pelo menos um dia de repouso a cada período máximo de sete dias.

O texto constitucional também estabelece regras específicas para determinadas categorias, incluindo prazos diferenciados de adaptação para trabalhadores terceirizados da administração pública. Essas disposições já estavam previstas na emenda aprovada pelo Congresso e não representam alterações feitas após as eleições.

A Secom explicou que as conversas do governo com representantes dos setores econômicos tratam exclusivamente da aplicação das regras aprovadas. Como a mudança foi promulgada pelo Congresso Nacional, o presidente da República não pode vetar ou modificar unilateralmente a emenda constitucional.

Além dos boatos envolvendo a jornada de trabalho, o governo também desmentiu publicações que anunciam cortes no Bolsa Família e no Gás do Povo. Os dois programas continuam funcionando, sem suspensão dos pagamentos ou redução dos benefícios, conforme comunicado oficial.

O governo orienta os trabalhadores e beneficiários de programas sociais a consultar os canais oficiais antes de compartilhar informações sobre mudanças na legislação ou nos pagamentos. A recomendação é verificar a origem das publicações, especialmente aquelas divulgadas nas redes sociais sem documentos ou informações que comprovem as alegações.

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