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Sebrae no Acre – 33 anos de apoio ao empreendedorismo local

A instituição contribui fortemente para o desenvolvimento dos pequenos negócios

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Desde sua fundação no Acre, em 25 de fevereiro de 1991, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), têm sido o caminho e parceiro dos pequenos negócios do estado, atuando com um olhar atento e apaixonado, construindo pontes, abrindo caminhos e inspirando empreendedores a alcançarem seus sonhos. O foco é o cliente como bússola, entendendo que o sucesso dos pequenos negócios é o sucesso de toda a sociedade. Cada passo dado é uma contribuição para um Acre mais próspero e vibrante.

A busca pela melhoria do ambiente de negócio não é apenas uma meta, mas uma missão. O comprometimento da instituição com políticas e programas inovadores, criam um solo fértil para o desenvolvimento econômico. Além disso, a educação empreendedora é a chave para o futuro e tem aberto portas para o aprendizado, capacitando empreendedores a enfrentarem desafios com confiança. As soluções assertivas oferecidas pelo Sebrae no Acre são personalizadas, as necessidades específicas de cada negócio são respeitadas e soluções sob medida são entregues.
“É impossível falar em micro e pequena empresa sem pensar no Sebrae. Na sua exitosa trajetória, ganhou reconhecimento e prestígio junto à sociedade, com seu apoio ao desenvolvimento desse extraordinário mundo do empreendedorismo. O Sebrae seguirá seu rumo com eficiência na sua gestão, acreditando na inovação e na tecnologia como instrumento de transformação do ambiente de negócios”, afirma o presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae no Acre, Assuero Veronez.

O diretor-superintendente, Marcos Lameira, destaca a responsabilidade da instituição para o fortalecimento dos pequenos negócios. “Faz parte da missão do Sebrae, desenvolver o empreendedorismo no nosso estado, temos trabalhado isso fortemente com políticas públicas e parcerias com as entidades de classe, federações e associações de um modo geral. Isso é importante para que consigamos caminhar juntos, não somente sobrepondo ações, mas todos juntos na defesa do empreendedorismo”.

Por trás de cada sucesso, há uma equipe de colaboradores engajados, que são a força motriz dessa jornada, além de fornecedores que estão alinhados e comprometidos com a causa e missão. “Nós somos um conjunto, não adianta sermos uma marca forte se não tivermos uma retaguarda que nos permita levar esse conhecimento e todos os produtos, serviços e soluções que o Sebrae tem. Quero aqui reconhecer e agradecer a colaboração de todos nesse processo, e que possamos entregar um Sebrae cada vez melhor para a sociedade acreana”, declara o diretor de Administração e Finanças, Vandré Prado.

Apoio ao empreendedor

Ao longo dos anos, o Sebrae no Acre tem se destacado pela atuação inovadora e compromisso com a sustentabilidade. Por meio de projetos e parcerias estratégicas, tem promovido a adoção de práticas sustentáveis, o uso de tecnologias inovadoras e a valorização da cultura local e da territorialidade. Com isso, a instituição celebra não apenas suas próprias conquistas, mas também as conquistas de cada empreendedor que contou com o apoio do Sebrae.

Mesmo em períodos desafiadores, como a pandemia de Covid-19, ocorrida em 2020 em todo o país, o Sebrae se manteve firme em sua missão de apoiar os pequenos negócios. “Esse foi um dos momentos mais importantes na história do Sebrae, onde pudemos contribuir fortemente para que essas pessoas conseguissem continuar se desenvolvendo e trabalhando. Nesse período, os consultores do Sebrae se reinventaram e ajudaram mesmo em um momento tão difícil onde as pessoas tinham que se recolher. Fomos para a linha de frente, chegamos próximo e junto aos empresários para atendê-los”, relembra o diretor-superintendente Marcos Lameira.

Com uma rede de atendimento presente em todos os municípios do estado, o Sebrae no Acre tem alcançado um número expressivo de empreendedores, impactando diretamente a economia local. Representando os colaboradores da instituição, o analista Fabiano Noronha, presidente da Associação de Funcionários do Sebrae, destaca sua satisfação em contribuir para o desenvolvimento dos pequenos negócios. “Sabemos que nosso trabalho contribui em muito para o impulsionar o desenvolvimento local. Agradeço, em nome dos colegas, imensamente aos nossos clientes e parceiros que nos motivam a dar continuidade nesse momento de construção de um Acre mais profissional, mais humano e com foco na qualidade de vida. Estamos à disposição para apoiar as MPEs (micro e pequenas empresas) em prol do desenvolvimento de nosso estado”, diz.

O diretor técnico, Kleber Campos, destaca a atuação estratégica do Sebrae por meio de programas e projetos. “Os grandes programas e projetos que movimentaram todo esse ambiente de negócio estão relacionados ao cliente e ao ambiente, que é justamente procurar ter um relacionamento mais assertivo, entregando soluções aderentes às necessidades dos nossos clientes, bem como implantar um processo de relacionamento duradouro, essa é uma estratégia que vem dando certo”.

É olhando para o futuro e inspirado pelos desafios que o Sebrae celebra seus 33 anos de comprometimento, dedicação e sucesso na promoção do empreendedorismo local. Buscando fortemente tornar o Acre um estado próspero, com negócios sustentáveis, tecnológicos e inovadores.

Foto: Marcos Vicentti

Rio Branco

Merenda escolar atende 21 mil estudantes em Rio Branco e amplia compra da agricultura familiar

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A rede municipal de ensino de Rio Branco mantém o fornecimento de alimentação escolar para aproximadamente 21 mil estudantes das zonas urbana e rural. O abastecimento é organizado pela Secretaria Municipal de Educação e inclui alimentos não perecíveis, produtos frescos, proteínas e itens adquiridos de agricultores familiares.

Na zona rural, a própria Secretaria de Educação faz a distribuição de produtos perecíveis e não perecíveis às unidades de ensino. Nas escolas urbanas, itens como arroz, feijão e óleo são fornecidos pela gestão municipal, enquanto os produtos perecíveis são entregues diretamente pelas empresas contratadas. O pão é fornecido diariamente por panificadoras credenciadas por chamada pública.

O planejamento da alimentação é elaborado no ano anterior e leva em consideração o número de estudantes registrado no Censo Escolar e os 200 dias letivos. Os cardápios são preparados pela equipe de nutrição de acordo com cada modalidade de ensino e passam pela aprovação do Conselho de Alimentação Escolar.

De acordo com o diretor de Gestão da Secretaria Municipal de Educação, Adauto Góes, as escolas mantêm estoques de produtos não perecíveis para reduzir o risco de interrupções no fornecimento.

“Todas as escolas de Rio Branco possuem uma mini mercearia no seu interior, o que garante o suprimento constante de itens não perecíveis nas despensas das unidades”, afirmou.

Quando há problemas na entrega de algum produto, o cardápio pode passar por substituições. Segundo Adauto, a orientação é manter uma fonte de proteína nas refeições, com alternativas como sardinha, ovos e frango. Nas creches, o consumo de peixe também recebe restrições para evitar acidentes com espinhas.

A Prefeitura também ampliou a participação da agricultura familiar no abastecimento das escolas. Após o credenciamento de produtores e associações, alimentos como banana, mamão, mandioca, abóbora e cheiro-verde passaram a integrar as refeições oferecidas aos estudantes.

A Divisão de Alimentação Escolar é responsável pelo acompanhamento administrativo da operação, incluindo recebimento dos produtos, distribuição e gestão dos contratos. A estrutura busca manter o fornecimento durante o ano letivo mesmo diante de mudanças de preços ou prazos relacionados aos processos de contratação pública.

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Economia e Empreender

Brasil abre 165,8 mil vagas com carteira assinada em agosto

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O Brasil criou 165.827 empregos com carteira assinada em agosto de 2026. O resultado corresponde à diferença entre admissões e desligamentos registrados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

O saldo ficou 183,1% acima do registrado em julho, quando foram abertas 58.568 vagas formais. Na comparação com agosto de 2025, quando o país criou 154.683 postos de trabalho, houve crescimento de 7,2%.

Apesar da melhora registrada no mês, o acumulado do ano continua abaixo do resultado de 2025. Entre janeiro e agosto de 2026, foram criados 1.134.033 empregos formais. No mesmo período do ano passado, o saldo havia sido de 1.516.881 vagas, uma redução de 25,2%.

Todos os cinco grandes setores da economia terminaram agosto com saldo positivo. O setor de serviços liderou a abertura de empregos, com 110.346 novas vagas. A construção civil criou 20.848 postos, seguida pela indústria, com 16.613, pelo comércio, com 16.565, e pela agropecuária, com 1.452.

Dentro do setor de serviços, a educação respondeu pela abertura de 25.416 postos formais. As atividades de saúde humana e serviços sociais criaram outras 19.142 vagas, enquanto transporte, armazenagem e correio registraram saldo positivo de 16.819 empregos.

Na construção civil, os serviços especializados para construção abriram 8.415 vagas. As obras de infraestrutura registraram a criação de outros 7.396 postos de trabalho.

Já na indústria, a fabricação de produtos alimentícios apresentou o maior saldo, com 10.171 empregos. A fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias criou 3.311 vagas, enquanto o segmento de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis abriu 2.845 postos.

Todas as regiões do país tiveram saldo positivo em agosto. O Sudeste liderou, com 73.167 vagas, seguido pelo Nordeste, com 59.356. A Região Norte criou 13.603 empregos formais, o Sul abriu 10.850 postos e o Centro-Oeste registrou saldo de 8.699.

Entre os estados, 24 tiveram mais contratações do que demissões. São Paulo apresentou o maior saldo, com 42.533 vagas, seguido pelo Rio de Janeiro, com 20.886, e Pernambuco, com 13.428.

Rio Grande do Sul, Rondônia e Espírito Santo foram os três estados que terminaram agosto com saldo negativo. As perdas foram de 1.611 postos no Rio Grande do Sul, 923 em Rondônia e 287 no Espírito Santo.

O salário médio real de admissão ficou em R$ 2.410,74 em agosto. O valor apresentou pequena redução de 0,03% em relação a julho, mas ficou 1,02% acima do registrado em agosto de 2025.

Com o resultado do mês, o Brasil encerrou agosto com 48.244.696 trabalhadores com carteira assinada.

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Economia e Empreender

Sebrae orienta empreendedores sobre preparação antes de buscar investidores

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Empreendedores que pretendem buscar investidores, novos parceiros ou ampliar o mercado precisam definir primeiro qual é a necessidade real da empresa e como os recursos serão utilizados. A preparação envolve planejamento financeiro, organização de documentos, conhecimento sobre o perfil do possível investidor e clareza sobre as metas de crescimento do negócio.

Uma das principais orientações é não confundir a necessidade de crescer com a necessidade de receber investimento externo. Antes de iniciar uma captação, o empresário precisa saber quanto pretende levantar, onde o dinheiro será aplicado, quais resultados espera alcançar e o que está disposto a oferecer em troca.

O capital de investidores funciona de forma diferente de um financiamento bancário. Dependendo do modelo escolhido, o empreendedor pode oferecer participação na empresa em troca do aporte, fazendo com que o investidor passe a ter interesse direto no desempenho futuro do negócio.

Para Carlos Victor Pereira, especialista em investimentos e analista técnico do Sebrae Nacional, o empreendedor precisa apresentar um objetivo concreto para o dinheiro. Em vez de apenas informar que pretende captar determinado valor para crescer, deve explicar como os recursos serão aplicados e quais resultados pretende atingir.

A preparação também muda conforme o tipo de encontro. Em uma rodada de negócios, por exemplo, o objetivo pode não ser captar recursos, mas encontrar compradores, fornecedores ou parceiros comerciais. Nesses casos, a orientação é pesquisar previamente quem participará da conversa e preparar uma apresentação curta sobre a empresa, os produtos ou serviços oferecidos e a capacidade de atendimento.

O tempo disponível deve ser utilizado principalmente para abrir uma oportunidade concreta. “O principal objetivo é sair da mesa com um próximo passo concreto: uma reunião, um piloto, um orçamento”, afirma Pereira.

No caso da busca por investimento, conhecer o perfil de quem pode aportar recursos também é necessário. O empresário deve avaliar os setores de interesse do investidor, o estágio das empresas em que costuma investir, o tamanho médio dos aportes e até possíveis conflitos com negócios concorrentes já presentes em seu portfólio.

Outro ponto é a organização interna. Durante uma negociação, investidores podem solicitar demonstrações financeiras, contratos, informações societárias, documentos fiscais, dados comerciais e informações trabalhistas. A falta desses registros ou a demora para apresentá-los pode dificultar a negociação.

A recomendação é manter documentos financeiros e administrativos organizados em ambiente digital antes mesmo de iniciar as conversas. Dados sobre faturamento, contratos com clientes e fornecedores, quadro societário, obrigações fiscais e indicadores da operação ajudam a comprovar as informações apresentadas durante a negociação.

O pitch também precisa ir além de uma apresentação visual. O empreendedor deve conseguir explicar qual problema o negócio resolve, como gera receita, qual mercado pretende alcançar, quem são os concorrentes, quais são os diferenciais da empresa e como pretende utilizar o dinheiro captado.

Projeções de crescimento devem estar acompanhadas de fundamentos. Caso a empresa planeje ampliar significativamente a receita, por exemplo, será necessário demonstrar de onde deverão vir os novos clientes, como a produção será ampliada e qual estrutura será necessária para atender ao crescimento.

A negociação também exige atenção às condições estabelecidas para a entrada do investidor. Participação societária, direito a voto, regras de governança, futuras rodadas de investimento e condições de saída podem fazer parte dos acordos e precisam ser analisados antes da assinatura.

Nem todo pequeno negócio, porém, precisa buscar fundos de venture capital. Dependendo da empresa e de seus objetivos, alternativas como crédito, reinvestimento dos lucros, sócio estratégico, investidor-anjo ou parcerias comerciais podem ser mais adequadas.

A escolha deve partir da estratégia de crescimento da própria empresa. Para negócios que não dependem de expansão acelerada, entregar uma parcela da participação societária pode representar um custo maior no longo prazo do que outras formas de financiamento.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias.

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