Desde sua fundação no Acre, em 25 de fevereiro de 1991, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), têm sido o caminho e parceiro dos pequenos negócios do estado, atuando com um olhar atento e apaixonado, construindo pontes, abrindo caminhos e inspirando empreendedores a alcançarem seus sonhos. O foco é o cliente como bússola, entendendo que o sucesso dos pequenos negócios é o sucesso de toda a sociedade. Cada passo dado é uma contribuição para um Acre mais próspero e vibrante.
A busca pela melhoria do ambiente de negócio não é apenas uma meta, mas uma missão. O comprometimento da instituição com políticas e programas inovadores, criam um solo fértil para o desenvolvimento econômico. Além disso, a educação empreendedora é a chave para o futuro e tem aberto portas para o aprendizado, capacitando empreendedores a enfrentarem desafios com confiança. As soluções assertivas oferecidas pelo Sebrae no Acre são personalizadas, as necessidades específicas de cada negócio são respeitadas e soluções sob medida são entregues. “É impossível falar em micro e pequena empresa sem pensar no Sebrae. Na sua exitosa trajetória, ganhou reconhecimento e prestígio junto à sociedade, com seu apoio ao desenvolvimento desse extraordinário mundo do empreendedorismo. O Sebrae seguirá seu rumo com eficiência na sua gestão, acreditando na inovação e na tecnologia como instrumento de transformação do ambiente de negócios”, afirma o presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae no Acre, Assuero Veronez.
O diretor-superintendente, Marcos Lameira, destaca a responsabilidade da instituição para o fortalecimento dos pequenos negócios. “Faz parte da missão do Sebrae, desenvolver o empreendedorismo no nosso estado, temos trabalhado isso fortemente com políticas públicas e parcerias com as entidades de classe, federações e associações de um modo geral. Isso é importante para que consigamos caminhar juntos, não somente sobrepondo ações, mas todos juntos na defesa do empreendedorismo”.
Por trás de cada sucesso, há uma equipe de colaboradores engajados, que são a força motriz dessa jornada, além de fornecedores que estão alinhados e comprometidos com a causa e missão. “Nós somos um conjunto, não adianta sermos uma marca forte se não tivermos uma retaguarda que nos permita levar esse conhecimento e todos os produtos, serviços e soluções que o Sebrae tem. Quero aqui reconhecer e agradecer a colaboração de todos nesse processo, e que possamos entregar um Sebrae cada vez melhor para a sociedade acreana”, declara o diretor de Administração e Finanças, Vandré Prado.
Apoio ao empreendedor
Ao longo dos anos, o Sebrae no Acre tem se destacado pela atuação inovadora e compromisso com a sustentabilidade. Por meio de projetos e parcerias estratégicas, tem promovido a adoção de práticas sustentáveis, o uso de tecnologias inovadoras e a valorização da cultura local e da territorialidade. Com isso, a instituição celebra não apenas suas próprias conquistas, mas também as conquistas de cada empreendedor que contou com o apoio do Sebrae.
Mesmo em períodos desafiadores, como a pandemia de Covid-19, ocorrida em 2020 em todo o país, o Sebrae se manteve firme em sua missão de apoiar os pequenos negócios. “Esse foi um dos momentos mais importantes na história do Sebrae, onde pudemos contribuir fortemente para que essas pessoas conseguissem continuar se desenvolvendo e trabalhando. Nesse período, os consultores do Sebrae se reinventaram e ajudaram mesmo em um momento tão difícil onde as pessoas tinham que se recolher. Fomos para a linha de frente, chegamos próximo e junto aos empresários para atendê-los”, relembra o diretor-superintendente Marcos Lameira.
Com uma rede de atendimento presente em todos os municípios do estado, o Sebrae no Acre tem alcançado um número expressivo de empreendedores, impactando diretamente a economia local. Representando os colaboradores da instituição, o analista Fabiano Noronha, presidente da Associação de Funcionários do Sebrae, destaca sua satisfação em contribuir para o desenvolvimento dos pequenos negócios. “Sabemos que nosso trabalho contribui em muito para o impulsionar o desenvolvimento local. Agradeço, em nome dos colegas, imensamente aos nossos clientes e parceiros que nos motivam a dar continuidade nesse momento de construção de um Acre mais profissional, mais humano e com foco na qualidade de vida. Estamos à disposição para apoiar as MPEs (micro e pequenas empresas) em prol do desenvolvimento de nosso estado”, diz.
O diretor técnico, Kleber Campos, destaca a atuação estratégica do Sebrae por meio de programas e projetos. “Os grandes programas e projetos que movimentaram todo esse ambiente de negócio estão relacionados ao cliente e ao ambiente, que é justamente procurar ter um relacionamento mais assertivo, entregando soluções aderentes às necessidades dos nossos clientes, bem como implantar um processo de relacionamento duradouro, essa é uma estratégia que vem dando certo”.
É olhando para o futuro e inspirado pelos desafios que o Sebrae celebra seus 33 anos de comprometimento, dedicação e sucesso na promoção do empreendedorismo local. Buscando fortemente tornar o Acre um estado próspero, com negócios sustentáveis, tecnológicos e inovadores.
Especial SESI 80 anos: Exposição dos 80 anos do SESI revisita trajetória no Acre
Financiada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra reúne documentos, fotografias e relatos de trabalhadores para contar como o SESI se tornou parte da vida de gerações de acreanos.
| Exposição Conexão SESI 80 anos – Raizes que constroem o futuro
Em cada fotografia, uma lembrança. Em cada documento, um capítulo. E, nas vozes de quem estudou, trabalhou ou construiu parte da vida dentro da instituição, a confirmação de que a história do Serviço Social da Indústria não cabe apenas em uma linha do tempo.
O lançamento da Exposição comemorativa alusiva aos 80 anos do Serviço Social da Indústria — SESI transformou o passado em ponto de encontro. A mostra reúne registros nacionais e locais, recupera marcos da atuação no Acre e aproxima diferentes gerações em torno de uma trajetória ligada à educação, à saúde, ao esporte, ao lazer e à vida dos trabalhadores da indústria.
Financiada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a exposição parte de um conceito que conecta os diferentes tempos dessa caminhada:
“História que constrói o presente. Inovação que transforma o futuro.”
Foram cerca de três meses de pesquisa e organização até que fotografias, documentos e lembranças ganhassem espaço na exposição. Luziane Mesquita, Coordenadora Ginásio do Sesi/ AC, que trabalha há 23 anos na instituição e participou da construção da mostra, resume o caráter coletivo do projeto.
“A história está sendo contada em cada cantinho que vocês veem. Tem um pedacinho de alguém.” Luziane Mesquita
Uma história construída por muitas mãos
Criado em 1946, o SESI chega aos 80 anos com presença em todos os estados brasileiros. Ao longo desse percurso, sua atuação pode ser traduzida por sete ações: educar, cuidar, proteger, inspirar, movimentar, incluir e transformar. No Acre, a exposição refaz o caminho percorrido pela instituição e por empresários, trabalhadores e colaboradores que participaram da implantação e da ampliação de seus serviços.
Para Luziane Mesquita, recuperar esse percurso foi também uma forma de compreender a dimensão do legado recebido pelas equipes atuais.
“Contar essa história foi um presente para a gente, porque vamos resgatar como tudo começou e o trajeto que esses empresários fizeram para construir toda a estrutura que temos hoje. Quem conheceu o nosso complexo no passado vê que ele está extremamente modificado e modernizado.”
Mais do que olhar para trás, a mostra estabelece uma ligação entre a memória e a estrutura atual. O compromisso com a indústria, os empresários e os trabalhadores permanece como o eixo dessa trajetória, afirma Luziane.
“Essa é a nossa essência: atender e servir essas pessoas. A gente precisa manter o legado que muitos deixaram para que hoje conseguíssemos chegar aqui e apresentar toda essa história e toda essa cultura.”
Do resgate nacional à trajetória acreana
A história nacional aparece ao lado de um recorte dedicado ao Acre. Entre os marcos lembrados está a estruturação do Departamento Regional, em 1973, etapa que consolidou a atuação local e acompanhou o desenvolvimento industrial do estado.
Rosemere Azevedo, gerente do SSI do SESI/AC, destaca que a presença em todo o território brasileiro permitiu ao SESI levar serviços de saúde, lazer e educação às indústrias e aos trabalhadores. No Acre, esse percurso também passa pela educação, pelo esporte, pela promoção da saúde e pela segurança no trabalho.
“O que mais nos orgulha é atender os trabalhadores da indústria no Brasil inteiro. Em todos os estados estamos presentes para atender as indústrias e os trabalhadores. O que nos orgulha é levar serviços de saúde, lazer e educação para a indústria brasileira.”
Parte dessa transformação pode ser observada na própria estrutura do SESI no Acre. O complexo reúne ginásio revitalizado e climatizado, escola de referência, centro de promoção da saúde, academia, atividades físicas, natação, pilates, clínica odontológica e serviços de saúde ocupacional e segurança no trabalho.
“Tudo isso foi construído com muito amor, dedicação e qualidade nos serviços prestados à comunidade acreana e, principalmente, à indústria”, afirma Rosemere.
Um SESI moldado pela realidade amazônica
O percurso do SESI no Acre não foi uma simples reprodução do modelo nacional. Em um país de dimensões continentais, a atuação precisou considerar as particularidades da Amazônia, as condições locais e as necessidades dos trabalhadores acreanos.
Para João Paulo de Assis, presidente da FIEAC em exercício, essa capacidade de adaptação ajuda a explicar a presença conquistada pela instituição no estado.
“Hoje, o SESI Acre é adaptado às nossas necessidades. É prestigiado pela população, pelos empresários e pelos industriais. Dentro do nosso espaço circulam mais de 3 mil pessoas por dia. Isso é a marca do sucesso.”
Ao mesmo tempo, a história permanece em construção. A aceleração tecnológica, as mudanças na comunicação e os novos desafios relacionados à saúde e ao trabalho exigem respostas atualizadas. Segundo João Paulo, estar atento a essas transformações será determinante para os próximos anos.
“O mundo está vivendo uma transformação tecnológica alucinante. O SESI precisa estar atento a essas necessidades para continuar desenvolvendo e protegendo os nossos trabalhadores.” João Paulo de Assis
Quando a instituição se torna parte da vida
Datas e documentos dão contorno à história, mas são as vozes de quem viveu o SESI que revelam sua dimensão mais afetiva. Durante o lançamento, os presentes foram convidados a traduzir em palavras o significado da instituição em suas vidas.
As respostas vieram espontâneas, como pequenos retratos de uma relação construída ao longo do tempo. Competência, seriedade, equilíbrio, saúde, segurança, educação, crescimento, aprendizado, acolhimento e amizade foram alguns dos significados reunidos. Em meio a tantas definições, uma ideia apareceu como ponto de encontro: para muitos, o SESI é uma segunda casa.
Os relatos deram forma a uma instituição que ultrapassa os espaços de trabalho e de formação. Um lugar de convivência e pertencimento, onde o tempo transforma colegas em amigos, equipes em família e experiências cotidianas em histórias de vida.
As memórias compartilhadas atravessaram gerações. A escola de 1975 reapareceu nas lembranças de quem iniciou ali a vida estudantil e, anos mais tarde, retornou para colaborar com a instituição. Os campeonatos de futebol da década de 1980 também voltaram à cena, trazendo recordações das empresas que se encontravam nas quadras e nos campos e de uma cidade que acompanhava o crescimento do SESI.
São lembranças de infância, trabalho, esporte e aprendizado que se misturam à própria trajetória de Rio Branco e do Acre. Reunidas na exposição, elas mostram que os 80 anos do SESI também podem ser contados pelas relações construídas, pelos reencontros e pelas marcas deixadas na vida de quem passou pela instituição.
Uma exposição sobre o passado — e sobre continuidade
Ao reunir memórias institucionais e histórias pessoais, a exposição apresenta os 80 anos do SESI não como uma narrativa encerrada, mas como um legado que continua sendo construído. É uma trajetória de trabalho, educação, saúde, inovação e desenvolvimento para o Acre. O passado aparece nos painéis, o presente circula pelos espaços modernizados e o futuro surge nos desafios de acompanhar as novas necessidades da indústria e dos trabalhadores.
A mostra ficará aberta à comunidade durante 15 dias, em horário comercial. As visitas poderão ser feitas diretamente no complexo ou mediante agendamento com a equipe do SESI.
“A gente aproveita para convidar as pessoas a vir conhecer e participar. É uma oportunidade de mostrar essa história tão bonita, construída para toda a comunidade”, reforça Luziane.
A mensagem que sintetiza o sentido dessa caminhada: 80 anos cuidando de pessoas, fortalecendo famílias e construindo futuros.
Exposição Conexão SESI 80 Anos – Raízes que constroem o futuro
A exposição apresenta uma trajetória marcada por histórias, conquistas e contribuições para o desenvolvimento da indústria e da sociedade.
Realizada no SESI, em Rio Branco, a mostra teve a pesquisa, o conceito, o design e o layout desenvolvidos pela equipe da Agência Cidade Publicidade, sob a direção do publicitário Wagner Lucena. A exposição contou ainda com fotografias de Sérgio Vale e com o apoio da Assessoria de Comunicação da FIEAC.
Serviço
Visitação: de 1º a 18 de setembro Horários: das 8h às 10h e das 14h às 17h Agendamento: (68) 99911-9017
A Prefeitura de Rio Branco reuniu agentes de combate às endemias nesta sexta-feira (28), no auditório do Instituto Federal do Acre (Ifac), para avaliar as ações contra dengue, zika e chikungunya e definir novas estratégias de prevenção antes da chegada do período chuvoso. O trabalho busca ampliar a vigilância nos bairros e evitar o avanço das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
Durante o encontro, as equipes analisaram os resultados das atividades realizadas ao longo do ano e compararam os dados atuais com registros de períodos anteriores. A avaliação vai orientar as próximas ações nos bairros da capital, principalmente durante a transição entre a estiagem e o início das chuvas.
Rio Branco registra redução nos casos de dengue, zika e chikungunya. O resultado está relacionado ao trabalho desenvolvido pelos agentes, que fazem visitas domiciliares, orientam moradores e procuram possíveis focos de reprodução do mosquito.
A principal preocupação está dentro das residências. O levantamento mais recente realizado nos imóveis apontou que cerca de 90% dos criadouros encontrados estavam no ambiente domiciliar. Caixas-d’água, vasos, baldes e outros recipientes capazes de acumular água estão entre os locais que podem favorecer a reprodução do Aedes aegypti.
A diretora de Vigilância em Saúde, Socorro Martins, afirmou que o período seco é considerado estratégico para reduzir os riscos antes das chuvas. “Precisamos trabalhar durante o período seco para que, quando as chuvas chegarem, não tenhamos um aumento expressivo de casos nem sejamos surpreendidos pelos indicadores”, afirmou.
O mosquito consegue se desenvolver mesmo em pequenas quantidades de água acumulada. Com o aumento das chuvas, recipientes mantidos abertos ou sem os cuidados necessários podem ampliar a quantidade de criadouros e elevar o risco de transmissão das arboviroses.
As visitas dos agentes também serão mantidas nos bairros. A agente de combate às endemias Fabiana Cristina explicou que o trabalho permite verificar as condições dos imóveis e orientar diretamente os moradores sobre as medidas de prevenção. Ela reforçou que a atuação das equipes tem caráter educativo e pediu que a população permita a entrada dos profissionais devidamente identificados.
Entre as medidas recomendadas estão manter caixas-d’água fechadas, eliminar recipientes que possam acumular água e verificar regularmente quintais e áreas internas das residências. A estratégia pretende manter a redução dos casos e diminuir o risco de avanço das arboviroses durante o período chuvoso.
O Sebrae lançou a Vitrine de Deep Techs durante o Startup Summit 2026, realizado entre 26 e 28 de agosto, no CentroSul, em Florianópolis (SC). A plataforma reúne inicialmente 412 empresas brasileiras que desenvolvem soluções baseadas em ciência e tecnologias de alta complexidade e busca ampliar a conexão desses negócios com investidores, parceiros e oportunidades de mercado.
As empresas incluídas na vitrine passaram por uma curadoria entre negócios que já participaram de programas de aceleração do Sebrae. As chamadas deep techs transformam conhecimento científico e tecnologias avançadas em produtos e serviços voltados à solução de problemas complexos, com atuação em áreas como biotecnologia, inteligência artificial, novos materiais, energia e saúde.
A nova plataforma amplia a estratégia de divulgação de empresas inovadoras mantida pelo Sebrae. A instituição já possui uma Vitrine de Startups com mais de 15 mil negócios cadastrados, enquanto sua base nacional reúne cerca de 27 mil startups.
O lançamento foi anunciado na quinta-feira (27) por Alessandro Machado, chefe de gabinete da Diretoria Técnica do Sebrae Nacional. Ele relacionou a expansão das deep techs à aproximação entre pesquisa acadêmica e empreendedorismo.
“Hoje, o Sebrae tem a maior base de startups do Brasil, são 27 mil cadastradas. Por meio do programa CatalisaICT, com a aproximação entre o Sebrae e a universidade, conseguimos transformar pesquisa em negócios que fazem sentido para a sociedade”, afirmou Machado.
A programação do Startup Summit também abriu espaço para discussões sobre aplicações científicas na área da saúde. Um dos painéis tratou do potencial da biodiversidade brasileira para o desenvolvimento de fitoterápicos e insumos farmacêuticos ativos, conhecidos como IFAs, com foco na transformação de pesquisas em inovação e novos produtos.
A internacionalização de empresas brasileiras de tecnologia também entrou na agenda do evento. Mais de 30 comitivas internacionais participaram da edição de 2026, em encontros voltados à formação de parcerias, intercâmbio entre ecossistemas de inovação e conexão de startups brasileiras com mercados estrangeiros.
O Startup Summit 2026 reuniu empreendedores, investidores, fundos e instituições ligadas à inovação. A programação teve dez palcos simultâneos e previsão de participação de cerca de mil startups expositoras, 250 fundos de investimento e 200 palestrantes nacionais e internacionais.