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Política

Trump anuncia tarifa global de 10% por 150 dias após decisão da Suprema Corte dos EUA

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (20) que vai impor uma tarifa global de 10% com duração de 150 dias, em reação ao julgamento da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou parte das taxas adotadas por seu governo. A declaração foi dada em Washington e divulgada em reportagem assinada pela Reuters e republicada pela Agência Brasil.

Segundo Trump, o decreto que formaliza a nova tarifa será baseado na Seção 122 da Lei Comercial de 1974, mecanismo que permite ao presidente aplicar tarifas de até 15% por até 150 dias a todos os países em situações relacionadas a questões de balança de pagamentos classificadas como “graves e sérias”. De acordo com o relato, esse dispositivo não exige investigações nem impõe outros limites processuais, e a taxa anunciada será adicionada às tarifas que já estão em vigor.

Mais cedo, a Suprema Corte declarou ilegais as tarifas globais amplas que Trump havia imposto com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, ao entender que o presidente excedeu a autoridade prevista nessa legislação. Após a decisão, Trump afirmou que pretende manter a política tarifária por outras vias. “Temos alternativas, ótimas alternativas”, disse. “Pode render mais dinheiro. Vamos arrecadar mais dinheiro e ficaremos muito mais fortes por causa disso”, declarou.

Além da Seção 122, o presidente informou que o governo vai iniciar investigações sobre práticas comerciais desleais com base na Seção 301, com o objetivo, segundo suas palavras, de “proteger nosso país de práticas comerciais desleais de outros países e empresas”. A reportagem registra que a migração para instrumentos como a Seção 122, enquanto as apurações da Seção 301 são abertas, era esperada, mas destaca que a tarifa de 10% anunciada tem limite de 150 dias e que investigações da Seção 301 costumam levar meses para serem concluídas, o que coloca o governo diante de um prazo para decidir como pretende sustentar as medidas no período seguinte.

Política

Prefeitura faz manutenção no Ramal do Junqueira e instala abrigos de ônibus

Alysson Bestene acompanhou ações no Barro Vermelho e ouviu demandas de moradores sobre acesso e transporte

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A Prefeitura de Rio Branco realiza serviços de manutenção no Ramal do Junqueira, na região do Barro Vermelho, e instala abrigos para usuários do transporte coletivo e escolar.

O prefeito Alysson Bestene acompanhou os trabalhos ao lado de integrantes da gestão municipal. Antes de seguir para a zona rural, a comitiva esteve no bairro Maria Íris, na região da Floresta Sul, onde também verificou serviços de infraestrutura.

Segundo a líder comunitária Rosicléia Souza, a recuperação do ramal e a instalação dos abrigos estavam entre as demandas apresentadas pelos moradores.

“A gente pediu e ele ouviu. Agradeço a todos que estão nos ajudando, tanto no ramal como nas paradas de ônibus”, disse.

O secretário municipal de Cuidados com a Cidade, Tony Roque, informou que as intervenções fazem parte do planejamento da pasta. De acordo com ele, os abrigos devem atender principalmente estudantes e usuários do transporte público.

Durante a visita, Bestene afirmou que a Prefeitura pretende manter o atendimento às comunidades rurais. O prefeito também citou a possibilidade de pavimentar o ramal e ampliar o transporte coletivo até a localidade.

“O desafio é continuar avançando e, quem sabe, no futuro, levar o asfalto e a linha de ônibus até o Ramal do Junqueira”, declarou.

Não foram informados prazo, orçamento ou projeto para a pavimentação e a implantação da linha de ônibus.

A moradora Fátima Lima agradeceu pelos serviços e afirmou esperar que o trabalho tenha continuidade.

Fotos: Assessoria

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Assessoria

BB soma R$ 8,3 milhões em propostas para motoristas e entregadores no Acre

Já são 84 propostas de financiamento na esteira de contratação no estado, pelo programa Move Brasil

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O Banco do Brasil já contabiliza mais de R$ 8,3 milhões em propostas no âmbito do programa Move Brasil no Acre, com 84 propostas na esteira de contratação, para profissionais que utilizam veículos como instrumento de geração de renda. O programa amplia o acesso ao crédito para motoristas de aplicativo, taxistas, entregadores e demais trabalhadores da mobilidade urbana, apoiando a renovação da frota e a melhoria das condições de trabalho no estado.

O resultado estadual acompanha a expansão nacional do programa. No país, o Move Brasil Táxi e Aplicativos já alcançou R$ 1,4 bilhão em negócios realizados, atendendo mais de 12,7 mil clientes em cerca de 1,1 mil municípios brasileiros. Já a linha Move Brasil Entregadores e Motoapp, lançada em julho, registra R$ 17,1 milhões desembolsados em contratos com clientes de 247 municípios.

“O Move Brasil reforça a atuação do Banco do Brasil como parceiro de quem gera renda por meio da mobilidade. Ao ampliar o acesso ao crédito para profissionais que utilizam veículos como ferramenta de trabalho, apoiamos a renovação da frota, incentivamos o empreendedorismo e contribuímos para o desenvolvimento econômico do Acre e de toda a região Norte”, afirma Carlos Mohabe, superintendente do Banco do Brasil.

Geração de renda e mobilidade

O programa foi estruturado para atender profissionais que utilizam veículos como principal ferramenta de trabalho. No BB, a análise de crédito considera a capacidade de pagamento e a renda comprovada pelos clientes, incluindo documentos e comprovantes emitidos por plataformas digitais de transporte de passageiros e mercadorias, além de critérios internos de perfil, histórico e comportamento financeiro.

Para participar da linha destinada a entregadores e profissionais de plataformas digitais de mobilidade, é necessário comprovar atuação por pelo menos seis meses e a realização mínima de 100 corridas ou entregas. Também podem acessar a linha trabalhadores contratados pelo regime CLT com pelo menos seis meses na mesma empresa.

Empreendedorismo e inclusão produtiva

O programa prevê condições diferenciadas para mulheres, incentivando o empreendedorismo e a autonomia financeira feminina, com taxas mais atrativas. Este público conta, ainda, com a promoção Move Mulher Protegida, que premiará com um capacete clientes que contratarem financiamento para aquisição de motocicleta, motoneta ou ciclomotor novo pelo Move Brasil Motos. São elegíveis operações realizadas pelo App BB ou pela rede de agências de acordo com o período e as condições previstas no regulamento (bbmovemulherprotegida.com.br). 

Após a liberação do financiamento para a concessionária ou lojista, a cliente recebe comunicação oficial do Banco do Brasil com as orientações para resgate do capacete no portal.

E, agora, produtores rurais de todo o país também podem procurar o Banco do Brasil para financiar máquinas, equipamentos e implementos agrícolas inovadores de fabricação nacional por meio da linha Aquisição Inovadora – Programa Move Máquinas Agrícolas, que utiliza recursos da Finep.

Veículos sustentáveis

Como parte da expansão do programa, o BB firmou parceria estratégica com a BYD para ampliar o acesso a veículos elétricos elegíveis no Move Brasil. A iniciativa oferece financiamento de veículos novos com valor de até R$ 150 mil, prazo de até 72 meses, carência de até seis meses e taxas a partir de 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% ao mês para homens. A atuação conjunta gerou R$ 30 milhões em propostas em um único dia.

O Banco e a Uber também anunciaram parceria para ampliar o acesso de motoristas de aplicativo a soluções de financiamento de veículos. A linha de crédito pode contar com um benefício adicional às condições do Programa Move Brasil: um cashback de até 3,5 parcelas ao longo do contrato, de acordo com o valor, prazo e pontualidade do financiamento.

Todas as contratações podem ser feitas nas agências do BB e pelo App BB.

Serviço

Move Brasil Táxi e Aplicativos

  • Público: motoristas de aplicativo e taxistas ativos
  • Prazo: até 72 meses
  • Carência: até 6 meses
  • Taxas: a partir de 0,91% a.m. (mulheres) e 0,99% a.m. (homens)

Move Brasil Entregadores e Motoapp

  • Público: entregadores, mototaxistas, motofretistas e profissionais de plataformas digitais
  • Prazo: até 48 meses
  • Carência: 2 meses
  • Financiamento: até 100% do valor do veículo de duas rodas
  • Taxas: a partir de 0,90% a.m. (mulheres) e 0,97% a.m. (homens)

Move Brasil Máquinas Agrícolas

  • Público: produtores rurais
  • Prazo: até 60 meses.

Assessoria de Imprensa Banco do Brasil

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Política

81% dos brasileiros consideram essencial que candidato acredite em Deus, diz pesquisa

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Oito em cada dez brasileiros, o equivalente a 81% da população ouvida em uma pesquisa da Universidade Federal Fluminense (UFF), consideram fundamental que candidatos nas eleições acreditem em Deus. O levantamento foi apresentado nesta quarta-feira (19), durante um congresso realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e mostra que a religião ocupa espaço relevante entre os critérios considerados pelos eleitores na política.

A importância atribuída à fé varia conforme a renda. Entre as pessoas que recebem até um salário mínimo, 89% consideram fundamental que o candidato acredite em Deus. O percentual cai para 57% entre os brasileiros com renda mensal de dez a 20 salários mínimos.

O levantamento foi desenvolvido pelo Laboratório de Estudos Socioantropológicos em Política, Arte e Religião (LePar), da UFF. A pesquisa também mostrou que 74% dos entrevistados concordam com a afirmação de que Deus torna as pessoas melhores. Entre aqueles que recebem até um salário mínimo, o percentual chega a 86%.

A presença da religião também aparece nas opiniões sobre educação. Ao todo, 82% dos participantes disseram que as escolas devem ensinar crianças e adolescentes a acreditar em Deus.

A valorização da fé, porém, não aparece na mesma proporção quando a pesquisa mede a confiança nas instituições religiosas. A Igreja Católica alcançou 56% de confiança e ficou na primeira posição. As igrejas protestantes registraram 51%, enquanto os centros kardecistas apareceram com 19%.

Outro dado do estudo envolve a relação entre religião e Estado. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados defendem que o Estado não seja laico. A socióloga Christina Vital, da UFF, afirmou que parte das respostas revela desconhecimento sobre o significado da laicidade e sobre a separação entre religião e poder público.

Durante a apresentação dos resultados, pesquisadores também discutiram a influência dos valores religiosos sobre o comportamento político. Michel Gherman, do Observatório das Crises das Democracias das Américas, da UFRJ, avaliou que grupos de extrema direita passaram a incorporar valores religiosos em sua atuação política.

O cientista político Lucio Rennó, da Universidade de Brasília (UnB), afirmou que existe associação estatística entre o eleitorado evangélico e o voto na extrema direita. Para ele, parte desse comportamento passa pela identificação do eleitor com candidatos que considera semelhantes em valores e visão de mundo.

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