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Caravana de Natal da Coca-Cola terá apoio da Prefeitura de Rio Branco

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A Prefeitura de Rio Branco e a Coca-Cola confirmaram a realização da Carreata do Papai Noel no dia 6 de dezembro, com saída prevista para 17h30. O evento marca o início das programações natalinas da capital e será realizado no mesmo dia do acender oficial das luzes de Natal na Praça da Revolução, reunindo estrutura da multinacional e apoio operacional do município.

A confirmação ocorreu durante visita do prefeito Tião Bocalom à fábrica da Coca-Cola no Acre, localizada no Distrito Industrial de Rio Branco. A empresa atua há 55 anos no estado e mantém parcerias regulares com o poder público em ações voltadas ao período natalino. Na visita, o prefeito destacou a relevância econômica da companhia e afirmou que a colaboração permite ampliar o alcance das atividades festivas programadas para dezembro. “Fico muito feliz com essa parceria. A Coca-Cola tem um papel essencial na nossa cidade e no nosso estado, gerando emprego e renda”, disse Bocalom ao citar que a carreata coincidirá com o acendimento das luzes na praça central.

A direção da empresa afirma que as condições atuais das vias de Rio Branco têm contribuído para a operação local. O supervisor de logística, Robert Barros, declarou que as melhorias têm reduzido o tempo de entrega e os custos de manutenção da frota. Segundo ele, “as vias bem conservadas tornam a nossa entrega mais rápida e ajudam na redução da manutenção dos caminhões”, o que impacta diretamente a eficiência logística da planta que abastece o mercado regional.

O coordenador comercial da Coca-Cola no Acre, Geovane Daniel, afirmou que a parceria com a Prefeitura será mantida nos mesmos moldes dos anos anteriores. Ele ressaltou que o evento se consolidou na agenda cultural da cidade e antecipou que a edição deste ano seguirá o formato tradicional da caravana, com veículos iluminados e apresentação em pontos comerciais e bairros. Geovane agradeceu o apoio municipal e disse que a programação volta a coincidir com a inauguração da iluminação natalina na Praça da Revolução.

O percurso confirmado inclui pontos comerciais, bairros e espaços públicos. A saída será do Centro de Distribuição Solar Coca-Cola, na Rua Major Gesner, passando por supermercados, atacadistas e pela Praça da Revolução, com encerramento no Boneco de Neve, no bairro Vila Acre. A programação será aberta ao público e deve atrair famílias de diferentes regiões da cidade ao longo da noite.

Rio Branco

Obras do Mercado Elias Mansour chegam a quase 70% em Rio Branco

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As obras do novo Mercado Municipal Elias Mansour, no Centro de Rio Branco, chegaram a quase 70% de execução e já receberam mais de R$ 21 milhões em investimentos. O prefeito Alysson Bestene acompanhou nesta sexta-feira (4) uma visita do procurador-geral de Justiça do Acre, Oswaldo D’Albuquerque de Lima Neto, ao canteiro de obras para apresentar o andamento dos serviços e os detalhes do projeto.

O investimento previsto para a construção do novo mercado é de pouco mais de R$ 34,8 milhões. A Prefeitura trabalha com a possibilidade de concluir os serviços até o fim de dezembro de 2026, mas a entrega poderá ser prorrogada para março de 2027, caso as etapas finais exijam mais tempo.

O secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, afirmou que a administração mantém dezembro como meta, embora considere a possibilidade de ampliar o cronograma por até 90 dias. “Trabalhamos para entregar a obra concluída, tudo pronto no final de dezembro”, afirmou. Segundo ele, a fase de acabamento pode levar o prazo até março.

Durante a visita, Alysson Bestene apresentou os investimentos realizados e afirmou que a reconstrução do Elias Mansour busca melhorar as condições de trabalho dos comerciantes e de atendimento aos consumidores. O mercado ocupa uma área tradicional do comércio da capital e reúne trabalhadores, produtores e consumidores.

O prefeito também afirmou que a visita aproxima a administração municipal do Ministério Público e permite acompanhar a aplicação dos recursos destinados ao projeto. Para Bestene, o espaço tem participação direta na atividade econômica de Rio Branco e deve voltar a funcionar com uma estrutura mais organizada e segura.

Oswaldo D’Albuquerque afirmou que a visita faz parte da atuação institucional do Ministério Público de acompanhar projetos públicos com impacto na população. O procurador-geral avaliou que a nova estrutura poderá produzir reflexos no comércio, na mobilidade urbana e no cotidiano de quem utiliza a região central da cidade.

O projeto do novo Mercado Elias Mansour prevê instalações adaptadas às necessidades de comerciantes, trabalhadores e consumidores, com mudanças na estrutura e nas condições de funcionamento. A obra também integra as intervenções realizadas no Centro de Rio Branco e tem como objetivo recuperar um dos pontos tradicionais de atividade comercial da capital.

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Acre

Acre envia ao MMA seis cidades prioritárias no combate a incêndios

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O governo do Acre encaminhou ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) uma relação com seis municípios considerados prioritários para reforçar as ações de prevenção e combate a queimadas e incêndios florestais. A medida ocorre em meio ao período de estiagem, quando o risco de propagação do fogo aumenta no estado, e busca concentrar esforços nas regiões com maior histórico de ocorrências.

A relação reúne Feijó, Tarauacá, Sena Madureira, Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Manoel Urbano. Os seis municípios concentraram 65% do impacto das queimadas registrado no Acre em 2024, conforme levantamento produzido a partir de dados ambientais do estado.

A definição considera o histórico de focos de calor, áreas atingidas pelo fogo e a vulnerabilidade dos territórios durante os meses mais secos. Feijó, Tarauacá, Sena Madureira, Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Manoel Urbano aparecem de forma recorrente entre as cidades acreanas mais afetadas por queimadas nos últimos anos.

O Acre atravessa desde maio um período reconhecido pelo governo federal como de emergência ambiental por risco de incêndios florestais. A situação abrange as regiões do Vale do Acre e Vale do Juruá e permanece válida até dezembro de 2026, período que engloba a fase mais crítica da estiagem amazônica.

Além das medidas estaduais, o governo federal mantém programas voltados ao fortalecimento da prevenção e do combate ao fogo na Amazônia. Entre as ações estão o apoio à estruturação de brigadas, aquisição de equipamentos, monitoramento de áreas vulneráveis e elaboração de planos municipais de prevenção e resposta aos incêndios florestais.

Em agosto, os 22 municípios acreanos também tiveram reconhecida pelo governo federal a situação de emergência provocada pela seca. O reconhecimento amplia a possibilidade de articulação entre Estado, prefeituras e União para enfrentar os efeitos da estiagem e preparar as equipes para ocorrências de maior proporção durante os próximos meses.

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Economia e Empreender

Balança comercial registra superávit de US$ 7,4 bilhões em agosto

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A balança comercial brasileira fechou agosto de 2026 com superávit de US$ 7,4 bilhões, resultado 23,8% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado. O avanço foi puxado pelo crescimento das exportações, especialmente de petróleo, soja, cobre e café, em um mês no qual as vendas brasileiras ao exterior chegaram a US$ 33,2 bilhões.

O saldo é o terceiro maior já registrado para meses de agosto desde o início da série histórica. O resultado ficou atrás apenas de agosto de 2023, quando o superávit alcançou US$ 9,6 bilhões, e de 2021, com US$ 7,7 bilhões.

As exportações cresceram 12,2% na comparação com agosto de 2025. As importações também avançaram, com alta de 9,2%, e somaram US$ 25,8 bilhões. Com isso, a corrente de comércio, que reúne exportações e importações, chegou a US$ 58,9 bilhões, alta de 10,9% e maior valor já registrado para um mês de agosto.

Entre os setores exportadores, a indústria extrativa movimentou US$ 8,3 bilhões, crescimento de 16,4% em um ano. A indústria de transformação respondeu por US$ 17,2 bilhões, alta de 10,2%, enquanto a agropecuária exportou US$ 7,4 bilhões, avanço de 11,4%.

Nas vendas da indústria extrativa, os maiores aumentos ocorreram nos embarques de minérios de cobre e concentrados, que cresceram 223,1%, e de minérios de níquel e concentrados, com alta de 120,7%. As exportações de petróleo bruto avançaram 18%.

Na indústria de transformação, os embarques de combustíveis aumentaram 61,6%, enquanto as vendas externas de carne de aves cresceram 40,5%. Farelos de soja e outros alimentos para animais tiveram alta de 36,6%.

O agronegócio também ampliou as vendas ao exterior. As exportações de soja cresceram 14% e as de café não torrado avançaram 24,1%. Os embarques de animais vivos, excluídos pescados e crustáceos, aumentaram 174,3%.

Alguns produtos, porém, registraram queda. As vendas externas de minério de ferro recuaram 10,8%, influenciadas pela redução de 4,4% no preço médio e de 6,7% no volume exportado. As exportações de carne bovina caíram 19,7% após o Brasil alcançar a cota estabelecida pela China, principal mercado do produto brasileiro. Volumes acima do limite de 1,106 milhão de toneladas ficam sujeitos a uma sobretaxa de 55%.

As exportações brasileiras cresceram para a maior parte dos principais mercados. A Europa comprou US$ 7,3 bilhões em produtos brasileiros, aumento de 22,1%. As vendas para a América do Norte chegaram a US$ 4,6 bilhões, alta de 11,5%, enquanto os embarques para a África cresceram 20,5%, para US$ 1,7 bilhão.

As vendas aos Estados Unidos avançaram 12,1% em relação a agosto de 2025, apesar das novas tarifas aplicadas a produtos brasileiros. Já as exportações para a América do Sul recuaram 1,5%.

No acumulado de janeiro a agosto, o Brasil registrou superávit comercial de US$ 55,3 bilhões, crescimento de 28,2% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações somaram US$ 250,9 bilhões, com alta de 10,3%, e as importações chegaram a US$ 195,5 bilhões, avanço de 6,1%.

O saldo acumulado é o segundo maior para os oito primeiros meses do ano desde o início da série histórica, em 1989. O recorde permanece com 2023, quando o superávit alcançou US$ 62,4 bilhões entre janeiro e agosto.

A projeção oficial para 2026 é de superávit comercial de US$ 90 bilhões. A estimativa prevê exportações de US$ 394,4 bilhões e importações de US$ 304,4 bilhões. A próxima atualização das projeções está prevista para outubro.

Fonte e foto: Agência Brasil.

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