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Cultura

Carnaval Cultural Magid Almeida 2024

Prefeitura anuncia programação com desfiles, concursos e shows

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Zequinha Lima anunciou o Carnaval Cultural Magid Almeida 2024 em Cruzeiro do Sul, que acontecerá de 10 a 13 de fevereiro no Gamelão da Praça Orleir Cameli, com diversas atividades, incluindo desfile de escola de samba, blocos, escolha da realeza e competições de fantasia infantil. O prefeito lançou a programação no Complexo Esportivo do Bairro Aeroporto Velho.

A escolha da Rainha, Rainha Gay e Rei Momo está marcada para o dia 9, no Esquenta do Carnaval, no Complexo Esportivo às 21 horas.

A primeira noite, em 10 de fevereiro, terá destaque para o concurso de blocos carnavalescos no Gamelão, seguido por shows locais e apresentação da banda Trio Furacão, das 21 horas às 3 horas.

No dia 11, ocorrerá o Baile Infantil às 17 horas, com apresentações locais e a participação da banda Trio Furacão até as 3 horas. A segunda-feira, 12, terá o Desfile da Escola de Samba Verde e Rosa, destacando a tradição carnavalesca do município. O último dia, 13, contará com outra matinê de Carnaval Baile Infantil às 17 horas e encerrará às 3 horas da manhã.

Os concursos de realeza, blocos carnavalescos e fantasia infantil oferecem premiações totalizando R$ 9 mil. O concurso de blocos premiará até o 3º colocado, com o vencedor recebendo R$ 2,5 mil. Os vencedores da realeza e da fantasia infantil também receberão prêmios em dinheiro.

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A participação nos concursos requer inscrição na Secretaria Municipal de Cultura, localizada no prédio da prefeitura, enquanto para as fantasias infantis, as inscrições podem ser feitas durante as matinês nos dias 11 e 13.

O evento contará com a participação de 60 artistas, incluindo bandas, cantores e DJs, com destaque para a banda Trio Furacão, a banda Conexão, e os cantores Theo Lins e Vanete Lima. O prefeito ressaltou a diversidade de atrações e a parceria com a segurança pública para garantir a tranquilidade do evento.

Cerca de 90 empreendedores estarão no espaço do Carnaval Cultural Magid Almeida, incluindo restaurantes, lanchonetes, trailers e vendedores de pipoca, adereços e outros itens. O evento homenageia o empresário falecido Magid Almeida, com a aprovação de uma lei municipal nesse sentido. O filho do homenageado, Halid Almeida, expressou orgulho e agradecimento ao prefeito Zequinha Lima pela realização do Carnaval a cada ano.

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Cultura

Escola de Baques promove aulas semanais com Mestra Zenaide Parteira em Rio Branco

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A Escola de Baques iniciou, em Rio Branco, uma série de encontros musicais semanais conduzidos pela Mestra Zenaide Parteira, com atividades voltadas à prática dos Baques de Samba e de Marcha, manifestações tradicionais ligadas aos saberes da floresta. As aulas ocorrem até o mês de março, sempre às quintas-feiras, das 18h às 20h, na Casa de Cultura da Gameleira, localizada no bairro Seis de Agosto, e têm como objetivo ampliar o acesso à formação musical e à transmissão de conhecimentos tradicionais no estado.

Os encontros são abertos a instrumentistas, percussionistas e pessoas interessadas em iniciar a prática musical coletiva. Segundo a organização, a proposta contempla tanto participantes que já possuem experiência e levam seus próprios instrumentos quanto iniciantes que desejam desenvolver técnica, repertório e noções básicas de ritmo. Cada aula tem duração de duas horas e inclui a prática do repertório da mestra, atividades de canto, exercícios de respiração, estudo de ritmos e momentos de compartilhamento de saberes culturais ligados à vida comunitária e aos ofícios tradicionais da floresta.

Mestra Zenaide Parteira é reconhecida por sua atuação na cultura popular acreana, reunindo em sua trajetória a prática musical, a composição e o trabalho como parteira tradicional. Nascida no interior do Acre, ela reúne memórias e experiências transmitidas oralmente ao longo de décadas, que dialogam com festas populares, práticas comunitárias e formas coletivas de organização cultural. De acordo com a Escola de Baques, a condução direta das atividades pela mestra permite que o aprendizado ocorra de forma integrada, unindo prática musical e transmissão de conhecimentos ancestrais.

A iniciativa integra o Programa Olhos d’Água, da Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, vinculada ao Ministério da Cultura. A realização é do Instituto Nova Era de Desenvolvimento Socioambiental, por meio do Baquemirim, em parceria com a Casa de Cultura da Gameleira. A expectativa dos organizadores é que os encontros contribuam para a valorização das tradições musicais locais e para o fortalecimento de espaços de formação cultural acessíveis à população de Rio Branco.

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Serviço
Local: Casa de Cultura da Gameleira — Rua Cunha Matos, 531, Rio Branco/AC
Dia e horário: quintas-feiras, das 18h às 20h
Inscrições / informações: WhatsApp (68) 99233-5091

Saiba mais em: instagram.com/baquemirim/ 

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Cultura

Oficina Ensaios no real e na ficção será realizada na Usina João Donato em fevereiro

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A oficina Ensaios no real e na ficção será realizada no dia 4 de fevereiro, das 18h às 21h, na sala de dança da Usina João Donato, em Rio Branco, e propõe ao público em geral um processo de criação artística baseado na relação entre corpo, memória e experiência pessoal, tomando a autobiografia como ponto de partida para a construção cênica. A atividade será conduzida pela multiartista Marcia Regina, integrante da cia. víÇeras, e tem como foco investigar como elementos da vida cotidiana podem ser acionados na criação em artes vivas.

A proposta da oficina se organiza a partir da ideia de atravessar os limites entre o vivido e o inventado, sem estabelecer separações rígidas entre realidade e ficção. O trabalho se apoia em procedimentos desenvolvidos ao longo da trajetória da artista, que transita entre dança, teatro, cinema e artes visuais, e dialoga com processos criativos de obras em circulação, como o espetáculo “Isto também passará, antes que eu morra”, apresentado na mesma semana da atividade. Segundo Marcia Regina, a investigação busca compreender como o encontro entre experiências reais e construções ficcionais pode gerar cenas que se relacionam diretamente com a vida. “O foco está em perceber como esse encontro acontece e como, a partir dele, podemos construir mundos que nascem da própria experiência”, afirma.

Ao longo da oficina, o processo de criação não se orienta pela produção de resultados fechados, mas pela experimentação de procedimentos que colocam em questão formas tradicionais de composição cênica. A proposta é deslocar a ideia de cena como espaço separado da vida, tratando a memória como elemento ativo e presente. Para a artista, a memória não aparece como recordação distante, mas como material em constante transformação, capaz de produzir ações, gestos e narrativas no tempo do encontro.

O corpo ocupa papel central nesse percurso, entendido como território de dramaturgia e ponto de articulação entre tempo e espaço. A partir dessa abordagem, os participantes são convidados a observar e experimentar relações entre corpo, ambiente, objetos e outras pessoas, criando ações que emergem dessas interações. “O meu trabalho parte do entendimento do corpo no tempo e no espaço, e das relações que se constroem a partir daí”, explica Marcia.

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Durante o encontro, serão propostas práticas de improvisação, exercícios de criação individual e coletiva e momentos de troca entre os participantes. As ações são pensadas para dialogar com o grupo e com o que se apresenta no momento da oficina, permitindo que o processo seja atravessado pelas experiências compartilhadas. “Existe sempre uma abertura para o que surge no encontro, porque o trabalho se alimenta do que é palpável no presente”, destaca a artista.

A criação coletiva e a escuta também estruturam a atividade, que prevê momentos de reflexão sobre os processos desenvolvidos e uma partilha das cenas experimentadas. O encerramento da oficina propõe uma conversa sobre como as práticas artísticas podem reverberar no cotidiano, valorizando o percurso vivido durante o encontro.

Aberta ao público em geral, a oficina oferece um espaço de experimentação em que arte e vida se articulam por meio do corpo e da experiência pessoal. As inscrições podem ser feitas por meio de formulário online disponibilizado pela organização >> https://goo.su/eUueXD

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Cultura

Fórum de Tiradentes defende regulação do VOD como prioridade do audiovisual

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A leitura da Carta de Tiradentes, realizada nesta quarta-feira (28) durante a Mostra de Cinema de Tiradentes, apontou a regulação das plataformas de vídeo sob demanda (VOD) como a principal prioridade do setor audiovisual brasileiro, ao sintetizar consensos, urgências e diretrizes discutidas ao longo do Quarto Fórum de Tiradentes, que reuniu profissionais do audiovisual, gestores públicos, pesquisadores, estudantes e agentes culturais de diferentes regiões do país.

O documento encerra quatro dias de debates que abordaram desafios estruturais do audiovisual em um contexto marcado por mudanças no consumo de conteúdo, concentração de mercado e disputas em torno de políticas públicas. Entre os 16 tópicos listados, a regulação do streaming aparece como eixo central por ser considerada condição para a consolidação de outras medidas voltadas ao financiamento, à difusão e à proteção da produção nacional. A coordenadora-geral da Mostra de Tiradentes, Raquel Hallack, afirmou que a carta resulta de um acúmulo construído ao longo de várias edições do fórum e organiza prioridades sem desconsiderar a diversidade do setor. Segundo ela, “a regulação do VOD aparece em primeiro lugar porque é uma demanda histórica e porque, sem ela, muitas outras políticas ficam fragilizadas”.

A discussão incorporou de forma explícita a situação das plataformas brasileiras independentes de streaming, frequentemente ausentes dos debates legislativos concentrados nas grandes empresas globais. Para a coordenadora do Fórum de Tiradentes, Tatiana Carvalho Costa, essas plataformas cumprem um papel estratégico na circulação do cinema brasileiro, especialmente de curtas-metragens e de obras exibidas em festivais. Tatiana destacou que a carta busca garantir que essas iniciativas sejam consideradas na formulação de regras e políticas públicas, observando que “quando se fala em streaming, o olhar costuma se voltar apenas às grandes empresas, deixando as plataformas brasileiras fora do radar”.

A Carta de Tiradentes também propõe que instrumentos como a Política Nacional Aldir Blanc e fundos estaduais e regionais passem a reconhecer as plataformas independentes como parte estruturante das políticas de difusão audiovisual. A inclusão dessas plataformas é tratada como elemento para ampliar o acesso do público às obras nacionais e fortalecer a cadeia produtiva fora dos grandes centros. Segundo os participantes, muitas dessas iniciativas operam com acesso gratuito ou a preços reduzidos, o que influencia a formação de público e a circulação de filmes brasileiros.

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Além da regulação do VOD, o documento reafirma a defesa da propriedade intelectual das obras nacionais, o fortalecimento do Fundo Setorial do Audiovisual, a descentralização das políticas públicas e a integração do cinema à educação. A carta também cobra a votação, no Congresso Nacional, dos projetos de lei que tratam da regulação do streaming, apontando a necessidade de avanço legislativo para dar segurança jurídica ao setor. Para Raquel Hallack, o texto funciona simultaneamente como instrumento de pressão institucional e de proposição, ao indicar caminhos para a organização futura do audiovisual brasileiro.

Foto: Leo Fontes/Universo Produções

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