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Economia e Empreender

Carnaval de Rio Branco movimenta comércio e renda de empreendedores

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O Carnaval Rio Branco Folia, Tradição e Alegria, promovido pela Prefeitura de Rio Branco em parceria com a ACISA, foi organizado para ampliar oportunidades de trabalho e renda durante cinco noites de programação no centro da cidade. Publicada nesta quarta-feira (19), a avaliação divulgada pelo município aponta que a festa abriu espaço para empreendedores familiares produzirem e venderem alimentos e itens artesanais ao público que circulou pela Praça da Revolução, com impacto direto no caixa de quem depende de eventos de grande fluxo para complementar o orçamento.

Entre os ambulantes que atuaram na praça, João Paulo Soares Brasil afirmou que as vendas ficaram acima do que esperava ao comercializar churrasquinho. “Vendi muito, superou as minhas expectativas. Cheguei a vender mais de 100 espetinhos por noite. Se tivesse mais, vendia mais”, disse. Na mesma linha, Luzanira Ferreira de Souza relatou que trabalhou com caldos de mocotó e tucupi e que a renda ajudou nas despesas da casa. “Eu vendi bem. A chuva atrapalhou um pouco, mas consegui vender o bastante para ter um lucrozinho”, afirmou.

Eliane Souza da Silva, que atuou com a venda de drinks, disse que o período abriu uma janela de renda para toda a família e já levou o grupo a pensar em novas oportunidades. “Foi maravilhoso. Já estou pensando em outro evento para podermos trabalhar e ganhar um dinheiro a mais. Nesses cinco dias minha família toda trabalhou aqui e ganhou o seu dinheiro”, declarou.

Para a Patrícia Dossa, a lógica da parceria é criar um ciclo de oportunidade para pequenos negócios, em especial para mulheres que sustentam a casa e contam com datas do calendário cultural para reforçar a renda. “Além de promover entretenimento e folia para a população, o Carnaval movimenta a economia. Muitos empreendedores aguardam o ano inteiro por essas festas para fazer um dinheiro extra. Muitas mulheres empreendedoras são chefes de família e esperam essas oportunidades para fortalecer a renda. Cinco noites de Carnaval realmente movimentam bastante a economia”, afirmou.

A divulgação municipal informa que mais de 45 mil pessoas passaram pela praça durante o período, número usado pela gestão como indicador de alcance e de circulação de consumo no entorno do evento. No mesmo texto, o Tião Bocalom relacionou a realização de eventos a uma política de incentivo à produção, emprego e renda, e citou a contratação indireta de serviços que costumam acompanhar a programação. “Desde o primeiro dia da nossa administração, deixamos claro que o caminho é produzir para empregar e gerar renda. Cada evento que realizamos movimenta a economia, gera trabalho para ambulantes, artistas, técnicos e comerciantes. Quando a Prefeitura trabalha em parceria com a iniciativa privada, quem ganha é a população”, declarou.

O vice-prefeito Alysson Bestene afirmou que acompanhou os dias de programação e apontou a praça de alimentação como um dos pontos de maior movimento, conectando o evento à geração de renda para quem trabalhou no local. “Esse Carnaval foi muito importante para os nossos empreendedores. Muita gente teve a oportunidade de trabalhar e aumentar sua renda. (…) Quando a Prefeitura promove um evento organizado e seguro, ela também está promovendo desenvolvimento econômico”, disse.

Já o secretário municipal Ezequiel Bino afirmou que o Carnaval foi planejado como agenda cultural e como ação de estímulo à economia, destacando o efeito de cada ponto de venda montado e de cada serviço prestado na renda das famílias. “Cada barraca montada, cada produto vendido e cada serviço prestado representam renda direta para as famílias e movimentação para o comércio local. Quando o poder público planeja bem, o resultado aparece na geração de oportunidades e no fortalecimento da economia da nossa cidade”, afirmou.

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WhatsApp começa a liberar reserva de nome de usuário

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O WhatsApp começou a liberar a reserva de nomes de usuário para pessoas e empresas. A novidade será distribuída gradualmente em diferentes países ao longo dos próximos meses e permitirá iniciar conversas sem a necessidade de compartilhar o número de telefone.

A reserva antecede o lançamento completo da ferramenta, previsto para ocorrer ainda em 2026. Como cada identificador será exclusivo, a abertura antecipada permite que usuários escolham o nome desejado antes que ele seja registrado por outra pessoa ou empresa.

Para os pequenos negócios, a mudança cria uma nova forma de divulgar o canal de atendimento. Em vez de publicar o número do celular em redes sociais, embalagens, cartões e campanhas, a empresa poderá informar um identificador semelhante aos usados no Instagram e no Facebook.

No Brasil, 82% dos pequenos negócios usam o WhatsApp como principal ferramenta de comunicação com clientes e de vendas. A escolha antecipada de um nome simples e próximo à marca pode facilitar a localização da empresa, reduzir erros no atendimento e dificultar que terceiros registrem identificadores semelhantes.

Criadores de conteúdo, organizações e empresas também poderão tentar reivindicar no WhatsApp o mesmo nome utilizado em contas do Instagram ou do Facebook. A disponibilidade dependerá das regras da plataforma e da situação de cada identificador.

O WhatsApp não terá um diretório público para pesquisa de nomes nem oferecerá sugestões de perfis. Para iniciar uma conversa, a pessoa precisará conhecer o identificador exato. A plataforma também prepara uma chave opcional de segurança, que poderá ser exigida para impedir contatos indesejados.

Quando o recurso estiver ativo, o número de telefone poderá permanecer oculto no primeiro contato feito pelo nome de usuário. A mudança não altera conversas existentes nem impede que contatos que já possuem o número continuem vendo essa informação.

A reserva é opcional e deve ser feita pelo aplicativo atualizado no celular. O usuário precisa abrir “Configurações”, acessar “Conta”, tocar em “Nome de usuário”, escolher o identificador disponível e confirmar. A opção ainda não aparece para todas as contas e será liberada conforme o avanço da distribuição em cada país.

Além de reservar o nome, empresas devem manter o perfil comercial completo, com endereço, horário de funcionamento, descrição, catálogo e mensagens automáticas. Respostas rápidas, etiquetas de organização e uma rotina de atendimento também ajudam a transformar o aplicativo em um canal permanente de relacionamento e vendas.

Fonte: Sebrae

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Sebrae lança página especial para apoiar afroempreendedores no país

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O Sebrae lançou nesta quarta-feira (8) uma página especial sobre afroempreendedorismo no Portal Sebrae para reunir capacitações, conteúdos e soluções voltadas a negócios liderados por pessoas negras em todo o país. O novo canal busca facilitar o acesso a informações de gestão, inovação, diversidade e projetos de apoio a um público que já representa mais da metade dos donos de pequenos negócios no Brasil.

Os empreendedores negros, grupo formado por pessoas pretas e pardas, somam 15,8 milhões de donos de pequenos negócios, o equivalente a 52% do total nacional. Em dez anos, esse contingente cresceu 17%. No mesmo período, os empreendedores brancos chegaram a 14 milhões, com alta de 12,9%.

A criação do espaço ocorre em meio à diferença de renda entre empreendedores no país. A renda média dos homens brancos empreendedores é de R$ 5.144, enquanto a dos homens negros é de R$ 2.868. Entre mulheres negras empreendedoras, o valor cai para R$ 2.090.

O presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, disse que a entidade trabalha para mudar esse cenário e ampliar o crescimento do empreendedorismo nesse segmento da população. “Ainda há uma grande disparidade do rendimento médio”, afirmou.

A página reúne ebooks, artigos, trilhas de capacitação para diferentes fases do negócio e acesso a iniciativas do Sebrae ligadas ao tema. O canal também traz histórias de empreendedores negros que desenvolveram seus negócios com apoio da instituição.

A iniciativa reforça a estratégia de atendimento segmentado do Sebrae e amplia a oferta de ferramentas para formalização, gestão e crescimento de pequenos negócios. A proposta é concentrar, em um único ambiente, conteúdos que antes ficavam dispersos no portal e facilitar a navegação de empreendedores que buscam orientação para abrir, manter ou expandir empresas.

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Café arábica sobe 16% em Nova York com temor sobre El Niño e safra brasileira

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O café arábica fechou em forte alta nesta segunda-feira, 6 de julho, na bolsa de Nova York, puxado pela preocupação com os efeitos do El Niño sobre a safra brasileira e pelo atraso na colheita em regiões produtoras. Os contratos com entrega para setembro avançaram 16,19%, a US$ 3,4995 por libra-peso, no maior ganho diário desde julho de 2000.

A alta levou a commodity ao maior patamar desde 8 de janeiro de 2026. Durante o pregão, o mercado operou no campo positivo com a percepção de que a oferta disponível no curto prazo não acompanha as projeções otimistas feitas para a produção brasileira deste ano.

O movimento também foi influenciado pelo excesso de chuvas em Minas Gerais, principal estado produtor de café arábica do país. As precipitações atrapalharam o andamento da colheita e aumentaram as dúvidas sobre a qualidade dos grãos que chegam ao mercado. A pressão sobre os estoques certificados da ICE também reforçou a valorização.

A mudança de posição dos fundos em Nova York ampliou a volatilidade. Parte dos investidores que estava vendida passou a comprar contratos, o que acelerou a subida das cotações ao longo da sessão. Apesar do temor climático, não há previsão de danos imediatos às lavouras nesta semana. O risco monitorado no curto prazo segue concentrado em geadas nas áreas produtoras, típicas desta época do ano.

A produção brasileira de café ainda deve atingir um recorde em 2026. A Conab projeta 66,7 milhões de sacas, alta de 18% sobre a temporada anterior. O resultado, se confirmado, será o maior da série histórica e tem como base o ciclo de bienalidade positiva em parte das regiões produtoras.

Outras commodities agrícolas também subiram em Nova York. O cacau para setembro fechou em alta de 13,07%, a US$ 5.694 por tonelada, com preocupações sobre a produção na Costa do Marfim. O açúcar demerara para outubro avançou 2,49%, a 15,22 centavos de dólar por libra-peso, e o algodão para dezembro subiu 1,53%, a 78,30 centavos de dólar por libra-peso. O suco de laranja concentrado e congelado recuou 2,54%, a US$ 1,6675 por libra-peso.

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