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Política

Deputados do Acre participam da 27ª Conferência Nacional da Unale no Rio de Janeiro

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Nesta terça-feira (3), 22 deputados estaduais do Acre marcaram presença na abertura da 27ª Conferência Nacional da União Nacional das Assembleias Legislativas (UNALE), realizada no Rio de Janeiro. Liderada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC), deputado Luiz Gonzaga, e pelo secretário Nicolau Júnior, a delegação acreana reforça o compromisso do estado com o aprimoramento do legislativo estadual.

Um dos destaques do evento é a candidatura do Acre ao prêmio nacional Assembleia Cidadã, na categoria Projetos Especiais. O reconhecimento pela iniciativa da ALEAC evidencia a capacidade técnica e criativa dos parlamentares acreanos e sua contribuição para o fortalecimento do Legislativo.

Durante a solenidade de abertura, Luiz Gonzaga foi recebido pelo presidente da UNALE, deputado Sérgio Aguiar (CE), e pela deputada fluminense Tia Jú, anfitriã da conferência. O evento conta com uma programação diversificada, focada na troca de experiências, debates sobre políticas públicas, e capacitação dos parlamentares estaduais.

A deputada Tia Jú, que será aclamada como futura presidente da UNALE na próxima quinta-feira, destacou a importância da presença do Acre na disputa. “O Acre disputando esse prêmio nos traz uma imensa alegria. O Norte é especial. O Acre, um estado em território pequeno, mas uma potência de força de intelectualidade. Tem muito a nos apresentar e muito a nos ensinar. Fico super feliz e a gente vai aí correr para buscar voto para o Acre, porque nosso Acre querido merece esse prêmio”, afirmou.

A UNALE é uma entidade nacional que reúne deputados estaduais de todo o país, promovendo a integração entre os legislativos estaduais e incentivando o intercâmbio de boas práticas parlamentares. A participação ativa da ALEAC na conferência demonstra o empenho do parlamento acreano em se qualificar, aprimorando sua atuação e garantindo que as demandas da população sejam tratadas com competência e eficácia.

Eventos como a Conferência da UNALE são fundamentais para o desenvolvimento institucional, proporcionando aos parlamentares novas perspectivas e ferramentas para legislar com excelência. Essa qualificação reflete diretamente na qualidade do trabalho prestado à sociedade, fortalecendo o papel do legislativo estadual como um pilar essencial para o desenvolvimento do Acre.

Foto: Agência Aleac – Assessoria

Política

Câmara de Rio Branco aprova reajuste de 5% para servidores da Prefeitura

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A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou nesta terça-feira o projeto do Executivo que concede reajuste linear de 5% aos servidores da Prefeitura. A proposta foi aprovada por unanimidade entre os 14 vereadores presentes, alcança cerca de 7 mil trabalhadores e agora segue para sanção do prefeito Alysson Bestene.

Durante a votação, os vereadores também aprovaram uma emenda do vereador Aiache, do PP, para incluir no texto a atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos servidores da RBTrans. Outra emenda, apresentada por Fábio Araújo, do MDB, previa reajuste de 7,52% para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, com aplicação imediata de 5% e o restante até novembro. A proposta foi rejeitada por 11 votos, com apoio apenas do autor e de Hildegard Pascoal.

Ao defender a rejeição da emenda, Aiache afirmou que a inclusão do novo índice no mesmo projeto poderia comprometer a sanção do reajuste geral e atrasar ainda mais a recomposição salarial, que, segundo ele, já deveria ter sido concedida no mês passado. O vereador disse ainda que a Câmara pretende discutir separadamente a situação dos agentes de saúde e de endemias, com participação de sindicatos, do Executivo e de representantes federais.

O projeto aprovado prevê a recomposição salarial para todas as categorias da administração municipal em um momento de transição no comando da Prefeitura de Rio Branco, hoje chefiada por Alysson Bestene.

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Política

Câmara destrava pauta após governo retirar urgência de projeto que acaba com escala 6×1

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O governo federal retirou nesta terça-feira, 16 de junho, o regime de urgência do projeto que trata do fim da escala de trabalho 6×1 e liberou a pauta do plenário da Câmara dos Deputados para a votação de outras propostas. A decisão foi discutida na reunião de líderes da Casa, em Brasília, e encerrou o travamento provocado pela urgência constitucional que incidia sobre a matéria.

Com a retirada da urgência, o projeto deixa de impedir a análise de outros textos e passa a tramitar em regime de prioridade. A proposta do Executivo, apresentada em abril, altera a Consolidação das Leis do Trabalho e outras normas para reduzir a duração normal da jornada e rever regras de descanso semanal remunerado em categorias específicas.

O destravamento da pauta também abriu espaço para negociações em torno de outros temas em análise na Câmara. Entre eles está o projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível. Apesar da expectativa de votação ainda nesta terça, o acordo entre líderes foi adiar a análise para a última semana de junho.

A mudança no calendário atende à articulação política do governo e da presidência da Câmara para reorganizar a agenda do plenário. Com isso, a Casa retoma a discussão de propostas que estavam paradas enquanto o projeto sobre a escala 6×1 mantinha a pauta bloqueada.

Fonte e foto: Agência Brasil

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Política

Câmara marca reunião para destravar votação do fim da escala 6×1

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, convocou para esta terça-feira, 16 de junho, às 14h, uma reunião do colégio de líderes para discutir o Projeto de Lei 1838/26, que trata do fim da escala 6×1. A proposta fixa em até 40 horas semanais a jornada normal de trabalho, e o relator, deputado Leo Prates, deverá apresentar esclarecimentos sobre o parecer antes da análise em plenário. Como o texto tramita em regime de urgência, ele bloqueia a pauta da Casa até ser votado.

A articulação ocorre poucos dias depois de Motta escolher Leo Prates para relatar a proposta. A intenção da cúpula da Câmara é manter no projeto a mesma linha da proposta de emenda à Constituição aprovada pelos deputados em 27 de maio, que reduziu a jornada semanal de 44 para 40 horas e trocou a escala de seis dias de trabalho por um de descanso pelo modelo de cinco dias de trabalho e dois de folga. Essa PEC já seguiu para análise do Senado.

Além do projeto sobre jornada de trabalho, os líderes também devem discutir o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo. A expectativa da presidência da Câmara é votar as duas matérias ainda nesta semana para destravar a pauta do plenário e abrir espaço para outros temas pendentes.

Fonte e foto: Agência Brasil

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