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Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, é entrevistado pelo ex-ministro Roberto Rodrigues em programa dedicado ao Agro

Roberto Rodrigues, entrevistou Jorge Viana, presidente da ApexBrasil. Juntos, discutiram os desafios e oportunidades do agronegócio brasileiro.

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Na recente edição do programa “República Agro”, o ex-ministro da Agricultura e referência para a agropecuária brasileira, Roberto Rodrigues, entrevistou Jorge Viana, presidente da ApexBrasil. Juntos, discutiram os desafios e oportunidades do agronegócio brasileiro no cenário atual.

Viana observou: “Estamos em um momento muito favorável para o Brasil. O presidente Lula trouxe de volta a diplomacia presidencial, fundamental para nossa projeção internacional. O agro brasileiro conta com tecnologia de ponta e um trabalho extraordinário. Na Apex, nosso compromisso é levar esses méritos ao mundo, fortalecendo a parceria com o setor agropecuário nacional para ampliar exportações e atrair investimentos.”

Rodrigues, complementando, disse: “Jorge e eu somos amigos de longa data. Trabalhamos juntos pelo agro brasileiro quando eu era ministro e ele, governador do Acre. Estou confiante de que, com Jorge à frente da Apex, o setor ganhará muito. Sua experiência como engenheiro florestal e técnico agrícola será vital para o agronegócio brasileiro.”

A discussão entre Rodrigues e Viana traz uma análise sobre as perspectivas do agronegócio no Brasil nos dias de hoje e sobre a relação com o comércio internacional, partindo do movimento do Brasil e do trabalho da nova gestão da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Atração de Investimentos (ApexBrasil).

A entrevista completa pode ser acessada no link:

Assessoria

Economia e Empreender

Lei 15.357 autoriza farmácias em supermercados e pressiona farmácias de bairro

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A Lei nº 15.357/2026 entrou em vigor após a publicação no Diário Oficial e passou a permitir a instalação de farmácias ou drogarias dentro da área de vendas de supermercados, desde que em espaço separado e com regras sanitárias específicas, abrindo uma nova frente de concorrência para milhares de pequenos negócios do setor no país.

Pelo texto, a farmácia instalada no supermercado precisa funcionar de forma independente dos demais setores e contar com estrutura própria para recebimento e armazenamento de produtos, incluindo controle de temperatura e umidade. A norma também obriga a presença de farmacêutico legalmente habilitado durante todo o horário de funcionamento, mantendo as exigências de vigilância sanitária já aplicadas ao comércio de medicamentos.

A regra central impede que o supermercado transforme remédios em item de gôndola. A instalação deve ocorrer em ambiente físico delimitado e exclusivo para a atividade farmacêutica. Para medicamentos sujeitos a controle especial, a dispensação fica condicionada a procedimentos que evitem a circulação livre desses produtos no estabelecimento, com entrega ao consumidor em condições de segurança e rastreabilidade.

No varejo de pequeno porte, o foco passa a ser a retenção de clientes por atendimento e conveniência. “É o bom e velho relacionamento com o público, compreender, ter uma boa base de conhecimento, entender os seus hábitos de consumo e, a partir daí, trabalhar esse relacionamento”, afirmou o analista de Competitividade do Sebrae, Flávio Petry. Ele também defendeu reforço do atendimento em canais digitais e entregas rápidas como diferenciais para farmácias de bairro diante da entrada do serviço em supermercados.

A mudança tende a acelerar o movimento de adaptação das pequenas farmácias em cidades e bairros, enquanto redes e supermercados avaliam o novo espaço como categoria complementar dentro da operação. Com a lei em vigor, o setor deve acompanhar a fiscalização sanitária e a implementação prática das exigências de estrutura e presença profissional, fatores que podem definir o ritmo de abertura desses pontos e o impacto na disputa por preço, conveniência e fidelização do consumidor.

Fonte: Sebrae

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Economia e Empreender

Embrapa apresenta batata-doce BRS Prenda, biofortificada e com alta produtividade

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A Embrapa apresentou em março de 2026 a cultivar de batata-doce BRS Prenda, biofortificada e voltada ao consumo de mesa, com foco em elevar a produtividade no campo e ampliar a qualidade do produto entregue ao consumidor. Em condições de manejo adequadas, a variedade pode alcançar cerca de 50 toneladas por hectare e ultrapassar dois quilos por planta, com desempenho considerado elevado para a cultura.

A BRS Prenda tem polpa amarelo-intensa, característica associada a maior teor de carotenoides. A proposta é combinar rendimento com atributos nutricionais e facilidade de manejo. A arquitetura da planta, com ramas mais curtas e eretas, foi desenhada para reduzir o espalhamento no solo e facilitar operações de cultivo e colheita, um problema comum em materiais tradicionais.

No pacote agronômico, a Embrapa aponta resistência a pragas e doenças, com potencial de diminuir perdas e reduzir a necessidade de aplicações ao longo do ciclo. A cultivar tem ciclo estimado entre 120 e 140 dias, o que permite planejamento do produtor dentro de janelas já conhecidas para a batata-doce, inclusive em sistemas de diversificação de pequenas propriedades.

O pós-colheita aparece como um dos principais diferenciais. A Embrapa afirma que as raízes podem manter boas condições por até três meses, o que ajuda a diminuir desperdícios, estabilizar a oferta e ampliar a margem de comercialização, especialmente em mercados que dependem de armazenagem e venda escalonada. Após a colheita, a recomendação inclui um período de cura de 10 a 16 dias, etapa que contribui para melhorar a conservação e a qualidade sensorial do produto.

O pesquisador Luis Antônio Suíta de Castro, da Embrapa Clima Temperado, em Pelotas (RS), afirmou que o objetivo foi reunir demanda de quem produz e de quem compra. “Buscamos chegar a um material genético que apresentasse alta qualidade nutricional, boa aparência, tempo estendido de consumo após a colheita, e que fosse mais fácil de ser colhida, uma vez que as outras cultivares se espalham pelo solo.”

A nova cultivar foi selecionada a partir de material local do Sul do Brasil e passou por avaliações ao longo de oito safras, com análises de produtividade, características botânicas, qualidade nutricional, comportamento pós-colheita e resistência a pragas e doenças, com participação também da Embrapa Hortaliças. A apresentação pública ocorreu no calendário da Expoagro Afubra 2026, em Rio Pardo (RS), com expectativa de que mudas sejam disponibilizadas a multiplicadores credenciados para atender o plantio da safra 2026/27.

A aposta tem impacto direto para a cadeia da batata-doce, cultura relevante para a agricultura familiar e para a segurança alimentar por custo e versatilidade. Com maior rendimento por área e menor perda no armazenamento, a expectativa é de ganho de eficiência no campo e de maior regularidade na oferta ao mercado, com reflexos sobre renda do produtor e abastecimento ao consumidor.

Fonte: Embrapa

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Economia e Empreender

Rio Branco entrega 50 balcões a feirantes e mira 100 módulos na economia solidária

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A Prefeitura de Rio Branco entregou nesta sexta-feira (27) novos módulos e estruturas para feirantes ligados à economia solidária, em uma ação voltada a melhorar a organização, a apresentação e a comercialização de produtos nas feiras da capital acreana. A medida integra a política municipal de geração de emprego e renda conduzida pela gestão do prefeito Tião Bocalom.

Durante a entrega, o representante da economia solidária, Carlos Taborga, afirmou que o material era aguardado havia anos e que deve mudar a forma como os produtos são expostos ao público. “Recebemos novos módulos e móveis para as feiras, uma conquista aguardada há muito tempo. A iniciativa da Prefeitura vai melhorar a apresentação dos produtos, e faremos excelente uso”, disse.

Taborga relatou que a estruturação do setor incluiu, em etapas anteriores, caminhão, caminhonete, barracas e outros bens obtidos a partir de emendas parlamentares processadas pela administração municipal. Ele também mencionou a atuação do coronel Vino no andamento do processo licitatório que permitiu a compra dos novos itens.

Ao tratar do impacto econômico das feiras, Taborga citou o desempenho de dezembro e afirmou que, no período natalino, o faturamento chegou a R$ 1,4 milhão. O prefeito Tião Bocalom associou o resultado à estratégia de estimular o trabalho autônomo e apontou o alcance do programa. “É muito melhor ver mais de 800 pessoas ganhando seu próprio dinheiro do que ter que criar 800 empregos. Aqui, eles não estão pedindo emprego, estão empreendendo. Em apenas 26 dias de Natal, fizeram R$ 1.400.000 de faturamento”, afirmou.

Segundo Taborga, a entrega atual começa com 50 balcões e a meta é chegar a 100 módulos, com foco em melhorar as condições de venda de cerca de 450 famílias que tiram renda da atividade há décadas.

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