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Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, é entrevistado pelo ex-ministro Roberto Rodrigues em programa dedicado ao Agro

Roberto Rodrigues, entrevistou Jorge Viana, presidente da ApexBrasil. Juntos, discutiram os desafios e oportunidades do agronegócio brasileiro.

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Na recente edição do programa “República Agro”, o ex-ministro da Agricultura e referência para a agropecuária brasileira, Roberto Rodrigues, entrevistou Jorge Viana, presidente da ApexBrasil. Juntos, discutiram os desafios e oportunidades do agronegócio brasileiro no cenário atual.

Viana observou: “Estamos em um momento muito favorável para o Brasil. O presidente Lula trouxe de volta a diplomacia presidencial, fundamental para nossa projeção internacional. O agro brasileiro conta com tecnologia de ponta e um trabalho extraordinário. Na Apex, nosso compromisso é levar esses méritos ao mundo, fortalecendo a parceria com o setor agropecuário nacional para ampliar exportações e atrair investimentos.”

Rodrigues, complementando, disse: “Jorge e eu somos amigos de longa data. Trabalhamos juntos pelo agro brasileiro quando eu era ministro e ele, governador do Acre. Estou confiante de que, com Jorge à frente da Apex, o setor ganhará muito. Sua experiência como engenheiro florestal e técnico agrícola será vital para o agronegócio brasileiro.”

A discussão entre Rodrigues e Viana traz uma análise sobre as perspectivas do agronegócio no Brasil nos dias de hoje e sobre a relação com o comércio internacional, partindo do movimento do Brasil e do trabalho da nova gestão da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Atração de Investimentos (ApexBrasil).

A entrevista completa pode ser acessada no link:

Assessoria

Economia e Empreender

IR 2026: mais de 30% ainda não enviaram declaração a seis dias do prazo final

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Mais de 30% dos contribuintes ainda não entregaram a declaração do Imposto de Renda 2026 a seis dias do fim do prazo. Até 17h57 de sábado, 23 de maio, 30.694.236 declarações haviam sido enviadas, o equivalente a 69,8% do total esperado neste ano, estimado em 44 milhões. O prazo termina às 23h59min59s de 29 de maio.

Entre os documentos já entregues, 62,3% têm direito à restituição, 20,9% terão imposto a pagar e 16,8% não terão valores a pagar nem a receber. A maior parte dos envios foi feita pelo programa de computador, responsável por 77,2% das declarações. O preenchimento on-line responde por 15,8%, enquanto o aplicativo Meu Imposto de Renda concentra 7,1%.

A declaração pré-preenchida foi usada por 59,4% dos contribuintes. Já o modelo simplificado aparece em 55,4% dos envios registrados até agora.

Quem perder o prazo estará sujeito a multa de R$ 165,74 ou de 1% sobre o imposto devido, prevalecendo o maior valor. Devem declarar as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 em 2025, além de contribuintes com receita bruta da atividade rural superior a R$ 177.920. Quem recebeu até dois salários mínimos mensais no ano passado está dispensado, desde que não se enquadre em outras regras de obrigatoriedade.

Fonte e foto: Agência Brasil

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Segurança

Falha humana lidera causas de acidentes de trânsito no Acre, diz Detran

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A falha humana foi a principal causa dos acidentes de trânsito registrados no Acre entre janeiro de 2025 e abril de 2026, segundo levantamento do Departamento Estadual de Trânsito do Acre. O estudo analisou cerca de 6 mil ocorrências no período e identificou a causa provável em 2.201 casos. Nesse recorte, a desatenção dos motoristas apareceu em primeiro lugar, com 54,2% dos registros.

Entre as situações mais frequentes estão o uso do celular ao volante, conversões sem atenção, entrada em cruzamentos sem observar o tráfego e falta de distância segura do veículo da frente. Ao todo, esse grupo reuniu 1.193 ocorrências. O desrespeito à sinalização veio em seguida, com 20,7% dos casos analisados, principalmente por avanço de sinal vermelho e desobediência à placa de parada, com destaque para Rio Branco.

Também aparecem entre os fatores mais comuns a combinação de álcool e direção e a condução sem habilitação, que somam 11,3% das ocorrências com causa definida. O excesso de velocidade representou 6,5%. Já as falhas mecânicas responderam por 2,9%, os problemas de infraestrutura viária por 2,2%, animais na pista por 1,7% e fatores climáticos por 0,6%.

Os dados foram reunidos a partir dos sistemas usados pelas forças de segurança para registro e acompanhamento das ocorrências no estado. O levantamento reforça que a maior parte dos acidentes poderia ser evitada com mais atenção ao volante e respeito às regras de circulação.

Com informações da Contilnet

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Economia e Empreender

Exportações do Acre crescem 35,6% em março e superávit no trimestre chega a US$ 27,96 milhões

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As exportações do Acre somaram US$ 11,42 milhões em março de 2026, alta de 35,6% na comparação com fevereiro, e levaram o saldo comercial do estado a um superávit de US$ 27,96 milhões no primeiro trimestre. No acumulado de janeiro a março, as vendas externas chegaram a US$ 28,94 milhões, avanço de 9,8% sobre o mesmo período de 2025.

A pauta exportadora acreana seguiu concentrada em produtos do agronegócio e do extrativismo. No trimestre, a carne bovina respondeu por 34% das exportações, seguida pela castanha, com 28,6%, e pela soja, com 14%. Em março, a carne bovina liderou as vendas externas, com US$ 3,78 milhões e participação de 33,1%, à frente da soja, com 29,3%, e da castanha, com 15,6%.

O Peru continuou como principal destino dos produtos acreanos em março, com 25,7% das exportações do mês, mas perdeu participação em relação a fevereiro, quando concentrava mais de 60% das compras. Ao mesmo tempo, Emirados Árabes Unidos, Turquia e México ampliaram as aquisições, sobretudo de carne bovina e soja, movimento que amplia a presença do Acre em novos mercados e reduz a dependência de um número restrito de parceiros comerciais.

Na logística, a via marítima voltou a ser a principal rota de escoamento, com 72,2% do total exportado, com destaque para o Porto de Santos. A saída por rodovia, especialmente pela unidade alfandegária de Assis Brasil, manteve peso nas vendas para países andinos, principalmente o Peru. Entre os municípios, Brasileia liderou o ranking de exportações, com US$ 3,36 milhões, puxados pela comercialização de carne suína e castanha. Senador Guiomard apareceu na sequência, com US$ 1,85 milhão, impulsionado pelas vendas de carne bovina.

Foto: Paulo Murilo

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