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Cultura

Prefeitura de Cruzeiro do Sul lança V Festival Junino do Juruá

Inscrições para concurso de quadrilhas abrem na próxima semana

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, lançou o V Festival Junino do Juruá, marcado para o final de junho.

As inscrições para o concurso de quadrilhas terão início na próxima segunda-feira, 13 de maio, e seguirão até 14 de junho, na sede da Secretaria de Cultura, no prédio da Prefeitura Municipal, no Bairro do Miritizal.

Anailton Salgado, presidente do Conselho Municipal de Cultura de Cruzeiro do Sul, destacou a importância do evento para a cultura local e para a economia da cidade.

“Este é um momento crucial para nossa cultura, com a gestão do prefeito Zequinha resgatando nossas tradições juninas. O festival não só fortalece nossa identidade cultural, mas também impulsiona a economia local”, afirmou Salgado.

Neto Silva, presidente da quadrilha “Malacados” de Cruzeiro do Sul, atual campeã municipal, expressou sua gratidão pelo apoio da prefeitura ao setor cultural e antecipou grandes expectativas para o festival deste ano.

“Agradecemos o apoio do prefeito de Cruzeiro do Sul. Estamos nos preparando para fazer uma grande festa este ano”, disse Silva.

Zequinha Lima enfatizou o compromisso da prefeitura com a cultura, anunciando um investimento significativo no setor durante o mês de junho.

“No ano passado, investimos R$ 700 mil na cultura. Este ano, apenas no mês de junho, serão investidos R$ 600 mil. O festival de quadrilhas é parte importante desse calendário cultural, e esperamos que as pessoas possam acessar nosso edital, se inscrever e participar dessa grande festa”, concluiu Lima.

Cultura

Cruzeiro do Sul abre seis editais da Aldir Blanc 2026 e coloca R$ 634 mil em disputa para a cultura

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Cruzeiro do Sul lançou na sexta-feira (28) um pacote de seis editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) 2026, com R$ 634 mil destinados ao financiamento de projetos culturais no município. O anúncio foi feito no Museu José de Alencar e reuniu fazedores de cultura, produtores, representantes de segmentos artísticos e autoridades locais, marcando o início de uma nova etapa de investimentos públicos no setor.

A seleção será conduzida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, dentro da política nacional que financia ações culturais em parceria com estados e municípios. A proposta é atender diferentes áreas e perfis de proponentes, combinando apoio a eventos, apresentações, manutenção de espaços e reconhecimento de grupos e lideranças culturais.

Durante o lançamento, o secretário municipal de Cultura, Flávio Rosas, afirmou que os editais ampliam o acesso aos recursos e incentivam o fortalecimento da produção cultural local. “Estamos lançando seis editais voltados aos fazedores de cultura, para que possam inscrever seus projetos, acessar os recursos e desenvolver ainda mais a cultura local”, disse.

O calendário prevê inscrições abertas desde 20 de março, com prazo até 20 de abril, pelo site oficial da prefeitura. A produtora cultural Rose Ferreira de Araújo afirmou que o fomento ajuda a impulsionar novos nomes e linguagens artísticas no município. “Temos uma nova geração chegando com linguagens atuais, e esse incentivo ajuda a mostrar o que sabemos fazer de melhor”, declarou.

No conselho municipal, a avaliação é de que o programa consolida uma política contínua de apoio. O presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais, Ismael Matos, afirmou que a iniciativa entra no segundo ciclo com perspectiva de permanência. “A Política Nacional Aldir Blanc veio para ficar”, disse. Egino da Silva, ligado ao segmento musical e ao conselho de patrimônio, apontou que o volume de recursos e a estrutura de editais mudam o patamar do incentivo cultural na cidade. “Há alguns anos isso era impensável”, afirmou.

Os editais contemplam premiação para Mestres da Cultura Popular, com seis projetos de R$ 5.165 cada, somando R$ 31 mil, além de uma premiação voltada a Povos Originários, com 10 projetos e total de R$ 30 mil. A maior fatia é destinada ao Festival de Arte e Cultura, dividido em três categorias, com R$ 248.091,96. Há ainda um edital para Apresentações Artísticas, com R$ 50 mil e propostas de R$ 2.500, subsídios para Espaços Culturais, no valor de R$ 85 mil, e premiação para Pontos de Cultura, com até nove entidades previstas.

Para ampliar a participação, a Secretaria Municipal de Cultura programou oficinas de capacitação para elaboração de projetos entre 23 de março e 8 de abril, com atividades nas zonas urbana, rural e ribeirinha, incluindo comunidades indígenas e localidades como Rio Valparaíso, Rio Juruá Mirim e Rio Croa. A expectativa é que a formação ajude proponentes a estruturar propostas e aumente a competitividade local antes do encerramento das inscrições, em 20 de abril.

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Cultura

Cinemateca Negra cataloga 1.104 filmes dirigidos por pessoas negras e amplia base de dados do cinema brasileiro

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Um novo levantamento reuniu 1.104 filmes dirigidos por pessoas negras no Brasil, em um recorte que vai de 1949 a 2022 e abrange curtas, médias e longas-metragens. O trabalho está reunido no livro Cinemateca Negra, organizado pelo Instituto NICHO 54, e consolida uma base de dados voltada a pesquisa, preservação de memória, curadoria e formulação de políticas culturais para o audiovisual.

A pesquisa contabilizou produções de diferentes épocas, mas aponta um salto concentrado nos anos mais recentes: 83% das obras mapeadas foram realizadas a partir de 2010. O número reflete o crescimento da presença de realizadores negros no cinema nas últimas décadas, embora o próprio recorte também exponha desigualdades persistentes no acesso a orçamento, distribuição e estrutura, especialmente na produção de longas.

O levantamento foi conduzido por oito pesquisadores ao longo de mais de um ano, entre 2023 e 2024. A metodologia incluiu a consulta a catálogos de festivais e mostras, arquivos digitais, publicações acadêmicas e contatos diretos com realizadores e descendentes, em um esforço de rastrear obras que muitas vezes não circulam em circuitos comerciais ou não estão organizadas em bases públicas integradas.

A diretora executiva do NICHO 54, Fernanda Lomba, relaciona a iniciativa ao desafio de permanência e acesso no setor audiovisual. “Comecei como produtora executiva, ocupando espaços de decisão, de poder e de negociação. E lidar com o racismo nesses ambientes foi muito evidente. Em 2019, após uma experiência em festivais internacionais como Cannes, entendi a importância de estruturar no Brasil uma rede de suporte para profissionais negros, com foco em comunidade e articulação”, afirmou. Para ela, consolidar dados também muda o terreno das oportunidades, ao permitir que curadores, instituições e gestores públicos enxerguem com mais precisão a dimensão dessa produção e possam direcionar ações de fomento e circulação.

A origem do projeto remonta a 2018, quando o coordenador Heitor Augusto iniciou um mapeamento de curtas voltado a curadorias em festivais. A partir de 2019, a iniciativa ganhou escala nacional com a ampliação do escopo e a sistematização das informações. O livro tem prefácio da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e traz recortes sobre direção, codireção interracial, gênero e listas de profissionais identificados durante a pesquisa. “Pela primeira vez, temos reunido em um só lugar um panorama consistente dos filmes dirigidos por pessoas negras no Brasil. Isso transforma o campo da curadoria, amplia o repertório e abre caminho para novas pesquisas, mostras temáticas e diálogos entre gerações do cinema brasileiro”, disse Lomba.

Ao organizar um panorama amplo e verificável, a Cinemateca Negra passa a funcionar como ferramenta prática para ampliar a visibilidade de obras e profissionais, apoiar estratégias de preservação e estimular novos recortes de programação e formação de público, com impacto direto na maneira como a história do cinema brasileiro é pesquisada, contada e exibida.

Fonte: Agência Brasil

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Cultura

Acre recebe R$ 3 milhões dos Arranjos Regionais do Audiovisual em pacote coordenado por MinC e Ancine

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O Acre será contemplado com R$ 3 milhões dentro da política de Arranjos Regionais do Audiovisual, iniciativa coordenada pelo Ministério da Cultura em parceria com a Agência Nacional do Cinema (Ancine) para descentralizar investimentos e ampliar a produção fora dos grandes centros. O repasse faz parte de uma etapa nacional formalizada em 24 de março, no Recife, quando o governo federal assinou termos de complementação com estados e municípios e anunciou um volume total superior a R$ 630 milhões para o setor.

Com os recursos, o Acre poderá criar editais próprios e estimular toda a cadeia audiovisual local, do desenvolvimento de projetos à produção, formação e circulação de obras. A execução no estado ficará a cargo da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), responsável por operacionalizar as seleções e estruturar as ações financiadas no âmbito do programa.

Na Região Norte, o conjunto de investimentos chega a R$ 95 milhões. Dentro dessa divisão, o Acre aparece com R$ 3 milhões, enquanto o Pará lidera com R$ 28,56 milhões, seguido por Amapá (R$ 20,7 milhões) e Tocantins (R$ 12 milhões), de acordo com a distribuição regional divulgada na formalização do programa.

A política de Arranjos Regionais do Audiovisual prevê investimento complementar do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) em programas conduzidos por governos estaduais e municipais, dentro de diretrizes nacionais, com exigências de ações afirmativas nas seleções apoiadas com recursos do FSA. O pacote anunciado reúne R$ 519 milhões do FSA e R$ 111 milhões em contrapartidas locais, segundo o Ministério da Cultura.

Retomado após um período sem execução desde 2018, o modelo busca dar previsibilidade ao financiamento regional e ampliar a capacidade de estados e municípios estruturarem políticas próprias para o setor. No Acre, a abertura de editais pela FEM deve impulsionar a contratação de mão de obra e serviços ligados a roteiro, direção, produção, pós-produção, exibição e formação, com impacto direto na economia criativa e na presença do estado no circuito audiovisual nacional.

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