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Cultura

Prefeitura de Cruzeiro do Sul realiza fórum da Lei Aldir Blanc

Encontro reúne mais de 100 artistas e produtores para discutir projetos e distribuição de recursos para impulsionar a cena cultural em 2024

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A Secretaria de Cultura de Cruzeiro do Sul, realizou, nesta terça-feira ,27, no auditório da Escola Flodoardo Cabral, o 1⁰ Fórum Municipal de Cultura. Mais de 100 artistas e produtores culturais marcaram presença no encontro para acertar os detalhes da apresentação de projetos para a Lei Aldir Blanc.

A Prefeitura vai financiar diversos projetos culturais ao longo do ano de 2024 por meio de editais, com recursos da ordem de R$ 662 mil. O secretário Aldemir Maciel explicou como serão distribuídos os recursos e orientou os fazedores de cultura para que eles possam apresentar seus projetos.

“No fórum, a prefeitura dá o pontapé inicial para desenvolver mais um programa de incentivo à cultura no município. Aqui nós estudamos a lei. A partir de agora vamos realizar novas escutas e apoiar os artistas a elaborar os projetos para realizar suas atividades ao longo de 2024”, ressaltou Aldemir

Ele destaca que o município de Cruzeiro do Sul foi referência na aplicação dos recursos da primeira edição da Aldir Blanc, em 2021, e na primeira edição da Lei Paulo Gustavo que, em 2023, destinou R$ 800 mil para financiar as atividades culturais na segundo maior cidade do Acre.

“A lei Aldir Blanc vai beneficiar todos os segmentos culturais, com algumas prioridades, como o programa nacional Cultura Viva onde os pontos de cultura vão ser fortalecidos. Os espaços culturais também vão ser beneficiados para poderem fazer pequenas reformas, pagar funcionários. Cruzeiro do Sul tem o CPF da cultura e o que garante que vamos ter os recursos da Lei pelos próximos cinco anos”, destacou Maciel.

O presidente do Conselho Municipal de Cultura, Anailton Salgado, ressaltou a importância do financiamento dos projetos culturais pelas leis federais e também pela lei de Incentivo à Cultura financiada com receitas do próprio município.

“Tivemos a primeira lei Aldir Blanc 01 na época da covid que foi um sucesso, a lei Paulo Gustavo que também está sendo um sucesso total e ainda a Lei Municipal de Incentivo à Cultura que também é sucesso. Agora chega a lei Aldir Blanc 02 que dá oportunidade para aqueles artistas que foram desassistidos e continuidade para os que já tiveram projetos aprovados. Nos últimos três anos tivemos oportunidade dos artistas colocarem suas habilidades na prática para mostrarem seu trabalho”, avaliou Anailton.

Assessoria

Cultura

Conselheiros e Conselheiras rejeitam proposta de financiamento da Prefeitura em Rio Branco

Gestão municipal destina R$ 300 mil ao Fundo Municipal de Cultura, mas membros do CMPC discordam

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Durante o 1° Fórum Integrado de Arte e Patrimônio Cultural em Rio Branco, os membros do Conselho Municipal de Políticas Culturais (CMPC) rejeitaram a proposta da prefeitura destinada ao Fundo Municipal de Cultura. A gestão municipal alocou R$ 300 mil para o fundo, abaixo da expectativa de R$ 2 milhões.

Os representantes culturais consideram que a decisão da prefeitura de transferir R$ 1,7 milhões para a execução direta da Fundação Garibaldi Brasil, em vez de utilizar o Fundo Municipal de Cultura, é prejudicial ao setor cultural. Para eles, essa ação representa um ataque ao Conselho Municipal de Políticas Culturais.

“Transformar esse recurso inteiro em ações diretas na Fundação Garibaldi Brasil não é promover política cultural, mas sim agir de forma oportunista. Especialmente em ano eleitoral, isso é, no mínimo, questionável. O movimento cultural de Rio Branco trabalha incansavelmente neste território, muitas vezes sem o devido reconhecimento. Essa decisão reflete um alto nível de descaso e incompetência”, afirmou Camila Cabeça, coordenadora da Comissão Executiva de Cultura do CMPC.

Durante o Fórum, os membros do CMPC deliberaram por rejeitar o valor designado pela prefeitura, que consideraram “uma migalha”. Além disso, destacaram a redução do Fundo Municipal de Cultura de R$ 2 milhões para R$ 300 mil como uma preocupação adicional.

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Cultura

Museu dos Povos Acreanos: Preservação da Cultura e História do Estado

Museu dos Povos Acreanos resgata história e cultura, tornando-se referência regional e impulsionando economia e turismo local.

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O Museu dos Povos Acreanos, resultado de um investimento conjunto do governo do Acre e do Banco Mundial, revitalizou um prédio histórico, originalmente sede de instituições educacionais, transformando-o em um espaço cultural de destaque em Rio Branco. Com a inauguração da primeira etapa da obra em agosto de 2023, o museu não apenas resgatou a memória da região, mas também impulsionou a economia local, gerando empregos na construção civil.

O local abriga salas temáticas que destacam aspectos importantes da cultura acreana, oferecendo uma experiência enriquecedora aos visitantes. Além do acervo histórico, o museu conta com espaços interativos, como a Sala Interativa e a Loja Bem Acreano, que oferece artesanatos e souvenirs regionais.

Desde sua abertura, o Museu dos Povos Acreanos já recebeu milhares de visitantes, tornando-se um ponto de referência na cidade. Com uma equipe dedicada de servidores e colaboradores, o espaço está aberto de quarta a domingo, oferecendo visitas guiadas e eventos culturais.

A coordenadora do museu destaca sua importância social na preservação da memória e na educação das gerações futuras, ressaltando o desafio contínuo de manter vivo o legado cultural do estado. A visitação e participação em eventos podem ser agendadas através das redes sociais do museu.

O Museu dos Povos Acreanos é um testemunho vivo da rica história e identidade da região, oferecendo aos visitantes uma jornada única pela cultura acreana.

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Cultura

Fluxo Cia de Artes apresenta “Cine Fluxo – Uma Aventura no Cinema”

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Imagine se o filme Meu Malvado Favorito fosse demonstrado em sapateado? Ou, quem sabe, uma versão do longa O Menino do Pijama Listrado em dança contemporânea? Pois foi esta a intenção que fez com que o bailarino, coreógrafo e diretor da Fluxo Cia de Artes, Dheyvison Bruno, idealizasse o espetáculo “Cine Fluxo – Uma Aventura no Cinema”. O evento ocorre às 19h30 e os ingressos antecipados já estão à venda pelo telefone (68)99904-5453 (Dheyvison Bruno) ou diretamente pelo perfil do grupo no Instagram, @fluxociadeartes.

Ainda segundo o diretor, a ideia surgiu durante a pandemia, quando acrescentou mais um hábito à já antiga paixão pela dança. “E foi agora que surgiu a ideia de juntar duas coisas que gosto muito – o cinema e a música – em um único espaço, em que pudéssemos imaginar como seriam alguns filmes em forma de dança”, explicou

Além dos já citados, o espetáculo conta com clássicos, como Mágico de Oz, Burlesque e Cantando na Chuva, além de filmes que são quase que inimagináveis para a dança, como Velozes e Furiosos e Piratas do Caribe.

Conforme explicado por Dheyvison Bruno, a apresentação abrangerá uma variedade de estilos de dança, incluindo ballet clássico, jazz funk, dança contemporânea, dança do ventre, sapateado, dança de salão, entre outros. Uma das novidades deste evento é a estreia dos alunos que frequentam as aulas na Fluxo, conforme destacado por Bruno. Por meio do projeto “Dançando com a Fluxo”, a companhia oferece aulas aos domingos para entusiastas da dança e para a comunidade em geral no Centro Cultural Thaumaturgo Filho, localizado no Manoel Julião.

“É incrível testemunhar a evolução e os desafios enfrentados pela Fluxo a cada ano. Anteriormente éramos apenas artistas do Acre nos unindo para realizar trabalhos artísticos. Agora, temos aproximadamente 50 alunos mergulhando nesse mundo que tanto amamos. Sem dúvida, este evento será um marco na vida deles”, enfatiza o diretor.

Lyvia Santos, aluna da Fluxo Cia de Danças do Centro Cultural Thaumaturgo Filho, disse estar muito empolgada com o espetáculo. “Fazer parte das aulas aos domingos já é uma experiência enriquecedora, e ter a oportunidade de contribuir para este evento é emocionante. Confesso que estou ansiosa, cheia de expectativa para estes dias e aprender com esta experiência. Mal posso esperar para ver como tudo se desenrola e contribuir da melhor forma possível”, reiterou.

Já Elias Silva, integrante da Cia Fluxo de 25 anos, falou sobre o que é mais desafiador no espetáculo. “Para mim, o mais desafiador é o ballet, pois sou de Xapuri, e lá a gente não tem tantos estilos variados de aulas de dança. Então, poder fazer aula de balé e sapateado pra mim tá sendo importantíssimo na minha formação como profissional, pessoal também. Eu tenho muito a agradecer a Cia Fluxo por estar proporcionando essa oportunidade de fazer aulas nessas modalidades, que eu sempre admirei muito, mas pra mim era uma realidade muito distante”, afirmou.

Além disso, a III Mostra de Dança será ainda mais inclusiva, conforme destaca Dheyvison Bruno, com a participação de outros grupos. O evento contará com apresentações do Ballet Lia Carvalho, Ballet Sesi Acre, Studio de Dança Bellart, Studio Dança do Ventre By Júlia Arantes, Escola No Compasso, Cheerleaders Fúria e Grupo Rebellion, destacando a diversidade e riqueza da dança em Rio Branco.

Assessoria

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