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Notícias

Rio Branco intensifica campanha de vacinação contra dengue

Coordenadora destaca eficácia da vacina Qdenga, 140 crianças já foram imunizadas na capital acreana

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A campanha de vacinação contra a dengue em Rio Branco avança, com a coordenação estadual do Programa Nacional de Imunização, reforçando a segurança da vacina Qdenga. Renata Quiles, a coordenadora, destacou a eficácia e segurança do imunizante, afirmando que todas as vacinas passam por rigorosos testes antes de serem aplicadas, e a Qdenga garante a proteção das crianças com confiança.

“Haverá apenas uma leve reação do organismo, muito parecida com os sintomas da dengue, porque estamos injetando o vírus vivo, porém atenuado. Mas isso passa muito rápido e a criança fica imunizada para não desenvolver caso grave da doença”, afirma Renata.

Desde o início da campanha na última sexta-feira, 140 crianças de 10 e 11 anos receberam a primeira dose da vacina, que chegou a Rio Branco como parte de um lote de 17.810 doses fornecidas ao estado pelo Ministério da Saúde. A capital acreana, responsável por cerca de 65% desse total, foi a primeira na região Norte a iniciar a vacinação, enquanto outras 10 cidades acreanas também começaram a imunizar as crianças contra a dengue.

Locais de Vacinação em Rio Branco

A prefeitura de Rio Branco designou duas unidades de saúde para a vacinação:

•⁠ ⁠Policlínica Barral y Barral, na Rua São Lázaro, Conjunto Tangará;
•⁠ ⁠Unidade de Referência em Atenção Primária (Urap) Eduardo Assmar, na Rua Júlio Camilo de Oliveira, Bairro Quinze.

Os serviços de vacinação estão disponíveis de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Não há vacinação aos finais de semana.

O que Levar para a Vacinação
Para receber a vacina, é necessário levar a carteira de vacinação e um comprovante de residência, evidenciando que a campanha é destinada aos moradores de Rio Branco nesta etapa. Além disso, as crianças devem estar acompanhadas de um responsável.

A vacina Qdenga é administrada em duas doses para garantir a proteção completa, com um intervalo recomendado de três meses entre elas. A data da segunda dose é registrada no cartão de vacinação no momento da aplicação.

Acre

Polícia Civil escala três delegados e equipe técnica para apurar queda de ponte em Sena Madureira

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A Polícia Civil do Acre designou três delegados da Divisão Especializada de Investigações Criminais e mobilizou uma equipe técnica de engenharia para apurar o desabamento da Ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira, ocorrido na noite de sexta-feira, 5 de junho. A apuração vai buscar as causas do colapso da estrutura e eventual responsabilização criminal.

Os primeiros levantamentos periciais foram feitos ainda na noite do acidente por peritos criminais e investigadores que atuam na região. O material recolhido foi preservado para análise técnica, e o inquérito deve avançar com exames complementares e novas diligências nos próximos dias.

A investigação também vai considerar a situação da ponte no momento da queda. A estrutura estava interditada, com restrição ao tráfego de veículos e pedestres. Caso sejam constatadas falhas ligadas à execução, fiscalização, manutenção ou interdição, os responsáveis poderão responder na forma da lei.

Enquanto a apuração segue, o governo mantém uma operação de resposta no município. Quatro pessoas ficaram feridas no desabamento. Um dos pacientes, de 54 anos, segue internado em estado gravíssimo no Pronto-Socorro de Rio Branco. Outros dois permanecem estáveis, e uma pessoa recebeu alta após atendimento em Sena Madureira.

O Corpo de Bombeiros também mantém a navegação suspensa no trecho do Rio Iaco atingido pelo desabamento e faz avaliações na estrutura remanescente da ponte. Paralelamente, o Estado estuda a retirada dos escombros para restabelecer a circulação de embarcações e reduzir os riscos na área.

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Acre

Desabamento de ponte em Sena Madureira deixa quatro feridos e mobiliza força-tarefa do governo

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A ponte Frei Paolino Baldassari, no 2º distrito de Sena Madureira, desabou no início da noite de sexta-feira, 5 de junho de 2026, e deixou quatro feridos. Dois deles foram transferidos em estado grave e gravíssimo para Rio Branco, enquanto os outros dois permaneceram estáveis no hospital do município. A estrutura já estava interditada desde quinta-feira, 4, por medida de precaução.

Após o desabamento, o governo do Acre mobilizou equipes da saúde, assistência social, segurança pública e salvamento para atender as vítimas e reforçar a resposta no município. O Samu enviou ambulâncias, médicos, enfermeiros e socorristas para ampliar o atendimento, enquanto o Corpo de Bombeiros manteve as buscas e o trabalho de resgate na área da ocorrência.

As informações oficiais apontam que Edinaldo Muniz, de 54 anos, sofreu traumatismo craniano e trauma abdominal e renal. Antônio Morais Lima Filho, de 36 anos, teve fratura no fêmur e foi classificado em estado gravíssimo. Ednei Muniz, de 51 anos, e Weverton Murieta, de 34, apresentaram fraturas, escoriações e ferimentos leves, com quadro estável.

Para dar suporte à operação, o Estado também colocou aeronaves do Centro Integrado de Operações Aéreas à disposição para eventual remoção de pacientes que precisassem de atendimento especializado. Ambulâncias de Bujari e Manoel Urbano foram deslocadas para Sena Madureira, e o efetivo policial da cidade seria reforçado. Técnicos do Deracre e representantes da empresa responsável pela obra também foram enviados ao local.

O desabamento interrompeu a ligação da comunidade e ampliou a pressão por respostas sobre a estrutura da ponte, que já havia sido interditada um dia antes do acidente. O caso segue acompanhado pelas equipes de emergência e pelos órgãos estaduais mobilizados no município.

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Acre

Acre decreta emergência em saúde após alta de casos de SRAG e pressão sobre UTIs

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O governo do Acre decretou situação de emergência em saúde pública em todo o estado diante do avanço dos casos de síndrome respiratória aguda grave, do aumento das internações e da pressão sobre a rede hospitalar, sobretudo nos leitos pediátricos. O Decreto nº 11.901 foi publicado em edição extra do Diário Oficial em 3 de junho e terá vigência inicial de 90 dias.

A medida coloca a Secretaria de Estado de Saúde na coordenação das ações de enfrentamento e autoriza providências administrativas urgentes para ampliar a cobertura assistencial, reforçar o atendimento e restabelecer a normalidade da rede. O decreto também determina prioridade às demandas da pasta dentro da administração estadual.

Dados da vigilância em saúde apontam 1.303 notificações de SRAG entre janeiro e maio de 2026, acima do registrado no mesmo período dos dois anos anteriores. A pressão maior está no atendimento infantil, com ocupação de 91,9% na UTI Pediátrica 1, 89,2% na UTI Pediátrica 2 e 87,7% nas enfermarias infantis.

O quadro é puxado pela circulação simultânea de influenza A, vírus sincicial respiratório, rinovírus, adenovírus e metapneumovírus. Crianças menores de 2 anos e idosos estão entre os grupos mais vulneráveis. Até 25 de maio, o estado havia registrado 37 mortes por SRAG em 2026, sendo 14 na primeira infância.

O monitoramento também acendeu alerta para o interior. Feijó concentra nove mortes por SRAG neste ano, seis delas de crianças indígenas. Com a emergência, o governo tenta acelerar a abertura de respostas assistenciais e conter a fila por leitos em meio ao agravamento dos casos respiratórios.

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