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Notícias

Acre terá 162 vagas temporárias no processo seletivo do IBGE para 2026

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística abriu nesta quarta-feira, 19 de novembro, o processo seletivo simplificado que oferta 162 vagas temporárias no Acre para as funções de Agente de Pesquisa e Mapeamento e Supervisor de Coleta e Qualidade, com atuação prevista em Cruzeiro do Sul, Rio Branco e Tarauacá . As contratações atendem à demanda do instituto para renovação de equipes responsáveis pelas pesquisas contínuas e levantamentos estatísticos programados para 2026.

O edital estabelece 140 vagas para Agente de Pesquisa e Mapeamento, com remuneração de R$ 2.676,24, e 22 vagas para Supervisor de Coleta e Qualidade, com salário de R$ 3.379,00. Ambas as funções exigem ensino médio completo, e para supervisores é necessário possuir habilitação categoria B. As oportunidades seguem a política de inclusão do IBGE, com reserva de vagas para pessoas com deficiência, pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas, distribuídas entre os três municípios. Para o cargo de APM, são 16 vagas em Cruzeiro do Sul, 111 em Rio Branco e 13 em Tarauacá; para SCQ, são 2 vagas em Cruzeiro do Sul, 18 em Rio Branco e 2 em Tarauacá.

As inscrições ficam abertas até 11 de dezembro, exclusivamente no site da Fundação Getúlio Vargas, responsável pela organização do processo. A taxa é de R$ 38,50, com possibilidade de isenção para inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea. O IBGE informa que os contratados terão direito a benefícios previstos na legislação, como auxílio-alimentação, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e 13º proporcional.

As provas objetivas estão marcadas para 22 de fevereiro de 2026, e o resultado final será divulgado em 30 de abril. Os contratos terão duração inicial de até um ano, com possibilidade de prorrogação por até três anos, conforme a necessidade das pesquisas. Segundo o instituto, o processo integra um conjunto maior de contratações, que soma mais de 9 mil vagas temporárias em todo o país para reforçar as equipes de campo. “O objetivo é garantir a execução das pesquisas contínuas e dos levantamentos estatísticos programados para o próximo ano”, destaca o IBGE.

Cultura

Alysson Bestene lança 18º Circuito Junino de Rio Branco com investimento de R$ 600 mil

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O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, lançou nesta segunda-feira, 1º de junho, o 18º Circuito Junino da capital com investimento de R$ 600 mil para estrutura, organização e realização da programação de 2026. A abertura marca o início do calendário oficial das festas juninas no município, com expectativa de movimentar grupos culturais, artistas, ambulantes e o comércio local ao longo de junho.

O circuito terá duas etapas principais. A primeira será realizada entre os dias 12 e 14 de junho, na Praça da Revolução. A fase final está marcada para os dias 19, 20 e 21 de junho, no Quadrilhódromo, espaço tradicional das apresentações juninas em Rio Branco.

Durante o lançamento, a prefeitura reforçou que o evento faz parte da política de incentivo à cultura popular e ao fortalecimento das quadrilhas juninas da capital. A proposta é garantir estrutura para os grupos, ampliar a participação do público e manter uma das manifestações culturais mais tradicionais do calendário acreano.

Além das apresentações, o circuito também deve concentrar disputa entre quadrilhas, programação artística e ações voltadas ao público que acompanha os festejos. A expectativa da organização é de que a edição deste ano repita a mobilização registrada em anos anteriores e fortaleça a cadeia econômica ligada aos arraiais.

Com o aporte confirmado, a gestão municipal aposta no circuito como vitrine da cultura popular de Rio Branco e como um dos principais eventos do mês de junho na cidade.

Fotos: Sérgio Vale

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Economia e Empreender

São João amplia espaço para pequenos negócios e impulsiona vendas em todo o país

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As festas de São João abriram uma nova temporada de oportunidades para pequenos negócios em várias regiões do país, com impacto que vai da venda de comidas típicas ao turismo de experiência, moda, decoração, fotografia, papelaria e serviços de beleza. O período junino, que se estende até o fim de julho em muitos destinos, virou uma vitrine para empreendedores ampliarem faturamento, ganhar visibilidade e se conectar com o público em torno da cultura popular brasileira.

O movimento ocorre em um cenário de forte circulação de dinheiro. Os festejos juninos movimentaram cerca de R$ 7,4 bilhões em 2025, segundo estimativas citadas na cobertura. A avaliação é que o peso econômico do calendário vai além das barraquinhas tradicionais e alcança cadeias ligadas a turismo, economia criativa, alimentação, vestuário e experiências culturais. O consumidor tem buscado cada vez mais vivências completas, ligadas à memória afetiva, à autenticidade e à identidade local.

Em Campina Grande, um dos principais polos juninos do país, a empresária Albaniza Farias aposta nesse filão com o Ônibus do Forró, roteiro turístico que reúne transporte, música e interação cultural para oferecer ao visitante uma imersão no ambiente da festa. Na mesma cidade, a microempreendedora Edileuza de Almeida relatou aumento de 50% no faturamento com a produção de roupas e acessórios para quadrilhas, em uma demanda que começou a crescer meses antes da abertura oficial da temporada.

A orientação para 2026 é que os empreendedores se antecipem. Entre as recomendações estão a revisão de estoque, a organização da operação, o reforço da presença digital, a ambientação temática e a formação de parcerias entre pequenos negócios para ampliar alcance e vendas. A coincidência entre o calendário junino e o período da Copa do Mundo deste ano também deve exigir mais planejamento de bares, restaurantes, comércios e serviços voltados ao público das festas.

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Economia e Empreender

FMI aponta resiliência da economia brasileira e estima PIB de 2,5% no médio prazo

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O Fundo Monetário Internacional afirmou nesta segunda-feira que a economia brasileira mantém capacidade de resistência diante de choques externos e projetou crescimento de 2,5% no médio prazo. A avaliação foi divulgada após a missão técnica do organismo ao país e ocorre em um cenário de incertezas internacionais, inflação ainda pressionada e juros em trajetória de ajuste.

Na análise do Fundo, o Brasil atravessa o atual ambiente global em posição relativamente favorável por causa do peso das exportações de petróleo e da forte presença de fontes renováveis na matriz elétrica. Esse quadro ajuda a reduzir parte do impacto provocado pela alta dos preços internacionais de energia, embora os riscos para a atividade econômica ainda permaneçam no radar.

O organismo também avaliou que a inflação desacelerou no começo de 2026, mas voltou a sofrer pressão com o encarecimento da energia no mercado externo. Nesse contexto, considerou adequados os cortes de juros adotados recentemente pelo Banco Central, ao mesmo tempo em que defendeu cautela na condução da política monetária até que os índices de preços se aproximem da meta.

Na área fiscal, o FMI voltou a defender medidas para melhorar a trajetória da dívida pública, com reforço de receitas, preservação de ganhos extraordinários e revisão de rigidezes no orçamento. Para a instituição, esse conjunto pode reduzir o custo de financiamento do país e abrir espaço para investimentos em áreas consideradas prioritárias.

O relatório ainda aponta que o avanço de reformas estruturais, a ampliação de acordos comerciais e a agenda de transição ecológica podem elevar a produtividade e dar sustentação a um ciclo de crescimento mais duradouro. A leitura do Fundo é que, apesar das pressões no curto prazo, o país reúne condições para manter estabilidade e ampliar o ritmo de expansão nos próximos anos.

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Tendência