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Política

Aleac promove audiência pública para tratar da LOA 2023

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Na manhã desta quinta-feira (08) a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), promoveu uma audiência pública para debater o Projeto de Lei n° 120/22, de autoria do Poder Executivo, que estima a Receita e fixa a Despesa do Estado para o exercício financeiro de 2023. O orçamento ultrapassa mais de 8 bilhões.

Representantes da Casa Civil, Tribunal de Justiça do Estado (TJ-AC), Ministério Público do Estado (MPE), Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e da Defensoria Pública do Estado (DPE) participaram da discussão que foi comandada pela Comissão de Orçamento e Finanças (COF) do Poder Legislativo.

O PL prevê uma receita de R$ 8.398.777, valor acima do orçamento utilizado neste ano, que foi aprovado no montante de R$ 7,8 bilhões da Lei Orçamentária Anual. O Poder Judiciário do Estado passou de 8% para 9,75%; já o Tribunal de Contas do Estado de 1,9% para 2,3%; o Ministério Público de 4% para 5% e a Defensoria Pública de 0,9% para 1,5%.

Outra proposta da LOA/2023 são as emendas individuais dos deputados estaduais que dobram de valor na próxima legislatura. Assim, aos 24 integrantes da Aleac caberá o montante de R$ 48 milhões. Metade desse valor deve destinar-se para áreas sensíveis como saúde, segurança, educação e infraestrutura. A outra metade pode ser indicada a qualquer setor. Para garantir a contrapartida das emendas, o governo acena com celeridade na liberação de emendas até o fim do ano.

O deputado Chico Viga (PDT) presidente da Comissão de Orçamentos e Finanças da Aleac, que conduziu a reunião, falou sobre a importância do debate, uma vez que a LOA é peça fundamental para as contas públicas.

“O orçamento público é a previsão do orçamento nas despesas em que serão utilizados. Sendo peça fundamental para as contas públicas, definindo prioridades na aplicação dos recursos que o governo arrecada. Todos os anos as mudanças são ajustadas, se adequando às necessidades
e definindo gastos conforme a receita arrecadada pelo Estado”, disse.

Mais informaçãoes acesse – http://www.al.ac.leg.br

Política

Alysson Bestene vistoria Baixada da Sobral após enxurrada e anuncia reforço de ações em Rio Branco

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O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, esteve nesta quarta-feira, 15 de abril de 2026, na Baixada da Sobral e no bairro Plácido de Castro para acompanhar os danos provocados pela chuva forte da noite anterior e alinhar novas frentes de atendimento às famílias afetadas. O temporal, que concentrou mais de 50 milímetros em cerca de três horas, causou alagamentos, enxurradas e prejuízos em pelo menos 12 bairros da capital.

A agenda de Bestene ocorreu nas áreas apontadas como as mais atingidas, onde ruas ficaram cobertas por lama e resíduos arrastados pela água. Durante a vistoria, a prefeitura informou que mobilizou equipes para limpeza urbana, retirada de entulho, desobstrução de bueiros e manutenção de canais e da rede de drenagem. No Plácido de Castro, a gestão divulgou que mais de cinco toneladas de resíduos foram recolhidas após a enxurrada, em uma operação concentrada para liberar vias e reduzir o risco de novos pontos de alagamento.

Além das ações operacionais, a prefeitura afirmou que reforçou o atendimento social com distribuição de alimentos, kits de limpeza e cadastramento das famílias atingidas para mapear necessidades imediatas e dimensionar a resposta emergencial. Segundo a gestão, o trabalho também inclui apoio a moradores que tiveram perdas dentro de casa, com levantamento dos prejuízos e encaminhamentos para assistência.

Ao falar sobre as medidas em preparação, Bestene citou a retomada do programa Recomeço, voltado à reposição de itens essenciais como geladeira e fogão para famílias em situação de vulnerabilidade afetadas por eventos climáticos. O prefeito também mencionou a solicitação de um levantamento para viabilizar um apoio financeiro emergencial, citado como “Auxílio do Bem”, como forma de dar resposta rápida a quem teve danos materiais.

A prefeitura afirmou ainda que a estratégia inclui medidas estruturais para reduzir impactos de chuvas intensas em áreas historicamente vulneráveis, com estudos para obras de drenagem e intervenções em córregos e canais. A expectativa é que os levantamentos técnicos e sociais feitos após a enxurrada orientem o dimensionamento dessas ações e a articulação com outros níveis de governo para executar obras permanentes e ampliar a capacidade de escoamento.

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Política

PL e MDB anunciam articulação por aliança política no Acre

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Dirigentes do PL e do MDB no Acre informaram nesta terça-feira (14), em nota assinada em Rio Branco, que iniciaram conversas para formar uma aliança política entre os dois partidos no Estado. O texto diz que a articulação terá caráter programático e buscará ampliar o debate sobre desenvolvimento econômico e social, com convite a outras forças políticas do mesmo campo. A nota também afirma que, do ponto de vista eleitoral, a aliança pode ajudar na construção de chapas majoritária e proporcionais e que o encaminhamento ainda será submetido às instâncias internas das duas siglas.

NOTA PÚBLICA

Dirigentes do PL e do MDB do Acre reuniram-se e trouxeram à luz a idéia de firmar uma aliança política.

De natureza programática, a aliança – informal pela legislação vigente – terá a subida responsabilidade de patrocinar um debate meticuloso com a sociedade civil e a sociedade política sobre os rumos que levem às trilhas do desenvolvimento econômico e social do Acre.

Torna-se imprescindível, também, convidar outras forças políticas, da aliança geral em que os dois partidos estão inseridos, para comporem a luta pela conquista de tão nobre objetivo.

Do ponto de vista eleitoral, é de se esperar que esta aliança nascente seja capaz de auxiliar na promoção das chapas majoritária e proporcionais da aliança maior.

As duas agremiações submeterão ao escrutínio de suas próprias e adequadas instâncias partidárias esta posição, no sentido de emprestar mais ampla legitimidade ao evento.

Rio Branco, Acre, 14 de abril de 2026

Vagner Sales, Presidente do MDB

Márcio Bittar, Presidente do PL

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Política

Lula chama guerra dos EUA contra o Irã de inconsequente, critica ameaças de Trump e apoia papa Leão XIV

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira, 14 de abril de 2026, em Brasília, que a guerra dos Estados Unidos contra o Irã é “inconsequente” e disse que Donald Trump “não precisava ficar ameaçando o mundo”. Na mesma entrevista, concedida aos veículos Brasil247, Revista Fórum e DCM, Lula também declarou apoio ao papa Leão XIV após a troca de críticas entre o pontífice e o presidente norte-americano nesta semana.

Lula afirmou que Trump tenta sustentar narrativas para agradar à população e vender a ideia de que os Estados Unidos seriam um país “onipotente” e de um povo “superior”. O presidente disse que admira os Estados Unidos como maior economia do mundo e associou esse resultado à capacidade de trabalho da população do país. “Isso não é pelo autoritarismo do presidente. Isso é pela conjuntura econômica, pela importância do país, pelo grau de universidade que eles têm. Então, o Trump não precisava ficar ameaçando o mundo”, disse.

O presidente brasileiro afirmou que as ameaças de Trump “não fazem bem para a democracia” e voltou a classificar o conflito com o Irã como inconsequente. Lula também citou impactos econômicos, sobretudo na alta dos combustíveis, ao comentar as consequências da guerra.

A crise com o Vaticano ganhou força no domingo, 12, quando Trump reagiu a críticas do papa às ações dos Estados Unidos no Irã e na Venezuela. Trump afirmou que Leão XIV é “terrível em política externa” e pediu que o pontífice deixasse de agradar a “esquerda radical”. O papa respondeu que não tem medo do presidente norte-americano e reafirmou a mensagem de paz do Evangelho.

Lula disse que esteve com Leão XIV e que saiu “bem-impressionado” do encontro. Em seguida, declarou solidariedade ao pontífice. “Quero ser solidário a ele, porque está correta a crítica que ele fez ao presidente Trump. Ninguém precisa ter medo de ninguém”, afirmou.

Na mesma entrevista, Lula comentou a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) pelo serviço de imigração e alfândega dos Estados Unidos (ICE), em Orlando, na Flórida, e mencionou a recente parceria entre Brasil e Estados Unidos para combater o tráfico internacional de armas e drogas. Ele disse que Ramagem deve voltar ao Brasil e contestou a versão de que a detenção teria ocorrido por uma infração de trânsito. “A direita aqui no Brasil está dizendo que ele foi preso por uma multazinha, mas não. Ele foi preso, ele já estava condenado a 16 anos nesse país, ele foi um golpista que está condenado. Ele tem que voltar para o Brasil para cumprir a sua pena”, declarou.

A Polícia Federal informou que a prisão ocorreu a partir de cooperação policial internacional com autoridades norte-americanas. Ramagem, ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), havia deixado o Brasil em setembro do ano passado após condenação no Supremo Tribunal Federal a 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa e abolição do Estado Democrático de Direito. Proibido de sair do país, ele cruzou a fronteira com a Guiana e embarcou para os Estados Unidos com passaporte diplomático, que não estava apreendido, e passou a constar na lista de foragidos da Interpol. A expectativa agora é que o caso avance na via diplomática e judicial para viabilizar o retorno do ex-parlamentar e o cumprimento da pena no Brasil.

Fonte e foto: Agência Brasil

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