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Política

Com emendas do Senador Petecão, Prefeito Tião Bocalom faz entrega máquinas e usina asfáltica

“Com a usina nova e máquinas modernas à disposição, Rio Branco está pronta para um futuro”

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O senador Sérgio Petecão, PSD, participou da cerimônia de entrega de maquinários e da inauguração da nova usina de asfalto promovida pela prefeitura municipal de Rio Branco.

Dentre os maquinários oficialmente entregues, 5 retroescavadeiras e 1 rolo compactador liso, que foram adquiridos por meio de verbas viabilizadas pelo próprio senador, totalizando um investimento de R$ 3,5 milhões na capital.

O parlamentar explicou que esses recursos, que somam aproximadamente R$ 18,9 milhões, são parte de um convênio que ele viabilizou em 2020 junto à Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), visando beneficiar a prefeitura da capital acreana.

O prefeito Tião Bocalom destacou a importância dessa atualização, observando que a usina anterior tinha mais de 30 anos de uso e estava ultrapassada. Com a usina nova e máquinas modernas à disposição, Rio Branco está pronta para um futuro de infraestrutura mais robusta e de melhor qualidade.

“Isso daí vai ajudar muito, toda ela moderna, que opera por computador. A gente vai ter qualidade no asfalto e com certeza uma qualidade muito maior de produção. Não tenho dúvida nenhuma que isso vai resultar em nossa cidade muito mais arrumada. Vamos poder tapar os buracos, vamos poder fazer inclusive mais ramais. Isso é cuidar de gente, cuidar da cidade”, concluiu o prefeito.

Até agora foram entregues 28 veículos, faltando 44 para o total de 72 máquinas à disposição dos serviços de infraestrutura da capital. “A determinação do prefeito Tião Bocalom, é trabalharmos para garantir qualidade as ruas, investir na infraestrutura urbana e rural.”, destacou o diretor pesidente da Emurb, Assis Benvindo.

“Até agora foram entregues 28 veículos, faltando 44 para o total de 72 máquinas à disposição dos serviços de infraestrutura da capital”

Os recursos parlamentares são do ex-deputado federal Flaviano Melo, no valor de R$ 840 mil (oitocentos e quarenta mil reais) e do Senador Sérgio Petecão, no valor de R$ 3. 080.000,00 (três milhões e oitenta mil reais).

Política

Mailza oficializa candidatura à reeleição e aposta em força feminina, continuidade e presença nas ruas

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A governadora Mailza Assis oficializou, na noite desta terça-feira, 4 de agosto, sua candidatura à reeleição ao Governo do Acre durante a convenção Avança Acre, realizada no Ginásio do Sesc Bosque, em Rio Branco, diante de militantes, apoiadores e lideranças da Federação União Progressista, MDB, PL, PDT e Democrata.

Ao lado da candidata a vice-governadora, Jéssica Sales, e dos candidatos ao Senado, Gladson Cameli e Márcio Bittar, Mailza transformou a convenção em uma apresentação pública dos pilares que pretende levar para a campanha: continuidade administrativa, protagonismo feminino, presença nos municípios, fortalecimento dos serviços públicos e alinhamento político com a direita.

No Ginásio do Sesc Bosque, a disposição dos quatro candidatos no mesmo palanque construiu a imagem de unidade que a coligação procurou apresentar ao eleitor. Sob o lema de um Acre unido para continuar avançando, Mailza e Jéssica também deram ao ato um caráter histórico ao formarem a primeira chapa composta exclusivamente por mulheres para o comando do Executivo estadual.

A promessa de realizar o melhor governo da história do Acre ocupou o centro do discurso de Mailza e antecipou a medida pela qual ela pretende ser avaliada. “Eu me preparei a minha vida inteira para este momento e posso assegurar que será o melhor governo da história do Acre”, declarou, diante dos apoiadores reunidos na convenção.

A fala reuniu dois elementos que deverão caminhar juntos durante a campanha. O primeiro é a tentativa de apresentar sua trajetória como preparação para governar o estado. O segundo é a defesa da continuidade do projeto iniciado por Gladson Cameli, mas agora sob a liderança de uma governadora que precisa mostrar identidade própria e capacidade para responder diretamente pelas decisões administrativas.

Essa linha ficou mais clara quando Mailza afastou a ideia de uma gestão limitada ao gabinete e prometeu percorrer os municípios ao lado de Jéssica. “Nós estaremos nas ruas, nós estaremos com vocês”, afirmou. A declaração colocou proximidade, escuta e presença territorial dentro da mesma mensagem e indicou que o contato direto com a população será uma das marcas da campanha.

A declaração cumpre uma função política precisa. A coligação procura reunir o eleitorado bolsonarista em torno das candidaturas de Mailza, Jéssica, Gladson e Bittar sem tratar essa aproximação como uma escolha circunstancial. Ao mesmo tempo, tenta combinar a identidade ideológica com a defesa das ações realizadas pelo grupo que governa o Acre.

O discurso de Mailza aproximou a continuidade administrativa da promessa de ampliar os serviços públicos. A candidata destacou saúde, educação, proteção de crianças e mulheres, apoio ao produtor rural e cooperação com as prefeituras. Na saúde, defendeu a descentralização de diagnósticos e exames de maior complexidade para reduzir o deslocamento de pacientes acreanos em busca de atendimento fora do estado.

As metas, os prazos e as fontes de financiamento para essas áreas deverão ser detalhados durante a campanha.

Mailza chegou ao Sesc Bosque acompanhada de Jéssica Sales, Gladson Cameli e Márcio Bittar, numa demonstração da centralidade que os quatro candidatos terão na estratégia eleitoral. A composição procura dividir funções: Mailza representa a continuidade no Governo do Estado, Jéssica amplia a presença no Juruá, Gladson oferece seu legado administrativo e Bittar conecta a chapa ao campo nacional da direita.

A candidatura à reeleição marca uma nova etapa na trajetória de Mailza. Ex-senadora, ex-vice-governadora e ex-secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, ela assumiu o Governo do Acre em abril, após a saída de Gladson Cameli. Agora, precisa transformar a experiência acumulada em uma relação direta com o eleitor e demonstrar que está preparada para conquistar nas urnas um mandato próprio.

A escolha de Jéssica Sales para vice levou à chapa uma liderança ligada a Cruzeiro do Sul e ao Vale do Juruá. Médica e ex-deputada federal por dois mandatos, Jéssica retorna às disputas eleitorais depois de enfrentar um câncer e chega com a responsabilidade de ampliar a presença do grupo fora da capital. Sua candidatura também fortalece o discurso de representatividade feminina e oferece à chapa uma ligação política com uma das regiões mais estratégicas do estado.

Para uma das vagas no Senado, o nome homologado foi o de Gladson Cameli. Depois de mais de sete anos à frente do Governo do Acre, ele entra na campanha como candidato e principal referência administrativa do projeto defendido por Mailza. Gladson rejeitou a ideia de vitória antecipada e afirmou que o resultado dependerá do diálogo com a população, enquanto tenta transformar sua passagem pelo Executivo em apoio para uma nova função no Congresso Nacional.

Na segunda vaga, Márcio Bittar disputará a reeleição apresentando sua atuação no Senado e a ligação com o bolsonarismo como credenciais. O parlamentar deverá concentrar seu discurso em temas nacionais, como mudanças na legislação ambiental, desenvolvimento da Amazônia, segurança pública e decisões do Supremo Tribunal Federal, acrescentando à chapa um componente ideológico mais definido.

A presença conjunta de Gladson e Bittar procura construir um pedido de voto combinado para o Senado. A estratégia é apresentar os dois candidatos como uma dupla capaz de ampliar a representação do Acre em Brasília, atrair recursos federais e oferecer sustentação política a um eventual novo governo de Mailza. O desafio será transformar essa complementaridade em unidade durante uma disputa na qual os dois também precisarão buscar votos individualmente.

Dentro do ginásio, bandeiras, discursos e manifestações de apoio construíram a imagem de força política que o grupo pretendia apresentar. Fora dele, os quatro candidatos entrarão em uma disputa que exigirá mais do que estrutura partidária. Mailza e Jéssica terão de apresentar respostas para os problemas do estado, enquanto Gladson e Bittar precisarão convencer o eleitor de que suas candidaturas ao Senado podem produzir resultados concretos para o Acre.

A convenção mostrou que a coligação pretende iniciar a campanha com funções definidas para cada integrante da chapa majoritária. Mailza aposta na continuidade com liderança própria; Jéssica acrescenta força feminina, superação e presença no Juruá; Gladson coloca seu legado administrativo à disposição do grupo; e Bittar assume a ligação com a direita nacional. A partir do início oficial da campanha, essa composição passará pelo teste das ruas, dos municípios e das urnas.

Foto: Sérgio Vale Segue ele no Instagram @sergiovaleac

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Bocalom leva Adonis a cafezal em Acrelândia e defende fortalecimento do setor produtivo

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O ex-prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao Governo do Acre, Tião Bocalom, levou o pré-candidato a vice-governador Sargento Adonis a propriedades produtoras de café em Acrelândia, na segunda-feira, 3 de agosto. A visita teve como objetivo apresentar ao policial militar a produção desenvolvida no município e reforçar a proposta de geração de emprego e renda por meio da agricultura. Adonis Souza foi escolhido por Bocalom para compor a chapa na disputa estadual de 2026.

Bocalom passou com Adonis pela propriedade de um irmão e depois seguiu para a própria lavoura. Durante o percurso, afirmou que o pré-candidato a vice ainda não conhecia pessoalmente o trabalho realizado na produção de café.

“Eu fiz questão de convidá-lo para primeiro vir conhecer Acrelândia. A gente já rodou por Acrelândia, mostrei para ele a cidade que eu planejei, que eu ajudei a desenvolver, e falei: agora nós vamos ver café”, declarou Bocalom.

A visita faz parte da apresentação das propostas que Bocalom pretende defender na pré-campanha ao Governo do Acre. O ex-prefeito voltou a usar o lema “produzir para empregar”, adotado por ele para defender investimentos públicos e privados em atividades capazes de gerar trabalho e movimentar a economia estadual.

“Agora ele veio presencialmente conhecer Acrelândia e conhecer o trabalho que eu estou fazendo aqui no setor produtivo, que é a produção de café”, afirmou.

Adonis apoiou a defesa da agricultura como uma das bases para o desenvolvimento econômico do Acre. “A terra é vida. Eu estou aqui sentindo o cheiro suave do perfume exalado destas plantas de café. Realmente, o Acre tem um potencial extraordinário de potencializar a sua economia através do fortalecimento do setor produtivo”, disse.

O pré-candidato a vice também repetiu o principal lema político de Bocalom. “Parabéns, Bocalom. Você sempre estava certo: produzir para empregar”, declarou.

Sargento Adonis é policial militar da ativa e natural de Cruzeiro do Sul. A escolha do nome dele para a vaga de vice amplia a presença da chapa no Vale do Juruá, onde Adonis já disputou a Prefeitura de Cruzeiro do Sul nas eleições de 2020.

Ao comentar os próximos compromissos do aliado, Bocalom afirmou que Adonis seguirá para o Juruá depois de conhecer a produção de café em Acrelândia. “Ele vai agora cuidar da campanha lá para a região do Juruá, se Deus quiser, com conhecimento de causa”, disse.

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Bocalom culpa “problema de gestão” por crises no Acre e promete cortar desperdícios

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O candidato ao governo do Acre Tião Bocalom (PSDB) afirmou, durante sabatina realizada pelo ContilNet Notícias na noite de segunda-feira (3), na Expoacre 2026, em Rio Branco, que a falta de eficiência na administração pública está na origem dos principais problemas enfrentados pelo Estado. Ele prometeu iniciar um eventual mandato com revisão de despesas e corte de desperdícios.

Questionado sobre o maior desafio do Acre, Bocalom citou dificuldades na saúde, na infraestrutura e no acesso aos municípios isolados. Para o candidato, porém, esses problemas estão ligados à maneira como os recursos públicos são administrados há décadas.

“Eu não tenho dúvida nenhuma que tem muitos problemas, mas o problema sério que nós temos hoje no Estado não é de hoje não, já vem de uns 40 anos, é o famoso problema de gestão”, afirmou.

Bocalom disse que a primeira medida de um eventual governo seria promover um “choque de gestão”. A proposta, segundo ele, começaria pela identificação de despesas que poderiam ser reduzidas e pelo controle da aplicação do dinheiro público.

“A primeira coisa é dar um choque de gestão. Primeiro de tudo tem que cortar as torneiras de que vazam recurso para tudo quanto é lado, e a gente precisa cortar isso daí”, declarou.

O candidato defendeu que o Estado possui recursos para ampliar os serviços oferecidos à população, desde que o orçamento seja administrado com controle e responsabilidade. Durante a entrevista, ele voltou a usar uma frase recorrente em seus discursos políticos para resumir essa posição: “Se não roubar, o dinheiro dá.”

Ao defender que tem condições de aplicar esse modelo no governo estadual, Bocalom citou as administrações que comandou em Acrelândia e Rio Branco. O candidato apresentou a experiência nas duas prefeituras como a principal credencial de sua campanha.

“Volto a insistir: eu tenho experiência com a Acrelândia, com Rio Branco. Eu provei que eu sei gerir a coisa pública, eu provei que o dinheiro na minha mão rende, e é isso que eu quero fazer assumindo o governo do Estado”, disse.

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