A produção da 1° Mostra Norte Delas de Cinema divulgou a lista dos filmes selecionados e de suas respectivas diretoras. As cineastas Rose Farias e Lorena Ortiz assinam a curadoria do evento que vai exibir 24 produções de realizadoras dos sete estados da região Norte do país, dentre 47 inscritos.
Emergindo como um tributo à luta feminista e à cultura das mulheres da região Norte brasileira, a mostra será promovida entre os dias 1 e 5 de abril, no Cine Teatro Recreio, em Rio Branco, no Acre.
Com programação gratuita, a ser conferida nas redes sociais da @mostranortedelasdecinema e @seivacolab, a iniciativa pretende fomentar, disseminar, evidenciar e valorizar a cultura das mulheridades que permeia corpos, mentes, potências, histórias, trajetórias, afetos e amazônias criativas.
A I Mostra Norte Delas de Cinema é um projeto aprovado em edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), por intermédio da Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil (FGB). A produção é assinada pela Palmácea Filmes – produtora de cinema e arte que integra a Seiva Colab Amazônica. A Seiva Colab Amazônica – coletivo de mulheres produtoras que visa difundir conteúdos, debates e estéticas do audiovisual no Acre e região Amazônica – responde pela coprodução do evento.
Veja a lista dos filmes e diretoras:
Curtas-metragens:
As Revoltosas, direção Cristiane Martins
Ficção/Colorido/HD/ 6´48”/PA
Vida A Flux, direção Adrianna Oliveira
Ficção/Colorido/ super-8mm, 6´28”/ PA
Solitude, direção Tami Martins e Co-direção de Aron Miranda
Ficção animação/Colorido & PB/13’32”/AP
Bebé Isadora, direção Isadora Lis
Ficção/Colorido/3´12”/PA
Bárbara, direção Joyce Cursino
Ficção/Colorido/18´47”/PA
Cabana, direção Adriana De Faria
Ficção/Colorido/13´39”/PA
A memória que ficou, direção Kaline Leigue
Documentário/Colorido/ 6´21”/RO
Velande, direção Letícia Mamed
Documentário/Colorido/ 21’17”/AC
Alexandrina – Um relâmpago, direção Keila Sankofa
Ficção/Colorido/11´31”/PA
Mercado de Histórias, direção Alcinethe Damasceno
Documentário/Colorido/ 19’50”/AC
Ventre afluente, direção Laryssa Gaynett
Documentário/Colorido/ 13’01”/AM
Vou rezando e vou cantando, direção Katiúscia Miranda
Documentário/Colorido/ 11´15”/AC
Cabeça de cabaça, direção Keila Sankofa
Vide Arte/Colorido/ 6″/PA
Osmarina, direção Juliana Machado
Documentário/Colorido/ 18’38’’/AC
Veriana, direção Juliana Machado
Documentário/Colorido/ 25’00’’/AC
O Nome, direção Rose Farias
Documentário/Colorido/ 20’00’’/AC
Maués: A Garça, direção Isabele Amsterdam
Documentário/Colorido/ 27’00’’/AC
Sementes, direção Isabele Amsterdam
Animação/Colorido/ 7’00’’/AC
*Médias-metragens:*
Rami Rami Kirani, direção Mawapãi Huni Kuin e Luciana Huni Kuin
Documentário/Colorido/ 33’16″/AC
*Longas-metragens:*
Peregrina, direção Juliana Machado
Documentário/Colorido/ 79’/AC
O Barulho da Noite, direção Eva Pereira
Ficção/Colorido/HD/ 97’23”/TO
Aqui em La Frontera, direção Marcela Ulhoa
Documentário/Colorido/1:25’48″/RR
Não Haverá Mais História Sem Nós, direção Priscilla Brasil
Documentário/Colorido/ 75’47”/PA
Enquanto o Céu Não Me Espera, direção Christiane Garcia
O 18º Circuito Junino de Rio Branco entra na reta final neste sábado, 20 de junho, com três apresentações no Quadrilhódromo, a partir das 19h30. A penúltima noite da segunda etapa reúne as quadrilhas Bagaceiros do São João, C.L na Roça e Escova Elétrica, em uma rodada que pode pesar na classificação do campeonato deste ano.
A programação leva à arena três grupos tradicionais do movimento junino acreano, em uma disputa marcada por coreografias, figurinos e encenações que mobilizam torcidas, familiares e admiradores da cultura popular. A rodada deste sábado ocorre dentro da segunda etapa da competição, que movimenta o calendário cultural da capital.
Além da disputa entre as quadrilhas, o circuito também aquece a economia criativa e reforça uma tradição que atravessa gerações em Rio Branco. O evento reúne público no Quadrilhódromo e mantém a festa junina como um dos principais encontros culturais do período na cidade.
A segunda etapa começou na sexta-feira e segue até domingo, quando outras quadrilhas encerram a rodada decisiva da temporada.
A aproximação entre a Lua crescente e Vênus chamou a atenção de observadores na noite de quarta-feira, 17 de junho de 2026, em várias regiões do Brasil e de outros países das Américas. Logo após o pôr do sol, os dois astros apareceram muito próximos no horizonte oeste. Em parte da faixa de visibilidade, o encontro foi além da conjunção aparente e virou uma ocultação lunar, quando a Lua passou na frente de Vênus por alguns minutos.
A conjunção acontece quando dois corpos celestes parecem estar lado a lado no céu vistos da Terra, embora estejam separados por grandes distâncias no espaço. No caso desta quarta, o fenômeno ficou ainda mais marcante porque Vênus surgiu como um ponto muito brilhante ao lado do fino arco iluminado da Lua. Em áreas fora da faixa exata da ocultação, o público ainda conseguiu acompanhar a aproximação visual pouco depois do entardecer.
A cena também destacou a luz cinérea, brilho suave que deixa visível a parte escura da Lua. Esse efeito acontece quando a luz do Sol reflete na Terra e retorna para iluminar discretamente a superfície lunar que não recebe luz solar direta. O contraste entre a Lua crescente, a luz cinérea e o brilho intenso de Vênus ajudou a transformar o encontro em um dos registros mais vistosos do céu de junho.
Vênus, muitas vezes chamado de estrela-d’alva ou estrela vespertina, é na verdade um planeta e costuma se destacar por ser um dos objetos mais luminosos vistos da Terra. O fenômeno desta semana fez parte de uma sequência de alinhamentos observáveis neste mês, com a Lua passando também nas proximidades de Júpiter e Mercúrio.
Para observar formações desse tipo, a recomendação é procurar locais com horizonte oeste livre e pouca interferência de luz artificial logo após o pôr do sol. Em caso de uso de binóculos, câmeras com zoom ou telescópios, o cuidado principal é não apontar os equipamentos para regiões próximas ao Sol antes do anoitecer, por risco de lesão grave à visão.
Alunos da Escola de Música do Acre participam, de quarta-feira (17) a segunda-feira (22), dos Recitais Abertos, na sede da instituição, em Rio Branco, a partir das 10h. A programação reúne estudantes em formação musical e permite que familiares e a comunidade acompanhem o aprendizado desenvolvido nas aulas.
A atividade é realizada pela Secretaria de Estado de Educação e Cultura, por meio da Emac, e integra a rotina pedagógica dos alunos. As apresentações funcionam como parte do processo de formação, com a prática de tocar diante do público e de lidar com a plateia.
O coordenador da Emac, Adson Barbosa, afirma que a experiência ajuda os estudantes a desenvolverem segurança na execução musical. “A apresentação ao público cria nos alunos um hábito, que é performar em frente às pessoas. É uma prática importante, porque faz parte da formação do músico estar em contato com a plateia”, disse.
Entre os participantes está Ricardo Asafe, aluno do curso de piano. Para ele, o estudo da música contribui para o desempenho em outras áreas. “No teclado, os movimentos para tocar desenvolvem a coordenação motora e o nosso raciocínio. Tanto o teclado, que eu toco, quanto os outros instrumentos são importantes, porque, assim como as matérias do colégio, precisamos ter foco e disciplina para aprender”, afirmou.
A Escola de Música do Acre atende estudantes da rede pública de ensino dos níveis fundamental e médio. A instituição também oferece musicalização infantil e aulas voltadas à comunidade no período da noite.