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Educação

Fies 2026 divulga pré-seleção da chamada única nesta quinta-feira

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O Ministério da Educação (MEC) divulga nesta quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026, o resultado da pré-seleção da chamada única do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre, com consulta disponível no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na aba do Fies.

O Fies é um programa federal, gerido pelo MEC, voltado ao financiamento de cursos de graduação em instituições privadas de ensino superior para estudantes de baixa renda, usando como base de classificação as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Neste processo seletivo, cada candidato pode ser pré-selecionado em apenas uma das opções informadas na inscrição, considerando curso, turno e local de oferta de vaga na instituição escolhida, e a classificação ocorre pela ordem decrescente das notas, por tipo de vaga.

Depois da divulgação do resultado, os estudantes pré-selecionados precisam acessar o site do FiesSeleção com a senha da plataforma Gov.br para complementar a inscrição. O período para essa etapa começa na sexta-feira, 20 de fevereiro, e vai até 23h59 de 24 de fevereiro, no horário de Brasília. É nessa fase que o candidato confirma dados e dá sequência aos procedimentos exigidos para a contratação do financiamento.

O edital também prevê as regras do Fies Social, modalidade que reserva 50% das vagas a estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo — valor indicado no documento como R$ 810,50 em 2026 — e com inscrição ativa no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico). Para quem for pré-selecionado nessa faixa, o sistema permite solicitar financiamento integral, com cobertura de até 100% dos encargos educacionais cobrados pela faculdade privada, conforme a regra descrita no texto. A verificação das informações passa pela Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição: se houver divergência na renda familiar declarada, a comissão pode exigir documentação complementar para comprovação.

Em números, o MEC informa que o Fies oferece, no primeiro semestre de 2026, 67.301 vagas distribuídas em 1.421 universidades, faculdades e centros universitários privados, com oportunidades em 19.834 cursos e turnos. Para o ano de 2026, a oferta total prevista é de 112.168 vagas; as demais, além das que eventualmente não forem ocupadas agora, ficam para a edição do segundo semestre. O documento registra ainda a reserva de vagas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, em proporção à população de cada grupo em cada estado, conforme o censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para quem não aparecer na lista desta quinta-feira, o processo segue com lista de espera automática: os candidatos não pré-selecionados na chamada única passam a disputar vagas remanescentes conforme a ordem de classificação, e precisam acompanhar no próprio FiesSeleção eventuais convocações. O período de pré-seleção pela lista de espera está previsto para ocorrer de 26 de fevereiro a 10 de abril. O texto também lembra que o Fies tem dois processos seletivos regulares por ano, um por semestre letivo, além de seleções para vagas remanescentes após as etapas regulares, com o objetivo de preencher vagas não ocupadas.

Fonte: Agência Brasil

Educação

Enem 2026 abre prazo para pedir isenção da taxa e justificar ausência na edição passada

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Começou nesta segunda-feira (13) o período para solicitar a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 e para enviar a justificativa de ausência de quem faltou ao Enem 2025 e quer voltar a fazer a prova gratuitamente. O prazo vai até 24 de abril e o pedido deve ser feito na Página do Participante, com login Gov.br.

A gratuidade pode ser solicitada por estudantes matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública em 2026, por alunos de toda a etapa em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada com renda de até um salário-mínimo e meio, por pessoas de baixa renda com inscrição ativa e regular no Cadastro Único (CadÚnico) e por beneficiários do programa Pé-de-Meia. Mesmo quem se encaixa nesses perfis precisa pedir a dispensa do pagamento, porque a isenção não é automática.

Para quem teve isenção no Enem 2025 e não compareceu aos dois dias de prova, a justificativa da ausência também deve ser enviada pela Página do Participante no mesmo período, de 13 a 24 de abril. O Inep não aceita documentos autodeclaratórios nem emitidos por pais ou responsáveis, e exige arquivos legíveis nos formatos PDF, PNG ou JPG, com até 2 MB, seguindo as regras do edital.

O resultado dos pedidos de isenção sai em 8 de maio. Quem tiver a solicitação negada poderá apresentar recurso administrativo de 11 a 15 de maio, com resultado final previsto para 22 de maio. O Inep também reforça que a aprovação da isenção não equivale à inscrição no exame: o calendário de inscrições do Enem 2026 ainda será divulgado pelo Ministério da Educação.

O Enem é a principal porta de entrada para o ensino superior no país, com uso das notas em programas como Sisu, Prouni e Fies, além de seleção em universidades portuguesas conveniadas. Com o início do prazo de isenção e de justificativa, o Inep antecipa uma etapa que pode definir a participação de candidatos de baixa renda e estudantes da rede pública, enquanto o cronograma completo do exame segue pendente de anúncio oficial.

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Educação

Censo 2024: cotistas têm maior taxa de conclusão nas federais e chegam a 49% de formados

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Estudantes que entraram por reserva de vagas em universidades federais e em instituições da rede federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica concluíram a graduação em proporção maior do que os demais alunos, segundo o Censo da Educação Superior 2024, do Inep: 49% entre cotistas, contra 42% entre não cotistas.

Entre 2013 e 2024, mais de 1,4 milhão de pessoas ingressaram em instituições federais por meio de políticas de reserva de vagas; só em 2024, foram 133.078 estudantes. A maior parte das matrículas ocorreu em universidades, com 110.196 alunos cotistas, enquanto 22.587 foram registrados em instituições da rede federal.

O levantamento também reúne os números de entrada por mecanismos de seleção e financiamento: desde a adoção desses instrumentos, cerca de 2 milhões de cotistas ingressaram em cursos de graduação por meio do Sisu, do Prouni e do Fies. Pelo Sisu, mais de 790,1 mil estudantes entraram em universidades públicas via Lei de Cotas, e de 2023 a 2026 o total chegou a 307.545.

No Prouni, desde 2005, mais de 1,1 milhão de autodeclarados pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência foram beneficiados. Em 2024, o Fies passou a ofertar vagas para cotistas e garantiu o ingresso de 29,6 mil estudantes autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.

A Lei de Cotas, aplicada obrigatoriamente nas instituições federais, teve atualização em 2023 com a criação de cota específica para quilombolas e mudanças no recorte de renda, com redução do limite de 1,5 para um salário mínimo per capita nas modalidades que exigem comprovação econômica. A regra de origem escolar foi mantida, com exigência de que os três anos do ensino médio tenham sido cursados em escola pública, e passou a incluir escolas comunitárias do campo conveniadas com o poder público.

Os dados devem orientar as próximas decisões sobre acesso e permanência no ensino superior, com impacto direto no desenho de vagas e critérios de seleção em programas federais e nas próprias instituições, que concentram a maior parte das matrículas de cotistas.

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Educação

Projeto Consciência Digital leva orientação sobre internet segura a escolas públicas do Acre

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O Tribunal de Justiça do Acre apresentou nesta quinta-feira, 10 de abril de 2026, o Projeto Consciência Digital, iniciativa que pretende orientar estudantes da rede pública sobre uso seguro e responsável de tecnologias e reforçar a prevenção a riscos no ambiente virtual no Estado.

A proposta foi conduzida pelo juiz auxiliar da Presidência, Giordane Dourado, idealizador do projeto, e discutida em reunião de alinhamento com a vice-presidente do TJAC e coordenadora da Infância e Juventude, desembargadora Regina Ferrari, além de magistrados e equipe técnica.

O plano prevê ações em escolas de ensino fundamental e médio com foco em plataformas digitais, redes sociais, jogos on-line, inteligência artificial e outras aplicações, com o objetivo de estimular cidadania digital e ampliar a proteção de crianças e adolescentes diante de situações como exposição precoce, abordagens indevidas e circulação de conteúdos nocivos.

Durante a apresentação, Giordane Dourado afirmou que a proposta vai além do ensino de ferramentas e mira a formação para escolhas seguras e conduta ética no meio digital. “Não se trata apenas de orientar sobre o uso das ferramentas, mas de formar cidadãos conscientes, capazes de reconhecer riscos, fazer escolhas seguras e utilizar a tecnologia de forma ética e responsável”, disse.

Regina Ferrari classificou o projeto como resposta preventiva ao cotidiano de crianças e adolescentes conectados e defendeu a presença do tema no ambiente escolar. “É uma iniciativa necessária e urgente. Precisamos atuar de forma preventiva, levando informação e conscientização para dentro das escolas, garantindo que nossos jovens estejam mais protegidos e preparados para esse ambiente que faz parte do cotidiano deles”, afirmou.

Também participaram do encontro as juízas e os juízes Zenice Mota Cardozo, Bruno Perrotta de Menezes, Anastácio Lima de Menezes Filho e Louise Kristina Lopes de Oliveira Santana, além da assessora da Coinj, Andressa Costa.

A expectativa do TJAC é que, após o alinhamento inicial, o Consciência Digital avance para as etapas de implementação, com atuação integrada entre Judiciário e instituições de ensino, ampliando a rede de proteção e incorporando a cidadania digital às rotinas escolares.

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