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Política

Prefeito Zequinha acompanha de perto subida do rio Juruá: “Estamos de prontidão”

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O rio Juruá ultrapassou a cota de transbordamento de 13 metros. Na manhã desta quarta, 12, o rio alcançou o nível de 13,20 mts na medição da Defesa Civil municipal em frente à cidade de Cruzeiro do Sul.

Desde o início da semana, a prefeitura vem realizando reuniões para tornar o trabalho de remoção, caso seja necessário, o mais ágil possível.

As duas alagações históricas consecutivas ocorridas em anos de pandemia, levou a prefeitura de Cruzeiro do Sul a aperfeiçoar as ações, sobretudo mediante o planejamento antecipado. Um Plano de Contingência aprovado desde antes do início do inverno amazônico (período chuvoso de outubro a maio), pactua as ações entre as diversas secretarias municipais, incluindo principalmente a saúde e a assistência social, e o Corpo de Bombeiros. O objetivo é promover uma remoção rápida das famílias, e a realocação em abrigos.

Na manhã desta quarta, o prefeito Zequinha Lima e o Comandante do Corpo de Bombeiros Josadac Ibernon, estiveram juntos no monitoramento da situação do pontos mais críticos da margem do Juruá.

“Estamos monitorando o rio e as residências bem de perto. Até o momento a situação está tranquila, mas é possível que até o final da tarde isso mude. Estamos preparados para a remoção das famílias. Os locais de abrigo já estão preparados, a saúde já está mobilizada. Caso até o final da tarde houver necessidade de retirar as famílias, lá estaremos, e se alguma família estiver precisando e que não tiver sido identificada ainda, é só entrar em contato com a Defesa Civil que nós iremos fazer o transporte em segurança para um abrigo”, disse o prefeito Zequinha Lima.

Na manhã desta quarta, algumas residências amanheceram com a água se aproximando do assoalho das casas e outras já debaixo do assoalho.

A projeção da Defesa Civil é de que o rio possa subir mais de 20 cmts até o final da tarde, o que torna necessário a remoção de algumas famílias de moradores ribeirinhos.
Os locais de abrigo, bem como as equipes da Defesa Civil Municipal para transporte, e as equipes de saúde para acompanhar as famílias estão todas de prontidão, seguindo o planejamento estabelecido pelo Plano de Contingência aprovado desde o início do período das chuvas.
“Há uma tendencia de subida no rio Juruá, por isso estamos trabalhando na preparação com a Defesa Civil, tudo está preparado, material e pessoal, para dar a melhor resposta caso o rio venha a subir em Cruzeiro do Sul”, disse o comandante do batalhão do Corpo de Bombeiros em Cruzeiro do Sul Tenente Josadac Ibernon.

A previsão meteorológica é de maior estabilidade nas chuvas e, portanto, do rio, durante o mês de abril. No entanto, a Serra do Divisor, fronteira com o Peru, que é onde estão as nascentes dos rios da bacia do Juruá, oferece algum grau de imprevisibilidade no regime de chuvas, e portanto, dos rios da região.

Política

Bocalom é homenageado como 1º prefeito de Acrelândia e apoia projeto para preservar a história local

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, participou nesta segunda e terça-feira (28) das comemorações pelos 34 anos de Acrelândia, onde foi homenageado como o primeiro prefeito do município. A agenda incluiu programação de aniversário e uma sessão na Câmara Municipal, com reconhecimento a ex-prefeitos que integraram os primeiros ciclos administrativos da cidade.

Durante a solenidade, Bocalom retomou a narrativa de colonização e formação do município e afirmou que a origem de Acrelândia “é marcada por desafios” e que a cidade “é fruto de muita luta e do trabalho de famílias que vieram de longe para construir um novo futuro na Amazônia”. Ele também associou a homenagem à própria trajetória política no município: “Tenho a honra de ter sido o primeiro prefeito de Acrelândia e de ter retornado por mais dois mandatos”.

Bocalom disse que acompanhou o encaminhamento de um projeto de lei voltado a valorizar, preservar e manter viva a história local, por meio da homenagem a ex-prefeitos. “Receber essa homenagem foi algo profundamente significativo para mim”, afirmou, ao mencionar que a programação do aniversário buscou reunir memória institucional e celebração da data.

A agenda também passou pelo Centro da Juventude, onde ele afirmou que Acrelândia tem “um lugar especial” em sua vida e história.

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Política

Amazônia no centro do mundo: como a Apex sob Jorge Viana reposicionou a região nos mercados globais

Com foco em bioeconomia, exportações sustentáveis e abertura de mercados, a ApexBrasil fortaleceu a presença internacional da Amazônia e impulsionou cadeias produtivas estratégicas durante o governo Lula

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A gestão de Jorge Viana à frente da ApexBrasil marcou um reposicionamento estratégico do Brasil no comércio internacional, com um eixo claro: recolocar a Amazônia como ativo econômico global, associado à sustentabilidade, à inovação e à geração de renda.

Após um período de retração da presença brasileira no exterior, o início do atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva foi caracterizado por uma política ativa de reconstrução das relações comerciais e diplomáticas. Nesse contexto, a Apex atuou como braço operacional dessa retomada, ampliando mercados, promovendo produtos e atraindo investimentos, consolidando um novo patamar de inserção global.

No caso específico da Amazônia, a estratégia foi ainda mais direcionada, e aqui entra um diferencial decisivo: a trajetória política de Jorge Viana. Ex-governador do Acre por dois mandatos e ex-senador também por dois mandatos, Viana acumulou uma experiência concreta de gestão pública na região amazônica, lidando diretamente com os desafios de desenvolvimento sustentável, infraestrutura, produção e integração econômica. Essa vivência não apenas lhe deu conhecimento técnico sobre a região, mas sobretudo uma compreensão estratégica da Amazônia como fronteira de oportunidades no comércio internacional.

Foi essa leitura, de quem conhece a Amazônia por dentro, que orientou sua atuação na Apex. Sob sua liderança, a região deixou de ser tratada apenas como pauta ambiental e passou a ocupar espaço como vetor econômico relevante, com potencial de inserção competitiva em mercados exigentes e de alto valor agregado.

Um dos principais instrumentos dessa política foi o programa Exporta Mais Amazônia, concebido para conectar empresas da região Norte a compradores internacionais e diversificar a pauta exportadora. A iniciativa gerou dezenas de milhões de reais em negócios e, mais importante, estruturou uma nova lógica: inserir produtos da sociobiodiversidade amazônica, como alimentos, óleos, cosméticos naturais e insumos florestais, em cadeias globais.

Esse movimento reflete uma mudança de paradigma. A Amazônia passa a ser vista não apenas como território a preservar, mas como uma economia viva, capaz de gerar emprego, renda e inovação a partir do uso sustentável de seus recursos.

Outro avanço relevante foi a atuação integrada para superar gargalos logísticos e sanitários na região. A articulação da Apex com outros órgãos federais contribuiu para ampliar exportações agropecuárias, melhorar certificações e abrir novos mercados, especialmente na Ásia. Nesse contexto, estados como o Acre ganham posição estratégica como corredores de exportação voltados ao Pacífico.

A promoção internacional da agenda amazônica também ganhou força. A Apex passou a utilizar grandes eventos globais e agendas multilaterais para projetar a imagem da região como polo de bioeconomia, atraindo investidores e ampliando o interesse internacional por cadeias produtivas sustentáveis.

Internamente, os resultados também são expressivos, com milhares de empresas atendidas, forte participação de pequenos negócios e ampliação significativa na atração de investimentos estrangeiros. Esse conjunto de ações consolida uma política de internacionalização que combina crescimento econômico com responsabilidade ambiental.

Sob a liderança de Jorge Viana, a Apex conseguiu traduzir experiência política e conhecimento regional em estratégia global. Sua vivência como governador e senador da Amazônia não foi apenas um dado biográfico, foi um ativo decisivo para reposicionar a região no mapa do comércio internacional.

O resultado é uma mudança concreta de narrativa e de posicionamento. A Amazônia deixa de ser vista como problema e passa a ser reconhecida como solução — um ativo estratégico capaz de conectar o Brasil às grandes demandas do século XXI: economia verde, segurança alimentar e inovação baseada na biodiversidade.

Mais do que uma política de comércio exterior, trata-se de uma política de desenvolvimento regional com impacto global.

Foto: Sérgio Vale

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Política

Lula repudia ataque a tiros em evento com Donald Trump em Washington

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudiou neste domingo, 26 de abril de 2026, o ataque a tiros ocorrido na noite de sábado (25) durante um jantar do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com correspondentes que cobrem a Casa Branca, em Washington, e manifestou solidariedade a Trump, à primeira-dama Melania Trump e aos participantes do evento.

Em nota divulgada nas redes sociais, Lula afirmou que o Brasil “repudia veementemente” o ataque e disse que “a violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”.

De acordo com o relato do episódio, tiros foram ouvidos nas imediações do local do jantar e Trump e Melania foram retirados rapidamente pelo Serviço Secreto norte-americano. Um suspeito foi preso, e a identidade não havia sido divulgada.

As informações iniciais apontaram que o suspeito atirou em um agente do Serviço Secreto, que não se feriu por estar com colete à prova de balas. Também houve relatos de explosões na área próxima ao hotel. O jantar tinha a presença do vice-presidente J.D. Vance e do secretário de Estado Marco Rubio, que também foram retirados e estavam em segurança.

Após o ataque, Trump falou com jornalistas na Casa Branca e disse que o autor dos disparos seria um “lobo solitário”, enquanto o Serviço Secreto não apresentou detalhes adicionais sobre o suspeito.

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