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Política

Prefeito Zequinha Lima visita início das obras no Conjunto Vale dos Buritis em Cruzeiro do Sul

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Cruzeiro do Sul, Acre – O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (PP), esteve presente na manhã desta terça-feira (20) para acompanhar o início das obras realizadas pela equipe da Secretaria de Obras no Conjunto Vale dos Buritis, localizado no bairro Nossa Senhora das Graças.

Zequinha Lima ressaltou a importância de aproveitar a chegada do verão para iniciar os trabalhos em diversos pontos da cidade. Ele destacou que a rua visitada pelos moradores do Conjunto Vale dos Buritis esperava por melhorias há mais de 20 anos.

“Com o verão chegando, chega também a expectativa de melhorar muitas ruas. Essa é uma rua que os moradores esperavam há mais de 20 anos por melhorias! Estamos deixando tudo pronto com drenagem e terraplanagem para receber, em breve, o asfalto”, declarou o prefeito.

A visita do prefeito ao local das obras demonstra o compromisso da gestão municipal em proporcionar melhorias significativas para a comunidade. Zequinha Lima enfatizou a importância de investir em infraestrutura, garantindo o acesso adequado e a mobilidade urbana para os moradores.

O Conjunto Vale dos Buritis é apenas um dos locais que receberá atenção especial da Prefeitura de Cruzeiro do Sul durante esta temporada de obras. Com a chegada do verão, é possível esperar por melhorias em várias ruas e bairros da cidade, visando proporcionar uma melhor qualidade de vida para a população.

O prefeito Zequinha Lima segue empenhado em seu compromisso de promover o desenvolvimento e o bem-estar dos cidadãos de Cruzeiro do Sul, investindo em infraestrutura e trabalhando incansavelmente para atender as demandas da comunidade. A visita ao Conjunto Vale dos Buritis é mais um passo nessa trajetória, evidenciando o empenho da gestão municipal em transformar a realidade da cidade.

Foto Cedida: Assessoria PMCZS

Política

Ato em Rio Branco reúne entidades contra PDL 3/2025 e fim da escala 6×1

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Movimentos sociais, organizações feministas e representantes da Universidade Federal do Acre se reuniram na manhã deste sábado, 27 de junho, em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro da capital acreana, em um ato unificado contra o PDL 3/2025 e em defesa do fim da escala 6×1. Com o nome “Nenhuma a Menos | Tempo é Vida”, a mobilização levou para a praça duas discussões que atravessam a vida cotidiana de mulheres, crianças, adolescentes e trabalhadores: a proteção institucional às vítimas de violência sexual e o tempo disponível para descanso, cuidado, convivência familiar e participação social.

A manifestação foi convocada inicialmente pelo Levante Feminista Acre, pelo Instituto Mulheres da Amazônia e pela Associação dos Docentes da Universidade Federal do Acre. Ao longo da articulação, outras organizações aderiram ao ato, que ocupou um dos pontos mais simbólicos do poder estadual, em frente ao Palácio Rio Branco. A escolha do local deu peso político à cobrança. No centro da cidade, as falas públicas ligaram a pauta nacional à realidade das famílias acreanas, onde a sobrecarga do trabalho remunerado e do trabalho doméstico recai, com mais frequência, sobre as mulheres.

O PDL 3/2025 susta os efeitos da Resolução 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, o Conanda. A resolução tratava de diretrizes para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, incluindo procedimentos de escuta especializada, notificação, atendimento sigiloso e proteção contra revitimização em serviços de saúde, assistência social e justiça. O Senado aprovou a sustação no dia 2 de junho de 2026, depois de a proposta ter passado pela Câmara dos Deputados, e o texto seguiu para promulgação.  

Para as entidades presentes no ato, a derrubada da resolução reduz a força de uma política pública construída para orientar o atendimento de meninas e meninos em situação de violência. A crítica não se limita ao debate sobre aborto legal, embora esse ponto esteja no centro da disputa nacional. A preocupação das organizações envolve também o caminho percorrido por uma criança ou adolescente depois da denúncia: quem acolhe, quem ouve, quem registra, quem encaminha, quem protege e como impedir que a vítima precise repetir a violência sofrida diante de várias instituições.

A segunda pauta do protesto, o fim da escala 6×1, entrou na mobilização como parte da mesma leitura sobre cuidado e tempo de vida. A proposta em debate no Congresso reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e prevê dois dias de descanso remunerado por semana. A Câmara aprovou a PEC em dois turnos no dia 27 de maio de 2026, e o texto chegou ao Senado no dia seguinte. Pela versão aprovada, a transição ocorreria em 14 meses, sem redução salarial, mas a tramitação no Senado passou a depender da definição de rito e envio às comissões.  

Na avaliação das organizadoras, a escala de seis dias de trabalho por um de descanso pesa de forma desigual sobre as mulheres porque se soma à rotina de cuidado com filhos, idosos, casa e deslocamentos. A crítica aparece em um ponto concreto da vida de trabalhadoras do comércio, dos serviços, da limpeza, da alimentação e de outras áreas em que a folga única da semana muitas vezes é consumida por tarefas que ficaram acumuladas. O ato tratou o tempo livre não como privilégio, mas como condição mínima para saúde, participação familiar e presença na vida pública.

Durante a mobilização, Jade resumiu o sentido político do encontro ao defender a união de diferentes setores em torno das duas pautas. “O ato foi um momento de chamar várias áreas da esquerda para falar sobre esses dois temas que são fundamentais para todos nós!”, afirmou.

A presença de entidades feministas, docentes e movimentos sociais mostrou que as duas pautas, embora tramitem por caminhos diferentes em Brasília, foram lidas em Rio Branco como parte de uma mesma disputa sobre direitos. De um lado, a rede de proteção a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. De outro, a organização do trabalho e o direito ao descanso. No Acre, onde as distâncias sociais aparecem na rotina de quem depende de serviço público, transporte, escola, unidade de saúde e salário mensal, o debate saiu do vocabulário técnico do Congresso e ganhou forma de cobrança na rua.

O ato também mostrou a tentativa das organizações de impedir que temas nacionais fiquem restritos aos plenários de Brasília. Ao levar o PDL 3/2025 e a escala 6×1 para o Centro de Rio Branco, os grupos buscaram transformar decisões legislativas em assunto de conversa pública, pressão política e mobilização local. A mensagem central foi direta: direitos de crianças e adolescentes e tempo de vida das trabalhadoras não devem ser tratados como pautas separadas da realidade das famílias.

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Política

Bocalom recebe alunos do Ieptec em plantio de café e defende cafeicultura no Acre

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O ex-prefeito de Rio Branco Tião Bocalom recebeu, nesta terça-feira (23), alunos concluintes do Curso Técnico em Agronegócio do Ieptec de Acrelândia e Plácido de Castro em sua propriedade rural, no Sítio Paraná, no Ramal do Bigode, em Acrelândia, para um dia de campo voltado à produção de café. A atividade teve como objetivo aproximar os estudantes da rotina da lavoura, com acompanhamento de técnicas de manejo, irrigação, colheita, pós-colheita e gestão rural.

Bocalom apresentou aos alunos áreas do plantio em diferentes fases de produção e defendeu a cafeicultura como alternativa econômica para produtores do Acre. “É um prazer muito grande receber esses alunos do Ieptec de Plácido de Castro e Acrelândia. Eles vieram observar na prática o que é realmente o plantio de café. Estão se preparando para serem gestores do agronegócio, e nós precisamos muito disso. Gostaria de ver cada um gerindo o seu próprio negócio. O café é uma grande saída para o Acre”, afirmou.

Durante a visita, o ex-prefeito falou sobre os resultados alcançados na lavoura e relacionou a produtividade ao cuidado com o solo, à adubação, ao controle de pragas e doenças e ao manejo adequado. “Quando você cuida bem da lavoura, faz a adubação correta, o controle de pragas e doenças e executa o manejo de forma adequada, a produtividade aparece. Esta lavoura produziu 50 sacas por hectare no primeiro ciclo, depois chegou a 140 sacas e agora a expectativa é ultrapassar 180 sacas por hectare, podendo chegar a mais de 200 sacas”, explicou.

Bocalom também apresentou práticas usadas na propriedade, entre elas a cobertura plástica no solo, técnica comum em outras culturas e aplicada no café como forma de melhorar o desempenho da plantação. “Estamos fazendo algumas coisas diferentes aqui. O uso do plástico, por exemplo, é muito comum em outras culturas, mas estamos aplicando também no café. Inovar o tempo todo faz parte do processo e ajuda a alcançar resultados cada vez melhores”, disse.

A programação reuniu estudantes e professores em uma atividade de imersão no campo. Para o professor Hadamés Wilson, a visita ajudou a conectar a formação técnica à realidade produtiva do estado. “Eu sempre digo aos alunos que o Acre é um lugar de oportunidades. Muitos sonham em sair daqui, mas existem condições para crescer e se desenvolver no nosso estado. Estar em uma propriedade que é referência na produção de café mostra que é possível construir uma carreira de sucesso no campo e contribuir para o desenvolvimento do Acre”, afirmou.

Os alunos também acompanharam a colheita e ouviram explicações sobre custos, produtividade e renda. Bocalom apresentou números da produção de 2025 e disse que a lavoura gerou lucro líquido de cerca de R$ 400 mil em quatro hectares de café. Ele afirmou que a produtividade maior deve compensar a queda no preço da saca neste ano. “Só que como a minha produtividade aumentou muito, evidentemente que meus lucros também não serão iguais ao ano passado, mas serão muito parecidos, porque nós tivemos produtividade a maior”, declarou.

Para os estudantes, a visita serviu como complemento às aulas do curso técnico. O aluno Jason Segóbia, de Plácido de Castro, afirmou que a experiência ampliou a visão sobre o setor. “Eu nunca tinha visitado um plantio como este. Está sendo uma experiência excelente. Pelo que foi explicado para nós, o café é uma boa fonte de renda e mostra que existe um grande potencial para quem deseja investir no setor”, comentou.

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Política

CAMP lança livro sobre eleições e comunicação durante o Compol Brasil

“O verdadeiro poder da comunicação está na conexão humana, capaz de sustentar a confiança e fortalecer a democracia.” Alexandre N Nobre

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Publicação reúne mais de 40 profissionais para discutir campanhas, comunicação pública e os desafios do ambiente digital

O Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político (CAMP) lançou nesta terça-feira (23), durante o Compol Brasil, em Florianópolis (SC), o livro Marketing Político no Brasil 2 – Eleições.

A obra reúne mais de 40 especialistas de diferentes regiões do país para tratar de campanhas eleitorais, comunicação pública, estratégias digitais, legislação e os limites entre informação institucional e publicidade política.

O lançamento integrou a programação do Compol Brasil e marcou a chegada de uma publicação aguardada por profissionais que atuam em comunicação, gestão pública, estratégia eleitoral e consultoria política.

Entre os participantes está o jornalista e publicitário acreano Alexandre Nunes Nobre, membro do CAMP. Em sua contribuição, ele aborda a comunicação como instrumento de conexão entre instituições e cidadãos e discute a necessidade de separar a persuasão própria das campanhas eleitorais do dever de informar que orienta a comunicação pública.

“É uma alegria poder participar deste projeto, ao lado de profissionais que ajudam a ampliar o debate sobre comunicação, eleições e democracia no Brasil”, afirmou Alexandre. Foto: Sérgio Vale

“O verdadeiro poder da comunicação está na conexão humana, capaz de sustentar a confiança e fortalecer a democracia.”

Com mais de 36 anos de atuação em criação, comunicação visual, marketing e publicidade, Alexandre trabalha também em campanhas eleitorais e mídia na Região Norte e Nordeste. É pós-graduado em Comunicação Digital pela FASB e possui MBA pela Universidade Gama Filho.

O livro está disponível na Livraria do COMPOL e deverá ser disponibilizado para compras online.

Foto: Painel COMPOL 26 / Ketrin Raitz

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