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Prefeitura de Cruzeiro do Sul realiza mais 110 atendimentos em aldeia indígena

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Na última quinta-feira (25), a Secretaria Municipal de Assistência Social – Coordenação do Cadastro Único, de Cruzeiro do Sul, realizou na Terra Indígena Katukina do Rio Campinas, na BR 364, atendimento itinerante para os beneficiários do programa federal Bolsa Família.

Ao todo, são 592 pessoas beneficiadas com o Bolsa Família, Durante o atendimento itinerante desta quinta, 115 famílias buscaram o atendimento para atualização cadastral, inclusão de famílias e informações sobre este e outros programas assistenciais do governo federal geridos pelo município.

A coordenadora do Cadastro Único, enfatizou que os atendimentos realizados na aldeia, são para beneficiários que não tem como ir até a cidade. “Foi um atendimento bem proveitoso, que trouxe um resultado ótimo para aquela população. O governo federal recomenda um olhar diferenciado, e neste dia de ontem (25) tivemos êxito como resultado dessa ação”, disse a coordenadora.

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Rio Branco perfura novos poços artesianos para ampliar abastecimento e reduzir custos operacionais

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A Prefeitura de Rio Branco acompanhou nesta quinta-feira (29) a perfuração de mais um poço artesiano no Reservatório Santo Afonso, como parte da estratégia para reforçar o sistema de abastecimento da capital e diminuir os custos operacionais do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb).

A medida integra um conjunto de ações adotadas pela gestão municipal para ampliar a oferta de água e reduzir a dependência da captação no Rio Acre. De acordo com a Prefeitura, estudos técnicos apontam a viabilidade do aquífero localizado no Segundo Distrito, o que sustenta a expansão da perfuração de poços como alternativa para garantir maior regularidade no fornecimento.

Durante a visita técnica, o prefeito Tião Bocalom afirmou que a iniciativa permite ampliar a cobertura do serviço sem recorrer à privatização. “Essa é uma solução que, aos poucos, vai garantindo água para regiões importantes da cidade. A água de poço é mais barata, exige menos tratamento e isso permite que o Saerb possa investir mais, sem a necessidade de privatizar o serviço. A privatização significaria um aumento expressivo na tarifa, algo que não queremos para a nossa população”, declarou.

Segundo o diretor-presidente do Saerb, Enoque Pereira, os poços rasos já perfurados apresentam vazão média superior a 10 metros cúbicos por hora, podendo alcançar 12. Ele informou que, com a estrutura atual, é possível atender até 50% da demanda da Cidade do Povo. “Com a perfuração de novos poços, acreditamos que será possível atender praticamente toda a região”, afirmou.

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A administração municipal informou que a água captada dos poços exige menos etapas de tratamento, limitando-se basicamente à cloração, o que reduz despesas com insumos e operação. Conforme o Saerb, a economia contribui para manter o equilíbrio financeiro do sistema e reduzir a necessidade de reajustes na tarifa.

Dados divulgados pela Prefeitura indicam que mais de R$ 200 milhões já foram investidos com recursos próprios na manutenção e ampliação do sistema de abastecimento de água da capital. A ampliação dos poços artesianos faz parte da estratégia de fortalecimento da infraestrutura hídrica e de ampliação dos investimentos em saneamento e esgotamento sanitário.

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Rio Juruá sobe mais de um metro em 24 horas e Defesa Civil intensifica monitoramento no Vale do Juruá

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O Rio Juruá registrou elevação superior a um metro em quase 24 horas e atingiu a cota aproximada de 12,60 metros, segundo informou o coordenador da Defesa Civil Municipal, Júnior Damasceno, ao detalhar o monitoramento realizado na região do Vale do Juruá após o aumento do volume de chuvas nas cabeceiras e em municípios vizinhos.

De acordo com Damasceno, a elevação já estava prevista com base nas informações repassadas por localidades como a Foz do Breu, onde o nível do rio já apresentava aumento. Ele explicou que o acumulado de chuvas superou a estimativa inicial de 100 milímetros prevista para a semana. “Só de ontem para hoje a gente já teve mais de 32 milímetros de chuva aqui na região”, afirmou. O coordenador acrescentou que o volume total ultrapassou a marca dos 100 milímetros, o que contribuiu para a elevação do nível do rio.

A Defesa Civil também acompanha a situação em Marechal Thaumaturgo, onde houve registro de vazante de cerca de 10 centímetros de um dia para o outro, segundo informações recebidas pelo órgão. Damasceno destacou que as regiões de cabeceira exercem influência direta no comportamento do rio no Vale do Juruá. “É o que a gente observa mais, as regiões das cabeceiras, que é o que influencia com maior intensidade aqui no Vale do Juruá”, declarou.

Além do Rio Juruá, a Defesa Civil monitora outros cursos d’água que impactam o nível do rio principal, como Valparaíso, Mirim, Tejo e Rio Amônia. Conforme explicou o coordenador, a influência varia conforme a quantidade de chuva registrada em cada cabeceira. O órgão aguarda a emissão de novo boletim técnico com a previsão para os próximos dias.

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Diante do cenário, a Defesa Civil intensificou as ações de acompanhamento e colocou em prática o plano de resposta para eventual agravamento da situação. “A gente aumenta a intensidade dos nossos monitoramentos. A gente já coloca o nosso plano de ação aqui basicamente em prática, para preparação de material”, afirmou Damasceno. Segundo ele, o Corpo de Bombeiros já foi acionado para atuar de forma integrada, caso seja necessário atendimento a famílias atingidas por alagação.

O plano de ação, conforme explicou, tem como objetivo garantir resposta imediata em caso de elevação repentina do nível do rio. A Defesa Civil mantém monitoramento contínuo e orienta a população ribeirinha a acompanhar os boletins oficiais enquanto aguarda a atualização das previsões meteorológicas.

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Governo articula com bancada federal ações para recuperação da BR-364 e alerta para impacto no transporte e no custo de vida

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A Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac) intensificou, na manhã de sexta-feira, 30 de janeiro, o diálogo com a bancada federal acreana para apoiar, junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e ao Ministério dos Transportes, ações de manutenção na BR-364, no trecho entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul, com foco na melhoria das condições de trafegabilidade e no fortalecimento do transporte intermunicipal.

Principal eixo terrestre de integração do Acre, a BR-364 concentra o deslocamento diário de passageiros, veículos de serviço e cargas, conectando a capital aos municípios do interior e garantindo o abastecimento de alimentos, medicamentos, combustíveis e outros insumos. A Ageac, responsável por regular e fiscalizar o transporte intermunicipal de passageiros, acompanha de forma contínua o funcionamento das linhas autorizadas, avaliando horários, desempenho da frota e tempo médio de viagem.

Fiscalizações realizadas ao longo da rodovia e registros encaminhados por operadores e usuários apontam reflexos diretos na segurança viária. Foram registradas ocorrências como acidentes, avarias mecânicas, veículos danificados e interrupções de viagem em trechos com buracos e desgaste do pavimento, situações que exigem redução de velocidade e ampliam o risco operacional. Em determinados períodos, o trajeto entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul, tradicionalmente realizado em cerca de 12 horas, pode chegar a até 22 horas, o que leva as empresas a reorganizarem horários e replanejarem as linhas.

O impacto não se restringe ao transporte de passageiros. Entidades do setor informam que as dificuldades no percurso elevam os custos operacionais e podem gerar impacto de até 30% no valor do frete, reflexo que chega ao comércio local e pressiona o preço final das mercadorias e das passagens.

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Segundo o presidente da Ageac, Luís Almir Brandão, os efeitos são percebidos diretamente pela população. “A situação da BR-364 impacta diretamente o custo de vida no Acre. O alto preço dos insumos que chegam ao estado pressiona o transporte, encarece as passagens e afeta empresários, trabalhadores e, principalmente, a população que depende desses serviços todos os dias. A Agência Reguladora, junto ao governo do Estado, mantém diálogo permanente com o setor e busca soluções para reduzir esses impactos, mas sabemos que a resposta definitiva passa pela recuperação completa da rodovia”, afirmou.

Entre os pontos considerados prioritários está o quilômetro 722, onde o Dnit reconheceu situação de emergência após danos provocados pelas chuvas, com erosões e comprometimento do pavimento, demandando ações imediatas para restabelecer a trafegabilidade e garantir segurança aos usuários.

Brandão declarou que a mobilização institucional busca dar celeridade às providências nos órgãos federais. “Estamos mobilizando a bancada federal e o Ministério dos Transportes para garantir celeridade nas obras de asfaltamento. Uma estrada em boas condições contribui para prevenção de acidentes, redução do preço do frete e dos produtos em geral, otimiza o abastecimento aos municípios isolados e propicia condições adequadas para quem vive nas regiões mais distantes. O Acre precisa de uma solução estruturante e permanente, não apenas ações paliativas”, disse.

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