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Prefeitura de Cruzeiro do Sul realiza mais 110 atendimentos em aldeia indígena

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Na última quinta-feira (25), a Secretaria Municipal de Assistência Social – Coordenação do Cadastro Único, de Cruzeiro do Sul, realizou na Terra Indígena Katukina do Rio Campinas, na BR 364, atendimento itinerante para os beneficiários do programa federal Bolsa Família.

Ao todo, são 592 pessoas beneficiadas com o Bolsa Família, Durante o atendimento itinerante desta quinta, 115 famílias buscaram o atendimento para atualização cadastral, inclusão de famílias e informações sobre este e outros programas assistenciais do governo federal geridos pelo município.

A coordenadora do Cadastro Único, enfatizou que os atendimentos realizados na aldeia, são para beneficiários que não tem como ir até a cidade. “Foi um atendimento bem proveitoso, que trouxe um resultado ótimo para aquela população. O governo federal recomenda um olhar diferenciado, e neste dia de ontem (25) tivemos êxito como resultado dessa ação”, disse a coordenadora.

Economia e Empreender

Prefeitura de Rio Branco reinaugura Sala do Empreendedor e amplia serviços para MEIs e pequenos negócios

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A Prefeitura de Rio Branco reinaugurou nesta terça-feira (17), no Centro da capital, a Sala do Empreendedor, espaço voltado ao atendimento de microempreendedores individuais e de micro e pequenas empresas, com foco em reduzir burocracia e concentrar orientações e serviços no mesmo local. A cerimônia ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra) e reuniu o prefeito em exercício, Alysson Bestene, secretários municipais e representantes de instituições parceiras, como Sebrae e Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa).

Instalada no prédio da Prefeitura, a Sala do Empreendedor oferece suporte desde a formalização até etapas de expansão das atividades, com orientações, capacitações e apoio técnico. A coordenadora do espaço, Bruna Caminha, afirmou que a estrutura foi desenhada para simplificar procedimentos e ampliar facilidades ao empreendedor, incluindo a dispensa de taxas municipais para mais de 600 atividades. “A entrega dessa sala é exatamente isso: simplificação, desburocratização e serviços facilitados, com simplificação do arcabouço legal e dispensa de taxas. Hoje, o empreendedor em Rio Branco, dentro de um rol de 1.332 atividades, tem mais de 600 atividades dispensadas de qualquer taxa municipal”, disse.

A reinauguração foi incorporada ao eixo de desenvolvimento econômico da gestão municipal, dentro do projeto “Produzir para Empregar”. Bestene disse que a Sala do Empreendedor faz parte da estratégia para criar um ambiente favorável ao setor produtivo e ampliar oportunidades de emprego e renda. “A reinauguração da Sala do Empreendedor é muito importante para a gestão dos negócios. A Sala do Empreendedor sempre foi uma prioridade, justamente por criar um ambiente favorável ao setor produtivo, gerando cada vez mais oportunidades de emprego e renda”, afirmou.

Do lado do empresariado, a presidente da Acisa, Patrícia Dossa, avaliou que a centralização do atendimento tende a acelerar demandas do dia a dia de quem empreende. “Eu acho que a sala vem para ajudar mesmo a vida do pequeno empresário, do empreendedor que deseja acelerar processos e resolver tudo em um só lugar. Ela é essencial para a vida do empresário”, declarou.

A Sala do Empreendedor foi lançada pela Prefeitura em 2024, em iniciativa construída com instituições parceiras para reunir serviços e melhorar o ambiente de negócios na capital acreana. Com a reinauguração, a Prefeitura aposta em ampliar a procura pelo atendimento e aumentar a formalização e a regularização de atividades econômicas, num momento em que pequenos negócios seguem como uma das principais portas de entrada para renda e trabalho na cidade.

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Economia e Empreender

Governo do Acre publica lista final com 433 agricultores familiares habilitados para fornecer alimentos ao PAA

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O governo do Acre divulgou nesta terça-feira (17) o resultado final do credenciamento de agricultores familiares interessados em fornecer gêneros alimentícios ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A lista foi publicada no Diário Oficial do Estado e reúne produtores habilitados nos 22 municípios acreanos.

Ao todo, 433 agricultores foram confirmados nesta etapa e passam a abastecer o programa, que destina os alimentos a 191 entidades socioassistenciais já credenciadas para receber os produtos em diferentes regiões do estado.

O chefe da Divisão de Apoio à Produção Familiar da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), Igor Honorato, afirmou que a publicação encerra uma etapa do chamamento público e consolida a execução do programa. “São 433 agricultores participando desta etapa. Trata-se de um recurso do governo federal executado pela Seagri, que fortalece a agricultura familiar ao gerar renda e também contribui para o abastecimento da rede socioassistencial”, disse.

A secretária de Estado de Agricultura, Temyllis Silva, associou a seleção ao reforço das políticas públicas voltadas ao campo e ao atendimento social. “O PAA é uma das ações mais importantes que temos hoje, porque fortalece diretamente a agricultura familiar, gera renda para os produtores e ainda garante alimento de qualidade para as famílias. Para nós, enquanto secretaria, esse resultado representa mais do que uma lista, representa compromisso, apoio e a continuidade de um trabalho que aproxima o produtor das oportunidades e fortalece a produção no nosso estado”, afirmou.

O processo de credenciamento teve mais de mil inscrições no início da triagem, com 1.089 registros identificados na análise preliminar; após a verificação de duplicidades, o total ficou em 1.022 inscritos. O relatório do procedimento também detalha os critérios de pontuação usados para classificação e formação de cadastro de reserva, com prioridade para agricultores no CadÚnico, mulheres com CAF, integrantes de grupos especiais e produtores enquadrados no Pronaf, entre outros requisitos.

Com a lista final publicada, a próxima etapa é a operacionalização do fornecimento e da distribuição dos alimentos para a rede socioassistencial, com impacto direto na geração de renda no campo e no abastecimento de entidades que atendem famílias em situação de vulnerabilidade no Acre.

Confira: https://agencia.ac.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Relatoriofinal_paa.pdf

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Economia e Empreender

Receita Federal alerta que MEI e pequenas empresas leiam avisos no e-CAC e alertas passam a valer como ciência oficial

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Microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte estão sendo orientados a checar com frequência as mensagens enviadas pela Receita Federal no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), onde ficam intimações, notificações e termos com validade jurídica. O alerta ganhou força após uma rodada recente de comunicações, entre novembro e dezembro de 2025, quando 2,2 milhões de contribuintes foram intimados a regularizar pendências fiscais, mas só 45,5% dos documentos foram abertos.

O canal usado para esse contato é o Domicílio Tributário Eletrônico (DTE), a caixa postal do sistema. A recomendação é que o contribuinte ou o responsável legal acompanhe a Caixa Postal de forma regular e mantenha contatos atualizados para receber avisos por e-mail e celular. “A orientação mais segura é verificar regularmente, se possível toda semana, senão pelo menos uma vez por mês”, afirmou a analista de Políticas Públicas do Sebrae Layla Caldas, ao reforçar que é possível cadastrar até três e-mails e três números de celular para alertas, mas que essas mensagens não substituem a consulta direta ao e-CAC.

Pelo DTE podem chegar intimações, notificações, avisos de pendências, termos de exclusão, cobranças e outros comunicados que produzem efeitos a partir do acesso à Caixa Postal, sem necessidade de envio em papel. A Receita Federal também mantém, no próprio ambiente do e-CAC, a estrutura de serviços que trata do DTE como domicílio eletrônico para comunicações com o contribuinte.

A preocupação aumenta porque o sistema trabalha com prazo de ciência: no DTE do Simples Nacional e do MEI, quando um ato é disponibilizado, o contribuinte tem até 45 dias para tomar ciência; se não abrir antes, a ciência é considerada automática ao fim desse período, o que pode levar à perda de prazos para regularização e defesa.

A omissão de declarações e a falta de resposta a comunicados podem gerar efeitos em cadeia, incluindo a inaptidão do CNPJ, com reflexos como impedimento para emissão de notas fiscais e dificuldade de acesso a crédito, além de medidas ligadas ao regime tributário. O movimento ocorre em meio à ampliação do uso do DTE como canal oficial de contato com empresas, com a Receita Federal reforçando a necessidade de acompanhamento constante do ambiente digital.

Fonte: Sebrae – Foto: Agência Senado

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