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Política

Presidente da FIEAC faz balanço das atividades de 2022

Para José Adriano parceria foi a maior conquista de 2022

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A diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), realizou na manhã desta quarta-feira (14), um café da manhã para a imprensa de Rio Branco (AC). O presidente da Federação, José Adriano, participou da ação e fez um balanço do ano de 2022, da instituição.

Ao iniciar sua fala, o presidente da Federação disse que apesar de ter sido um ano cheio de grandes eventos, mas foi de grandes conquistas.

“Este foi um ano cheio de grandes eventos, tivemos grandes avanços principalmente em políticas públicas que implementamos junto ao governo do Estado”.

Foto: Sérgio Vale

Uma das Leis em conjunto com o governo do Estado, é o projeto que prevê a criação da Lei de Incentivo à Inovação. Onde o Estado oferece condições favoráveis para a realização de negócios no setor tecnológico, com a criação de incentivos fiscais, promoção de bolsas e ações voltadas ao fomento e atração de empresas do ramo.

Ao falar sobre o novo governo federal, José Adriano, disse que espera que seja de diálogo, e contará com o apoio da bancada federal. “Nosso estado tem suas dificuldades naturais, na posição geográfica, precisamos sim do apoio do governo e de nossos parlamentares estaduais e federais para ter um diálogo com o novo governo federal”.

O presidente da Fieac fez ainda um pequeno balanço das ações da indústria no ano de 2022. “O setor que mais se destacou nesse ano de 2022, foi o agronegócio, como pode ser visto por todos. Dentro do setor industrial, tivemos grandes avanços dos setores que interagiram diretamente com setores do governo. Podemos dizer com garantia que foi uma atitude muito responsável, por parte do governo do Estado, pois, ele mantém os compromissos para os próximos anos e isso nos deixa mais confortável em fazer negocios”.

Ao finalizar, falou sobre o desafio de armazenar os imunizantes/vacinas contra o covid-19, que foi superado com parceria entre empresas, empresários, governo e prefeituras municipais, que proporcionou agilidade na distribuição e armazenamento.

“A parceria com a Energisa e empresários locais para dar condições ao municípios para que cada um deles, tivessem condições de realizar o condicionamento dos imunizantes. Para 2023, vamos organizar com os novos chefes das pastas do executivo estadual, para saber como a nossa Federação pode ajudar no combate ao Covid-19”, finalizou.

Política

PSDB volta ao horário partidário no Acre com Bocalom na presidência estadual e Kelen no PSDB Mulher

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O PSDB retoma a presença na propaganda partidária no Acre em abril de 2026 e coloca o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, como principal rosto da nova fase da sigla no estado, agora sob sua condução no diretório estadual. A inserção de 30 segundos alterna falas de Bocalom e da presidente do PSDB Mulher no Acre, Kelen Bocalom, e chega ao ar no mesmo mês em que o partido acelera a reorganização interna e a estratégia eleitoral para 2026.

No vídeo, Bocalom abre com o recado de retomada: “O nosso PSDB está de volta, mais forte e preparado para transformar o nosso estado”; e associa a reconstrução partidária ao protagonismo feminino: “E com a força das mulheres que fazem a diferença todos os dias”. A peça volta a dar centralidade ao discurso de gestão quando Bocalom afirma: “Nós já mostramos que é possível governar com eficiência”, enquanto Kelen completa: “Com responsabilidade, cuidado e compromisso com as pessoas”. 

Bocalom formalizou a filiação ao PSDB em 19 de março de 2026, com anúncio de que será pré-candidato ao governo do Acre, e reforça a tentativa de reposicionar a legenda no tabuleiro local depois de um período de baixa competitividade. 

Nos bastidores, a direção estadual passou a ampliar a rede de filiações e a montar chapas para a disputa proporcional, com a estratégia de capitalizar o peso eleitoral do prefeito de Rio Branco e dar visibilidade ao braço feminino do partido na articulação interna. “É assim que a gente constrói um estado mais justo, mais forte e com oportunidades para todos”, finaliza Bocalom.

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Política

Aleac concentra debates na Saúde e reorganiza comissões após troca de partidos

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A sessão desta terça-feira (7) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) foi marcada por cobranças sobre a condução da Saúde durante a transição no governo estadual e pela sinalização de mudanças internas na Casa após a janela partidária. No plenário, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) afirmou que a falta de definições no primeiro escalão pode abrir um vazio administrativo em áreas sensíveis e cobrou nomeações para garantir continuidade de decisões urgentes. O líder do governo, Manoel Moraes (PP), reagiu dizendo que a base mantém unidade em torno da governadora Mailza Assis e defendeu que a Saúde tenha comando técnico, sem virar disputa política.

Com a reconfiguração das bancadas depois das novas filiações, o presidente em exercício Pedro Longo informou que a Aleac deve reformular a composição e as presidências das comissões na próxima semana para adequar a distribuição de espaços à proporcionalidade dos partidos, com expectativa de ajustes em colegiados estratégicos como o de Orçamento e Finanças. A mudança de mapa político também foi tema de pronunciamentos. A deputada Michelle Melo anunciou saída do PDT e adesão à federação União Progressista, enquanto o deputado Afonso Fernandes comunicou filiação ao União Brasil e disse que a sigla passa a reunir oito parlamentares.

Além do eixo político, a sessão abriu espaço para pautas locais e cobranças de serviços. A deputada Maria Antônia prestou homenagem aos jornalistas pelo Dia do Jornalista e voltou a pedir avanços na saúde pública, ao mesmo tempo em que apresentou indicação voltada à infraestrutura viária em Porto Acre. O deputado Emerson Jarude (Novo) afirmou que o partido saiu fortalecido da janela, reforçou atuação independente e cobrou entregas em áreas como saúde, educação e infraestrutura. No mesmo pacote de alertas regionais, Afonso Fernandes chamou atenção para o risco de desabamento da ponte binacional na região de Plácido de Castro, citando impacto diário para estudantes e moradores que dependem da travessia.

Com a transição no Executivo ainda em andamento e a redistribuição de forças dentro do Legislativo, a próxima semana tende a concentrar os desdobramentos práticos do que foi discutido nesta terça: a definição do comando na Saúde e a reorganização das comissões, que influenciam diretamente a tramitação de projetos e a fiscalização do governo.

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Política

Isaac Piyãko deixa Dsei e encerra ciclo marcado por articulação e presença nos territórios

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Ao se despedir da coordenação do Distrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio Juruá, na última semana, Isaac Piyãko fez um balanço do período em que esteve à frente da saúde indígena na regional e resumiu o momento como uma etapa de gratidão, reflexão e compromisso com a continuidade do trabalho. Na fala de despedida, ele agradece aos profissionais do distrito, às lideranças, aos povos indígenas e às instituições parceiras que estiveram ao lado da gestão. “Esse é o momento de gratidão, é o momento de muita reflexão sobre a minha passagem aqui pelo Dsei Alto Rio Juruá”, afirma Isaac.

A saída de Isaac encerra um ciclo iniciado oficialmente em maio de 2023, quando ele assumiu a coordenação distrital. Liderança do povo Ashaninka, Isaac chegou ao cargo trazendo uma trajetória já consolidada no movimento indígena, na educação e na vida pública. Em seu currículo, ele traz a formação como licenciado em Educação Escolar Indígena pela Universidade Federal do Acre (Ufac), professor indígena, ex-presidente do Conselhos Distritais de Saúde Indígena (Condisi) no Vale do Juruá e ex-prefeito de Marechal Thaumaturgo. 

O desafio que ele encontrou no Dsei era de grande escala. O Plano Distrital de Saúde Indígena 2024-2027 mostra que o Dsei Alto Rio Juruá atende mais de 20 mil indígenas, distribuídos em 163 aldeias, 30 territórios indígenas e oito municípios do Acre, numa área extensa e marcada por dificuldades logísticas, sobretudo no deslocamento fluvial. São sete polos-base, quatro UBSIs e uma estrutura que depende de articulação permanente para fazer o atendimento chegar às comunidades. 

Foi nesse cenário que a gestão de Isaac buscou organizar a rede, fortalecer contratos, ampliar diálogo com as lideranças e melhorar as condições de funcionamento da política de saúde no território. Em sua fala, ele resume essa linha de atuação ao dizer que procurou contribuir “com a política de saúde dos povos indígenas” e que trabalhou para “fazer com que a política de saúde, o sistema de saúde da regional tenha mais condição de chegar melhor nos territórios”. Em outro momento, acrescenta: “O que eu pude fazer, foi procurando acertar o melhor para a nossa população”.

Durante esse período, o distrito esteve presente em ações que reforçaram a assistência e a articulação com outros entes públicos. Entre elas, a participação em ações itinerantes de saúde em municípios do Juruá, o apoio à redução de filas para atendimento especializado e a condução do planejamento distrital, aprovado com participação de conselheiros, lideranças e entidades indígenas. O plano do Dsei também aponta indicadores como cobertura de pré-natal acima da meta pactuada para 2023 e projetos em todos os polos-base voltados à valorização das práticas tradicionais de cuidado em saúde. Esses dados ajudam a mostrar que, mesmo diante de um território de acesso difícil e demandas acumuladas, a gestão conseguiu manter frentes de organização e expansão da assistência. 

Na despedida, Isaac não esconde que o cenário segue exigindo muito esforço. “A gente sabe que existem muitas dificuldades, são muitas as necessidades”, afirmou. Ao mesmo tempo, definiu o período como uma experiência que valeu a pena: “Tudo isso foi uma luta que valeu a pena”. Na avaliação dele, o trabalho precisa continuar com atenção às crianças, aos idosos, aos territórios e às ações de saneamento e saúde ambiental, áreas que seguem centrais para a saúde indígena no Alto Rio Juruá.

As manifestações publicadas por colaboradores do Dsei ao longo da semana reforçam a imagem de uma gestão reconhecida internamente. Nas mensagens compartilhadas nas redes sociais, Isaac é descrito como uma liderança de “serenidade, firmeza, paciência, coragem e escuta ativa”, alguém que “fortaleceu o DSEI/ARJ” e deixou “um legado histórico de contribuição para a saúde indígena do Alto Rio Juruá”. Em outras homenagens, aparece como “mentor e líder exemplar”, além de receber agradecimentos pela “confiança e parceria”, pela “sabedoria e dedicação à saúde indígena” e pelo trabalho “marcado por compromisso, dedicação e respeito às comunidades”. O conjunto dessas mensagens ajuda a compor um retrato de reconhecimento construído dentro da própria equipe, fortalecendo o respeito e a união de uma liderança indígena com as mais diferentes populações.

Agora, Isaac passa a abrir uma nova frente de atuação na política partidária. O nome dele é citado pela direção do PT do Acre como um dos pré-candidatos do campo progressista para a disputa de uma vaga na Assembleia Legislativa do Acre em 2026. Em fevereiro e março deste ano, o presidente estadual do partido, André Kamai, apresentou Isaac entre os nomes trabalhados para a chapa de deputado estadual.

Isaac deixa a coordenação levando consigo uma experiência direta com a realidade da saúde indígena, com os limites estruturais da assistência na floresta e com a necessidade de articulação entre União, municípios, lideranças e profissionais de base. Ao encerrar a fala, ele próprio sinaliza que não está deixando a pauta para trás: “Meu muito obrigado, aqui me despeço e vou continuar na política de saúde, assim como em outras políticas públicas aqui na nossa região”.

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