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Rio Juruá em nível de alerta com aproximação da cota de transbordo

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O Rio Juruá registra elevação em seu nível, atingindo 12,91 metros, nesta quarta-feira, 09. A marca coloca o rio a menos de 10 centímetros da cota de transbordo, fixada em 13 metros. O aumento de 55 centímetros no volume de água, observado no intervalo de dois dias, demanda atenção das autoridades e da população ribeirinha.

Apesar da rápida ascensão, a Defesa Civil Municipal manifesta cautela, sem indicar, no momento, a necessidade de alarme generalizado. José Lima, coordenador do órgão, classificou o fenômeno como uma oscilação dentro da normalidade para o período.

Entretanto, o histórico recente impõe vigilância. O Rio Juruá já ultrapassou a marca atual, alcançando 13,79 metros em ocasiões anteriores, o que resultou na decretação de situação de emergência no município. A iminência da cota de transbordo intensifica as ações de monitoramento e verificação por equipes da Defesa Civil nos bairros localizados às margens do rio.

Atualmente, o município presta assistência a uma família por meio de aluguel social. As demais famílias que necessitaram de apoio em situações anteriores já retornaram aos seus lares. O protocolo estabelecido pela Defesa Civil prevê o início da remoção de moradores para locais seguros quando o nível do rio superar a cota de transbordo em 30 centímetros.

Outro ponto de atenção é a infraestrutura de energia elétrica. Conforme o nível do rio se eleva, aumenta o risco de interrupções no fornecimento. Problemas no serviço podem ocorrer a partir da marca de 13,30 metros.

A Defesa Civil mantém o acompanhamento contínuo da situação hidrológica do Rio Juruá e disponibiliza canais de comunicação para emergências. A população pode acionar o Corpo de Bombeiros pelo número 193 ou a Defesa Civil diretamente pelo telefone 99965-6237. O monitoramento constante visa garantir respostas rápidas e eficientes caso novas elevações no nível do rio demandem ações de proteção à população.

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Empresário José Alberto Bardawil, Fundador da TV União, Morre aos 73 Anos em Brasília

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O empresário e jornalista cearense José Alberto Pinto Bardawil, fundador e presidente da Rede União de Rádio e Televisão, morreu na madrugada desta sexta-feira, aos 73 anos, num hospital de Brasília. A morte ocorreu em decorrência de complicações de saúde enfrentadas nos últimos meses, período em que o executivo foi submetido a transplantes e permaneceu internado na capital federal para tratamento médico.

Natural de Fortaleza, Bardawil iniciou a carreira no sector financeiro como funcionário do Banco Real, alcançando um cargo de diretoria na juventude. Aos 26 anos, fez a transição para o empreendedorismo ao abrir a primeira joalharia, atuando posteriormente nos ramos da construção civil e mineração. A entrada definitiva no mercado de comunicação aconteceu em 1988, quando obteve a primeira concessão de televisão. A expansão dos seus negócios criou uma forte e duradoura ligação com o estado do Acre. Além de ter fundado e estruturado a TV União Rio Branco, uma das filiais mais importantes da sua rede inter-regional, o empresário chegou a participar ativamente da vida política acreana, tendo concorrido ao cargo de deputado federal pelo PMDB do Acre nas eleições de 1986.

Hoje, o grupo fundado por Bardawil conta com três geradoras de televisão e duas de rádio, formando uma cadeia de 250 emissoras afiliadas que alcançam 16 estados brasileiros e operam com mais de 500 profissionais. Para além da atuação empresarial nos media, teve passagem recente pela política do Ceará, participando do processo eleitoral de 2022 como pré-candidato ao Senado Federal pelo Partido Liberal. Paralelamente às atividades de comunicação, mantinha investimentos no sector agrícola do Distrito Federal, onde desenvolvia projetos de cultivo de uvas e produção de vinhos na Fazenda Califórnia, propriedade rural localizada na região de Sobradinho.

O velório está agendado para o próximo sábado, das 15h às 17h, na Capela 06 do Cemitério Campo da Esperança, situado na Asa Sul, em Brasília. Após o encerramento da cerimónia aberta ao público, o corpo será encaminhado para o crematório. A sucessão e o comando administrativo das empresas vinculadas à Rede União passarão a ser conduzidos pelos familiares e diretores diretos do grupo nos próximos dias, por forma a assegurar a continuidade das operações das emissoras em todo o território nacional, incluindo a sua base de operações jornalísticas no Acre.

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Economia e Empreender

Seagri publica regras para credenciamento e contratação de produtores que fornecerão mudas de café e cacau no Acre

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A Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri) publicou no Diário Oficial do Estado, nesta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, a Portaria nº 15, que define os procedimentos internos de habilitação, credenciamento e contratação de produtores responsáveis pelo fornecimento de mudas de café (Coffea canephora) híbrido clonal e de mudas seminais e clonais de cacau (Theobroma cacao), em ações ligadas à política de compras governamentais voltada à agricultura familiar no Acre.

Pelo modelo adotado, o credenciamento ocorre de forma contínua e sem caráter competitivo, permitindo que produtores apresentem manifestação de interesse a qualquer tempo enquanto o edital estiver vigente. Ao mesmo tempo, a regra deixa expresso que estar credenciado não significa contratação automática: a formalização de cada contratação depende de demanda administrativa, disponibilidade orçamentária e do cumprimento das etapas previstas no procedimento.

A portaria também prevê acompanhamento dos viveiros por técnicos da Seagri lotados nas regionais, com verificação das condições de produção, capacidade de entrega e atendimento às exigências técnicas e legais do edital. Em declaração atribuída à secretária de Agricultura, Temyllis Silva, a fiscalização inclui “o acompanhamento direto dos viveiros credenciados, verificando as condições de produção, a capacidade de entrega e o cumprimento das exigências técnicas e legais”.

Entre os mecanismos de controle, o texto prevê a possibilidade de readequação do Plano de Venda quando houver divergência entre a capacidade declarada pelo produtor e a capacidade constatada nas verificações. A norma ainda estabelece obrigações de atualização cadastral e checagens periódicas, além de prever suspensão administrativa temporária em caso de perda de requisitos e cancelamento do credenciamento quando houver perda definitiva das condições exigidas.

A medida integra o Programa Estadual de Compras Governamentais da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Pecafes) e é vinculada à Lei Estadual nº 4.516, regulamentada pelo Decreto Estadual nº 11.788, que estruturam a política estadual para compras públicas junto a produtores e organizações da agricultura familiar e economia solidária.

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Economia e Empreender

Produção de pitaya ganha apoio da Prefeitura e começa a chegar ao comércio de Rio Branco

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A produção de pitaya em Rio Branco entrou no radar da Prefeitura e começou a abastecer o comércio da capital após as primeiras colheitas de 2026, realizadas no início desta semana. Na tarde de segunda-feira, 23 de fevereiro, o prefeito Tião Bocalom visitou um dos primeiros plantios da fruta na capital, instalado às margens da AC-40, no km 8, acompanhado do secretário municipal de Agropecuária, Eracides Caetano.

A área visitada pertence à produtora rural Ivanira Arruda, que implantou dois hectares com cerca de quatro mil pés de pitaya já em produção. O plantio é apresentado pela gestão municipal como parte de uma estratégia de diversificação da agricultura local, com foco em ampliar alternativas de renda no meio rural e consolidar novas culturas no entorno de Rio Branco.

Durante a agenda, Bocalom afirmou que a Prefeitura pretende manter ações de apoio a quem produz e citou a pitaya como cultura com possibilidade de gerar renda para produtores da capital e da zona rural. “Nosso compromisso é apoiar quem produz, incentivar a diversificação e fortalecer cada vez mais a agricultura familiar. A pitaya é uma fruta com grande potencial e pode abrir novas oportunidades de renda para os produtores de Rio Branco”, disse.

A produtora Ivanira Arruda relacionou o início das colheitas ao acompanhamento técnico e à assistência prestada pela Secretaria Municipal de Agropecuária, apontando que o suporte recebido foi decisivo para o desempenho do cultivo. A expectativa informada é de que a produção colhida nesta primeira etapa ajude a suprir parte do mercado local, marcando o início de uma oferta regular da fruta em Rio Branco.

Além de registrar a visita, a Prefeitura divulgou orientações sobre as exigências do cultivo, destacando que a pitaya demanda preparo do solo, espaçamento entre plantas e estruturas de sustentação. Por ser uma cultura perene, o potencial produtivo pode se estender por até 15 anos, o que tende a influenciar decisões de investimento de pequenos e médios produtores interessados em diversificar a produção.

Eracides Caetano afirmou que a política municipal para o setor rural busca incentivar novas culturas e associar produção a geração de renda e fortalecimento da economia local. “A gestão municipal tem pautado suas ações na valorização do homem do campo e no incentivo a novas culturas, promovendo alternativas que gerem renda, desenvolvimento sustentável e fortalecimento da economia local”, declarou.

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