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Cultura

SEBRAE na Expoacre 2023 e a Diversidade Cultural do Palco Economia Criativa

“Cultura, Criatividade e Espetáculo: Conheça a Programação do Palco Economia Criativa!”

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Reunindo música, dança, poesia e manifestações artísticas, o palco da economia criativa do Sebrae, está com uma programação que promete encantar e inspirar a todos os visitantes que buscam conhecer de perto a riqueza cultural e o potencial criativo do estado.

Com o objetivo de fomentar a economia criativa no Acre, esse espaço promete ser mais que um palco de espetáculos e manifestações artísticas, o cantor e compositor Diogo Soares destacou a importância do Palco Economia Solidária na Expoacre 2023, afirmando: “Eu acho que a gente vive um momento hoje em que as oportunidades para as artes elas são mais necessárias do que nunca, porque a gente está vivendo um momento de embrutecimento das pessoas, de banalização da ignorância. Então a gente tem um espaço dentro de uma feira agropecuária para música, para que artistas que têm um trabalho próprio e se expressem, eu acho fundamental, acho que é um acerto, eu acho que isso se coaduna com a história do SEBRAE, que é de incentivar o empreendedorismo.”

Diogo Soares que se apresentará no sábado, dia 29, às 19h, abrindo a programação do Palco Economia Solidária na Expoacre, também afirmou que “Eu como artista, como empreendedor da arte, me sinto contemplado por ter tido essa oportunidade. Eu acho que isso só soma para a construção, para a busca dessa nossa identidade e para a afirmação de um mundo em que a arte é importante e ela dê as cartas ao invés do autoritarismo, da ignorância, da brutalidade, das fake news, e das coisas que a gente sabe que não são humanizadas.” A presença do Palco Economia Solidária na Expoacre, realizado pelo SEBRAE, proporciona um espaço valioso para artistas como Diogo Soares expressarem sua arte, impulsionando o empreendedorismo artístico e fortalecendo a identidade cultural do Acre.

A diversidade cultural do Acre estará em destaque no Palco Economia Criativa, com uma programação repleta de talentos locais. As apresentações acontecerão diariamente das 19h às 21h, trazendo música, dança, poesia e muito mais. Confira abaixo as atrações de cada dia e programe-se:

29/07

  • 19h: Diogo Soares
  • 20h30: Pia Villa

30/07

  • 19h: Grupo indígena Hunikui
  • 20h: Grupo indígena Shanenawa
  • 21h: Desfile – indígena

31/07

  • 19h: Lençol acrobático com musical de Bárbara Maia
  • 20h30: Banda DH Acoustic

01/08

  • 19h: Norte Poesia com Musical
  • 20h: Apresentação musical da Escola de música

02/08

  • 19h: Grupo Caravana do Pecado
  • 20h30: Desfile de Moda

03/08

  • 19h: Heloy de Castro
  • 20h: Alberan Moraes
  • 21h: Desfile – Artesanato

04/08

  • 19h: Nattiely Castro, Slam – batalha de poesias
  • 20h30: Mateus Brito – batalhas de MCs

05/08

  • 19h: Workshop – A história dos instrumentos dos mestres com Alexandre Anselmo
  • 20h: Grupo de Mestres seringueiros

06/08

  • 19h: Álamo Kário acústico
  • 20h30: Hip-hop com Os Cobras Dance

A diversidade cultural do Acre será celebrada no Palco Economia Criativa da Expoacre 2023. Não perca a oportunidade de prestigiar essas incríveis apresentações e conhecer a riqueza artística da região. Participe e viva uma experiência única durante o evento!

Cultura

Luta abolicionista de Luiz Gama avança para virar Patrimônio da Humanidade

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A atuação abolicionista de Luiz Gama entrou na disputa por um reconhecimento global da Unesco com a candidatura de documentos, manuscritos e textos publicados na imprensa que registram sua defesa jurídica de pessoas escravizadas no Brasil. A inscrição foi oficializada pelo Ministério das Relações Exteriores e pelo Arquivo Nacional em 26 de novembro de 2025, dentro do edital 2026-2027 do Programa Memória do Mundo, e o resultado deve sair no fim de 2027.

Figura central da história brasileira, Luiz Gama libertou mais de 500 pessoas escravizadas e construiu sua trajetória a partir da própria experiência de violência. Nascido livre, ele foi vendido pelo pai aos 10 anos, em Salvador, e levado para São Paulo, onde viveu sob escravidão até conseguir provar, aos 18, que tinha direito à liberdade. Impedido de se formar em Direito por causa do racismo, frequentou aulas como ouvinte, tornou-se rábula e passou a atuar nos tribunais em defesa da população negra.

A candidatura apresentada à Unesco reúne o acervo preservado pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo sob o título Presença Negra no Arquivo: Luiz Gama, articulador da liberdade (1830-1882). Entre os documentos estão cartas de alforria, registros produzidos quando Gama trabalhava em delegacia e um livro manuscrito com a lista de 123 africanos livres. O conjunto já recebeu reconhecimento do Comitê Regional para a América Latina e o Caribe do programa da Unesco e agora busca o selo mundial.

Parte desse acervo revela como Gama usou o próprio trabalho no aparato estatal para enfrentar a escravidão. Ao ter acesso a passaportes de pessoas escravizadas, ele identificava casos de africanos trazidos ilegalmente ao país mesmo depois da proibição do tráfico. Em vez de permitir a continuidade da posse ilegal, barrava documentos, ajudava a garantir a liberdade dessas pessoas e fazia seus registros de identidade. A atuação provocou confronto com setores poderosos da época e terminou com sua expulsão da polícia, em 1869.

Outro eixo decisivo da candidatura é a chamada Questão Netto, apontada por historiadores como uma das maiores ações coletivas de libertação de escravizados das Américas. No processo, Gama enfrentou a disputa em torno da herança do comendador Manoel Joaquim Ferreira Netto para fazer valer a libertação de 217 pessoas escravizadas prevista em testamento. O caso se tornou um marco de sua atuação jurídica e política.

O reconhecimento internacional pode ampliar a projeção da obra de Luiz Gama como símbolo da luta por liberdade, igualdade e reparação histórica. Mais do que preservar papéis do século 19, a candidatura leva à Unesco o registro de uma ação concreta contra a escravidão em um país marcado pelo tráfico humano e pela desigualdade racial.

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Acre

Tarauacá abre editais da PNAB com R$ 329,5 mil para projetos culturais

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A Prefeitura de Tarauacá abriu nesta segunda-feira, 1º de junho, os editais do ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc para financiar projetos culturais no município. Ao todo, são 40 oportunidades distribuídas entre as áreas de arte e patrimônio, iniciativas voltadas aos povos originários e apoio a artistas iniciantes, com investimento somado de R$ 329,56 mil.

O maior volume de recursos ficou concentrado no edital de arte e patrimônio, que vai selecionar 20 projetos com repasse de R$ 10.228 para cada proposta, totalizando R$ 204.560. O edital para artistas iniciantes prevê 10 projetos de R$ 6 mil cada, com R$ 60 mil reservados. Já a chamada voltada aos povos originários vai premiar 10 propostas com R$ 6,5 mil por iniciativa, num total de R$ 65 mil.

As inscrições seguem abertas até 12 de junho. Nos editais de arte e patrimônio e de iniciantes, o prazo termina às 13h. No edital dos povos originários, o encerramento está marcado para 23h59 do mesmo dia. A seleção faz parte da política federal de fomento à cultura instituída pela Lei Aldir Blanc e executada no município pela Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Inovação.

Além do recorte por área, os editais também trazem ações afirmativas. Nas chamadas de arte e patrimônio e de iniciantes, há reserva de 25% das vagas para pessoas negras e 5% para pessoas com deficiência. No edital dos povos originários, 60% das vagas foram destinadas à participação feminina.

A prefeitura afirmou que a abertura das seleções representa “um importante avanço para o setor cultural” e defendeu que os editais ampliam as condições para que artistas, grupos e coletivos desenvolvam projetos, movimentem renda e fortaleçam a produção cultural de Tarauacá.

Confira os editais da PNAB ciclo 2 (Prefeitura Tarauacá); Edital 004/2026 – Iniciantes (Prefeitura Tarauacá); Edital 003/2026 – Arte e Patrimônio (Prefeitura Tarauacá); Edital 002/2026 – Povos Originários (Prefeitura Tarauacá)

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Cultura

Alysson Bestene lança 18º Circuito Junino de Rio Branco com investimento de R$ 600 mil

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O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, lançou nesta segunda-feira, 1º de junho, o 18º Circuito Junino da capital com investimento de R$ 600 mil para estrutura, organização e realização da programação de 2026. A abertura marca o início do calendário oficial das festas juninas no município, com expectativa de movimentar grupos culturais, artistas, ambulantes e o comércio local ao longo de junho.

O circuito terá duas etapas principais. A primeira será realizada entre os dias 12 e 14 de junho, na Praça da Revolução. A fase final está marcada para os dias 19, 20 e 21 de junho, no Quadrilhódromo, espaço tradicional das apresentações juninas em Rio Branco.

Durante o lançamento, a prefeitura reforçou que o evento faz parte da política de incentivo à cultura popular e ao fortalecimento das quadrilhas juninas da capital. A proposta é garantir estrutura para os grupos, ampliar a participação do público e manter uma das manifestações culturais mais tradicionais do calendário acreano.

Além das apresentações, o circuito também deve concentrar disputa entre quadrilhas, programação artística e ações voltadas ao público que acompanha os festejos. A expectativa da organização é de que a edição deste ano repita a mobilização registrada em anos anteriores e fortaleça a cadeia econômica ligada aos arraiais.

Com o aporte confirmado, a gestão municipal aposta no circuito como vitrine da cultura popular de Rio Branco e como um dos principais eventos do mês de junho na cidade.

Fotos: Sérgio Vale

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