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Educação

SEME realiza avaliação diagnóstica aos alunos da Rede de Educação

Avaliação diagnóstica PROA, SEME Rio Branco, prioriza necessidades educacionais, orienta ações para aprendizagem em 2024

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A Prefeitura Municipal de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEME), está realizando uma avaliação diagnóstica com os alunos das escolas de Ensino Fundamental da capital neste mês de dezembro. Essa avaliação faz parte do Programa de Avaliação da Aprendizagem dos Alunos (PROA), um importante instrumento para avaliar o que os alunos aprenderam este ano e planejar ações para o ano letivo seguinte.

A avaliação é conduzida por meio de uma prova escrita, abrangendo o processo de alfabetização, letramento, proficiência leitora e algumas habilidades específicas de língua portuguesa e matemática. Ela se baseia no Currículo de Referência Único do Acre e nos indicadores de avaliação do Prova Brasil, aplicado pelo Ministério da Educação (MEC).

No ano letivo de 2023, o PROA ganhou maior relevância como recurso para avaliação da aprendizagem dos alunos, devido aos significativos investimentos da Prefeitura de Rio Branco na área da Educação. Isso incluiu o fornecimento de recursos e materiais pedagógicos variados, como tablets para os alunos dos 4º e 5º anos, notebooks para os professores, e a realização de várias capacitações para professores, coordenadores pedagógicos e gestores das escolas da rede municipal de ensino.

“Esse diagnóstico é uma das ações estruturantes do assessoramento pedagógico que a SEME realiza junto às escolas do município”, ressalta o professor Hélio Guedes Vasconcelos Silva, gerente do Departamento de Ensino Fundamental da SEME. Ele destaca ainda que, a partir dos resultados dessa avaliação, a SEME orientará as escolas sobre as ações pedagógicas a serem priorizadas no ano letivo de 2024, direcionando o trabalho das escolas para atender às reais necessidades de aprendizagem dos alunos.

As avaliações do PROA não são classificatórias, ou seja, não geram notas, pois seu objetivo principal é identificar as maiores necessidades de aprendizagem dos alunos. Elas são aplicadas pelos professores formadores dos diversos departamentos da Diretoria de Ensino da Secretaria Municipal de Educação.

Assecom

Educação

Prouni 2026 abre inscrições gratuitas para bolsas do 2º semestre nesta terça

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As inscrições gratuitas para o processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2026 começam nesta terça-feira, 7 de julho, e seguem até sexta-feira, 10 de julho, em todo o país. O cadastro deve ser feito exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, do Ministério da Educação, para candidatos que buscam bolsas em instituições privadas de ensino superior.

O programa oferece bolsas integrais, que cobrem 100% da mensalidade, e parciais, de 50%, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica. No momento da inscrição, o candidato deve escolher se concorrerá pela ampla concorrência ou pelas vagas reservadas a pessoas com deficiência e autodeclarados indígenas, pretos ou pardos.

Para participar, é necessário ter concluído o ensino médio, ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio em 2024 ou 2025, alcançar média mínima de 450 pontos nas cinco provas e não ter zerado a redação. Candidatos que fizeram o Enem como treineiros não podem se inscrever.

Também é preciso se enquadrar em pelo menos uma das condições previstas pelo programa, como ter cursado o ensino médio integralmente em escola pública, ter estudado em escola privada com bolsa integral ou parcial, ter feito parte da formação em escola pública e parte em escola privada, ser pessoa com deficiência ou ser professor da rede pública em exercício que busca vaga em licenciatura ou pedagogia. Para professores da rede pública que concorrem nessas áreas, não há exigência de limite de renda.

As bolsas integrais são destinadas a candidatos com renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para as bolsas parciais, o limite é de até três salários mínimos por pessoa. A classificação levará em conta a melhor média obtida pelo estudante no Enem, considerando a edição de 2024 ou de 2025, além do curso, turno, local de oferta, instituição e modalidade de concorrência escolhidos.

O resultado da primeira chamada será divulgado em 15 de julho. Os pré-selecionados nessa etapa deverão comprovar as informações entre 15 e 24 de julho. A segunda chamada está prevista para 5 de agosto, com comprovação entre 5 e 14 de agosto. A manifestação de interesse na lista de espera ocorrerá nos dias 26 e 27 de agosto, e o resultado da lista será publicado em 1º de setembro.

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Educação

Fies 2026 abre inscrições para o segundo semestre em 14 de julho

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As inscrições para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil no segundo semestre de 2026 serão abertas no dia 14 de julho e seguirão até 17 de julho, exclusivamente pela internet, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O prazo foi definido pelo Ministério da Educação para selecionar estudantes interessados em financiar cursos presenciais em instituições privadas de ensino superior.

O programa oferece financiamento para estudantes matriculados em cursos não gratuitos de faculdades privadas com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. A prioridade é para candidatos que ainda não tenham concluído o ensino superior e que não tenham sido beneficiados anteriormente pelo financiamento estudantil.

Ao todo, o Fies terá 112.168 vagas em 2026. Desse total, 67.301 foram destinadas ao primeiro semestre e 44.867 ao segundo. O MEC também poderá ofertar vagas que não forem ocupadas, respeitado o limite total previsto para o ano.

Podem se inscrever candidatos que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio a partir da edição de 2010, com média mínima de 450 pontos nas cinco provas e nota acima de zero na redação. Também é exigida renda familiar bruta mensal por pessoa de até três salários mínimos, o equivalente a R$ 4.863 em 2026. Participantes do Enem na condição de treineiro não podem concorrer.

O processo seletivo mantém a reserva de 50% das vagas para o Fies Social, voltado a estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo, R$ 810,50 em 2026, e inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal. Os pré-selecionados nessa modalidade poderão solicitar financiamento integral dos encargos educacionais.

Candidatos do Fies Social com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa não precisarão comprovar renda diretamente na instituição privada de ensino superior. Ainda assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento da faculdade para validar as demais informações declaradas na inscrição.

O resultado da seleção será divulgado em 30 de julho. A complementação das inscrições deverá ser feita de 31 de julho a 4 de agosto. A lista de espera ficará disponível de 7 a 24 de setembro.

Fonte: Agência Brasil.

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Educação

Brasil reduz analfabetismo para menor nível desde 2016, mas ainda tem 8,4 milhões sem saber ler e escrever

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O Brasil chegou a 2025 com 8,4 milhões de pessoas de 15 anos ou mais que não sabem ler nem escrever, o equivalente a 4,9% da população nessa faixa etária. A taxa é a menor da série histórica iniciada em 2016 e ficou abaixo de 5% pela primeira vez, em um recuo associado ao maior acesso das novas gerações à escolarização.

Em relação a 2024, o país teve queda de 0,4 ponto percentual na taxa de analfabetismo, com redução de cerca de 592 mil pessoas nessa condição. Em nove anos, o índice nacional passou de 6,7%, em 2016, para 4,9%, em 2025.

A queda nacional não elimina as diferenças regionais. O Nordeste concentrava 4,8 milhões de pessoas analfabetas, o equivalente a 57,4% do total do país, e tinha taxa de 10,6%. Na sequência aparecem Norte, com 5,7%; Centro-Oeste, com 3,3%; Sul, com 2,4%; e Sudeste, com 2,3%.

O analfabetismo permanece mais presente entre idosos. Pessoas com 60 anos ou mais representavam 58% do total de analfabetos do país. Sem considerar essa faixa etária, a taxa cai para 2,6% entre brasileiros de 15 a 59 anos, o que mostra a diferença entre gerações que tiveram acesso desigual à escola ao longo da vida.

As desigualdades também aparecem por cor ou raça. Entre pessoas de 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo era de 2,8% entre brancos e de 6,5% entre pretos ou pardos. No grupo com 60 anos ou mais, a diferença é maior: 7,3% entre brancos e 20,6% entre pretos ou pardos.

Entre homens e mulheres, a taxa nacional ficou em 5,2% para eles e 4,6% para elas. No grupo com 60 anos ou mais, a proporção de mulheres analfabetas passou a ser menor que a de homens pela primeira vez, com 13,7% contra 14,1%.

A escolarização avançou em outros indicadores. Entre pessoas de 25 anos ou mais, 57,4% concluíram a educação básica obrigatória. Pela primeira vez, mais da metade da população preta ou parda nessa faixa etária chegou ao ensino médio completo, com 51,3%, ainda abaixo dos 64,9% registrados entre brancos.

O levantamento também mostra desafios na permanência escolar. Em 2025, 7,7 milhões de jovens de 14 a 29 anos não haviam concluído o ensino médio, por abandono ou por nunca terem frequentado essa etapa. A necessidade de trabalhar foi o principal motivo apontado, com 43% das respostas, seguida pela falta de interesse em estudar, citada por 25,6%.

Fonte: Agência Brasil

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