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Saúde

Sesacre inaugura Sala de Infusão para tratamentos especializados

Governo do Acre entrega espaço para administração de medicamentos em pacientes com condições crônicas

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Saúde (Sesacre), inaugurou uma Sala de Infusão na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) em Rio Branco. O espaço destina-se à administração de medicamentos endovenosos e subcutâneos, visando garantir tratamentos especializados para pacientes com doenças como lúpus e artrite reumatoide.

Durante a cerimônia, equipamentos de última geração no valor de R$ 255.316,58 foram entregues, com foco na administração de medicamentos imunobiológicos essenciais para a eficácia do tratamento. Espera-se atender até 16 pacientes diariamente, com um horário de funcionamento das 18h às 22h.

“Estamos viabilizando os medicamentos Tocilizumabe, Rituximabe e a Sala de Infusão para que a aplicação desses medicamentos seja feita, conforme orientação do governador Gladson, que solicitou que esses pacientes não ficassem desassistidos”, destacou o Secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal, ressaltando a importância do serviço que proporcionará acessibilidade aos pacientes que precisam desses medicamentos para tratar doenças como lúpus, artrite reumatoide, entre outras.

Com informações da Agência de Notícias do Acre / Foto: Odair Leal/Sesacre

Acre

Farmácia Popular amplia atendimento no Acre e supera em 25% número de beneficiários de 2025

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O programa Farmácia Popular atendeu 18.011 pessoas no Acre entre janeiro e setembro de 2026, superando em quase 25% o total de beneficiários registrado durante todo o ano passado. Atualmente, a iniciativa do governo federal está presente em dez municípios acreanos e oferece gratuitamente 41 produtos, entre medicamentos e insumos de saúde.

O crescimento ocorreu de forma contínua nos últimos anos. Em 2023, o programa contabilizou 1.319 beneficiários no estado. Em 2024, o número subiu para aproximadamente 11,2 mil e chegou a 14.446 em 2025. Nos primeiros nove meses deste ano, o total já ultrapassou a marca de 18 mil pessoas atendidas.

Entre os produtos disponíveis estão medicamentos utilizados no tratamento de hipertensão, diabetes, asma, doença de Parkinson e glaucoma. O programa também disponibiliza fraldas geriátricas e absorventes higiênicos, reduzindo os gastos das famílias com produtos de saúde.

A economia pode chegar a R$ 8,8 mil por ano para uma família de quatro pessoas que utilize medicamentos e insumos oferecidos pela iniciativa. No caso de pacientes com Parkinson, a redução das despesas pode alcançar R$ 1,5 mil anuais. Já o fornecimento gratuito de fraldas geriátricas pode representar uma economia de até R$ 3.240 por ano.

Em todo o Brasil, o Farmácia Popular está presente em cerca de cinco mil municípios, que concentram 97,1% da população nacional. Na Região Norte, 282 cidades contam com estabelecimentos participantes do programa em 2026.

O Ministério da Saúde também iniciou mudanças na regulamentação do Farmácia Popular em agosto, com medidas voltadas à modernização dos serviços e ao controle da distribuição dos produtos.

Entre as propostas em avaliação está a Farmácia 4.0, que prevê a possibilidade de ampliar os serviços oferecidos, incluindo a realização de exames e a utilização de biometria para identificação dos beneficiários na retirada de medicamentos.

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Saúde

SUS começa a oferecer nove novos medicamentos contra o câncer

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O Ministério da Saúde iniciou nesta terça-feira (20) a oferta de nove medicamentos oncológicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), destinados a 13 modalidades de tratamento contra o câncer. A medida deve beneficiar mais de 116 mil pacientes em todo o Brasil. A distribuição começa por 20 centros especializados, mas o Acre não está entre os estados contemplados nesta primeira etapa.

Os medicamentos serão disponibilizados inicialmente em unidades de 16 estados e do Distrito Federal. Entre os estados da Região Norte, Pará, Amazonas e Tocantins estão incluídos. O governo federal prevê ampliar a distribuição para os demais centros de tratamento oncológico do país até dezembro de 2026.

Os novos medicamentos atendem pacientes com diferentes tipos de câncer, incluindo tumores de mama, próstata, pulmão, estômago, rim e tireoide, além de leucemias, linfomas e tumores neuroendócrinos. Entre os produtos incorporados estão trastuzumabe, abemaciclibe, rituximabe, abiraterona, gefitinibe, pazopanibe, sunitinibe, acetato de lanreotida e alfatirotropina.

O investimento anual na aquisição desses nove medicamentos será de R$ 155,4 milhões. A expectativa do Ministério da Saúde é incorporar, até o fim deste ano, um total de 23 medicamentos oncológicos, ampliando em 35% as alternativas de tratamento disponíveis na rede pública. O impacto financeiro estimado para o conjunto das incorporações chega a R$ 4 bilhões por ano.

Durante o anúncio, realizado em São Paulo, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a ampliação dos tratamentos busca garantir o acesso dos pacientes a medicamentos, exames e diagnósticos. Os novos produtos poderão ser utilizados conforme o tipo de tumor, o estágio da doença e as condições clínicas de cada paciente, inclusive para reduzir o risco de retorno do câncer após procedimentos cirúrgicos.

Além dos medicamentos, o Ministério da Saúde anunciou a distribuição de 400 mil testes para rastreamento do câncer colorretal. Os exames serão destinados à identificação de possíveis casos da doença em homens e mulheres de 50 a 75 anos sem sintomas, permitindo encaminhamento para colonoscopia quando necessário.

Outra medida é a ampliação do rastreamento do câncer do colo do útero por meio do teste de DNA-HPV. O governo também passará a financiar cirurgias videotorácicas oncológicas, utilizadas principalmente no tratamento do câncer de pulmão.

No Acre, a chegada dos novos medicamentos dependerá da expansão da distribuição para os serviços oncológicos que atendem pacientes pelo SUS. O Ministério da Saúde ainda não informou uma data específica para o início da oferta no estado.

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Acre

Casos graves de Covid-19 perdem força no Acre, aponta Fiocruz

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O aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados à Covid-19 perdeu força no Acre, segundo o novo Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (15). O levantamento considera a Semana Epidemiológica 40, de 4 a 10 de outubro, e mostra uma desaceleração no crescimento das ocorrências graves provocadas pelo coronavírus no estado.

Além do Acre, Goiás, Distrito Federal e São Paulo também registraram redução na tendência de crescimento dos casos graves de Covid-19 observada na semana anterior. No Mato Grosso, a doença ainda apresenta um leve sinal de aumento, mas a incidência permanece baixa.

O cenário nacional também apresenta sinais de estabilização. De acordo com a Fiocruz, apenas Sergipe reúne incidência de SRAG em nível de alerta e tendência de crescimento nas últimas seis semanas. O aumento ocorre principalmente entre crianças menores de dois anos e está associado ao metapneumovírus.

O boletim mostra ainda que nenhuma capital brasileira apresenta, simultaneamente, incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco e tendência de crescimento no longo prazo. Rio Branco, que aparecia entre as capitais em situação de atenção nas semanas anteriores, ficou fora dessa classificação.

Apesar da melhora, seis capitais continuam com incidência elevada de SRAG, mas sem crescimento sustentado: Aracaju, Boa Vista, Cuiabá, Florianópolis, João Pessoa e Porto Alegre.

Em todo o Brasil, já foram notificados 163.241 casos de SRAG em 2026. Desse total, 87.618 tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório, o equivalente a 53,7% das notificações. Outros 59.131 apresentaram resultado negativo, enquanto pelo menos 7.302 aguardavam confirmação laboratorial.

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, o rinovírus respondeu por 53% dos casos positivos, seguido pelo vírus sincicial respiratório (14,3%), influenza B (5,7%), Covid-19 (4,8%) e influenza A (2,8%).

A Fiocruz reforça que, mesmo diante da desaceleração dos casos, a vacinação continua sendo uma das principais medidas de prevenção contra complicações respiratórias. A orientação é que os grupos prioritários mantenham a imunização contra a Covid-19 atualizada e que gestantes recebam a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR).

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