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Política

Aleac debate emendas parlamentares, PPA e o Orçamento estadual

PPA definido em plenárias; emendas ampliadas no orçamento de R$ 10,7 bilhões; votação do projeto na Assembleia Legislativa (ALEAC). Saiba mais.

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O governo propôs um orçamento de R$ 10.788.871.605,98, focando no controle das despesas correntes. Cada deputado estadual poderá apresentar emendas individuais de R$ 3,2 milhões, com liberdade na alocação, destacando-se parte obrigatória para áreas como Saúde, Segurança Pública, Educação e Infraestrutura.

Houve aumento nas emendas parlamentares: R$ 2 milhões para cada deputado neste ano, enquanto em 2022 foi de R$ 1 milhão e, nos anos anteriores (2020 e 2021), foi de R$ 500 mil.

De junho a agosto, plenárias foram realizadas para a construção do PPA, permitindo a participação da população em seis áreas-chave. O PPA, quando aprovado, direcionará as políticas governamentais e a alocação de recursos nos próximos quatro anos.

Na manhã de quinta-feira (7), a Assembleia Legislativa do Estado do Acre realizou uma audiência pública para discutir a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2024 e o Plano Plurianual (PPA) para 2024-2027. O encontro, organizado pelo deputado Tadeu Hassem, presidente da Comissão de Orçamento e Finança (COF), contou com a presença de autoridades, representantes de órgãos públicos e entidades, assim como parlamentares federais e diversos segmentos sociais, incluindo Saúde, Educação e membros da sociedade civil.

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O projeto de lei orçamentária será votado em plenário na semana seguinte, após revisão pela Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

Foto: Sérgio Vale / Vale Comunicação

Política

Produção rural e desenvolvimento regional pautam agenda institucional em Brasileia

Bocalom cumpre agenda no Alto Acre e acompanha colheita de soja na BR-317

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O fortalecimento da produção rural e a ampliação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico regional pautaram a agenda institucional realizada neste sábado (31) no município de Brasileia, no Alto Acre.

O presidente da Associação dos Municípios do Acre (Amac) e prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, visitou uma área de cultivo de soja localizada no Ramal do 20, às margens da BR-317, onde acompanhou a colheita na propriedade do produtor rural Mário Maffi.

O produtor atua na pecuária e suinocultura e, há cerca de 20 anos, passou a investir na agricultura, com foco no cultivo de grãos. Atualmente, a produção de soja se consolidou como uma das principais atividades da propriedade.

Durante a visita, Bocalom destacou a importância da produção agrícola como vetor econômico para os municípios acreanos.

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“A produção rural tem impacto direto na geração de renda e no fortalecimento da economia local. O papel do poder público é criar condições para que o produtor continue investindo”, afirmou.

Política agrícola e articulação municipal

A agenda integra o trabalho desenvolvido pela Amac voltado à articulação entre os municípios, com foco no fortalecimento da infraestrutura rural, ampliação do apoio técnico e incentivo à produção agrícola em diferentes regiões do estado.

À frente da associação municipalista, Bocalom tem defendido a construção de parcerias entre as prefeituras como estratégia para ampliar o acesso a políticas públicas, recursos e projetos estruturantes voltados ao campo.

Entre as ações debatidas estão programas de mecanização ruralassistência técnicaapoio à agricultura familiar e investimentos em ramais, considerados essenciais para o escoamento da produção e integração das zonas rurais aos centros urbanos.

A visita a Brasileia faz parte da agenda institucional da Amac no interior do estado e reforça a pauta do desenvolvimento regional como eixo central da atuação municipalista no Acre.

Foto: Assecom

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Política

Carlos Brandão assume presidência do Consórcio da Amazônia Legal

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O governador do Maranhão, Carlos Brandão, foi eleito por unanimidade presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento da Amazônia Legal em reunião realizada no dia 29 de janeiro de 2026, com a participação de representantes dos nove estados que integram a região, em encontro realizado de forma remota. A eleição encerra o mandato do governador do Pará, Helder Barbalho, que esteve à frente do colegiado nos últimos três anos, e define a nova coordenação do consórcio pelo período de um ano.

O Consórcio da Amazônia Legal é formado por Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e atua como instância de articulação política e institucional entre os governos estaduais. O objetivo do colegiado é integrar políticas públicas, fortalecer a cooperação regional e promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal, conciliando preservação ambiental, crescimento econômico e inclusão social.

Com a eleição, Carlos Brandão passa a conduzir as agendas estratégicas do consórcio, com foco na ampliação do diálogo federativo, na atração de investimentos e no alinhamento das políticas regionais às pautas nacionais e internacionais relacionadas à Amazônia. Após a escolha, o governador destacou a relevância da atuação conjunta entre os estados e afirmou que a experiência acumulada em consórcios interestaduais e em debates internacionais contribui para a condução de agendas comuns voltadas à região amazônica.

A reunião que definiu a nova presidência contou com a participação da vice-governadora Mailza Assis, que integrou o processo de eleição e parabenizou o novo presidente do consórcio. Segundo ela, a atuação integrada dos estados é central para a formulação de propostas e projetos que contemplem toda a região Norte. “Para este ano que se inicia, esperamos uma boa atuação de todos nós, governantes, nesse trabalho que defende a nossa região, com propostas e projetos que incluem todos os estados”, afirmou.

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A nova gestão do Consórcio da Amazônia Legal assume em um contexto de retomada das discussões regionais e de articulação de projetos estruturantes. O colegiado mantém uma atuação técnica, integrada e orientada a resultados, buscando ampliar sua presença no cenário nacional e internacional e reforçar seu papel como espaço institucional de decisões conjuntas entre os estados da Amazônia Legal.

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Política

Campanha da Prefeitura de Rio Branco usa jingle como eixo da comunicação institucional

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A campanha institucional lançada pela Prefeitura de Rio Branco com o conceito “20 anos em 5” utiliza um jingle como elemento central para apresentar ações realizadas ao longo dos últimos cinco anos de gestão, reunindo investimentos, programas e obras sob uma narrativa única. A proposta parte da compreensão de que a comunicação pública não se limita à divulgação de serviços, mas também organiza informações, constrói percepção e contribui para a formação de memória social.

No campo da comunicação, jingles são reconhecidos como instrumentos de memória afetiva coletiva, capazes de registrar períodos históricos não apenas pelo conteúdo factual, mas também pela forma como são percebidos. Nesse sentido, a campanha adota a linguagem sonora como recurso para traduzir dados administrativos em mensagem acessível e de rápida assimilação pelo público.

O jingle funciona como fio condutor da mensagem institucional, organizando informações técnicas em narrativa compreensível. Segundo o publicitário Zé Américo, um dos responsáveis pela criação, o objetivo foi transformar números em percepção pública. “A campanha transforma números em percepção e obras em narrativa, oferecendo ao cidadão uma interpretação clara do ritmo da gestão. Não se trata de criar fatos, mas de organizar sua leitura pública”, afirma.

A estratégia parte do entendimento de que dados apresentados de forma fragmentada tendem a perder impacto social. A comunicação atua como mediadora, organizando essas informações em linguagem capaz de alcançar diferentes perfis da população. A música, nesse processo, permite síntese, amplia o alcance da mensagem e favorece a fixação do conteúdo por meio da repetição e da associação emocional.

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Outro ponto destacado é o alinhamento entre gestão, comunicação, narrativa e linguagem. Para o publicitário Wagner Lucena, esse processo é determinante para que a comunicação pública cumpra seu papel informativo. “Campanhas institucionais eficazes não nascem apenas da criação publicitária. Elas são resultado do alinhamento entre gestão, comunicação, narrativa e linguagem. Reconhecer esse processo é também reconhecer o trabalho técnico de profissionais que pensam a comunicação pública como política de informação, e não apenas como divulgação”, afirma.

A campanha também foi desenvolvida com atenção aos limites legais da publicidade institucional. A legislação brasileira estabelece que esse tipo de comunicação deve ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, sem promoção pessoal de agentes públicos, conforme os princípios da impessoalidade, moralidade e finalidade pública previstos no artigo 37 da Constituição Federal.

De acordo com os publicitários responsáveis pela criação, esses critérios nortearam todo o desenvolvimento da campanha. “Todo o material foi construído com base no que determina a legislação. O foco é exclusivamente institucional, respeitando os princípios constitucionais da comunicação pública. Desde o conceito até a execução, houve acompanhamento técnico para garantir que a campanha estivesse plenamente amparada pela lei”, afirmam.

Nesse tipo de iniciativa, o cuidado jurídico integra o próprio planejamento comunicacional. As peças passam por análise de conteúdo, verificação legal e acompanhamento técnico permanente, com o objetivo de assegurar que a comunicação cumpra sua função pública de informar a população sem extrapolar os limites estabelecidos.

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