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Saúde

Butantan inicia entrega de vacinas contra a dengue ao Ministério da Saúde

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O Instituto Butantan iniciou, em 26 de dezembro de 2025, a entrega das primeiras doses da vacina contra a dengue ao Ministério da Saúde, formalizando a primeira remessa do imunizante que passará a integrar o Sistema Único de Saúde. O envio inicial é composto por 300 mil doses e marca a execução do contrato firmado entre as duas instituições para fornecimento de vacinas à rede pública.

A entrega ocorre após a autorização regulatória concedida pela Anvisa, que publicou o registro da vacina no início de dezembro. Com a liberação, o Instituto Butantan passou a embalar e disponibilizar as doses produzidas em suas instalações para distribuição exclusiva pelo SUS. O acordo prevê investimento inicial de R$ 368 milhões para o fornecimento de 3,9 milhões de doses, com novas remessas programadas para os meses seguintes.

Segundo informações do Ministério da Saúde, as doses entregues nesta primeira etapa fazem parte de um total de 1,3 milhão já produzidas pelo Butantan. A prioridade definida pela pasta é direcionar o imunizante a profissionais da Atenção Primária à Saúde que atuam em Unidades Básicas de Saúde e em visitas domiciliares, incluindo agentes comunitários, agentes de combate às endemias, enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos vinculados ao SUS. A aplicação está prevista para começar no fim de janeiro de 2026.

A vacina entregue pelo Instituto Butantan, identificada como Butantan-DV, é aplicada em dose única e foi aprovada para pessoas de 12 a 59 anos. Os estudos clínicos apresentados no processo de registro indicaram eficácia próxima de 75% contra casos sintomáticos da doença e proteção superior a 89% contra formas graves e com sinais de alarme, além de ausência de hospitalizações entre os vacinados acompanhados ao longo dos ensaios.

Durante a assinatura do contrato, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a formalização do acordo viabilizou a entrega imediata das primeiras doses produzidas pelo Butantan ao governo federal. De acordo com o ministério, a estratégia inicial inclui ainda ações de monitoramento em municípios-piloto para avaliar o impacto da vacinação na circulação do vírus da dengue.

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A capacidade de entrega do Instituto Butantan deve ser ampliada a partir de parcerias para transferência de tecnologia e de investimentos federais previstos no Novo PAC Saúde, que incluem recursos para expansão da infraestrutura produtiva. O objetivo, segundo o governo, é aumentar gradualmente o volume de doses destinadas ao Ministério da Saúde, possibilitando a ampliação do público atendido pelo SUS.

Mesmo com a chegada do novo imunizante, o Ministério da Saúde mantém a orientação de continuidade das ações de vigilância, prevenção e controle do mosquito transmissor. Em 2025, o país registrou redução nos casos prováveis e nos óbitos por dengue em comparação com 2024, cenário que a pasta associa ao fortalecimento das políticas de prevenção e à ampliação das estratégias de imunização.

Fotos: Comunicação Butantan

Notícias

Prefeitura de Rio Branco qualifica mais de 80 médicos para reforçar atendimento infantil na Atenção Básica

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A Prefeitura de Rio Branco concluiu, nos dias 4 e 5 de fevereiro de 2026, a qualificação de mais de 80 médicos da Atenção Básica com foco no atendimento infantil, em capacitação realizada na Biblioteca Pública Estadual, com o objetivo de alinhar condutas, atualizar protocolos e organizar o fluxo de encaminhamentos ao Ambulatório de Pediatria da rede municipal.

A formação foi coordenada pelo Departamento de Ciclos de Vida, por meio da Divisão de Saúde da Criança, e reuniu profissionais de diferentes unidades de saúde do município. A iniciativa integra a estratégia da Secretaria Municipal de Saúde para fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS) como ordenadora da rede, com ênfase na puericultura, no manejo dos principais agravos clínicos na infância e na definição de critérios de estratificação de risco.

Durante os dois dias de programação, foram apresentados indicadores de crescimento e desenvolvimento infantil de Rio Branco, além de orientações sobre fluxos regulatórios e encaminhamentos para atendimento especializado. A proposta, segundo a gestão municipal, é garantir maior integração entre as unidades básicas e os serviços de referência, reduzindo falhas no percurso do paciente dentro do sistema público de saúde.

A chefe da Divisão de Saúde da Criança, Manoella Moura, afirmou que a qualificação reforça o compromisso da gestão com a melhoria do cuidado infantil. “Nosso objetivo é fortalecer e atualizar as condutas para apoiar o trabalho cotidiano desses profissionais no atendimento às crianças. Do ponto de vista da gestão, investir em qualificação é essencial, porque melhora diretamente o atendimento e impacta de forma positiva os indicadores de saúde da criança em Rio Branco”, declarou.

A gerente do Departamento de Regulação do Município, Sulamita Guedes, destacou a participação dos médicos reguladores na capacitação como medida para otimizar o fluxo de encaminhamentos. “Estamos qualificando médicos da Atenção Primária para que possam atender melhor as crianças e encaminhar, de forma adequada, aquelas que necessitam de atendimento especializado, garantindo mais eficiência e resolutividade na rede”, afirmou.

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A qualificação ocorre em um contexto em que a Atenção Primária é responsável pelo acompanhamento contínuo do crescimento e desenvolvimento infantil, pela identificação precoce de agravos e pela articulação com serviços de média complexidade. Ao reforçar a capacitação dos profissionais e padronizar procedimentos, a Prefeitura busca melhorar a organização do atendimento e ampliar a capacidade de resposta da rede municipal às demandas relacionadas à saúde da criança.

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Saúde

SUS inicia transição para insulina glargina e amplia tratamento para diabetes tipo 1 e 2

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O Ministério da Saúde iniciou a transição do uso da insulina humana NPH para a insulina análoga de ação prolongada, a glargina, no Sistema Único de Saúde (SUS), com projeto-piloto no Amapá, Paraná, Paraíba e Distrito Federal, voltado a crianças e adolescentes de até 17 anos com diabetes tipo 1 e a idosos com 80 anos ou mais diagnosticados com diabetes tipo 1 ou 2.

A estimativa da pasta é que mais de 50 mil pessoas sejam contempladas nesta primeira fase. Segundo o ministério, a mudança será feita de forma gradual, a partir da avaliação individual de cada paciente, e os profissionais da atenção primária nos quatro estados já passam por treinamentos para acompanhar a implementação.

A insulina glargina é de ação prolongada, com duração de até 24 horas, e requer apenas uma aplicação diária, o que permite a manutenção dos níveis de glicose ao longo do dia . De acordo com o Ministério da Saúde, o medicamento “é de ação prolongada, que facilita a rotina dos pacientes”. A pasta informou ainda que, após os primeiros meses de execução, será realizada uma avaliação para definir um cronograma de expansão aos demais estados.

A ampliação da oferta da glargina no SUS ocorre no âmbito de uma parceria para o desenvolvimento produtivo que envolve o laboratório Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a empresa brasileira de biotecnologia Biomm e a chinesa Gan & Lee. A iniciativa prevê a transferência de tecnologia para o Brasil. Em 2025, a parceria resultou na entrega de mais de 6 milhões de unidades do medicamento, com investimento de R$ 131 milhões, e a previsão é alcançar, até o fim de 2026, capacidade de produção de até 36 milhões de tubetes para abastecimento do SUS.

Segundo o ministério, “a autonomia na produção de insulina é fundamental diante de cenário de escassez global deste insumo”. A pasta também destacou que o tratamento com insulina glargina pode custar até R$ 250 para dois meses na rede privada, e que a ampliação da oferta no SUS está alinhada a práticas adotadas internacionalmente.

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Fonte: Agência Brasil – Foto: Rafael Nascimento/MS

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Notícias

Programa Olhar de Carinho ultrapassa 18 mil procedimentos oftalmológicos em Cruzeiro do Sul

Prefeitura realiza nova etapa com consultas, exames e cirurgias gratuitas entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu continuidade ao programa Olhar de Carinho, que já soma 18.836 procedimentos oftalmológicos realizados no município. A nova etapa começou na sexta-feira (30) e segue até segunda-feira (2 de fevereiro), na Unidade Básica de Saúde Jesuíno Lins, no bairro do Alumínio.

Nesta fase, estão sendo ofertadas consultas oftalmológicas, exames pré-operatórios e cirurgias de catarata e pterígio, conforme cronograma organizado por blocos de pacientes e especialidades.

A ação é executada em parceria com o Instituto Progresso Amazônia. Segundo o secretário municipal de Saúde, Marcelo Siqueira, o programa tem apresentado resultados positivos graças à estrutura adequada, equipamentos modernos e profissionais qualificados.

As consultas acontecem durante a semana no período da manhã, os exames pré-operatórios à tarde e as cirurgias são realizadas, preferencialmente, nos últimos finais de semana de cada mês.

O prefeito Zequinha Lima acompanhou os atendimentos no sábado (31) e destacou a importância social do programa. De acordo com ele, o Olhar de Carinho garante acesso à saúde ocular para pessoas que aguardavam há anos por procedimentos e não tinham condições de buscar atendimento fora do município.

Entre os pacientes beneficiados, Maria Silva celebrou a oportunidade de realizar a cirurgia perto de casa. Segundo ela, o custo elevado do procedimento impossibilitava o tratamento, agora viabilizado gratuitamente pela Prefeitura.

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O programa segue como uma das principais ações de saúde pública do município, promovendo qualidade de vida, autonomia e dignidade à população de Cruzeiro do Sul.

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