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Cultura

Casa do Artesanato Acreano cores e texturas do Acre

Valorizando a Arte Local e Promovendo a Sustentabilidade

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Na Casa do Artesanato Acreano, cada peça conta uma história única, tecida com as cores vibrantes e as texturas ricas da região. Este espaço encantador não é apenas uma loja, mas sim um portal para a alma criativa do Acre, onde os visitantes são convidados a explorar e se encantar com a diversidade cultural e artística da nossa gente.

A Casa do Artesanato Acreano é um ponto de referência tanto para os moradores locais quanto para os turistas que visitam a região. Com uma ampla variedade de produtos artesanais, o espaço proporciona uma oportunidade para os visitantes adquirirem peças únicas, e também desempenha um papel crucial na preservação e promoção da cultura acreana.

Ao reunir obras de aproximadamente 70 artesãos locais, a Casa do Artesanato oferece uma experiência rica em diversidade e autenticidade. Com mais de 2.400 itens em seu inventário, que incluem desde artigos indígenas até grandes telas retratando a beleza da floresta, o espaço cativa os visitantes com a riqueza cultural da região.

Além de ser um local de vendas, a Casa do Artesanato Acreano também serve como um centro de preservação cultural, proporcionando aos artesãos um controle total sobre suas vendas por meio do sistema Nex Servidor. Essa abordagem não apenas valoriza o trabalho dos artesãos, mas também contribui para o fortalecimento da economia local.

Muitos dos itens são produzidos por instituições que seguem práticas de produção ecologicamente corretas, contribuindo assim para a preservação do meio ambiente e a promoção de um modelo de negócios mais sustentável no estado.

Horários de funcionamento:
Segunda a sexta: 8h às 17h.
Sábados e domingos: 13h às 17h.

Endereço: Rua Epaminondas Martins, 94 – Bosque

Cultura

Espetáculo “Ouro Branco” do SESI Acre leva história do estado ao palco

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O SESI Acre apresenta o espetáculo “Ouro Branco – Da Revolução à Industrialização”, produção que transforma episódios da história acreana em dança, música e teatro. A montagem percorre desde o período dos seringais e da Revolução Acreana até as transformações econômicas ligadas à industrialização do estado.

A narrativa homenageia homens e mulheres que participaram da formação do Acre, com destaque para os trabalhadores que chegaram à região durante o ciclo da borracha. O látex, conhecido como “ouro branco”, tornou-se um dos principais símbolos desse período e dá nome ao espetáculo.

Por meio das coreografias, a apresentação aborda temas como trabalho, migração, identidade e desenvolvimento, aproximando o público de diferentes momentos da trajetória acreana.

A montagem reúne alunas de balé do SESI Acre e grupos convidados, utilizando a dança como fio condutor para apresentar a passagem de uma economia marcada pelos seringais para novas etapas de desenvolvimento industrial.

“Ouro Branco” integra as ações culturais do SESI Acre e reforça a proposta de preservar a memória regional por meio das artes.

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Cultura

‘Cabeças Cortadas’, de Glauber Rocha, terá versão restaurada em 4K em 2027

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O filme “Cabeças Cortadas”, dirigido por Glauber Rocha e lançado em 1970, ganhará uma versão restaurada em 4K em 2027. A produção hispano-brasileira, rodada na Catalunha, no norte da Espanha, passará por tratamento de imagem, correção de cores e recuperação do som para voltar a circular em formato digital mais de cinco décadas depois das filmagens.

O trabalho de restauração reúne a Escola de Cinema de Madrid (Ecam), a Vídeo Mercury Films e a FlixOlé, distribuidora e plataforma especializada em cinema espanhol. O projeto busca ampliar o acesso a um dos títulos menos disponíveis da filmografia do cineasta brasileiro.

Filmado durante o período em que Glauber vivia fora do Brasil por causa da perseguição da ditadura militar, “Cabeças Cortadas” acompanha a decadência de um ditador atormentado pelo próprio passado e pela proximidade da morte. O personagem Díaz II, interpretado pelo ator espanhol Francisco Rabal, combina referências a regimes autoritários latino-americanos e à ditadura de Francisco Franco na Espanha.

A narrativa usa elementos políticos, teatrais e poéticos para abordar autoritarismo, racismo, fascismo e relações de dominação. O longa também rompe com estruturas convencionais do cinema comercial, característica presente na trajetória de Glauber e no movimento do Cinema Novo.

Entre as passagens do filme está uma cena em que Díaz II relembra feitos grandiosos atribuídos ao próprio governo e ordena o retorno de um filósofo exilado. O personagem pretende colocá-lo à frente de uma fundação financiada com recursos obtidos pela venda da produção agrícola aos Estados Unidos.

A restauração pretende recuperar uma obra que permaneceu durante anos com circulação limitada. Além da nova cópia digital, o projeto inclui um espaço dedicado à história da produção, com registros dos bastidores, depoimentos de participantes das filmagens e informações sobre o método de trabalho de Glauber, marcado pela improvisação e pela liberdade criativa.

O próprio diretor definia “Cabeças Cortadas” como um filme situado entre o teatro e a poesia e defendia uma relação menos convencional entre a obra e o público. Para Glauber, a experiência deveria se aproximar da leitura de um poema ou da contemplação de uma pintura, em vez de seguir apenas a narrativa tradicional do cinema.

Glauber Rocha também dirigiu obras como “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de 1964, e “Terra em Transe”, de 1967, títulos que o projetaram como um dos principais nomes do cinema brasileiro. O cineasta morreu em 1981, aos 42 anos.

Fonte: Agência Brasil

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Cultura

Usina de Arte abre 20 vagas para curso gratuito de iniciação teatral em Rio Branco

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A Usina de Arte João Donato, em Rio Branco, oferece 20 vagas para o curso gratuito de Iniciação à Linguagem Teatral. A formação é destinada a pessoas a partir de 15 anos e busca ampliar o acesso às artes cênicas por meio de atividades práticas de expressão corporal, improvisação, jogos teatrais e criação de cenas.

As aulas serão presenciais na sede da Usina de Arte, localizada na Rua das Acácias, nº 1.155, no Distrito Industrial. A formação integra a programação de cursos livres desenvolvida no espaço cultural para moradores interessados em iniciar experiências no teatro.

Durante o curso, os participantes terão contato com técnicas de consciência e linguagem corporal, exercícios de criatividade, improvisação e práticas de construção cênica. A proposta é oferecer uma introdução aos elementos básicos do teatro e desenvolver habilidades relacionadas à comunicação e à expressão artística.

A programação ocorre no período da tarde. As aulas estão previstas para começar na segunda-feira (24) e seguir até novembro, com encontros semanais na Usina de Arte.

A unidade mantém atividades de formação artística e cultural em parceria com instituições estaduais. Outros cursos livres também vêm sendo oferecidos ao longo do ano nas áreas de teatro, artes visuais e formação cultural.

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