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Cruzeiro do Sul está preparada para celebra 119 anos

119 anos e o 6° Festival da Farinha celebrando cultura, tradição e progresso

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Cruzeiro do Sul, está prestes a comemorar seu 119º aniversário e o Prefeito Zequinha Lima aproveitará a ocasião para realizar uma série de inaugurações e entregas de obras no 6º Festival da Farinha, um evento que promete celebrar não apenas a data importante, mas também a cultura e a força da comunidade.

Vários eventos estão confirmados e antecedem a data do aniversário e o festival, entre eles:

  • Laboratório para exames hormonais: Um novo espaço que promete melhorar a qualidade dos serviços de saúde na cidade.
  • Títulos Definitivos no Bairro Aeroporto Velho: Uma conquista importante para os moradores, proporcionando segurança jurídica.
  • UBS Adalto José Batista: Um novo centro de saúde para atender às necessidades da população local.
  • Sistema de abastecimento de água: Uma melhoria essencial para garantir o acesso à água potável.
  • Credenciamento dos Moveleiros no Programa de compras municipais: Uma iniciativa que apoia os empreendedores locais.

Além disso, tem a inauguração da Escola Lucilente Gomes de Menezes, a Ordem de Serviço da Casa de Passagem do Trabalhador Rural, a entrega de um Caminhão para Transporte da Produção Agrícola, a Ordem de Serviço do Centro Administrativo da Vila Santa Luzia e a entrega de Equipamentos da Secretaria de Agricultura.

A cidade está pronta, e essa celebração é parte do compromisso da gestão em trabalhar para o bem-estar dos cidadãos. Durante o festival também inclui a inauguração das Pensões do Mercado, a reinauguração da UBS Jesuíno Lins e a Cerimônia de Celebração do Encerramento do PAA 2023.

O assessor de comunicação e cerimonial da prefeitura Chico Melo destacou que “Os três anos de mandato do Prefeito Zequinha Lima são um testemunho vivo do comprometimento com o progresso de Cruzeiro do Sul. Sua liderança é verdadeiramente inspiradora, e suas ações falam mais alto do que palavras. As conquistas que celebramos hoje são resultados de um trabalho incansável e de uma visão clara para um futuro melhor. Parabéns a todos nós por fazermos parte desta história de sucesso.”

Chico Melo também lembra que o festival será de 27 a 30 de setembro, e que a cidade receberá shows nacionais e regionais, música, artesanato, comidas típicas e muito mais. Nomes conhecidos, como Bonde do Forró, Vitória Freitas, Deayele Santos, Ceian Muniz e a cantora gospel Isadora Pompeo, se apresentarão durante o evento. O desfile cívico, a Marcha para Jesus e a final da Realeza do Festival da Farinha também fazem parte da programação.

O 6º Festival da Farinha destaca o empreendedorismo rural, o artesanato local, as deliciosas comidas típicas e a produção de farinha de alta qualidade que Cruzeiro do Sul é conhecida por oferecer.

“Todas as conquistas são fruto do esforço conjunto, da esperança e fé em um futuro melhor.”

“Todos estão convidados para se juntar a esta celebração, Cruzeiro do Sul está comprometida com um futuro promissor, marcado pelo progresso e pela união de nossa comunidade.” – Prefeito Zequinha Lima

Rio Branco

Rio Branco abre programação do Dia dos Geoglifos no Horto Florestal

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Rio Branco abriu nesta sexta-feira (26), no Horto Florestal, a programação do Dia dos Geoglifos, com atividades voltadas ao turismo, à ciência e à educação patrimonial. A ação reúne pesquisadores, estudantes, representantes de instituições e visitantes para aproximar a população dos sítios arqueológicos que fazem do Acre uma das principais áreas de pesquisa sobre estruturas de terra na Amazônia.

O Acre tem cerca de 1.200 sítios arqueológicos desse tipo registrados. Desse total, 81 ficam em Rio Branco, onde desenhos geométricos feitos no solo guardam vestígios de povos que viveram no sudoeste amazônico há milhares de anos. As formas, preservadas em meio à vegetação, aparecem em círculos, quadrados e outras estruturas associadas à ocupação antiga da região.

A abertura contou com a participação da primeira-dama Roberta Lins, que representou o prefeito Alysson Bestene. A programação segue no sábado (27) e no domingo (28), com trilha interpretativa acompanhada pelo Corpo de Bombeiros, palestras, debates e exposição de peças arqueológicas.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação, Ezequiel Bino, afirmou que a data passará a integrar o calendário da capital. “A partir de 2026, todos os anos, nós teremos a Semana em homenagem aos geoglifos, porque é um patrimônio nosso, uma singularidade do Acre. Dos mil geoglifos identificados, 81 estão aqui, muitos na área urbana”, disse.

A proposta também busca ampliar o uso turístico e educativo dos sítios, com atenção à preservação. Parte dos geoglifos acreanos segue em estudo por universidades e instituições de pesquisa, que investigam como essas estruturas foram construídas, como eram usadas e qual era seu significado para os povos indígenas responsáveis por sua criação.

O professor Rhuan Carlos Lopes, da Universidade Federal do Pará, disse que a data ajuda a aproximar a arqueologia da comunidade escolar, dos moradores e das instituições ligadas ao turismo e à pesquisa. Para ele, a preservação depende do conhecimento público sobre a importância dos geoglifos para a história da Amazônia.

A superintendente do Iphan no Acre, Antônia Barbosa, afirmou que a Prefeitura pediu o reconhecimento de Rio Branco como Capital dos Geoglifos, por ter sido o local onde os primeiros sítios arqueológicos dessa tipologia foram descobertos. A iniciativa reforça a tentativa de transformar o patrimônio arqueológico em referência cultural, científica e turística para a capital acreana.

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Economia e Empreender

Aneel mantém bandeira amarela e conta de luz terá cobrança extra em julho

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A Agência Nacional de Energia Elétrica manteve nesta sexta-feira (26) a bandeira tarifária amarela para as contas de luz de julho no Brasil. Com a decisão, os consumidores seguem pagando acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. A cobrança ocorre em meio ao período seco, quando a geração hidrelétrica diminui e há maior uso de termelétricas, que têm custo mais alto.

A bandeira amarela representa condições menos favoráveis para a produção de energia. Na prática, ela funciona como um alerta de custo adicional na fatura. Para uma residência que consome 200 kWh no mês, por exemplo, o acréscimo é de R$ 3,77, antes da incidência de tributos.

O sistema de bandeiras tarifárias foi implantado em 2015 para informar mensalmente ao consumidor o custo da geração de energia elétrica. A bandeira verde não tem cobrança extra. A amarela adiciona R$ 0,01885 por kWh. A vermelha patamar 1 acrescenta R$ 0,04463 por kWh, enquanto a vermelha patamar 2 eleva o custo em R$ 0,07877 por kWh.

A cobrança vale para consumidores cativos das distribuidoras, com exceção dos localizados em sistemas isolados. A manutenção da bandeira amarela reforça a necessidade de reduzir desperdícios, principalmente no uso de equipamentos de maior consumo, como ar-condicionado, chuveiro elétrico, ferro de passar e geladeira.

Foto: Agência Brasil

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Acre

Acre abre inscrições para 692 moradias do Minha Casa, Minha Vida em Rio Branco

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O governo do Acre abre na segunda-feira, 29, as inscrições para 692 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida em Rio Branco, voltadas a famílias de baixa renda em situação de déficit habitacional. O cadastro será feito exclusivamente pelo Sistema de Habitação do Estado do Acre até 29 de julho, sem cobrança de taxa e sem vantagem para quem se inscrever primeiro.

As moradias estão distribuídas em três empreendimentos. A Cidade do Povo terá 500 unidades, divididas entre os lotes C e D, com 250 casas cada. No Calafate, o empreendimento Cidade Alta terá 192 unidades. As regras foram publicadas em três editais no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira, 26, pela Secretaria de Estado de Habitação e Urbanismo.

Podem concorrer famílias com renda bruta mensal de até R$ 3.200 que não tenham imóvel próprio, não tenham recebido moradia em programas habitacionais, não sejam titulares de financiamento habitacional com recursos do FGTS ou sistema equivalente, estejam com CadÚnico atualizado e comprovem integrar déficit habitacional em Rio Branco. A situação pode abranger moradia precária, coabitação, excesso de moradores em imóvel alugado, gasto de mais de 30% da renda com aluguel, aluguel social provisório ou situação de rua.

O processo terá critérios de prioridade definidos pela política habitacional federal. Terão preferência famílias com mulher como responsável, pessoas negras, pessoas com deficiência, idosos, crianças ou adolescentes, pessoas com câncer ou doença rara crônica e degenerativa, mulheres vítimas de violência doméstica, indígenas, quilombolas, moradores de áreas de risco e beneficiários cujo contrato habitacional tenha sido rescindido involuntariamente.

Ao menos metade das unidades será reservada a famílias em situação de risco e vulnerabilidade atendidas pelo Bolsa Família, pelo Benefício de Prestação Continuada ou com pessoa com microcefalia na composição familiar. Os editais também preveem reserva mínima de 3% para idosos, pessoas com deficiência e pessoas ou famílias em situação de rua ou com trajetória de rua.

A secretária de Habitação e Urbanismo, Samilca França, afirmou que o objetivo é direcionar as unidades a famílias em maior vulnerabilidade social. “Estamos priorizando famílias em situação de vulnerabilidade social, com reservas para beneficiários do Bolsa Família, BPC, idosos, pessoas com deficiência, chefiadas por mulheres, crianças ou adolescentes, vítimas de violência doméstica e população em situação de rua. Queremos garantir que a moradia digna chegue a quem realmente precisa”, disse.

Depois do encerramento das inscrições, a Sehurb fará a classificação conforme os critérios de prioridade. Em caso de empate, terá preferência o titular de maior idade. A lista final terá suplência de 30% sobre o número de unidades e será encaminhada à Caixa Econômica Federal, responsável pela análise de enquadramento e pela etapa de contratação.

Os candidatos selecionados terão de acompanhar as convocações e apresentar os documentos exigidos dentro dos prazos. A falta de documentação, o não enquadramento nos critérios ou a prestação de informações falsas podem resultar na exclusão do processo. Os imóveis contratados terão cláusula de inalienabilidade por 60 meses, período em que não poderão ser vendidos, transferidos ou cedidos.

Fonte e foto: Agência de Notícias do Acre

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