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Economia e Empreender

Feito no Acre estrutura campanha para ampliar reconhecimento da produção local

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Uma campanha voltada à valorização de produtos e serviços desenvolvidos no Acre começou a ser implementada em dezembro de 2025 com o objetivo de estimular o consumo local e fortalecer a economia estadual. Intitulada Feito no Acre, a iniciativa reúne entidades empresariais e o poder público em torno de uma estratégia comum para ampliar a visibilidade das empresas que produzem no estado e incentivar consumidores a identificarem a origem do que consomem.

A ação é coordenada pelo Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre, com a participação da Federação das Indústrias do Estado do Acre, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre, do Governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia, e do Sebrae/AC. O foco da campanha é consolidar um movimento de valorização da produção local como instrumento de fortalecimento do mercado interno e de estímulo às cadeias produtivas existentes no estado.

O principal mecanismo adotado é o selo Feito no Acre, destinado a identificar empresas que produzem ou prestam serviços no território acreano. Para utilizar a identificação, os empreendimentos devem realizar um cadastro em plataforma digital, informando dados institucionais, segmento de atuação e descrição das atividades, além de comprovar que a produção ocorre no estado. Após análise técnica, as empresas aprovadas passam a utilizar o selo em embalagens, materiais promocionais, pontos de venda e canais de comunicação, como forma de indicar a procedência dos produtos e serviços.

De acordo com os organizadores, o selo foi concebido para funcionar como um referencial para o consumidor no momento da compra, ao mesmo tempo em que contribui para o posicionamento das marcas locais no mercado. A expectativa é que a identificação estimule escolhas baseadas na origem da produção e favoreça a circulação de recursos dentro do próprio estado, com impacto sobre diferentes setores econômicos.

Uma das primeiras empresas a aderir à campanha foi a Stagio Confecções, que atua no segmento de uniformes profissionais e soluções têxteis. Para a empresária Elâynne Guimarães, proprietária da empresa e presidente do Sindicato de Confecções e Correlatas do Estado do Acre, a iniciativa amplia o reconhecimento da produção local. “A campanha Feito no Acre reforça a identidade das empresas locais e mostra ao consumidor que existe produção no estado. Aderir foi uma forma de fortalecer nossa marca e contribuir com o desenvolvimento da economia acreana”, afirmou.

Com a adesão de novas empresas, a campanha busca se consolidar como uma ação permanente de incentivo à produção e ao consumo locais. A proposta é envolver o setor produtivo e a sociedade em um processo contínuo de valorização do que é feito no Acre, com reflexos na geração de renda, na manutenção de postos de trabalho e no fortalecimento das cadeias econômicas que operam no estado.

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Micro e pequenas empresas concentram 70% dos empregos formais do comércio no Brasil

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As micro e pequenas empresas respondem por quase 70% dos empregos formais do comércio no Brasil e reforçam o peso dos pequenos negócios na sustentação do mercado de trabalho. O levantamento Panorama do Emprego, do Sebrae, usa dados da Relação Anual de Informações Sociais de 2024 e mostra que o segmento empregava 19,8 milhões de trabalhadores naquele ano, acima dos 19,5 milhões registrados por médias e grandes empresas.

A maior concentração de vagas está nos setores de serviços e comércio. Nas micro e pequenas empresas, os serviços reuniam 7,5 milhões de postos de trabalho, enquanto o comércio somava 7 milhões. Juntos, os dois segmentos respondiam por mais de sete em cada dez empregos existentes no universo das MPEs no país.

O estudo também mostra que mais de um quinto dos vínculos formais das micro e pequenas empresas estava concentrado em apenas dez atividades econômicas. Restaurantes e similares aparecem no topo da lista, com mais de 721 mil empregos. A atividade liderava a geração de vagas entre as MPEs em 13 estados e no Distrito Federal.

Depois dos restaurantes, as maiores concentrações de postos estavam no comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios e no comércio varejista de produtos farmacêuticos sem manipulação de fórmulas. A distribuição das vagas mostra a ligação direta dos pequenos negócios com o consumo das famílias e com atividades de atendimento cotidiano nas cidades.

O presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, afirmou que os dados confirmam o papel das micro e pequenas empresas na geração de renda. Para ele, os pequenos negócios são a “força motriz do nosso desenvolvimento” e sustentam parte relevante da economia local, do comércio de bairro aos serviços de alimentação.

O levantamento também aponta mudanças nas funções mais demandadas pelo comércio varejista. Cargos tradicionais de venda perderam espaço para ocupações mais amplas, ligadas ao atendimento geral. A função de atendente de lojas e mercados teve acréscimo de 52 mil postos no período analisado.

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WhatsApp começa a liberar reserva de nome de usuário

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O WhatsApp começou a liberar a reserva de nomes de usuário para pessoas e empresas. A novidade será distribuída gradualmente em diferentes países ao longo dos próximos meses e permitirá iniciar conversas sem a necessidade de compartilhar o número de telefone.

A reserva antecede o lançamento completo da ferramenta, previsto para ocorrer ainda em 2026. Como cada identificador será exclusivo, a abertura antecipada permite que usuários escolham o nome desejado antes que ele seja registrado por outra pessoa ou empresa.

Para os pequenos negócios, a mudança cria uma nova forma de divulgar o canal de atendimento. Em vez de publicar o número do celular em redes sociais, embalagens, cartões e campanhas, a empresa poderá informar um identificador semelhante aos usados no Instagram e no Facebook.

No Brasil, 82% dos pequenos negócios usam o WhatsApp como principal ferramenta de comunicação com clientes e de vendas. A escolha antecipada de um nome simples e próximo à marca pode facilitar a localização da empresa, reduzir erros no atendimento e dificultar que terceiros registrem identificadores semelhantes.

Criadores de conteúdo, organizações e empresas também poderão tentar reivindicar no WhatsApp o mesmo nome utilizado em contas do Instagram ou do Facebook. A disponibilidade dependerá das regras da plataforma e da situação de cada identificador.

O WhatsApp não terá um diretório público para pesquisa de nomes nem oferecerá sugestões de perfis. Para iniciar uma conversa, a pessoa precisará conhecer o identificador exato. A plataforma também prepara uma chave opcional de segurança, que poderá ser exigida para impedir contatos indesejados.

Quando o recurso estiver ativo, o número de telefone poderá permanecer oculto no primeiro contato feito pelo nome de usuário. A mudança não altera conversas existentes nem impede que contatos que já possuem o número continuem vendo essa informação.

A reserva é opcional e deve ser feita pelo aplicativo atualizado no celular. O usuário precisa abrir “Configurações”, acessar “Conta”, tocar em “Nome de usuário”, escolher o identificador disponível e confirmar. A opção ainda não aparece para todas as contas e será liberada conforme o avanço da distribuição em cada país.

Além de reservar o nome, empresas devem manter o perfil comercial completo, com endereço, horário de funcionamento, descrição, catálogo e mensagens automáticas. Respostas rápidas, etiquetas de organização e uma rotina de atendimento também ajudam a transformar o aplicativo em um canal permanente de relacionamento e vendas.

Fonte: Sebrae

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Sebrae lança página especial para apoiar afroempreendedores no país

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O Sebrae lançou nesta quarta-feira (8) uma página especial sobre afroempreendedorismo no Portal Sebrae para reunir capacitações, conteúdos e soluções voltadas a negócios liderados por pessoas negras em todo o país. O novo canal busca facilitar o acesso a informações de gestão, inovação, diversidade e projetos de apoio a um público que já representa mais da metade dos donos de pequenos negócios no Brasil.

Os empreendedores negros, grupo formado por pessoas pretas e pardas, somam 15,8 milhões de donos de pequenos negócios, o equivalente a 52% do total nacional. Em dez anos, esse contingente cresceu 17%. No mesmo período, os empreendedores brancos chegaram a 14 milhões, com alta de 12,9%.

A criação do espaço ocorre em meio à diferença de renda entre empreendedores no país. A renda média dos homens brancos empreendedores é de R$ 5.144, enquanto a dos homens negros é de R$ 2.868. Entre mulheres negras empreendedoras, o valor cai para R$ 2.090.

O presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, disse que a entidade trabalha para mudar esse cenário e ampliar o crescimento do empreendedorismo nesse segmento da população. “Ainda há uma grande disparidade do rendimento médio”, afirmou.

A página reúne ebooks, artigos, trilhas de capacitação para diferentes fases do negócio e acesso a iniciativas do Sebrae ligadas ao tema. O canal também traz histórias de empreendedores negros que desenvolveram seus negócios com apoio da instituição.

A iniciativa reforça a estratégia de atendimento segmentado do Sebrae e amplia a oferta de ferramentas para formalização, gestão e crescimento de pequenos negócios. A proposta é concentrar, em um único ambiente, conteúdos que antes ficavam dispersos no portal e facilitar a navegação de empreendedores que buscam orientação para abrir, manter ou expandir empresas.

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