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Notícias

Governo retoma Bolsa Verde para beneficiar comunidades tradicionais

Ação compõe medidas anunciadas no aniversário de 16 anos do ICMBio

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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) comemora 16 anos de existência, nesta segunda-feira (28). O instituto é uma autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Ele foi criado durante a primeira gestão da ministra Marina Silva no cargo, em 2007, e homenageia o líder seringueiro e ativista ambiental assassinado em 1988, Chico Mendes.

A autarquia é responsável pela gestão, proteção, manejo, pesquisa, monitoramento, fiscalização e uso público das unidades de Conservação federais. A ministra Marina Silva, que participou da celebração da data, em Brasília, comparou as unidades de conservação a verdadeiras muralhas de proteção.

“Cerca de um terço da energia brasileira vem da água protegida pelas nossas unidades de conservação. A agricultura tem, também, a água das nascentes das nossas unidades de conservação.”

A ministra defendeu que o ICMBio promova uma gestão compartilhada e integrada das unidades de conservação com as comunidades locais.

“O ICMBio foi motivo de um conceito que inaugura, no Brasil, a ideia de socio-ambientalismo e, com essa ideia, a gente integra na proteção [ambiental] também as comunidades, para que aquelas que protegeram, resistiram e arriscaram suas vidas e, que até hoje fazem isso, não sejam um corpo estranho, no seu próprio corpo”, explicou Marina Silva.

Bolsa Verde

Durante o evento de comemoração dos 16 anos do ICMBio, diversas ações foram anunciadas. A principal delas é a retomada do programa Bolsa Verde, que planeja, na primeira fase, a adesão de 8 mil pessoas, em 21 reservas extrativistas, que são áreas de florestas protegidas por lei, cedidas a populações tradicionais.

O órgão doará 40 tablets para cadastro de famílias beneficiárias. A diretora de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial em Unidades de Conservação do ICMBio, Kátia Torres, valorizou a atuação das comunidades tradicionais.

“A gente reconhece e apoia as comunidades tradicionais como guardiãs das relações benignas com a terra e com a natureza”.

O presidente do ICMBio, Mauro Pires, destacou que o pagamento da Bolsa Verde incentivará a adoção de práticas de proteção à natureza e ampliará a primeira versão do programa, de 2011, que antes era destinado a famílias em situação de extrema pobreza.

“Agora, com as novas alterações, será ampliado o foco para trabalhar com as pessoas que estão dentro de unidades de conservação ou ambientes naturais que queiram desenvolver atividades de conservação ambiental. Para isso, vão receber um bônus.

“A Bolsa Verde é muito mais do que um bônus. Está associada à assistência técnica diferenciada, porque também não adianta nada se não for alterada a forma de produção. Também está associada à capacitação e à organização social. É a organização social que consegue fazer a transformação local”, destaca Pires.

Rio Branco

Mercado Elias Mansour completa 46 anos com anúncio de entrega de nova estrutura

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A Prefeitura de Rio Branco informou que pretende entregar uma nova estrutura para o Mercado Municipal Elias Mansour no próximo ano. O anúncio foi feito durante a comemoração pelos 46 anos de funcionamento do espaço, realizada por feirantes nesta semana.

O evento reuniu permissionários, clientes e representantes do município. A programação incluiu café da manhã, corte de bolo, homenagens e apresentações culturais.

Durante a cerimônia, o feirante Gurgel da Rocha foi homenageado por sua atuação no mercado. Ele recebeu o primeiro pedaço de bolo do prefeito Alysson Bestene e da primeira-dama Roberta Lins.

Roberta Lins também recebeu homenagem por ter completado 46 anos no dia 27. Em discurso, ela mencionou a previsão de mudança do mercado para outra estrutura.

“Fico feliz pelos parabéns e por estar comemorando aqui os 46 anos desse mercado, que, no próximo ano, estará de casa nova”, afirmou.

O prefeito Alysson Bestene disse que a gestão pretende manter o apoio aos permissionários e que a nova sede está prevista entre as obras do município.

A programação também teve uma apresentação de carimbó feita por um grupo de mulheres. A primeira-dama e o prefeito participaram da dança durante o evento.

O Mercado Elias Mansour funciona há 46 anos como ponto de comércio para feirantes e pequenos empreendedores em Rio Branco.

Fotos: Assessoria/Cedida

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Rio Branco

Arraiá do Chico reúne famílias e empreendedores no Parque Chico Mendes

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A Prefeitura de Rio Branco realizou neste domingo (28) o Arraiá do Chico, na Praça de Alimentação do Parque Ambiental Chico Mendes, com programação junina voltada ao lazer, à convivência familiar e à valorização de pequenos empreendedores da capital acreana.

A festa contou com comidas típicas, pescaria, bingo, feirinha de artesanato, venda de produtos regionais e atividades para visitantes de diferentes idades. A programação já integra o calendário de eventos do parque e movimentou famílias, crianças, jovens, idosos, artesãos e comerciantes locais.

A ação foi organizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente em parceria com concessionários da Praça de Alimentação. Joseline Guimarães afirmou que o evento fortalece a integração entre os frequentadores do espaço. “O Arraiá do Chico é um evento tradicional aqui do parque, junto com os concessionários da Praça de Alimentação. Ele é muito importante para integrar as famílias, as pessoas que vêm ao parque”, disse.

Além da programação junina, o evento recebeu a Feira Rede Empório, com participação de empreendedores locais ligados ao artesanato, à economia criativa e à produção regional. Para Felipe Pinheiro, integrante da Poty3D, a presença da feira no Parque Chico Mendes amplia as oportunidades para quem empreende em Rio Branco.

A presença da comunidade reforçou o papel do Parque Ambiental Chico Mendes como espaço público de lazer, cultura, educação ambiental e convivência. Ilzamar Mendes, viúva de Chico Mendes, acompanhou a programação e elogiou a organização do evento, a participação dos pequenos produtores e o cuidado com os espaços do parque, incluindo o Memorial Chico Mendes e a área dos animais.

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Economia e Empreender

Desenrola Adimplentes reduz juros para trabalhadores informais com contas em dia

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O governo federal lançou nesta segunda-feira, 29 de junho, o Desenrola Adimplentes, uma nova etapa do Novo Desenrola Brasil voltada a trabalhadores informais que mantêm empréstimos em dia ou com atraso de até 90 dias. A medida busca reduzir o custo das dívidas, preservar a capacidade de pagamento e ampliar o acesso a crédito em condições mais favoráveis.

A iniciativa atende trabalhadores sem vínculo CLT, fora do serviço público e que não recebem aposentadoria ou pensão do INSS. Para participar, é preciso ter uma operação de crédito pessoal com saldo devedor, já ter pago ao menos quatro parcelas e manter a dívida em situação regular ou com atraso limitado a 90 dias.

A principal mudança está na taxa de juros. Trabalhadores que antes pagavam entre 6% e 12% ao mês poderão migrar a dívida para uma linha com juros de até 1,99% ao mês. A nova operação será usada para quitar integralmente o débito anterior, com prestação limitada a 90% do valor da parcela original.

O programa também permite crédito adicional de até 50% do saldo devedor restante da dívida antiga, desde que o valor total da nova parcela caiba no limite estabelecido. O objetivo é dar fôlego financeiro ao trabalhador informal sem elevar o risco de inadimplência.

O Desenrola Adimplentes integra um pacote que também inclui o Fies Empreendedor e novas regras para uso do FGTS como garantia no Crédito do Trabalhador. A nova etapa amplia o alcance do Novo Desenrola Brasil, criado para reorganizar dívidas de famílias, estudantes, microempreendedores individuais, pequenos negócios e outros públicos.

A medida chega em um cenário de informalidade ainda elevada no país. No trimestre encerrado em janeiro, os trabalhadores informais representavam 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,5 milhões de pessoas. O percentual ficou abaixo dos 37,8% do trimestre móvel anterior e dos 38,4% registrados no mesmo período de 2024.

Para o Sebrae, a redução dos juros pode ajudar esse público a manter as contas em dia e avançar na formalização. “Essa medida é importante porque traz para a visibilidade esse público e possibilita que eles possam respirar e ter mais tranquilidade para quitar suas dívidas. Além disso, o Sebrae trabalha para impulsionar a formalização deste público e garantir mais qualidade de vida e possibilidade de ampliar seus ganhos”, afirmou o presidente do Sebrae, Rodrigo Soares.

Fonte: Sebrae

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