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Política

Mailza e Nicolau sinalizam unidade para 2026 com apoio de Gladson Cameli

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A vice-governadora do Acre, Mailza Assis, e o presidente da Assembleia Legislativa, Nicolau Júnior, demonstraram publicamente alinhamento político dentro da federação União Progressistas, formada pelos partidos Progressistas e União Brasil, com foco nas eleições de 2026.

Durante o lançamento oficial da federação em Brasília, o governador Gladson Cameli reafirmou Mailza como pré-candidata ao governo do Acre. Ele destacou que a federação será conduzida sob sua liderança no estado, com Mailza à frente da disputa pelo Executivo estadual. Cameli também ressaltou que a aliança entre PP e União Brasil vai além de um bloco parlamentar e representa um esforço conjunto para dar continuidade a projetos em curso no estado.

Em entrevistas recentes, Mailza afirmou que não vê Nicolau como adversário interno na disputa eleitoral. Segundo ela, há confiança no plano político firmado em 2024, no qual foi definida como sucessora de Gladson. Mailza declarou que segue atuando como vice-governadora e que as articulações eleitorais devem se intensificar apenas em 2026.

Questionada sobre um possível apoio de Nicolau, a vice-governadora afirmou que acredita contar com o voto do presidente da Aleac. Por sua vez, Nicolau também minimizou qualquer clima de disputa e afirmou que não vê problema em apoiar Mailza, ressaltando que a decisão final cabe ao governador.

A postura conciliatória entre os dois nomes do Progressistas indica uma tentativa de manter a coesão interna do grupo político liderado por Gladson Cameli. A federação União Progressistas já conta com a maior bancada do Congresso Nacional e busca ampliar sua base no Acre para o próximo pleito.

Política

Bocalom diz que não será vice, aguarda PSDB e afirma que “continuamos lutando” para manter candidatura ao governo

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou nesta segunda-feira (16), durante a abertura oficial do ano letivo da rede municipal, que não aceitará compor chapa como vice e que segue no projeto de disputar o governo do Acre, enquanto espera uma definição do PSDB para avançar na montagem da nominata e da chapa majoritária. “Rapaz, eu não estou aqui para ser vice”, disse, ao ser questionado sobre a possibilidade de integrar a pré-candidatura do senador Alan Rick.

Bocalom relatou que as conversas com a direção nacional tucana chegaram à terceira rodada e que a decisão deve ser tomada já nesta terça-feira (17). “Vamos ver amanhã. Eu não gosto de antecipar nada. Eu quero dizer que já é a terceira conversa que a gente tem com o PSDB nacional. Amanhã, com certeza, deverá ser uma definitiva, porque a gente tem que definir logo, porque nós temos que formar chapa de federal, chapa de estadual. Evidentemente que isso é sempre uma dúvida, mas continuamos lutando”, afirmou.

Ao tratar do retorno ao partido, o prefeito lembrou o histórico de disputas eleitorais pela sigla e disse que o PSDB foi a legenda que o abrigou em momentos decisivos da carreira. “Sim, sem dúvida nenhuma. Aquele partido é o partido que me acolheu por seis eleições. Ganhamos duas eleições em Acrelândia, perdemos quatro aqui em Rio Branco, mas, na verdade, o PSDB sempre foi o partido que nos acolheu, acolheu muito bem”, declarou.

Bocalom também reafirmou que preferia permanecer no PL, mas disse que a saída não significa rompimento político com o grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Então, é claro que eu queria ficar no PL. Não tem nem o que discutir. O partido do meu presidente, Bolsonaro. Mas nem por isso, deixando o PL, eu deixo de apoiar a nossa equipe do Bolsonaro”, afirmou.

A sinalização do prefeito, dada em um momento de reorganização de forças para 2026 no Acre, coloca a definição partidária como etapa central para sustentar a candidatura e viabilizar a formação de chapas proporcionais, num tabuleiro em que alianças e composições ainda estão em disputa.

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Política

BR-364: deputados cobram destino de R$ 1 bilhão e DNIT inicia recuperação emergencial no Vale do Juruá

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A cobrança por respostas sobre o uso de recursos na BR-364 ganhou força na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (10), após novas críticas de deputados à qualidade das intervenções na principal rodovia de integração do Estado, enquanto o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que deu início a uma recuperação emergencial no Vale do Juruá, com foco em tapa-buracos no trecho entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

Durante a sessão, o primeiro-secretário da Aleac, Luiz Gonzaga (PSDB), relatou visita a pontos da estrada e questionou a substituição de camadas de asfalto que, segundo ele, ainda tinham boa espessura por um novo revestimento que passou a se deteriorar rapidamente. “Cadê o dinheiro? O próprio presidente do DNIT falou que já foi gasto mais de R$ 1 bilhão nessa rodovia. O que está acontecendo nessa BR-364 é um verdadeiro absurdo. Não dá para tirar um asfalto de qualidade e colocar outro que no dia seguinte já começa a se deteriorar”, afirmou o parlamentar, ao pedir que órgãos de controle acompanhem a execução dos serviços.

Na mesma sessão, o deputado André Vale (Podemos) também subiu à tribuna para reforçar a cobrança por melhorias e apontou impacto direto no deslocamento e no custo do transporte. Ele disse ter feito recentemente o trajeto entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul em praticamente 14 horas, tempo que, segundo o deputado, costumava ficar entre seis e sete horas em condições melhores de trafegabilidade. Vale citou prejuízos para a economia regional, com reflexos no frete e nas passagens, e anunciou que vai protocolar uma indicação ao DNIT pedindo medidas, com ênfase no trecho entre Senador Guiomard e Capixaba, onde afirmou haver aumento de buracos. Ele também mencionou problemas em outros pontos, incluindo o trecho entre Rio Branco e Brasileia.

Um dia depois, na quarta-feira (11), o superintendente do DNIT no Acre, Ricardo Araújo, informou que os serviços de recuperação começaram pela região do Vale do Juruá, com ações emergenciais para reduzir buracos e danos no pavimento e melhorar as condições de circulação. Araújo afirmou que o avanço depende do clima, porque a aplicação de asfalto em período de chuva compromete a durabilidade, e disse que as equipes passaram a lançar massa asfáltica em pontos onde o tempo ficou mais favorável.

O DNIT informou ainda que intervenções mais amplas estão programadas para começar a partir de maio, período de menor incidência de chuvas, com serviços como aplicação de macadame, regularização da plataforma da estrada e recapeamento em trechos de variante. Também entram no planejamento ações em pontos críticos afetados por erosões e outros danos estruturais, além da expectativa de formalização de um novo contrato do chamado lote 10, para ampliar as frentes de trabalho ao longo da rodovia. O desfecho dessas medidas deve definir o ritmo de recuperação da BR-364 nos próximos meses, em uma estrada que sustenta o abastecimento, o transporte de mercadorias e o deslocamento entre as regiões do Acre.

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Bolsonaro tem piora da função renal e aumento de inflamação em UTI de hospital de Brasília

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O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora da função renal e aumento nos indicadores inflamatórios, de acordo com boletim do Hospital DF Star divulgado neste sábado, 14 de março de 2026, em Brasília. Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde a manhã de sexta-feira (13), ele permanece sem previsão de alta e segue em tratamento com antibióticos e hidratação por via endovenosa.

A equipe médica informou que, apesar do agravamento da função renal, Bolsonaro está clinicamente estável. O hospital também registrou que ele faz exercícios de fisioterapia respiratória e motora e recebe medidas para prevenção de trombose venosa durante a internação.

A internação ocorreu após Bolsonaro apresentar febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. O quadro diagnosticado foi de broncopneumonia bacteriana bilateral, com provável origem aspirativa, e o ex-presidente foi levado ao DF Star por uma equipe do Samu.

Bolsonaro está detido na Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados. Com a transferência para o hospital, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que a esposa, Michelle Bolsonaro, acompanhe o ex-presidente durante a internação e liberou visitas de filhos e familiares listados na decisão.

A determinação também transferiu a vigilância para o Núcleo do Custódia do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, com policiais de prontidão 24 horas e controle de acesso à unidade, incluindo a proibição de entrada de computadores, celulares e outros dispositivos eletrônicos, com exceção de equipamentos médicos.

O boletim é assinado por integrantes das equipes de cirurgia, cardiologia e terapia intensiva do DF Star. A evolução da função renal e dos marcadores inflamatórios deve orientar os próximos passos do tratamento e a definição de quando o ex-presidente poderá deixar a UTI.

Fonte e Foto: Agência Brasil

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