O MDB, por meio de nota à imprensa, anunciou no inicio desta noite, quinta-feira, 4 de julho, que os 10 partidos que apoiam Marcus Alexandre como pré-candidato a prefeito de Rio Branco decidiram em consenso escolher Marfisa Galvão como a vice na chapa majoritária para as eleições deste ano. A decisão foi tomada em reunião na sede do MDB, com a presença de presidentes e dirigentes das legendas MDB, PRD, PV, PC do B, PT, PSD, PSOL, Rede, Agir e DC. Marfisa Galvão, atual vice-prefeita de Rio Branco, traz uma vasta experiência na área pública, reforçando a aliança.
Título: Marfisa Galvão Será a Vice na Chapa de Marcus Alexandre
Subtítulo: Decisão Unânime dos 10 Partidos da Coligação é Anunciada em Reunião na Sede do MDB
Comunicado à Imprensa: Anúncio do Vice na Chapa de Marcus Alexandre
O MDB, por meio de nota à imprensa, anunciou nesta quinta-feira, 4 de julho, que os 10 partidos que apoiam Marcus Alexandre como pré-candidato a prefeito de Rio Branco decidiram em consenso escolher Marfisa Galvão como a vice na chapa majoritária para as eleições deste ano. A decisão foi tomada em reunião na sede do MDB, com a presença de presidentes e dirigentes das legendas MDB, PRD, PV, PC do B, PT, PSD, PSOL, Rede, Agir e DC. Marfisa Galvão, atual vice-prefeita de Rio Branco, traz uma vasta experiência na área pública, reforçando a aliança.
O senador Sérgio Petecão publicou um vídeo em seu perfil no Instagram comemorando a escolha de Marfisa Galvão como vice na chapa de Marcus Alexandre.
Os 10 partidos da aliança que apoiam Marcus Alexandre como pré-candidato a prefeito de Rio Branco, (MDB, PRD, PV, PC do B, PT, PSD, PSOL, Rede, Agir, DC), informam que após decisão tomada em reunião realizada nesta quinta-feira, 4 de julho, na sede do MDB, em consenso, decidiram por referendar o nome de Marfisa Galvão, para compor a chapa majoritária junto com Marcus Alexandre nas eleições deste ano.
Marfisa de Lima Galvão tem 45 anos, nasceu em Rio Branco, é professora de Educação Física, formada pela Universidade Federal do Acre (Ufac), casada com o senador Sérgio Petecão, juntos tem 4 filhos (Yanna Galvão, Sérgio Pietro, Mel Galvão e Maria Juliana).
Como professora de educação física, atuou por dez anos no Serviço Social do Comércio (Sesc). Em 2014 foi candidata a deputada federal pelo PSD, tendo ficado como primeira suplente. Em janeiro de 2019 assumiu o mandato por alguns meses. Atualmente é vice-prefeita de Rio Branco. Na gestão, esteve à frente da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) até abril de 2023.
Estiveram presentes presidentes e dirigentes de partidos, entre eles: Flaviano Melo (MDB); Sérgio Petecão (PSD); Eduardo Farias (PC do B), Franklin Ingma (Rede); Waldy França (DC); Shirley Torres (PV); Naldo Mesquita (Agir); Gilmar Pismel (Agir); Eros Asfury (PRD); Wendel Grangero (PSOL); Aldecino Fernandes (Rede); Marcus Bastos (PRD); Emerson Pontes (PRD); Chagas Romão (MDB); Daniel Zen (PT); Cesário Braga (PT); Jamyr Rosas (PSOL); José Eugênio – Macapá (MDB).
A Universidade Federal do Acre (Ufac) aderiu à Carta da Andifes à sociedade brasileira diante das Eleições de 2026, documento aprovado por dirigentes de universidades federais durante reunião realizada em Brasília. O texto reúne princípios relacionados à democracia, educação pública, ciência, inclusão e soberania nacional.
A carta foi lançada pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) na quarta-feira (23). A entidade defende o respeito à Constituição, às instituições democráticas, ao voto popular e ao resultado das urnas, além da liberdade de pensamento, expressão e produção do conhecimento.
Ao tratar do processo eleitoral, o documento afirma que não deve haver espaço para “autoritarismo, ataques às instituições” ou tentativas de desacreditar o processo eleitoral sem apresentação de evidências. A carta também aborda o respeito aos direitos humanos e o enfrentamento às discriminações.
Na área da educação, a Andifes defende a manutenção de universidades públicas gratuitas e inclusivas, com financiamento público previsível, valorização dos profissionais e respeito à autonomia universitária. O documento também pede continuidade das políticas de ações afirmativas, assistência estudantil e inclusão de pessoas com deficiência.
A carta inclui ainda propostas relacionadas à ciência e tecnologia, diante de temas como mudanças climáticas, inteligência artificial, transformação digital e minerais estratégicos. A associação também propõe a criação de um Plano Nacional de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior, voltado à consolidação e à expansão planejada das universidades.
No encerramento, a Andifes convida estudantes, servidores e a sociedade a participarem do debate público durante as eleições de 2026. A entidade reúne universidades federais de todas as regiões do país e representa essas instituições na interlocução com poderes públicos e outros setores da sociedade.
O e-Título, aplicativo oficial da Justiça Eleitoral, pode ser usado pelos eleitores durante as Eleições 2026 para consultar informações sobre a votação e, em determinadas situações, substituir o documento físico no momento da identificação. A ferramenta está disponível gratuitamente para celulares Android e iOS.
Para acessar o aplicativo, o eleitor deve fazer o download na loja oficial do celular e preencher os dados solicitados, como nome, data de nascimento, CPF ou número do título de eleitor e informações sobre filiação. Os dados precisam ser os mesmos existentes no cadastro da Justiça Eleitoral.
Depois da confirmação das informações, o usuário cria uma senha para acessar o e-Título. Pelo aplicativo, é possível consultar zona e seção eleitoral, conferir o local de votação, emitir certidões, verificar pendências e utilizar serviços relacionados à justificativa eleitoral.
O eleitor que possui fotografia cadastrada na Justiça Eleitoral poderá apresentar o e-Título como documento de identificação no dia da votação. Caso a imagem não apareça no aplicativo, será necessário levar um documento oficial com foto.
Entre os documentos que podem ser apresentados estão RG, Carteira Nacional de Habilitação, passaporte, carteira de trabalho e documentos profissionais reconhecidos por lei. O título de eleitor impresso não é obrigatório para votar.
O aplicativo também facilita a localização da seção eleitoral, uma das informações que devem ser verificadas antes do deslocamento para o local de votação.
Apesar de o e-Título poder ser apresentado para identificação, o celular não pode ser levado até a cabine de votação. O aparelho deve ser deixado com os mesários antes de o eleitor se dirigir à urna eletrônica. A proibição também alcança equipamentos capazes de registrar imagens ou comprometer o sigilo do voto.
O primeiro turno das Eleições 2026 será realizado no dia 4 de outubro. Nos locais em que houver necessidade de segundo turno, a votação será realizada em 25 de outubro.
A Meta suspendeu temporariamente a conta usada pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para impulsionar conteúdos no Facebook. A medida foi aplicada na quarta-feira (23), a poucos dias do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro.
Com o bloqueio, a equipe de campanha ficou impedida de criar novos anúncios e utilizar ferramentas de publicidade vinculadas à conta. A decisão foi contestada no dia seguinte, quando os advogados da candidatura apresentaram recurso à plataforma.
A empresa informou que a restrição estava relacionada a atividades que não estariam de acordo com suas políticas, mas não detalhou publicamente qual regra teria sido violada.
No pedido de revisão, a campanha solicitou que o caso fosse analisado por uma pessoa e não apenas por sistemas automatizados. Também pediu a preservação dos registros relacionados à suspensão e cobrou esclarecimentos sobre o motivo da medida.
Após o recurso, a Meta restabeleceu o acesso à conta, permitindo novamente a veiculação de publicidade eleitoral.
O secretário de Comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou que o partido busca explicações sobre o episódio e não descartou levar o caso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A suspensão ocorreu em um período considerado decisivo para as campanhas, quando partidos e candidatos ampliam a divulgação de conteúdos nas redes sociais e intensificam a propaganda para alcançar eleitores na reta final da disputa.
Até o momento, não foi divulgada uma explicação detalhada sobre qual conteúdo ou atividade levou ao bloqueio temporário da conta.