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Na Apex Brasil, diretoria da OCB Acre e Cooperacre debatem estratégias para fortalecer o cooperativismo acreano

Ações conjuntas visam fortalecer o cooperativismo no Acre

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Em reunião realizada na sede da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos – Apex Brasil, em Brasília, a diretoria do Sistema OCB/Sescoop Acre e da Cooperacre, debateram esta semana parcerias e estratégias para o fortalecimento do cooperativismo acreano.

A Apex Brasil atua para promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Dentre seus objetivos está a inserção competitiva das empresas brasileiras nas cadeias globais de valor, a atração de investimentos e a geração de empregos.

O Sistema OCB Nacional mantém Acordo de Cooperação Técnica com a Apex Brasil, que já beneficia centenas de cooperativas brasileiras, entre elas a Cooperacre, que recentemente participou da 67ª edição da Summer Fancy Food Show, em Nova Iorque, com apoio da agência.

O presidente do Sistema OCB/Sescoop Acre, Valdemiro Rocha, o presidente da Cooperacre, José de Araújo Rodrigues e o assessor da Cooperacre, Dande Tavares foram recebidos na Apex Brasil pelo assessor da Presidência, Raimundo Angelim, pela Analista da Gerência de Agronegócio, Luciana Furtado; Gerente Regional, Jacy Braga; os assessores da Diretoria de Negócios, Rodrigo Fonseca e Madson Willander.

Convênio entre a Apex e OCB Nacional

Valdemiro Rocha destacou que o Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Apex Brasil e o Sistema OCB Nacional vai ajudar a capacitar e auxiliar as cooperativas acreanas a exportar.

Acordo impulsiona exportações de bioeconomia na Amazônia, permitindo que cooperativas acessem mercado global

“As ações de intercâmbio de informações, de desenvolvimento de inteligência comercial e a difusão da cultura exportadora são os pontos mais importantes na parceria firmada. Esse acordo vai possibilitar o fortalecimento e o fomento das exportações de produtos e serviços vinculados a bioeconomia no Acre e em toda a Amazônia legal. As cooperativas integradas por extrativistas, indígenas, pequenos e médios agricultores poderão ter a oportunidade de participar de feiras e eventos internacionais, bem como, poderão ter acesso ao mercado internacional”, salientou.

O convênio firmado entre a Apex Brasil e a OCB Nacional já em execução, possibilita o cumprimento de ações conjuntas, no Brasil e no exterior, relacionadas a eventos de promoção comercial e de imagem; qualificação de cooperativas para exportação; inteligência comercial e defesa de interesses. Essas ações incluem feiras, rodadas de negócios, desenvolvimento de estratégia de marketing para exportação e participação das cooperativas em Projetos Setoriais, além disso, vai permitir a estruturação de uma estratégia de branding internacional para a marca “cooperativismo” e a promoção de produtos das cooperativas brasileiras em mercados internacionais, especialmente os relacionados à biodiversidade amazônica e do cerrado.

Compromisso com o norte e nordeste

O gerente Regional da Apex Brasil, Jacy Braga, ressalta o compromisso da Agência e a priorização do norte e nordeste do Brasil. “Na reunião reafirmamos o compromisso dessa gestão de priorizar o norte e nordeste, em uma agenda de colocar empresas e setores que antes não estavam inclusos no processo exportador, nesse importante processo de internacionalização. Já inclusive tivemos resultados recentes com a participação da Cooperacre na Summer Fancy Food, importante feira dos Estados Unidos que aconteceu em junho, com importante participação da Cooperacre, levando empresas e realizando negócios na feira. Temos ainda previsto para o segundo semestre diversas ações, como por exemplo uma viagem também aos Estados Unidos para fazer capacitação e exposição de produtos e mentoria com as empresas, em que a Cooperacre e o Acre como um todo estão convidados a estarem com a Apex Brasil, a gente acredita que essa parceria está só começando, e teremos quatro anos de muito sucesso e aumento de comércio”, explicou.

Valdemiro Rocha destacou ainda que a gestão de Jorge Viana à frente da Apex Brasil trouxe bastante inovação e atenção para as cooperativas das regiões norte e nordeste, o que antes não acontecia. Além de melhor dinamismo e agilidade a processos relacionados a empresas e cooperativas. “A gente percebe uma atenção diferenciada por parte do presidente Jorge Viana e dos técnicos da Apex para com as regiões que ainda tem baixos índices de exportação, como é o caso do norte e nordeste, esse apoio técnico é fundamental para ajudar a alavancar os negócios nessas regiões do país, finalizou.

Texto: Andréia Oliveira
Fotos: Assessoria Apex Brasil.

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Prefeitura de Rio Branco mantém quatro URAPs abertas no ponto facultativo e no feriado de Tiradentes

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A Prefeitura de Rio Branco vai manter quatro Unidades de Referência de Atenção Primária (URAPs) abertas em horário especial durante o ponto facultativo de segunda-feira, 20 de abril de 2026, e no feriado nacional de Tiradentes, na terça-feira, 21. As unidades vão funcionar das 7h às 13h para garantir atendimento básico à população.

No período, as URAPs vão oferecer consultas médicas, vacinação, dispensação de medicamentos e procedimentos de rotina. O atendimento será feito na URAP Francisco Roney Meireles, na Rua Arara, nº 132, no bairro Adalberto Sena; na URAP Augusto Hidalgo de Lima, na Rua Tião Natureza, nº 29, no bairro Palheiral; na URAP Farmacêutica Dra. Cláudia Vitorino, na Rua Baguari, nº 40, no bairro Taquari; e na URAP Rozângela Pimentel, na Rua Maria Francisco Ribeiro, no bairro Calafate.

A medida mantém a assistência na rede municipal nos dias de menor expediente, com foco em atendimentos de menor complexidade, e busca aliviar a procura por unidades de urgência e emergência na capital. Os serviços de pronto atendimento, como as UPAs e o Pronto-Socorro, seguem em plantão 24 horas.

Com o funcionamento das URAPs nesses dois dias, a expectativa é reduzir deslocamentos desnecessários para a urgência, manter a vacinação em dia e assegurar acesso a medicamentos, especialmente para quem depende da atenção primária para demandas de rotina.

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Economia e Empreender

Estreito de Ormuz reabre para navios comerciais após cessar-fogo no Líbano, diz Irã

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O Irã anunciou nesta sexta-feira (17) a reabertura do Estreito de Ormuz para a navegação comercial, vinculando a medida ao cessar-fogo no Líbano entre Israel e Hezbollah e ao período restante da trégua na guerra com os Estados Unidos, que termina na próxima terça-feira (21).

O estreito, por onde passa cerca de 20% do petróleo do planeta, vinha no centro da turbulência nos mercados por causa da ameaça de interrupção do tráfego marítimo. A confirmação partiu do chanceler iraniano, Seyed Abbas Araghchi, em declaração sobre a liberação da passagem durante o restante do cessar-fogo, seguindo uma rota coordenada com a Organização de Portos e Marítima do país. “A passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã.”

A reabertura ocorre após Teerã sustentar que o entendimento com Washington deveria incluir a interrupção de combates em todas as frentes do Oriente Médio, enquanto Israel mantinha ataques contra o Líbano. O cessar-fogo no território libanês passou a valer na noite de quinta-feira (16), e a trégua foi recebida com tentativas de retorno de deslocados; a estimativa é de que mais de 1 milhão de pessoas tenham deixado suas casas durante 45 dias de guerra.

No lado iraniano, a trégua com os Estados Unidos começou em 8 de abril, mas o cenário voltou a se tensionar depois do fracasso de negociações de paz no Paquistão no último fim de semana, quando Washington anunciou um bloqueio naval contra portos iranianos. A efetividade do bloqueio, porém, tem sido contestada: segundo a empresa de rastreamento Kpler, três petroleiros iranianos com 5 milhões de barris de petróleo bruto deixaram o Golfo Pérsico pelo Estreito de Ormuz em meio às restrições.

A decisão de Teerã tende a reduzir a pressão imediata sobre rotas marítimas e preços de energia, enquanto mantém o foco na duração do cessar-fogo e na continuidade das negociações com os Estados Unidos, já que a passagem foi liberada apenas até o fim do prazo anunciado para a trégua.

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Educação

UFAC adia definição do ingresso em Medicina e candidatos ficam sem regra para 2026

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A UFAC vai deixar para o segundo semestre de 2026 a decisão sobre como será a seleção para Medicina, mantendo indefinido se o curso continuará com vestibular próprio ou se voltará ao Sisu, o que prolonga a incerteza para candidatos que tentam ajustar a preparação ao modelo que será adotado.

A discussão deve ocorrer no Conselho Universitário (Consu) a partir de agosto, já sob a nova gestão. O reitor eleito, Josimar Batista, disse que a decisão depende da nomeação dos pró-reitores e de uma análise técnica e orçamentária. “Infelizmente essa questão deve ser abordada quando a equipe técnica de Pró-reitores for nomeada. Porque tem custos orçamentários para qualquer ação que for deliberada e só terei condições técnicas após a posse”, afirmou.

A indefinição pesa porque Enem e vestibular tradicional exigem estratégias diferentes. O Enem tem correção pela Teoria de Resposta ao Item (TRI) e prioriza um tipo de preparo mais amplo, enquanto o vestibular específico aplicado no último ciclo foi organizado pelo Cebraspe, formato que costuma levar candidatos a estudar de forma mais direcionada ao estilo da banca.

A UFAC alterou o ingresso de Medicina nos últimos anos. Em 2025, o Consu aprovou a manutenção das licenciaturas no Sisu e abriu espaço para processos próprios em cursos de bacharelado, com uso da nota do Enem e bônus regional. Para Medicina, a opção foi por vestibular presencial, também com bônus regional, com provas previstas para janeiro de 2026. O edital mais recente ofertou 80 vagas para o campus-sede, em Rio Branco, com aplicação sob responsabilidade do Cebraspe.

A gestão atual defende que a mudança teve efeito no perfil de aprovados. No último processo, 70 dos 80 selecionados eram residentes no Acre. A reitora Guida Aquino disse que o vestibular foi uma forma de preservar o bônus regional e a autonomia universitária, e que a continuidade do modelo ficará a cargo da próxima administração.

A Pró-Reitoria de Graduação reconhece que a falta de previsibilidade afeta diretamente os candidatos. A pró-reitora Ednaceli Damasceno disse que a divulgação antecipada das regras é decisiva para garantir igualdade de condições na disputa. “Entendo plenamente a preocupação dos estudantes quanto à necessidade de previsibilidade. É fundamental que as regras sejam divulgadas com a maior antecedência possível para que os candidatos possam se preparar de forma adequada e isonômica”, afirmou.

Até que o Consu delibere, o processo de ingresso em Medicina permanece em aberto, forçando candidatos a manter planos paralelos de estudo enquanto a UFAC conclui a transição de gestão e estima custos e viabilidade do modelo que pretende adotar.

Com informações de A Gazeta do Acre

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