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Notícias

Novo sistema automatizado amplia controle de cloro no tratamento de água em Rio Branco

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A Prefeitura de Rio Branco instalou um sistema de fornecimento contínuo e dosagem automatizada de cloro na Estação de Tratamento de Água II (ETA II), com a proposta de aumentar a eficiência e a segurança no processo de tratamento da água distribuída à população, segundo informou a gestão municipal em publicação divulgada nesta quinta-feira (20), em Rio Branco.

De acordo com a Prefeitura, a iniciativa foi executada por meio do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb) e faz parte da atualização dos procedimentos operacionais da autarquia, com foco em reforçar o controle de qualidade e a segurança sanitária da água tratada. A administração aponta que, com a automação, a operação passa a contar com maior previsibilidade na aplicação do insumo e com rotinas voltadas à continuidade do serviço, especialmente em uma etapa considerada sensível do processo de purificação.

O gerente de produção de água, Henrique Amaral, afirmou que a mudança deve alterar a forma de controle da dosagem e a condução do trabalho na unidade. “Com o novo sistema, vamos conseguir aumentar a eficácia e a segurança no processo de purificação da água. A dosagem automatizada assegura melhor controle operacional e, consequentemente, maior qualidade da água que chega às residências da população”, disse.

O projeto, conforme a publicação, foi desenvolvido pelo Grupo Sabará, empresa que atua com tecnologias e soluções voltadas ao tratamento de água. A Prefeitura informou que o sistema utiliza cloro gás liquefeito em fornecimento contínuo, com pureza mínima de 99,5% (m/m), e que o material atende à norma ABNT NBR 13295:2021.

Ainda segundo o texto, a cooperação inclui manutenção preventiva e corretiva do sistema e dos cilindros usados na operação, medida que, na avaliação da gestão, busca sustentar a confiabilidade do processo e reduzir interrupções na rotina da estação. Ao anunciar a implantação, a Prefeitura relacionou a medida à modernização do saneamento básico no município e à proteção da saúde pública, destacando que a mudança integra um conjunto de ações voltadas à melhoria do serviço prestado à população.

Economia e Empreender

Setor de serviços avança 6,1% no Acre e impulsiona retomada da economia

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O setor de serviços no Acre registrou um crescimento de 6,1%, segundo dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e repercutidos pelo Jornal Opinião. O avanço aponta para uma retomada econômica no estado, impulsionada pelo aumento da circulação de renda e pela maior demanda por atividades do setor terciário.

A alta reflete o aquecimento em áreas fundamentais para o dia a dia das cidades, como transporte, alimentação, reparos, tecnologia e serviços prestados diretamente às famílias e empresas. Como o setor possui um forte peso na geração de empregos formais e informais, o resultado impacta diretamente o poder de compra da população acreana e movimenta a economia local de forma mais rápida.

Historicamente, a economia do Acre possui forte dependência da máquina pública e da folha de pagamento do funcionalismo. O fortalecimento da iniciativa privada, evidenciado por esse salto nos serviços, representa uma diversificação importante para a estabilidade financeira regional, ajudando a reduzir a vulnerabilidade do estado diante de possíveis oscilações no caixa governamental.

Apesar do cenário positivo, especialistas alertam que a manutenção dessa curva de crescimento ao longo de 2026 exige a superação de gargalos conhecidos da região amazônica, como os altos custos logísticos e a carga tributária. A expectativa do mercado agora se volta para o fortalecimento de políticas de crédito e incentivo ao micro e pequeno empreendedor, fatores essenciais para consolidar os números registrados pelo IBGE e garantir a sustentabilidade dessa retomada.

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Cultura

Governo entrega centro de formação cultural no Parque da Maternidade em Rio Branco

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O governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), entregou nesta quinta-feira, 20 de fevereiro de 2026, em Rio Branco, o Centro de Formação Cultural instalado no Parque da Maternidade, com a proposta de colocar em funcionamento um espaço voltado a cursos, oficinas e atividades formativas e, ao mesmo tempo, recuperar uma área pública que permaneceu por anos sem destinação definida e sujeita à depredação.

De acordo com as informações divulgadas pela Agência de Notícias do Acre, o equipamento passa a operar como um polo permanente de formação e difusão cultural, com agenda dedicada a encontros artísticos, ações de capacitação e iniciativas voltadas ao acesso da comunidade a diferentes linguagens, em uma estratégia que busca ampliar a participação de moradores e fortalecer agentes culturais ligados à produção local.

A coordenação do espaço ficará sob responsabilidade de Magliel de Moura Correia, professor e atuante no setor cultural, que relacionou a entrega do prédio a uma demanda antiga de artistas e produtores por um local estruturado para ensino e circulação de trabalhos. “Temos grandes expectativas. Quem vive a cultura sabe o quanto precisávamos de um espaço onde não apenas apresentássemos nossa arte, mas também pudéssemos ensiná-la e compartilhá-la com a comunidade”, afirmou.

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Economia e Empreender

Carnaval de Rio Branco movimenta comércio e renda de empreendedores

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O Carnaval Rio Branco Folia, Tradição e Alegria, promovido pela Prefeitura de Rio Branco em parceria com a ACISA, foi organizado para ampliar oportunidades de trabalho e renda durante cinco noites de programação no centro da cidade. Publicada nesta quarta-feira (19), a avaliação divulgada pelo município aponta que a festa abriu espaço para empreendedores familiares produzirem e venderem alimentos e itens artesanais ao público que circulou pela Praça da Revolução, com impacto direto no caixa de quem depende de eventos de grande fluxo para complementar o orçamento.

Entre os ambulantes que atuaram na praça, João Paulo Soares Brasil afirmou que as vendas ficaram acima do que esperava ao comercializar churrasquinho. “Vendi muito, superou as minhas expectativas. Cheguei a vender mais de 100 espetinhos por noite. Se tivesse mais, vendia mais”, disse. Na mesma linha, Luzanira Ferreira de Souza relatou que trabalhou com caldos de mocotó e tucupi e que a renda ajudou nas despesas da casa. “Eu vendi bem. A chuva atrapalhou um pouco, mas consegui vender o bastante para ter um lucrozinho”, afirmou.

Eliane Souza da Silva, que atuou com a venda de drinks, disse que o período abriu uma janela de renda para toda a família e já levou o grupo a pensar em novas oportunidades. “Foi maravilhoso. Já estou pensando em outro evento para podermos trabalhar e ganhar um dinheiro a mais. Nesses cinco dias minha família toda trabalhou aqui e ganhou o seu dinheiro”, declarou.

Para a Patrícia Dossa, a lógica da parceria é criar um ciclo de oportunidade para pequenos negócios, em especial para mulheres que sustentam a casa e contam com datas do calendário cultural para reforçar a renda. “Além de promover entretenimento e folia para a população, o Carnaval movimenta a economia. Muitos empreendedores aguardam o ano inteiro por essas festas para fazer um dinheiro extra. Muitas mulheres empreendedoras são chefes de família e esperam essas oportunidades para fortalecer a renda. Cinco noites de Carnaval realmente movimentam bastante a economia”, afirmou.

A divulgação municipal informa que mais de 45 mil pessoas passaram pela praça durante o período, número usado pela gestão como indicador de alcance e de circulação de consumo no entorno do evento. No mesmo texto, o Tião Bocalom relacionou a realização de eventos a uma política de incentivo à produção, emprego e renda, e citou a contratação indireta de serviços que costumam acompanhar a programação. “Desde o primeiro dia da nossa administração, deixamos claro que o caminho é produzir para empregar e gerar renda. Cada evento que realizamos movimenta a economia, gera trabalho para ambulantes, artistas, técnicos e comerciantes. Quando a Prefeitura trabalha em parceria com a iniciativa privada, quem ganha é a população”, declarou.

O vice-prefeito Alysson Bestene afirmou que acompanhou os dias de programação e apontou a praça de alimentação como um dos pontos de maior movimento, conectando o evento à geração de renda para quem trabalhou no local. “Esse Carnaval foi muito importante para os nossos empreendedores. Muita gente teve a oportunidade de trabalhar e aumentar sua renda. (…) Quando a Prefeitura promove um evento organizado e seguro, ela também está promovendo desenvolvimento econômico”, disse.

Já o secretário municipal Ezequiel Bino afirmou que o Carnaval foi planejado como agenda cultural e como ação de estímulo à economia, destacando o efeito de cada ponto de venda montado e de cada serviço prestado na renda das famílias. “Cada barraca montada, cada produto vendido e cada serviço prestado representam renda direta para as famílias e movimentação para o comércio local. Quando o poder público planeja bem, o resultado aparece na geração de oportunidades e no fortalecimento da economia da nossa cidade”, afirmou.

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