A Prefeitura Municipal de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, em parceria com o Centro de Convivência do Idoso e a Universidade Federal do Acre (UFAC), promoveu um encerramento do Curso de Leitura e Escrita que foi emocionante do início ao fim. O evento, realizado nas instalações do SESC de Cruzeiro do Sul, foi uma verdadeira festa, repleta de atividades empolgantes, como bingo, gincana recreativa e uma atmosfera contagiante de alegria.
Durante o evento de encerramento, os participantes puderam celebrar o término do curso em um clima descontraído e festivo. O bingo foi um dos momentos de maior animação e muita empolgação na disputa pelos prêmios. A gincana recreativa promoveu momentos de interação e diversão entre os presentes, fortalecendo os laços de amizade e o espírito de comunidade entre os idosos.
A leitura é uma atividade que abre caminhos, estimula a imaginação e propicia um contato mais profundo com diferentes culturas, ampliando o repertório cultural e a visão de mundo.
O Curso de Leitura e Escrita teve início no mês de junho e contou com a participação de 35 idosos, que puderam ampliar seus conhecimentos e habilidades literárias por meio de aulas ministradas pelos alunos de Pedagogia da UFAC. Durante o curso, foram realizados dois encontros semanais, proporcionando um ambiente propício para o aprendizado e a troca de experiências entre os participantes.
O Curso de Leitura e Escrita promovido pela Prefeitura Municipal de Cruzeiro do Sul, em parceria com a UFAC, representa uma importante iniciativa no âmbito da educação e do envelhecimento saudável. Ao proporcionar a oportunidade de aprendizado e desenvolvimento de novas habilidades, o curso reforça a ideia de que “nunca é tarde para buscar novos desafios e vivenciar experiências enriquecedoras”.
O objetivo principal foi incentivar a leitura e a escrita entre os idosos, reconhecendo sua importância na ampliação de horizontes e oportunidades de inserção social.
“Estamos extremamente felizes com este momento especial”, declarou Delcimar da Silva Leite, Secretária Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. “O Curso de Leitura e Escrita é de suma importância, pois une a inclusão social, o desenvolvimento humano e o conhecimento. Essa iniciativa proporcionou aos idosos a oportunidade de se engajarem em um processo de aprendizado significativo, que vai além da aquisição de habilidades literárias. Através da leitura e da escrita, fortalecemos os vínculos sociais, promovemos a autonomia e ampliamos os horizontes desses participantes. É uma ferramenta poderosa para o enriquecimento pessoal e coletivo, contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária”, ressaltou Delcimar.
A secretária também falou que o curso superou todas as expectativas, proporcionando uma valiosa troca de experiências e conhecimentos entre os jovens professores e os alunos da terceira idade. E revelou que novas etapas estão sendo planejadas em parceria com a UFAC. “Estamos atualmente discutindo um projeto de Extensão que visa oferecer aos participantes um tempo de aprendizado mais estendido e aprofundado”.
Mais de 23 mil estudantes voltaram às salas de aula nesta terça-feira, 10 de março de 2026, com o início do ano letivo da rede municipal de Rio Branco, que abriu as atividades em 84 unidades de ensino na capital.
Em uma das escolas que retomaram as aulas, a Escola Luiz de Carvalho Fontenele, cerca de 340 alunos do Ensino Fundamental I começaram o calendário, em turmas do 1º ao 5º ano, distribuídas em 18 classes nos turnos da manhã e da tarde. A coordenadora pedagógica Valéria Souza disse que a unidade reforçou a recepção, com atenção maior às crianças do primeiro ano e aos alunos com deficiência. “Temos todo um cuidado para receber as crianças, principalmente as do primeiro ano. Nossa escola também atende um número significativo de alunos com deficiência”, afirmou.
A Secretaria Municipal de Educação montou uma logística para o início das atividades, com planejamento de compras e contratações para o funcionamento das escolas, incluindo merenda, kits escolares, material de limpeza e itens perecíveis e não perecíveis. O diretor de Gestão Escolar da pasta, Adauto Góes, citou a entrega diária de produtos como leite, ovos e pão como parte da rotina para manter a qualidade da alimentação. “Há todo um processo de aquisição de merenda, licitação e contratação de kits escolares, compra de material de limpeza e de produtos perecíveis e não perecíveis”, disse.
Segundo Góes, a rede passou por melhorias para receber os estudantes, com climatização de salas e adequações alinhadas às exigências do Ministério da Educação. Ele afirmou que cerca de 40 escolas ainda estavam em pequenos reparos, como troca de lâmpadas e telhas, com equipes de manutenção dedicadas e distribuição de merenda em todas as unidades.
Para os próximos dias, a prefeitura anunciou a entrega do fardamento escolar para todos os alunos da rede municipal em 16 de março, incluindo tênis e materiais para apoiar o aprendizado ao longo do ano letivo, etapa que deve aliviar despesas das famílias e padronizar o início das atividades nas escolas.
O governo do Acre publicou na sexta-feira, 6 de março de 2026, o resultado final e a homologação do processo seletivo simplificado para contratação temporária de professores da rede estadual, com atuação prevista nas zonas urbana e rural dos 22 municípios. A lista saiu em edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE) e reúne as convocações para programas voltados ao ensino regular, à educação no campo e à Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Ao todo, foram convocados 1.141 professores para reforçar a rede básica de ensino, dentro dos programas Aprender é o Caminho, Caminhos da Educação no Campo e Educação de Jovens e Adultos. O processo foi conduzido a partir do Edital nº 001/2025 e teve o resultado final formalizado no Edital nº 011 SEAD/SEE, de 6 de março de 2026.
A gestão estadual afirmou que a convocação busca ampliar a cobertura de profissionais nas escolas e atender a demanda em diferentes regiões do estado, da capital ao interior.
O secretário de Estado de Educação e Cultura, Aberson Carvalho, disse que a medida reforça o atendimento na rede pública. “Estamos cumprindo mais uma das propostas desse governo, fortalecendo a educação rural e urbana, trazendo profissionais qualificados para atender aos milhares de alunos que integram a nossa rede, garantindo um futuro brilhante para os meninos e meninas que estudam nas escolas estaduais”, afirmou.
Com a homologação, a convocação passa a orientar a composição do quadro temporário nas unidades escolares e a execução dos programas, com impacto direto no funcionamento das turmas em áreas urbanas e rurais e na oferta de vagas para jovens e adultos que retomam os estudos.
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República recebe, até o dia 16 de março de 2026, novas propostas para a segunda chamada do Mapa Brasileiro da Educação Midiática. Educadores, pesquisadores e organizações da sociedade civil de todo o país podem submeter projetos focados no uso crítico e responsável das mídias em diferentes contextos educativos. A ação tem o objetivo de atualizar e expandir a plataforma interativa governamental, lançada no início de fevereiro, que unifica dados sobre a formação cidadã no ambiente digital.
O mapeamento original, estruturado em parceria com a Unesco, a Agência Porvir e a Embaixada do Reino Unido, catalogou 226 experiências distribuídas por todas as regiões brasileiras. Esse volume inicial resultou de uma triagem de 496 propostas submetidas durante uma consulta pública. Para integrar a nova fase, as iniciativas devem preencher um formulário eletrônico gratuito e comprovar atuação em frentes como análise de mídia, checagem de fatos, letramento algorítmico, conscientização e jornalismo. O diretório já reúne projetos ativos, a exemplo do COAR Notícias, focado no combate à desinformação em escolas do Piauí, e do Educom.Indígena, que promove a produção de podcasts em territórios de Mato Grosso.
“Queremos ampliar o mapeamento de ações de educação midiática no país, fortalecendo uma rede cada vez mais diversa, criativa e representativa”, afirmou Thaís Brito, coordenadora de Educação Midiática da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
A expansão permanente do mapa estabelece uma rede nacional de intercâmbio de metodologias entre escolas públicas e privadas, universidades e veículos de comunicação. A centralização dessas informações constrói um repositório prático para o enfrentamento de problemas contemporâneos, fornecendo ferramentas testadas para preparar a sociedade contra a desinformação, orientar o consumo seguro de telas por crianças e adolescentes e balizar o uso ético da inteligência artificial.