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Notícias

Povos indígenas do Acre são representados durante a 19ª edição do Acampamento Terra Livre, em Brasília

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A 19ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL), é um encontro anual que reúne povos indígenas de diversas regiões do Brasil em Brasília, para discutir pautas relacionadas a demandas culturais, territoriais e ambientais dos povos indígenas.

A maior mobilização indígena do Brasil, que acontece em Brasília (DF), entre os dias 24 e 28 de abril, reforça a necessidade da demarcação das terras indígenas, pede fim das violências e decreta “Emergência Climática”, para enfrentar o racismo ambiental e as violações de direitos causadas pelas mudanças no clima.

Confira a programação completa em https://apiboficial.org/ – Foto: Agência Brasil

A programação do ATL 2023 conta com mais de 30 atividades divididas em cinco eixos temáticos, sendo eles: Diga o povo que avance, Aldear a Política, Demarcação Já, Emergência Indígena e Avançaremos. Os eixos contam com plenárias sobre mulheres indígenas, parentes LGBT+, gestão territorial e ambiental de terras indígenas, acesso a políticas públicas e povos indígenas em isolamento voluntário.

A diretora indígena da Semapi do Acre, Nedina Yawanawa, disse durante entrevista ao site068, que está presente na ATL 2023, onde está acompanhada de mais de 60 indígenas do Acre e Sul do Amazonas. “Viemos numa delegação com aproximadamente de 60 indígenas, representando quase 30 mil indígenas do Acre e sul do Amazonas. São ao menos 14 povos que estamos aqui representando”, salientou.

Nedina Yawanawa Foto: SECOM

Ao falar da programação e das mesas de debates, Nedina, enfatizou que tem participado dos debates. “Estamos participando das mesas de debate de acordo com a programação. Acredito que vai surtir efeito positivos todos esses debates que estamos tendo aqui, pelo fato de que nosso movimento indígena é independente do governo que esteja à frente do País. Com esse governo atual, temos mais liberdade.”, disse.

“Nosso movimento é organizado, apesar de estarmos sofrendo ameaças, pois a maior bancada do congresso nacional é anti-indígena, vamos estar firmes e fortes em nossos espaços de incidências e manifestação. A ATL, vem manifestar todo movimento feito a nível de Brasil e Estados, e estamos aqui com todos os povos reunidos. Esse movimento é para mostrar força, organização e que não estamos dormindo. Estaremos firmes e fortes para lutar contra ameaças que afrontem nossos direitos, territórios e as nossas vidas”, finalizou a diretora do Semapi.

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Economia e Empreender

Artigo de Décio Lima aponta Carnaval como motor de renda e fortalecimento dos pequenos negócios no Brasil

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O presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Décio Lima, afirmou que o Carnaval exerce papel central na geração de renda e no fortalecimento do empreendedorismo no Brasil, ao ampliar oportunidades de trabalho e movimentar milhões de pequenos negócios em todo o país. Em artigo publicado nesta semana, ele destacou que a festa ultrapassa o campo cultural e se consolida como um dos principais períodos de dinamização econômica, especialmente para micro e pequenos empreendedores.

Segundo Décio Lima, o Carnaval representa, para muitos trabalhadores e empreendedores, uma oportunidade concreta de ampliar o faturamento e garantir recursos para manter suas atividades ao longo do ano. “Para muitos brasileiros, o Carnaval representa mais do que festa, é complemento de renda. É o momento de colocar o negócio para girar, vender mais, ampliar serviços e garantir um fôlego financeiro importante para o início do ano”, escreveu o presidente do Sebrae.

O dirigente destacou que o impacto econômico da festa é resultado da mobilização de diferentes setores produtivos, que incluem comércio de vestuário e acessórios, alimentação, transporte e hospedagem. Levantamento do Sebrae, com base em dados da Receita Federal, aponta que cerca de 12% dos pequenos negócios do país, o equivalente a aproximadamente 2,9 milhões de empreendimentos, estão diretamente ligados às atividades relacionadas ao Carnaval, evidenciando a relevância da festa na estrutura econômica nacional.

No artigo, Décio Lima também ressaltou que a movimentação gerada pelo Carnaval contribui para a criação de empregos e para a inclusão produtiva. Estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) indica que o período deve gerar 39,2 mil vagas temporárias em todo o Brasil, com possibilidade de efetivação de parte desses trabalhadores após o encerramento das festividades. Esse processo, segundo ele, reforça a capacidade dos pequenos negócios de responder rapidamente às oportunidades econômicas e gerar emprego nas comunidades onde atuam.

Décio Lima afirmou ainda que o Carnaval representa um patrimônio cultural e econômico, ao conectar tradição popular e atividade produtiva. Para ele, o período demonstra a capacidade de trabalhadores e empreendedores de transformar cultura em fonte de renda e sustento. “O Carnaval é patrimônio cultural reconhecido internacionalmente. Mas é também patrimônio econômico e social do nosso povo. Ele potencializa o ecossistema de pequenos negócios, fortalece o empreendedorismo e reafirma que desenvolvimento e cultura caminham juntos”, escreveu.

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O presidente do Sebrae concluiu que a festa tem papel estratégico na economia brasileira, ao estimular a circulação de recursos, ampliar oportunidades e fortalecer negócios de pequeno porte, que representam parte significativa da geração de emprego e renda no país.

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Cultura

Abertura do Carnaval 2026 em Rio Branco coroa realeza na Praça da Revolução e prepara eleição da corte LGBTQIA+

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O Carnaval de 2026 começou oficialmente em Rio Branco com a tradicional cerimônia de coroação na Praça da Revolução, marcando a abertura dos dias de folia na cidade. Na primeira noite de festa, Junior de Mônaco alcançou a marca de sete vitórias e garantiu novamente o título de Rei Momo, enquanto Luiza Souza somou os pontos necessários e foi eleita a Rainha do Carnaval. Essa etapa de escolha funciona como um rito de passagem, em que as autoridades entregam simbolicamente as chaves do município para os representantes da festa.

A avaliação dos candidatos levou em conta regras claras definidas pela organização, que analisa passos de samba, apresentação das fantasias e a comunicação com o público presente. O calendário do evento avança na noite deste sábado, quando o palco principal será dedicado à eleição da realeza Gay e Trans. “A criação de categorias específicas é uma medida necessária para assegurar que todos os grupos que constroem a festa popular tenham seu espaço e participação respeitados”, informou a equipe de organização sobre a estrutura do concurso deste ano.

Concentrar a festa na Praça da Revolução, no centro da capital, exige mudanças no trânsito com o bloqueio de ruas e um esquema contínuo de segurança pública na região. Além de oferecer espaço de lazer, o evento tem um impacto direto na economia local, pois atrai um grande fluxo de pessoas e garante a geração de renda rápida para trabalhadores informais e vendedores de alimentos previamente cadastrados. O planejamento das autoridades prevê que a movimentação do público e o monitoramento policial sigam no mesmo ritmo até o encerramento de todas as atividades do feriado.

Foto: Sérgio Vale

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Educação

Governador do Acre sanciona lei que autoriza internato para estudantes de medicina do exterior

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O governador do estado sancionou a Lei nº 4.775, medida que autoriza formalmente os estudantes de medicina oriundos de instituições de ensino superior do exterior a realizarem o período de internato médico nos hospitais que integram a rede pública estadual de saúde. A decisão estabelece diretrizes para a atuação supervisionada desses acadêmicos nas unidades médicas acreanas e visa integrar os futuros profissionais à dinâmica de atendimento local. Historicamente, centenas de brasileiros da região optam por cursar medicina em países vizinhos e enfrentavam entraves burocráticos ao buscar as horas de prática obrigatória em território nacional, etapa necessária na fase final do curso. Com a sanção da nova legislação, a gestão estadual adquire o amparo jurídico para organizar a distribuição desses alunos, estruturando as oportunidades de prática hospitalar.

A lei determina que toda a carga horária do internato seja cumprida sob a supervisão direta de médicos preceptores, que devem estar devidamente registrados no Conselho Regional de Medicina e vinculados aos quadros de saúde do estado. “A inserção regulamentada desses acadêmicos no ambiente hospitalar garante uma vivência prática da realidade epidemiológica local, o que contribui para a formação de profissionais mais alinhados às demandas do nosso sistema público”, aponta o texto de justificativa que acompanhou a tramitação do projeto. A medida exige que as atividades dos estudantes estrangeiros ou formados fora do país sigam rigorosamente os mesmos protocolos éticos e técnicos cobrados das universidades brasileiras conveniadas com o estado.

A expectativa do setor de saúde é que a presença desses internos nas enfermarias e prontos-socorros das principais unidades estaduais, tanto na capital quanto no interior, auxilie na rotina de triagem, evolução de prontuários e acompanhamento diário dos pacientes internados. A regulamentação da lei agora passará pela elaboração de portarias específicas pela secretaria competente, que ficará responsável por definir os editais de chamamento, o quantitativo de vagas disponíveis por especialidade e por hospital, além dos critérios para a validação da documentação acadêmica exigida pelas autoridades sanitárias brasileiras.

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