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Direto ao ponto

Pré-candidatura de Zequinha Lima reforça união política e foco no desenvolvimento regional

União é a chave para enfrentar os desafios e alcançar o progresso

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Hoje, ao lançar sua pré-candidatura à reeleição, Zequinha Lima demonstrou que a união é a chave para enfrentar os desafios e alcançar o progresso. O evento contou com uma impressionante demonstração de apoio político, consolidando uma das maiores frentes partidárias já vistas em Cruzeiro do Sul. Este momento não é apenas um marco na campanha de Zequinha, mas também um exemplo claro do poder da união em tempos de adversidade.

Zequinha Lima, em seu discurso, foi direto ao ponto: seu primeiro mandato foi marcado por conquistas em diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura e agricultura. Mencionou a descentralização dos laboratórios, a implementação da telemedicina, reformas escolares, e a entrega de equipamentos agrícolas. Essas ações não são apenas promessas cumpridas, mas bases sólidas para o que está por vir. Zequinha Lima destacou que não está apenas pedindo um novo mandato; ele está apresentando um plano contínuo de desenvolvimento, fundamentado em resultados concretos e em uma visão clara de futuro.

O apoio de sete dos oito deputados federais do Acre, um senador, uma grande bancada de vereadores, governador Gladson e vice Mailza é um indicativo forte do reconhecimento de seu trabalho e da confiança em sua liderança. Esse suporte, combinado com o compromisso do governador Gladson Cameli, fortalece ainda mais a posição de Zequinha Lima e aumenta a expectativa de continuidade de projetos importantes para o município.

Zequinha Lima em seu discurso pedindo o apoio da população e destacando que, com a união de todos, muito mais pode ser feito. E, de fato, a união que se viu hoje em Cruzeiro do Sul é um sinal de que o futuro pode ser ainda mais promissor.

Da Aleac Zequinha também tem o apoio do conterrâneo e presidente Luiz Gonzaga, vice-presidente Pedro Longo, do deputado Clodoaldo e do deputado Estadual Nicolau Junior esse que é um dos responsáveis por essa grande frente, e que destacou que “Zequinha trabalhou muito por Cruzeiro do Sul, ninguém está aqui em vão.” Nicolau questionou “Eu estou aqui, sabe por quê? Porque eu quero que Cruzeiro do Sul continue a melhorar. E só vai melhorar com o Zequinha na Prefeitura.” afirmou.

Nicolau destacou que “Primeiro, o Zequinha é meu amigo. E é um cara trabalhador. Acorda cedo, todo dia está em um bairro diferente, trabalhando e vendo as necessidades da população de Cruzeiro do Sul. Ninguém nunca viu isso. Ninguém nunca viu isso na história de Cruzeiro do Sul.”

A pré-candidatura de Zequinha Lima é mais do que uma busca por reeleição; é um movimento de união e progresso. O evento de hoje foi uma demonstração clara de que, quando forças políticas se unem, o impacto positivo é potencializado. Cruzeiro do Sul está diante de uma oportunidade única de continuar avançando com um líder que tem mostrado competência e resultados. A união vista hoje deve servir de exemplo para toda a comunidade, lembrando-nos de que, juntos, são capazes de transformar desafios em oportunidades. E quem ganha é a cidade, é o povo.

Foto: Cássio Gonçalves

Direto ao ponto

Quando a fatalidade vira narrativa

O colapso da ponte abriu uma disputa que vai além da engenharia: quem vai convencer a população sobre o que realmente aconteceu?

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Dizem que uma mentira repetida muitas vezes pode tentar se passar por verdade. No caso da queda da ponte em Sena Madureira, a pergunta que precisa ser feita é simples: estão tentando explicar o desastre ou encerrar o debate antes dos laudos?

A tese da “fatalidade” começou a circular com força. O argumento central é que a ponte teria caído por causa de um fenômeno natural, extraordinário e imprevisível, associado à movimentação de solo e às chamadas “terras caídas”. É possível que esse fenômeno tenha contribuído para o colapso. Negar isso seria irresponsável.

Mas há uma diferença enorme entre reconhecer uma causa contribuinte e aceitá-la como explicação absoluta.

Conversei com dois engenheiros experientes sobre o caso. Ambos foram cautelosos, como deve ser qualquer análise antes de um laudo definitivo, mas nenhum deles acredita que as chamadas “terras caídas” possam ser aceitas, desde já, como fator preponderante e suficiente para explicar o colapso da ponte.

A avaliação deles aponta para a necessidade urgente de uma vistoria independente, contratada pelo governo e conduzida por especialistas sem vínculo com a obra, com a construtora ou com a fiscalização anterior.

Essa é a providência mínima para que a sociedade não fique refém de versões interessadas. Em uma região amazônica, com rios, erosões, variações de nível, instabilidade de margens e solos complexos, esses fatores não podem ser tratados como surpresa conveniente depois que a estrutura desaba. Eles deveriam estar no centro dos estudos, do projeto, das fundações, da execução, da fiscalização e do monitoramento.

Por isso, a questão principal não é apenas saber se houve movimentação de solo. Precisamos de explicações sobre se risco foi devidamente previsto, calculado, enfrentado e acompanhado por quem projetou, executou, fiscalizou e recebeu a obra.

Transformar o fenômeno natural em explicação única é uma tentativa perigosa de simplificar o que precisa ser investigado com rigor. Antes dos laudos técnicos, ninguém deveria decretar absolvição pública, muito menos tentar convencer a população de que tudo foi apenas obra da natureza.

A ponte caiu. Agora, a disputa é pela narrativa. De um lado, a versão da fatalidade. De outro, a cobrança por responsabilidade técnica, administrativa e política.

Não se trata de negar que a natureza possa ter atuado. Trata-se de impedir que a natureza seja usada como álibi antes que todas as responsabilidades sejam apuradas.

Essa é a linha que separa a fatalidade da responsabilidade. Não podemos negar a natureza. Mas também não podemos aceitar o uso político da natureza como álibi antecipado.

Foto: Pedro Devanir/Secom

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Direto ao ponto

Alysson rouba a cena, Bocalom ganha musculatura e PSDB apresenta um projeto de poder para o Acre

Seminário “Acre de Oportunidades” reúne empresários, especialistas e lideranças políticas, fortalece a pré-candidatura de Tião Bocalom e evidencia uma rara demonstração de fidelidade política no cenário acreano

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O seminário “Acre de Oportunidades”, realizado neste sábado em Rio Branco pela Federação PSDB-Cidadania, produziu um resultado que vai muito além da formulação de propostas para um futuro governo estadual. O encontro também serviu para demonstrar organização política, capacidade de articulação e, principalmente, a existência de um grupo que busca apresentar ao Acre um projeto de continuidade administrativa baseado em gestão, produção e desenvolvimento.

O evento reuniu empresários, professores, especialistas em saúde, educação, assistência social, saneamento, tecnologia, inovação, segurança pública, turismo e infraestrutura. Os debates abordaram áreas estratégicas para o crescimento econômico e social do estado e marcaram oficialmente o início da construção do plano de governo que deverá ser apresentado pelo grupo político liderado por Tião Bocalom nas eleições de 2026.

Apesar do tom de mobilização política, o seminário ainda deixa em aberto uma questão central: de que forma as ideias apresentadas serão transformadas em metas, prazos, orçamento e prioridades reais de governo.

Mas, se o seminário tinha como objetivo discutir o futuro do Acre, acabou também revelando um dos principais ativos políticos da pré-campanha de Bocalom: a força de sua aliança política.

O momento mais simbólico do encontro foi protagonizado pelo atual prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene. Filiado ao Progressistas, partido diferente do PSDB, Alysson participou ativamente dos debates e fez questão de defender a continuidade dos projetos implantados durante a gestão de Bocalom na capital.

Sua postura chamou atenção porque contrasta com uma prática comum da política brasileira: a tentativa de apagar o legado de quem veio antes para construir uma identidade própria de governo. Alysson fez exatamente o contrário. Reconheceu publicamente a origem dos projetos, valorizou o trabalho realizado e reafirmou o compromisso com um projeto político coletivo.

Esse gesto fortalece a narrativa de continuidade defendida pelo grupo, mas também abre espaço para uma leitura crítica: até que ponto a atual gestão municipal conseguirá afirmar identidade própria sem ser vista apenas como extensão do ciclo político anterior?

O próprio Tião Bocalom destacou esse aspecto durante seu discurso ao afirmar que fidelidade é uma qualidade cada vez mais rara na política e classificou Alysson como um exemplo de lealdade e compromisso com as convicções do grupo.

A declaração não foi apenas um elogio pessoal. Foi uma mensagem política.

Num ambiente marcado por disputas internas, vaidades e rompimentos frequentes, a imagem transmitida pelo seminário foi a de um grupo unido, alinhado e disposto a construir um projeto de longo prazo para o Acre.

Essa unidade, porém, será testada quando o grupo precisar transformar discursos convergentes em escolhas concretas, especialmente em áreas nas quais interesses econômicos, sociais e regionais nem sempre caminham na mesma direção.

Outro aspecto relevante foi a forte presença do setor produtivo. Empresários e especialistas apresentaram experiências, diagnósticos e sugestões voltadas para geração de emprego, incentivo ao empreendedorismo, fortalecimento da produção rural, industrialização e modernização da infraestrutura estadual.

Os painéis também mostraram que o debate político começa a migrar para temas mais concretos, como inteligência artificial, qualificação profissional, inovação tecnológica, saúde pública eficiente e desenvolvimento sustentável.

Ao mesmo tempo, o desafio será fazer com que essa agenda técnica e produtiva dialogue também com setores que nem sempre têm o mesmo espaço nos ambientes de formulação política, como trabalhadores informais, comunidades periféricas, servidores públicos, pequenos produtores e populações mais vulneráveis.

Ao final do encontro, o PSDB buscou transmitir a imagem de que não realizou apenas um seminário. Realizou uma demonstração pública de preparação política e administrativa.

Mais do que discutir problemas, apresentou a intenção de construir soluções.

Mais do que lançar discursos, buscou reunir conhecimento técnico.

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E mais do que apresentar um pré-candidato, procurou consolidar a imagem de um grupo político que pretende disputar o governo do Acre defendendo experiência administrativa, continuidade de gestão e planejamento estratégico.

Ainda assim, o encontro também impõe desafios ao grupo. A defesa da continuidade pode ser um argumento de estabilidade administrativa, mas, numa eleição estadual, precisará ir além da experiência municipal de Rio Branco. Governar o Acre exige enfrentar realidades distintas entre capital, interior, comunidades isoladas, setor produtivo, funcionalismo e populações em situação de vulnerabilidade. Nesse sentido, o seminário abriu uma agenda, mas ainda não respondeu por completo como essa agenda será executada.

Se a eleição de 2026 será decidida pela capacidade de apresentar propostas concretas para o futuro, o seminário “Acre de Oportunidades” mostrou que a pré-campanha de Tião Bocalom pretende entrar nessa disputa tentando deslocar o debate das promessas genéricas para a construção de um projeto de governo.

Mas o verdadeiro teste virá depois do discurso: transformar diagnóstico em programa, programa em compromisso público e compromisso em capacidade real de execução.

Foto: Reprodução / Canal youtube >>> @SebastiaoBocalom

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Direto ao ponto

Comunicação digital vira aposta no debate político do Acre

Lideranças políticas ocupam plataformas digitais, mas desafio é falar para além da própria bolha

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A comunicação política já não passa apenas por palanques, entrevistas, rádio e televisão. Nos últimos anos, setores da direita ocuparam com força redes sociais, canais de vídeo e aplicativos de mensagem, criando uma relação direta com suas bases e influenciando o debate público fora dos espaços tradicionais da imprensa. Diante desse cenário, lideranças do campo progressista passaram a investir mais em podcasts, lives e plataformas digitais, não apenas para marcar presença, mas para tentar disputar interpretação, audiência e vínculo social em um território onde a ausência também tem custo político.

No Acre, o ex-governador Jorge Viana estreou o “Aqui Tem Acre Cast”, projeto em formato de podcast que pretende discutir temas ligados à história recente do estado, aos desafios atuais e às perspectivas para o futuro.

O primeiro episódio foi ao ar no YouTube e contou com a participação do ex-governador Binho Marques, do jornalista Toinho Alves e da jornalista Marcela Jansen. A conversa abordou temas como política, desenvolvimento, educação, saúde, juventude, economia e os caminhos possíveis para o Acre nos próximos anos.

A iniciativa acompanha uma mudança na forma como figuras públicas se comunicam com a população. Em vez de depender apenas dos espaços tradicionais da imprensa, podcasts e canais próprios têm permitido conversas mais longas, com menos interrupções e maior liberdade para contextualizar temas complexos.

Apesar do potencial desses formatos, a simples presença nas plataformas digitais não garante, por si só, ampliação real de audiência nem construção de influência política. Um dos riscos é transformar podcasts, lives e canais próprios em espaços de reafirmação, voltados quase exclusivamente para quem já acompanha, concorda ou faz parte do mesmo campo político. Nesse caso, o formato muda, mas a lógica continua antiga: fala-se muito, escuta-se pouco e a comunicação passa a circular dentro da própria bolha.

Esse debate é recorrente entre profissionais da comunicação política. Marcelo Vitorino, especialista em marketing político digital, costuma chamar atenção para o equívoco de tratar a internet apenas como um novo canal para distribuir mensagens antigas. A crítica é pertinente: no ambiente digital, não basta levar para as redes o mesmo discurso pensado para televisão, palanque ou reunião política. É preciso adaptar linguagem, ritmo, público, território e forma de circulação.

Na mesma direção, o publicitário Juarez Guedes tem defendido que presença e relacionamento são elementos centrais para gerar validação social. A presença digital, portanto, só ganha sentido quando constrói conexão. Estar no YouTube, no Instagram ou em qualquer outra plataforma não significa, necessariamente, dialogar com a sociedade. Pode significar apenas falar para os mesmos grupos, com os mesmos argumentos e para uma audiência que já está previamente convencida.

Em recente publicação em suas redes sociais, o marqueteiro Zé Américo resume bem esse desafio: “O que ganha eleição é transformar história em confiança, experiência em solução e presença em voto.” No contexto da comunicação digital, a ideia ajuda a separar visibilidade de influência. Um podcast pode registrar memória, organizar narrativas e apresentar ideias, mas só se torna politicamente relevante quando consegue traduzir trajetória em confiança, experiência em resposta concreta e presença em vínculo real com o público.

A crítica, portanto, não diminui a importância dos podcasts e canais próprios. Ao contrário, reforça que esses espaços podem ser relevantes quando não se limitam à autopromoção ou à defesa de trajetórias pessoais. Para alcançar públicos mais amplos, é preciso combinar conteúdo, escuta, linguagem, cortes, distribuição, presença nas redes e capacidade de falar também com quem não acompanha diariamente o debate político. No ambiente digital, curtida não é voto, visualização não é adesão e engajamento, sozinho, não garante construção de reputação. Essa distinção entre métrica de rede e força política real também aparece em análises recentes sobre campanhas que confundem produção de conteúdo com comunicação política. 

Durante o episódio, Jorge Viana e os convidados falaram sobre experiências de gestão, mudanças vividas pelo Acre nas últimas décadas e questões que continuam presentes no cotidiano da população. A proposta do programa é reunir diferentes vozes para discutir o estado a partir de sua história, de seus problemas e de suas possibilidades.

O “Aqui Tem Acre Cast” está disponível no canal Jorge Viana Acre, no YouTube.

📍 Assista ao episódio:


Foto: Marcos Vicentti/Secom

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