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Prefeito de Rio Branco visita obras de pontes na zona rural e detalha investimentos em ramais

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A Prefeitura de Rio Branco executa obras de pontes em comunidades rurais do município como parte de um programa de infraestrutura voltado à melhoria dos ramais e à eliminação de pontos críticos que historicamente dificultavam o deslocamento de moradores e o escoamento da produção agrícola. As estruturas são construídas com recursos próprios do município, com acompanhamento da Secretaria Municipal de Agropecuária, e já começaram a ser entregues, beneficiando diretamente centenas de famílias.

As intervenções integram um conjunto de ações voltadas à mobilidade rural em um território que possui mais de 2.500 quilômetros de ramais. Segundo a gestão municipal, mais de 100 pontes ainda precisam ser estruturadas para garantir o funcionamento contínuo das rotas utilizadas por produtores e comunidades. Parte das obras em andamento envolve pontes em alvenaria, com foco em substituir travessias improvisadas e reduzir o isolamento de regiões que ficam inacessíveis durante o período de chuvas.

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, informou que a Prefeitura está concluindo a sétima ponte com recursos próprios e que outras três serão construídas por meio de emendas do deputado Adriano. Além disso, doze pontes devem ser executadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), com recursos de emenda do senador Márcio Bittar. “Já estamos concluindo a sétima ponte da prefeitura. Teremos mais três pontes com recursos de emenda do deputado Adriano e mais doze pontes através do Deracre, via emenda do senador Márcio Bittar”, disse.

Uma das obras atende as regiões do Limoeiro, Colibri e Bagaço, áreas que concentravam dificuldades recorrentes de acesso em períodos de cheia. De acordo com o secretário municipal de Agropecuária, Eracides Caetano, o local sempre foi considerado um ponto crítico. “Antes, em época de cheia, a água chegava à cintura dos moradores e até aos ombros. Agora, com essa ponte, o isolamento acabou. São mais de 500 famílias que dependem dessa estrada”, afirmou.

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Moradora e produtora rural da região, Elisabete Souza relatou que a obra responde a uma reivindicação antiga da comunidade, que aguardava há mais de 30 anos por uma estrutura definitiva. “Antigamente, os produtores passavam com água na cintura, muitas vezes até nos ombros. Agora, depois da ponte, isso acabou. A chuva sobe, mas não cobre mais a ponte”, disse.

O presidente da Associação do Limoeiro, Antônio Eliandro de Sousa, também destacou os efeitos da obra para os moradores. “O aterro ficou ótimo e agora falta apenas uma camada de piçarra. Tiramos um grande problema das costas junto com a prefeitura”, afirmou.

Produtor rural há mais de 50 anos, João Vieira da Silva reforçou a importância da ponte para o escoamento da produção e o acesso à área urbana. “Antes, todo ano era transtorno. Agora, acabou o problema. Quem mora em Colibri, Bagaço e Baguá depende dessa ponte para chegar a Rio Branco”, declarou.

Segundo a Prefeitura, novas pontes e melhorias em ramais seguem em execução como parte de um pacote de ações estratégicas que continuará avançando com planejamento, parcerias e recursos próprios.

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Educação

Governo do Acre sanciona lei que cria programa de ensino musical nas escolas públicas

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O governo do Acre sancionou nesta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, a Lei nº 4.758, de 19 de janeiro de 2026, que institui o programa de ensino musical nas escolas públicas estaduais, com a proposta de integrar aulas regulares de música ao currículo escolar e às atividades extracurriculares dos estudantes, como parte de uma política educacional voltada à ampliação do acesso à formação cultural.

De acordo com o texto da lei, o programa prevê a oferta de instrumentos musicais e materiais didáticos aos alunos, além da capacitação de professores para o ensino de música nas unidades da rede estadual. A iniciativa busca estruturar a presença da música no ambiente escolar, criando condições para que as escolas desenvolvam atividades sistemáticas nessa área, tanto no período regular de aulas quanto em ações complementares.

O secretário de Educação e Cultura do Acre, Aberson Carvalho, afirmou que a lei reforça a articulação entre educação e cultura no estado. “Recebemos essa lei como um reforço importante. A educação também é cultura, sensibilidade. Vamos trabalhar para que essa iniciativa chegue de maneira efetiva, com respeito à realidade de cada escola, dentro do compromisso de trabalho dos nossos líderes Gladson Camelí e Mailza Assis para cuidar das pessoas”, declarou.

A proposta inclui o estímulo à criação de bandas, corais e grupos musicais escolares, com a intenção de envolver a comunidade escolar em atividades coletivas ligadas à música. Segundo o governo estadual, a medida também busca valorizar a cultura musical regional, com a inclusão de referências da música acreana e amazônica na formação dos estudantes, ampliando o contato dos alunos com expressões culturais locais.

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A lei autoriza ainda que as escolas firmem parcerias com conservatórios, universidades, músicos locais e organizações culturais, com o objetivo de ofertar oficinas, palestras e cursos de aperfeiçoamento aos alunos. A articulação com essas instituições deve complementar as atividades desenvolvidas nas unidades escolares e contribuir para a formação técnica e artística dos estudantes interessados em aprofundar seus conhecimentos em música.

Com a sanção da norma, o governo do Acre passa a dispor de um marco legal para a implementação do ensino musical na rede pública estadual, criando bases para a ampliação de políticas de educação cultural e para a inserção da música como componente estruturado da formação escolar.

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Economia e Empreender

Selo Beef on Dairy é lançado para integrar genética e ampliar a oferta de carne premium no Brasil

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O Brasil passou a contar, em janeiro de 2026, com o primeiro selo Beef on Dairy, uma certificação criada para integrar genética leiteira e raça Angus com o objetivo de ampliar a produção de carne premium no País e diversificar a renda de produtores de leite. Desenvolvido pela Associação Brasileira de Angus, com participação técnica da Embrapa, o selo foi lançado como uma estratégia para estimular o cruzamento de vacas leiteiras das raças Holandesa e Jersey com touros Angus, seguindo padrões reconhecidos internacionalmente.

A iniciativa busca atender a uma demanda já consolidada em outros mercados, onde o uso de genética de corte em rebanhos leiteiros é adotado para melhorar características de carcaça e rendimento frigorífico. No Brasil, a proposta parte do diagnóstico de que raças leiteiras não são naturalmente especializadas para produção de carne, o que motivou a criação de critérios técnicos para identificar os touros Angus mais adequados para esse tipo de cruzamento.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Paulo Dornelles Cairoli, a estratégia permite aproveitar o maior rebanho comercial do mundo e gerar benefícios tanto para produtores quanto para consumidores. “É uma estratégia já consolidada em outros países e conseguimos trazê-la para o Brasil. O produtor vai se beneficiar e o consumidor terá carne diferenciada. Quem já provou sabe o resultado”, afirmou.

A Embrapa participou da construção técnico-científica do selo por meio do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo), gerenciado pela Associação Nacional de Criadores. Coube à instituição desenvolver os critérios técnicos e os índices genéticos utilizados para selecionar os reprodutores, considerando desempenho em crescimento, área de olho de lombo e conformação de carcaça, características relacionadas ao rendimento frigorífico. “Nós desenvolvemos os critérios técnicos e os índices genéticos que permitem identificar, com precisão, os touros Angus mais indicados para o cruzamento com vacas Holandesas e Jersey. É esse rigor científico que garante que o selo represente animais superiores para a produção de carne”, disse o chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Cardoso.

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Para atender às especificidades de cada raça leiteira, foram criados dois selos distintos: um voltado ao Jersey, que demanda atenção ao tamanho dos bezerros no parto devido ao porte reduzido das vacas, e outro ao Holandês, que exige critérios para evitar animais excessivamente grandes, já que a raça é naturalmente de grande porte. A diferenciação busca reduzir riscos produtivos e adequar o padrão dos animais às exigências do mercado de carne.

De acordo com Leandro Hackbart, conselheiro técnico da Angus e da Associação Nacional de Criadores, o selo responde a uma demanda do próprio setor por parâmetros claros e segurança na aquisição de genética. “Nada mais fizemos do que criar parâmetros claros, garantindo transparência e segurança ao produtor de Holandês e Jersey na hora de adquirir genética Angus. Para o consumidor, isso significa confiança e qualidade alimentar”, afirmou.

O selo Beef on Dairy já está disponível para centrais de sêmen e criadores que utilizam touros dentro dos padrões exigidos. Os reprodutores certificados podem ser localizados por meio de consulta pública no Sistema Origen, da Associação Nacional de Criadores. Segundo o diretor-executivo da Associação Brasileira de Angus, Mateus Pivato, o Promebo passou a disponibilizar oficialmente a certificação, atendendo também a uma demanda das centrais de inseminação, já que grande parte do uso desses touros ocorre via sêmen, agregando valor ao material genético.

A expectativa do setor é que a adoção do selo amplie a oferta de carne para o segmento de cortes nobres, fortaleça a rastreabilidade genética e gere novas alternativas de comercialização para produtores de leite, contribuindo para a integração entre as cadeias de carne e leite no Brasil e para a agregação de valor ao longo da cadeia produtiva.

Fonte: Embrapa

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Notícias

Prefeito de Rio Branco acompanha atendimento a famílias atingidas pela cheia do Rio Acre

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, realizou na manhã de sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, uma visita às famílias acolhidas no abrigo público instalado no Parque de Exposições Wildy Viana, em razão da cheia do Rio Acre, e acompanhou a situação do nível das águas na capital, em meio ao início da vazante registrado nas últimas horas.

A agenda incluiu a presença da primeira-dama Kelen Bocalom, do coordenador municipal da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, e do secretário municipal de Saúde, Rennan Biths. Durante a visita, o prefeito percorreu os espaços do abrigo, conversou com os moradores, ouviu demandas e almoçou com as famílias acolhidas, como parte do acompanhamento direto do atendimento prestado pelo município. “Fiz questão de vir pessoalmente acompanhar de perto como estão sendo atendidas essas famílias. Nosso compromisso é garantir dignidade, acolhimento e toda a assistência necessária enquanto elas estiverem aqui”, afirmou Bocalom.

O abrigo foi montado pela Prefeitura para receber moradores de áreas atingidas pela elevação do Rio Acre, que nos últimos dias ultrapassou a cota de alerta na capital. Após a visita ao Parque de Exposições, o prefeito e sua equipe seguiram até a régua de medição do rio, onde acompanharam o nível das águas e receberam orientações técnicas da Defesa Civil sobre o comportamento do manancial nos próximos dias.

De acordo com boletim divulgado pela Defesa Civil do Estado no domingo, 25 de janeiro, o Rio Acre registrou vazante em Rio Branco, com queda de 1,03 metro em 24 horas, passando de 13,92 metros para 12,89 metros, abaixo da cota de alerta, que é de 13,50 metros. O cenário aponta estabilidade na capital e recuo em outros municípios da bacia, como Capixaba, Assis Brasil, Brasileia e Epitaciolândia, enquanto em Xapuri houve manutenção do nível.

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Na capital, além do Rio Acre, o Riozinho do Rola, afluente importante para a cidade, também apresentou vazante de 72 centímetros, chegando a 10,16 metros.

Segundo a Prefeitura, o acompanhamento das famílias abrigadas e a atualização permanente das informações sobre o nível do rio fazem parte da estratégia de resposta aos impactos da cheia. Durante a visita ao abrigo, o prefeito registrou informações e compartilhou atualizações sobre a situação, em articulação com as equipes da Defesa Civil e da área da saúde.

A administração municipal informou que as ações de assistência às famílias continuarão enquanto houver necessidade de acolhimento, com foco em alimentação, atendimento em saúde e suporte social. A evolução do nível do Rio Acre seguirá sendo acompanhada diariamente, em integração com os dados da Agência Nacional de Águas e os boletins da Defesa Civil estadual, para orientar decisões sobre o retorno das famílias às suas residências e a manutenção das estruturas de apoio.

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