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Prefeitura de Cruzeiro do Sul adianta campanha de vacinação contra Influenza em resposta à alta incidência da doença

Antecipação da imunização visa proteger grupos vulneráveis em meio ao aumento de casos de gripe na região

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por intermédio da Secretaria de Saúde, deu início nesta terça-feira, 28, a uma campanha antecipada de vacinação contra a gripe Influenza. A medida, que normalmente ocorreria em abril de 2024, foi adiantada em resposta a estudos conduzidos pelo Ministério da Saúde, que evidenciaram uma alta incidência da doença neste período do ano.

A secretária municipal de saúde, Valéria Lima, anunciou a decisão de antecipar a campanha, destacando a necessidade urgente de proteger a população, principalmente crianças, idosos e pessoas com comorbidades, diante do aumento nos casos de Influenza observados na região.

“As campanhas iniciarão nos meses de outubro, novembro e dezembro, seguindo a nota técnica emitida após estudos do Ministério da Saúde. Estamos em um período sazonal com gripes, chuvas e um aumento preocupante nos casos de influenza. É fundamental que a população busque a imunização para evitar a suscetibilidade ao vírus até 2024”, enfatizou a secretária Valéria Lima.

As Unidades Básicas de Saúde estarão abertas das 8h às 19h para administrar as vacinas. Além disso, a prefeitura, por meio da secretaria de saúde, irá realizar buscas ativas em diversos grupos da comunidade, incluindo locais de atividades físicas, instituições de trabalho, cadastros de hipertensos, diabéticos, Centros de Idosos, APAE, APA, AMA, bem como visitas aos acamados.

Um dos desafios é a baixa adesão à vacinação, registrada em apenas 52% durante a última campanha. Valéria Lima fez um apelo à população para que procure as unidades de saúde e participe ativamente da campanha de imunização.

O prefeito Zequinha Lima reforçou a importância da adesão à vacinação para proteger os mais vulneráveis: “Devemos buscar a vacinação para proteger as pessoas que amamos, nossos filhos, nossos pais. Nossa equipe está empenhada em fazer chegar a vacina para aqueles que mais necessitam, precisamos também que a população faça a sua parte”.

A antecipação da campanha de vacinação contra a Influenza em Cruzeiro do Sul representa um esforço preventivo significativo para conter a propagação da doença na região. A população é convocada a comparecer às unidades de saúde e participar ativamente da campanha, contribuindo para a proteção coletiva.

Para mais informações sobre locais de vacinação e detalhes da campanha, os cidadãos podem buscar orientações nas Unidades Básicas de Saúde ou contatar a Secretaria de Saúde.

Com informações da Assecom

Notícias

Rio Branco abre calendário com três copas e mais de R$ 55 mil em premiação

Inscrições vão até 10 de junho; abertura será no dia 11, no Estádio José de Melo

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria de Esportes, lançou nesta terça-feira (3) a Copa Rio Branco de Futebol Amador, a Copa Rural de Rio Branco e o Intersecretarias de Society.

As competições buscam ampliar a prática esportiva na capital, na zona rural e entre servidores da prefeitura. A abertura dos torneios está marcada para o dia 11 de junho, às 18h, no Estádio José de Melo, o Tonicão.

A Copa Rio Branco de Futebol Amador será aberta a equipes da capital e terá premiação acima de R$ 55 mil. O torneio será realizado em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). As partidas ocorrerão em quatro campos da cidade, com seis jogos por fim de semana. A final também será disputada no Tonicão.

As inscrições seguem abertas até o dia 10 de junho no site da Prefeitura de Rio Branco. As equipes inscritas deverão participar da cerimônia de abertura, que também terá apresentação das musas dos campeonatos.

A Copa Rural de Rio Branco terá jogos em comunidades da Transacreana, Estrada de Porto Acre e Baixa Verde. Na Transacreana, as partidas ocorrerão em um campo localizado no quilômetro 80. Os locais das demais regiões serão informados pela organização.

O Intersecretarias de Society será voltado a servidores da prefeitura. Secretarias e autarquias poderão inscrever uma ou mais equipes. A premiação será de R$ 5 mil.

Segundo a organização, os torneios devem reunir atletas e equipes ao longo dos próximos meses, com jogos na capital e em comunidades rurais.

Foto:Manoel Façanha

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Rio Branco

Saúde Rural realiza mais de 3,1 mil procedimentos em ação no km 19 da Estrada de Porto Acre

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A Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco realizou no sábado, 6 de junho, a segunda parada do programa Saúde Rural – Edição Terrestre na Escola Luiza de Lima Cadaxo, no km 19 da Estrada de Porto Acre, e contabilizou 3.173 procedimentos. A ação levou consultas, vacinação, exames e atendimentos especializados a moradores da zona rural, com foco em ampliar o acesso à saúde para famílias que vivem longe da área urbana.

Durante a mobilização, a população teve acesso a consultas médicas, de enfermagem e odontológicas, pré-natal, PCCU, inserção de Implanon, vacinação humana e antirrábica, testes rápidos, aferição de pressão arterial e glicemia, dispensação de medicamentos e atendimento de endemias para malária e leishmaniose. A programação também incluiu práticas integrativas, como auriculoterapia e ventosaterapia, além de atualização do Bolsa Família e atividades recreativas para crianças.

O secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, afirmou que a iniciativa busca reduzir as barreiras de acesso enfrentadas por quem mora em regiões mais distantes. Segundo ele, o volume de atendimentos reforça a importância do programa para levar assistência mais perto da população rural. O coordenador do Saúde Rural, Jhon Willer, informou que cerca de 200 pessoas foram atendidas ao longo da ação.

Moradoras da região relataram que a presença da equipe na comunidade evita deslocamentos até a cidade e facilita o acesso a serviços que, em muitos casos, seriam mais difíceis ou caros, como a inserção de Implanon e atendimentos odontológicos. A avaliação dos participantes foi de que o atendimento ocorreu com agilidade e ampliou a oferta de cuidados básicos e especializados em uma área com demanda reprimida por serviços de saúde.

Foto: Secom/PMRB

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Economia e Empreender

União Europeia oficializa veto a carnes do Brasil a partir de 3 de setembro

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A União Europeia oficializou o veto à importação de carnes, tripas, produtos da aquicultura e mel produzidos no Brasil, com aplicação a partir de 3 de setembro, após concluir que o país ainda não apresentou garantias suficientes para atender às exigências do bloco sobre o uso de antimicrobianos na produção animal.

A medida foi formalizada em regulamento publicado no Jornal Oficial da União Europeia em 5 de junho. Com isso, o Brasil deixa de constar na lista de países autorizados a exportar essas categorias ao mercado europeu, num movimento que amplia a pressão sobre a cadeia exportadora brasileira e sobre os mecanismos de controle sanitário exigidos pelo bloco.

As regras europeias proíbem o uso de medicamentos antimicrobianos para estimular crescimento ou elevar rendimento dos animais, além de vedarem substâncias reservadas ao tratamento de determinadas infecções em humanos. Em abril, o governo brasileiro já havia restringido parte desses produtos, mas a avaliação europeia foi a de que ainda faltam garantias adicionais para comprovar o cumprimento integral das normas ao longo de toda a cadeia produtiva.

O centro da decisão está no campo regulatório. O bloco cobra rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental de que os produtos exportados não envolvem substâncias proibidas por sua legislação. A restrição, portanto, não foi apresentada como resultado de contaminação detectada nos alimentos, mas como consequência da falta de reconhecimento dos mecanismos de fiscalização e controle exigidos para esse tipo de comércio.

O impacto atinge um mercado relevante para o agronegócio brasileiro. A União Europeia está entre os principais destinos das proteínas animais exportadas pelo país, especialmente no caso da carne bovina em valor embarcado. Para recuperar o acesso, o Brasil terá de demonstrar conformidade integral com as regras europeias ou adotar sistemas mais rígidos de monitoramento e rastreabilidade, o que tende a elevar custos para produtores e frigoríficos.

Representantes do setor reagiram afirmando que o país mantém um sistema robusto de inspeção e defesa agropecuária e que a produção brasileira atende exigências sanitárias de mais de 170 mercados. As entidades também disseram que trabalham com o Ministério da Agricultura na formulação de protocolos para responder às novas exigências e tentar reabrir o mercado europeu.

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