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Prefeitura de Rio Branco explica ação no Huerb após recomendação do MPAC

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A Prefeitura de Rio Branco esclareceu os motivos da retirada das bancas de ambulantes instaladas nas imediações do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), realizada nesta quinta-feira, 1. A medida foi adotada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana após recomendação do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e solicitação da direção do hospital.

De acordo com a gestão municipal, a ação está fundamentada na Lei nº 2.273/2017, que proíbe o comércio ambulante a menos de 100 metros de unidades de saúde, como hospitais, UPAs e policlínicas. A legislação também estabelece normas para o uso adequado de calçadas e demais espaços públicos.

A diretoria do Huerb solicitou providências da prefeitura por considerar que a comercialização de alimentos na entrada do hospital representa risco sanitário, especialmente para pacientes com baixa imunidade. O MPAC então emitiu uma recomendação à prefeitura, que realizou a remoção com base na legislação vigente.

A prefeitura informou que o processo levou em conta um período de oito anos desde a publicação da lei até a efetivação da medida, com diálogo permanente e busca de alternativas para os ambulantes. Um novo espaço foi disponibilizado para realocação dos trabalhadores.

Segundo a Secretaria de Infraestrutura, a ação visa garantir o cumprimento da legislação, a segurança sanitária no entorno do hospital e a organização do espaço urbano.

Confira a nota completa:

Nota de Esclarecimento

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, vem a público esclarecer os motivos que levaram à retirada das bancas de ambulantes nas imediações do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (HUERB).

  1. 1. Temos total consciência da importância do trabalho dos vendedores autônomos e do impacto que qualquer mudança causa na vida dessas famílias. Justamente por isso, essa decisão não foi tomada de forma isolada. Ela decorre de uma recomendação do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), que estabeleceu etapas específicas para o cumprimento da legislação vigente, após solicitação da própria Diretoria do HUERB.
  2. 2. A direção da unidade hospitalar manifestou preocupação com a comercialização de alimentos em frente ao hospital, o que pode representar riscos à saúde pública, especialmente em um ambiente onde há grande circulação de pacientes com baixa imunidade. Essa solicitação foi acolhida pela Prefeitura levando em conta o cumprimento da lei, além da necessidade de garantir a segurança sanitária de todos.
  3. 3. A legislação municipal, por meio da Lei nº 2.273/2017 (Código de Posturas do Município), em seu Art. 47, inciso I, proíbe expressamente o comércio ambulante a menos de 100 metros de hospitais, UPAs, policlínicas e prontos-socorros. A mesma lei, em seu Art. 43, inciso I, também estabelece regras para o uso adequado das calçadas e do espaço público. É importante destacar que desde a publicação da referida lei até a efetivação da remoção, transcorreram cerca de oito anos, período no qual se buscou o diálogo e alternativas.
  4. 4. Como parte desse processo, que perdura por 8 anos — desde a publicação da lei até a desapropriação — a Prefeitura demonstrou preocupação em disponibilizar um novo espaço adequado para a realocação dos ambulantes, visando garantir condições dignas de trabalho e respeitando os limites legais de ocupação do espaço urbano.
  5. 5. A Prefeitura reafirma seu compromisso com o diálogo, a construção de soluções conjuntas e o respeito a todos os trabalhadores e trabalhadoras. Reforçamos que todas as ações estão sendo conduzidas com o máximo de cuidado, sensibilidade e responsabilidade com a população de Rio Branco.

Prefeitura de Rio Branco — Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana

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Rio Branco

Prefeitura de Rio Branco faz mutirão com 280 procedimentos para reduzir fila de exames e consultas

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A Prefeitura de Rio Branco realizou no sábado, 20 de junho, na URAP Roney Meireles, mais uma etapa do mutirão de atendimentos especializados para reduzir a fila de espera por exames e consultas na rede municipal de saúde. A ação foi conduzida pela Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Instituto UPAS, e atendeu pacientes que aguardavam pela regulação do Sistema Único de Saúde.

Ao todo, foram feitos 280 procedimentos durante o dia. A programação incluiu 90 ultrassonografias de abdômen total, 70 ultrassonografias de mama e 120 atendimentos em fonoaudiologia. Os pacientes foram convocados conforme critérios técnicos e ordem de espera no sistema de regulação.

A iniciativa faz parte de um cronograma de mutirões itinerantes realizados aos sábados em unidades de referência da rede municipal. A meta da gestão é atender mais de 5 mil pessoas ao fim das ações, com ampliação gradual do acesso a exames e consultas especializadas.

Entre os pacientes atendidos estava a aposentada Maria de Lourdes, de 63 anos, que aguardava havia quatro anos por uma ultrassonografia de abdômen. “Fiquei muito feliz quando fui chamada. Esse exame é caro e eu não teria condições de pagar. Agora vou poder ver como está minha saúde depois da cirurgia de vesícula e também acompanhar o meu fígado”, disse.

A inclusão da fonoaudiologia ampliou os serviços ofertados no mutirão. Lucilene Rebouças levou a filha Marília, de 1 ano e 3 meses, que aguardava havia mais de um ano por atendimento especializado. A criança apresenta atraso no desenvolvimento da fala e saiu encaminhada para continuidade do tratamento. “É muito importante porque esse atendimento particular é muito caro. Hoje ela já saiu encaminhada para os próximos exames e para a fonoterapia. Isso faz toda a diferença no desenvolvimento dela”, afirmou.

O secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, afirmou que os mutirões fazem parte da estratégia para acelerar o atendimento na rede pública. “Estamos intensificando os mutirões para desafogar a fila da regulação e garantir que a população tenha acesso mais rápido aos exames e consultas especializadas”, disse. Segundo ele, a ação também busca fortalecer a rede municipal e tornar o atendimento mais ágil.

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Acre

Casos prováveis de dengue no Acre caem 75,5% em 2026

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O Acre registrou queda de 75,5% nos casos prováveis de dengue em 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre a 1ª e a 22ª semana epidemiológica, de 29 de dezembro de 2025 a 30 de maio de 2026, foram contabilizadas 1.774 notificações prováveis da doença no estado, além de uma morte confirmada e outro óbito em investigação.

No mesmo intervalo de 2025, o Acre havia registrado 7.254 casos prováveis de dengue, três mortes confirmadas e incidência de 820,2 casos por 100 mil habitantes. Em 2026, a incidência acumulada caiu para 200,6 casos por 100 mil habitantes. Em relação a 2024, quando foram contabilizados 3.755 casos prováveis até a 22ª semana epidemiológica, a redução foi de 52,8%.

Dos 1.774 casos prováveis registrados neste ano, 796 já foram confirmados para dengue. A maior parte dos diagnósticos foi feita por critério laboratorial. A letalidade entre os casos prováveis ficou em 0,06%, enquanto entre os casos graves chegou a 6,67%.

O perfil dos registros mostra maior incidência entre homens, que representam 52% das notificações. As mulheres respondem por 48%. A faixa etária mais afetada é a de 20 a 29 anos, seguida pelos grupos de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos. Entre os casos com raça ou cor declarada, mais de 89% ocorreram entre pessoas pardas.

Apesar da redução, o combate ao mosquito Aedes aegypti continua sendo a principal medida de prevenção. A orientação é eliminar recipientes que possam acumular água parada, manter caixas d’água tampadas, limpar calhas e evitar o descarte irregular de objetos que possam servir de criadouro. O mosquito transmite dengue, zika e chikungunya.

Foto: Agência Brasil

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Acre

Corrida do Fogo reúne 1,8 mil atletas em Rio Branco

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A Corrida do Fogo 2026 reuniu mais de 1,8 mil participantes na noite de sábado, 20, em Rio Branco, e abriu a programação em comemoração ao Dia do Bombeiro Militar no Acre. A prova teve largada e chegada no Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Acre e contou com atletas profissionais, amadores, militares e famílias.

O comandante-geral do CBMAC, coronel Charles Santos, afirmou que a participação do público reforça a aproximação entre a corporação e a comunidade. “Foram mais de 1.800 atletas somente em Rio Branco. Isso prova que temos uma nova geração buscando saúde e qualidade de vida. É um momento de celebrar e reconhecer o trabalho dos bombeiros militares ao longo dos anos”, disse.

A competição também marcou os 52 anos do Corpo de Bombeiros no Acre. Para o comandante, a Corrida do Fogo já faz parte do calendário da corporação e deve ganhar novas edições nos próximos anos.

Na categoria comunidade masculina dos 5 quilômetros, o vencedor foi Leandro Santos. Ele participou da prova pela segunda vez e chegou ao primeiro lugar após ficar fora do pódio na edição anterior. “Feliz pelo resultado, porém não fiz o tempo que eu esperava. Mas foi o suficiente para chegar em primeiro”, afirmou.

No feminino, Bruna Pinheiro, de Sena Madureira, voltou ao topo do pódio. A atleta participou da Corrida do Fogo pela quarta vez. Ela venceu em 2022 e 2023, ficou em segundo lugar no ano passado e retomou a primeira colocação neste ano.

Entre os militares, a soldado Keila Bezerra da Costa também participou da prova. Integrante do Corpo de Bombeiros há três anos, ela começou a correr durante a preparação para o curso de formação e agora treina para disputar os 10 quilômetros na próxima edição.

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