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Política

Prefeitura de Rio Branco revitaliza 43 Feiras da Agricultura Familiar

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, esteve presente na Feira da Agricultura Familiar dos produtores rurais do Polo Geraldo Fleming, localizada na entrada do bairro Adalberto Sena, para conferir pessoalmente a nova estrutura entregue pela Prefeitura. A revitalização da feira busca proporcionar melhores condições de trabalho aos produtores e fortalecer o comércio local.

Durante sua visita, o prefeito expressou sua alegria ao ver os produtores utilizando as novas barracas e aproveitando um ambiente mais adequado para a comercialização de seus produtos. Bocalom ressaltou que essa melhoria beneficia tanto os produtores quanto a comunidade em geral, que terão acesso a produtos frescos e de qualidade.

Atualmente, Rio Branco conta com um total de 43 Feiras da Agricultura Familiar que ocorrem regularmente nos finais de semana, em diversos bairros da cidade. Todas essas feiras recebem o apoio da prefeitura para sua realização, conforme informado pelo secretário municipal de Agropecuária, Eracides Caetano.

Além da revitalização das barracas, o secretário explicou que a prefeitura está distribuindo kits horta para os feirantes. Esses kits contêm lona, sombrite, caixa d’água, caixa vazada e mangueira, proporcionando melhores condições para o cultivo de hortaliças e plantas ornamentais. Essa iniciativa visa incentivar a produção local e o cultivo sustentável.

No total, foram entregues 150 novas bancas com estrutura e cobertura em lona, proporcionando mais conforto e proteção aos produtores e seus produtos. Além disso, foram adquiridos 480 kits horta, cujo investimento foi realizado com recursos próprios do município no valor de R$ 1,380 milhão.

A ação da Prefeitura de Rio Branco busca fortalecer a agricultura familiar, estimular o empreendedorismo local e promover a economia sustentável na cidade. A revitalização das feiras e a entrega dos kits horta são medidas importantes para fomentar a produção agrícola e melhorar a qualidade de vida dos produtores e consumidores envolvidos nesse setor.

Sobre a Feira da Agricultura Familiar:
A Feira da Agricultura Familiar do Polo Geraldo Fleming é uma das 43 feiras que ocorrem regularmente em Rio Branco. Essas feiras representam uma importante fonte de renda para os produtores rurais locais e oferecem à população uma variedade de produtos frescos, incluindo frutas, verduras, legumes, laticínios, carnes e artesanatos. A revitalização dessas feiras contribui para fortalecer a economia local e incentivar a produção sustentável no município.

Política

Bocalom diz que monta “fortíssima chapa” para 2026 e veta composição “com a turma da esquerda”

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PSDB), afirmou na segunda-feira, 23 de março de 2026, que o grupo político dele trabalha para formar uma “fortíssima chapa” para disputar o governo do Acre e que a única composição descartada é “com a turma da esquerda”. A declaração foi dada durante entrevista após a assinatura do termo de cooperação da Central de Videomonitoramento da Prefeitura de Rio Branco com a Polícia Federal, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil, em meio à contagem regressiva para o prazo de desincompatibilização, marcado para 4 de abril.

Ao ser questionado sobre a formação da chapa e as articulações para as eleições, Bocalom disse que seguirá conversando com a sociedade, mas colocou as entregas da gestão como prioridade neste momento. Ele citou a agenda de inaugurações e apresentou o centro de comando e controle ligado ao videomonitoramento como uma meta antiga da administração, lembrando cobranças feitas ao secretário de Tecnologia, Bino, até a entrega ocorrer.

Apesar do tom administrativo, o prefeito levou a conversa para o cenário eleitoral ao afirmar que o grupo continuará buscando alianças e nomes para a disputa. “Nós teremos uma bela chapa de deputado federal, uma bela chapa de deputado estadual e uma fortíssima chapa para ganhar o governo do Estado”, disse. Em seguida, ao falar sobre possíveis composições, mencionou a possibilidade de diálogo com nomes que podem disputar o Senado, citando o deputado federal Eduardo Velloso, que se filiou ao Solidariedade, antes de encerrar com o recado de veto. “Só não tem com a turma da esquerda”, afirmou.

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Política

A revoada das aves de rapina na cena eleitoral do Acre

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Entre o início da pré-campanha, em 5 de abril, e o fim das convenções partidárias, em 5 de agosto, oportunistas tentam voar em dois palanques ao mesmo tempo — e alguns ainda insistem nisso durante a campanha oficial

O cenário político do Acre em 2026 entrou em ebulição — e não por acaso. A janela partidária, encerrada em 4 de abril, abriu a porteira para uma intensa movimentação de mandatários. Mas esse foi apenas o primeiro ato. A partir de 5 de abril, inicia-se a pré-campanha — fase decisiva que se estende até 5 de agosto, quando as convenções partidárias encerram o ciclo de definições formais.

Até lá, não há coligações consolidadas. Há, sim, um jogo aberto, onde pesquisas eleitorais, agenda política e capacidade de comunicação passam a ser os vetores centrais na construção de alianças.

E é exatamente aí que se revela uma distorção preocupante.

Parte dos atores políticos parece disposta a rifar o destino do Acre em nome de projetos pessoais ou, pior, de estratégias nacionais que pouco dialogam com a realidade local. Ao priorizar exclusivamente a eleição de senadores e relativizar — ou até desprezar — a disputa pelo governo, determinados grupos demonstram um desalinhamento grave com os interesses do estado.

O caso do PL é emblemático: ao concentrar forças no Senado e não apresentar um projeto consistente para o governo, sinaliza, na prática, um descompromisso com os destinos do Acre. E isso precisa ser dito com todas as letras.

O Acre vive um momento estratégico. Deixa, gradativamente, de ser periferia do centro econômico brasileiro para se consolidar como um ponto de conexão relevante com o comércio internacional via Pacífico. Essa mudança de posição geoeconômica exige liderança, planejamento e visão de longo prazo.

Não se trata apenas de eleger nomes. Trata-se de decidir o futuro.

Eleger um governador sem preparo, sem projeto ou subordinado a interesses externos é, objetivamente, empurrar o Acre para a irrelevância. É jogar seu destino na valeta.

Por isso, mais do que nunca, impõe-se uma reflexão: o Acre precisa estar em primeiro lugar. Sem ignorar o Brasil — mas sem se submeter a ele de forma acrítica.

Nesse contexto, a pré-candidatura de Tião Bocalom se apresenta como um projeto estruturado. Não é improviso. É resultado de uma construção política e administrativa de décadas, ancorada em um conceito claro: produzir para empregar. Uma diretriz que dialoga diretamente com a vocação econômica do estado.

Sua trajetória administrativa — em Acrelândia e em Rio Branco — reforça essa narrativa. A ideia de que “sabendo usar o dinheiro, dá” não é retórica: é método testado e replicado.

E é justamente o crescimento potencial dessa candidatura que intensifica a revoada das aves de rapina.

Muitos dos que hoje tentam se aproximar de Alan ou Mailza, baseiam suas análises em pesquisas de um cenário que sequer consideravam Bocalom como pré-candidato ao governo. Ao mesmo tempo, o senador republicano e a vice-governadora estão há anos em movimento contínuo de pré-campanha.

Ou seja: há uma assimetria evidente.

A entrada mais recente de Bocalom no cenário tende a reequilibrar esse jogo — especialmente à medida que sua agenda se intensificar pelo estado e sua pré-candidatura se tornar mais conhecida. 

E é, por não considerar a dinâmica política, que se enganam os oportunistas. Aqueles que tentam ocupar dois palanques ao mesmo tempo, vendendo ao eleitor a ilusão de que podem estar simultaneamente em projetos distintos, na verdade, caminham no fio da navalha. No caso de candidaturas ao Senado, essa estratégia beira o insustentável. O eleitor precisa saber quem está com quem — e por quê.

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Política exige lado.

E mais: exige coerência.

É preciso dizer também que há um equívoco de leitura por parte de alguns analistas e atores políticos. A candidatura de Bocalom não é auxiliar, nem satélite, nem tampouco extensão de qualquer outro projeto. Trata-se de uma candidatura competitiva, com identidade própria e capacidade real de disputa.

Isso não significa, no entanto, que o caminho seja o confronto predatório dentro do mesmo campo político. Nem Bocalom precisa hostilizar Mailza, nem Mailza precisa hostilizar Bocalom. A lógica do segundo turno impõe racionalidade: a fragmentação excessiva pode beneficiar terceiros.

E, nesse contexto, a experiência administrativa passa a ser um diferencial concreto. Governar não é retórica — é entrega.

O Acre, neste momento, não pode ser laboratório de aventuras políticas nem moeda de troca em projetos nacionais.

O que está em jogo é muito maior.

É o futuro de um estado que começa a redesenhar seu papel no Brasil e na América do Sul.

No fim, as aves de rapina continuarão sobrevoando o cenário, tentando extrair vantagem de onde for possível. Mas o eleitor acreano terá diante de si uma escolha clara: optar por projetos consistentes, com lado e compromisso, ou ceder à lógica oportunista de quem tenta estar em todos os lugares — sem, na verdade, estar em lugar nenhum.

E essa escolha, desta vez, definirá mais do que uma eleição.

Definirá o rumo do Acre.

Texto de Zé Américo, jornalista e consultor de Marketing Político

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Direto ao ponto

Mailza é a candidata. Bocalom é o seguro?

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Entre os dias 3 e 20 de março, a sucessão de 2026 no Acre ganhou um desenho curioso, desses que fazem a política mudar de rumo como igarapé em tempo de cheia. Tião Bocalom saiu do PL, desembarcou no PSDB com abono de Aécio Neves e virou pré-candidato tucano ao governo, enquanto o campo governista manteve Mailza Assis como nome oficial e, no mesmo compasso, passou a tratar o prefeito de Rio Branco não como adversário, mas como peça útil numa travessia pensada para o segundo turno. Em Rio Branco e Brasília, a pergunta começou a correr pelos bastidores: se a candidatura do grupo é a de Mailza, por que houve tanto empenho para manter Bocalom vivo no jogo?

No começo do mês, Gladson Cameli subiu ao palanque ao lado de Mailza e Márcio Bittar, chamou a militância para o “trabalho de formiguinha” e prometeu subir barranco e descer rio para levar o nome da vice-governadora pelo Acre. O recado era de unidade, de base forte, de continuidade. Só que, poucos dias depois, a mesma vizinhança política ajudou a abrir outra vereda. Bittar confirmou que trabalhou para a filiação de Bocalom ao PSDB, e o próprio prefeito contou que o senador telefonou duas vezes para Aécio Neves, com apoio também de Valdemar Costa Neto, para destravar sua entrada no ninho tucano.

A sexta-feira trouxe a fotografia mais nítida dessa arrumação. Gladson falou que conta com Bocalom numa eventual segundo turno contra Alan Rick e repetiu que Mailza chegará lá. Mailza caminhou na mesma trilha, disse que “não somos adversários”, juntou PL, PSDB e Progressistas no mesmo campo e tratou a presença de Bocalom na disputa como parte de uma estratégia. Quando a candidata oficial e o principal fiador do grupo enxergam serventia eleitoral numa candidatura paralela, a conversa deixa de ser só partidária. Vira leitura de terreno, dessas que se fazem devagar, com o ouvido atento ao rumor da mata e o olho medindo a correnteza, como se visse para que rumo a balsa vai virar.

Talvez a resposta para a pergunta central seja menos áspera do que parece. Os aliados podem, sim, acreditar em Mailza, mas acreditar nela dentro de um arranjo mais largo, com uma espécie de seguro político amarrado no porto caso a eleição exija duas viagens. As falas públicas caminham nessa direção desde fevereiro, quando Gladson já dizia esperar estar com Bocalom numa segunda rodada. Agora, com o prefeito abrigado no PSDB e reconhecido pela executiva nacional como pré-candidato ao governo, essa hipótese deixou de ser cochicho de corredor e ganhou corpo de estratégia assumida.

Também pesa o tamanho de Bocalom nesse balaio. Ele chega a 2026 vindo de reeleição em primeiro turno em Rio Branco, com mais de 54% dos votos válidos, e com uma memória eleitoral antiga no Acre, inclusive dos tempos de PSDB. Mailza carrega a máquina, a continuidade do governo e a força da aliança costurada por Gladson e Bittar.

Enquanto isso, Bocalom vai fazendo o dever de casa, com uma condução política coerente com a trajetória que construiu e sem se afastar da imagem de lealdade que lhe rende lastro eleitoral. Ao redor dele, porém, reaparecem figuras conhecidas da política acreana, algumas das mesmas que o viram ser preterido pelo PL sem grande constrangimento e que, em outros momentos, já haviam declarado apoio a outros candidatos. Agora, com o prefeito de novo viável no tabuleiro, tentam se aproximar e até posar como fiadores de um capital político que não construíram. É aí que o escorpião mostra a cauda: não em Bocalom, mas nos oportunistas de sempre, aparecem conforme a conveniência e tentam reivindicar como obra própria vitórias às quais antes assistiam de longe, ou contra as quais trabalhavam em silêncio.

No fundo, a pergunta que ecoa nos corredores do poder talvez já nem seja se os aliados acreditam em Mailza. A dúvida mais funda é se acreditam nela como projeto suficiente, capaz de caminhar sem muleta até o segundo turno. Porque, quando um grupo sustenta uma candidata oficial e, ao mesmo tempo, trabalha para manter outra candidatura viável no mesmo campo, a imagem que se projeta é inevitável: a de uma vice-governadora que tem o selo da aliança, mas ainda não foi abraçada por ela por inteiro. Em vez de herdeira incontestável, Mailza corre o risco de parecer o patinho feio de uma família política que diz escolhê-la, mas evita apostar só nela.

Fotos: Sérgio Vale

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