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Política

Prefeitura promove mecanização agrícola para produtores familiares na BR 307

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul através da Secretaria Municipal de Agricultura Abastecimento e Pesca SEMAPA – vem promovendo e ampliando o acesso à mecanização agrícola dos produtores familiares.

Na região da BR 307, que abrange as regiões da Vila Santa Luiza do Pentecostes, Macaxeiral, Santa Bárbara, Santa Maria e outros ramais adjacentes, a prefeitura está há 30 dias com dois tratores para aração e gradagem.

Neste período, cerca de 40 hectares de solo já foram mecanizados naquela região.

A mecanização propicia melhor aproveitamento do solo, maior produtividade e menos trabalho para o agricultor. No modelo tradicional de preparação do solo, é necessário realizar a broca, o uso do fogo e a destoca da área. Uma atividade exaustiva que consome a maior parte do tempo do agricultor e limita a área de plantio.

“Quando autorizado pelo órgão ambiental, no local certo da propriedade, a mecanização substitui qualquer tipo de uso de fogo na área, até porque não faz nenhum sentido mineralizar a área com fogo, tirando cerca de 30% dos nutrientes do solo e em seguida aradar. Essa é a orientação dada pela secretaria ao produtor”, explica o Secretário Municipal de Agricultura Eutimar Sombra.

“Além disso, a área mecanizada e corrigida garante maior vida útil do solo e proporciona a possibilidade de o produtor não abrir área nova. Esse é o principal ganho ambiental com a mecanização”, explica o secretário.

A mecanização é realizada através de uma parceria com os agricultores que custeiam apenas o combustível das máquinas.

“Para fazer esse serviço manual tem que brocar, tocar fogo, destocar, dá muito mais trabalho. Com a terra aradada é só tirar maniva e plantar. Se tivesse que pagar por um serviço desses ia ser mais de R$1000 reais, pagando só o combustível ficou por R$ 340. Estou feliz, porque é uma redução de custo. Agradecemos muito ao subprefeito Liberman que é quem leva nossas demandas à prefeitura, e ao Prefeito Zequinha que vem buscando atender essas demandas”, explica Vital Viana de Matos, produtor da Comunidade Santa Bárbara na BR 307.

“Sem arado mecânico leva muito tempo de trabalho, com isso aumenta produção. A maioria dessas terras, se não for com arado mecânico não dá mais para plantar”, explica Antônio Deodato da Silva.

“Estamos em visita às áreas mecanizadas onde através do subprefeito Liberman, pudemos fazer um planejamento detalhado das necessidades dos agricultores e com isso montar um cronograma para atendê-los da melhor maneira possível. Estamos com dois tratores há mais de 30 dias, porque tinha muita demanda represada de aradagem de terra nessa região. São quase 40 hectares e terra mecanizados o que significa aumento de produção da agricultura familiar. A preparação do solo, é um passo importante, juntamente com a orientação técnica, o transporte para que chegue um produto sadio na mesa do consumidor. O morador está feliz e nós, da gestão ficamos felizes porque está chegando investimento da prefeitura nessas localidades”, concluiu o prefeito Zequinha Lima.

Assessoria

Política

Paralisação de 31 linhas de ônibus em Rio Branco leva Bocalom a convocar reunião e acionar RBTrans para negociar com sindicato

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A paralisação de 31 linhas do transporte coletivo de Rio Branco neste sábado (14) levou o prefeito Tião Bocalom a convocar uma reunião emergencial com integrantes do primeiro escalão para discutir medidas e reduzir o impacto da suspensão do serviço na capital acreana.

No encontro, Bocalom reuniu o vice-prefeito Alysson Bestene, o superintendente da RBTrans, coronel Cláudio Coutinho, e auxiliares das áreas jurídica, comunicação, procuradoria e Casa Civil. A orientação definida foi abrir negociação com os trabalhadores do setor e buscar uma saída para restabelecer as linhas.

A RBTrans foi acionada para conversar diretamente com o sindicato e ouvir a categoria. Coutinho afirmou que recebeu a determinação de garantir que os trabalhadores não fiquem sem salários. “Vamos conversar com o pessoal do sindicato. O prefeito me determinou garantir que os trabalhadores não fiquem sem seus salários. Esta gestão estará sempre ao lado dos que mais precisam”, disse o superintendente.

A suspensão das linhas foi anunciada pela Ricco Transportes, que informou que a interrupção começou neste sábado (14) e atribuiu a decisão a um desequilíbrio econômico-financeiro que estaria afetando a operação do sistema em Rio Branco.

Do lado dos trabalhadores, o Sindicato dos Trabalhadores do Transporte de Passageiros e Cargas do Estado do Acre afirmou que os motoristas não foram comunicados oficialmente sobre a paralisação e citou a possibilidade de acionar a Justiça e pedir o bloqueio dos veículos caso não haja negociação com a empresa.

A prefeitura informou que mantém equipes mobilizadas e avalia medidas para destravar o impasse e evitar que a população fique sem o serviço, em um fim de semana em que a interrupção atinge deslocamentos de trabalhadores, estudantes e usuários que dependem do transporte público para circular pela cidade.

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Política

MPF pede condenação de Ratinho e SBT e cobra R$ 10 milhões por falas contra Erika Hilton

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O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça com uma ação de danos morais coletivos contra o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, e o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), após declarações feitas no programa do comunicador sobre a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara.

A ação foi protocolada depois de Ratinho questionar, no ar, a escolha de Erika Hilton para comandar o colegiado e afirmar: “Não achei muito justo, não. Com tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans? A Erika Hilton. Ela não é mulher, ela é trans”. Para o MPF, a fala configura discurso transfóbico.

Além da condenação por danos coletivos no valor de R$ 10 milhões, o MPF pediu que a emissora retire imediatamente o trecho das redes sociais e do site e solicitou que o apresentador publique uma retratação.

A manifestação do MPF ocorre após a deputada anunciar que também acionou a Justiça contra Ratinho. Em publicação nas redes sociais, Erika Hilton afirmou: “Sim, estou processando o apresentador Ratinho”, e disse que as declarações atingiram mulheres trans e mulheres cis que não menstruam, não têm útero ou precisaram removê-lo por razões de saúde.

A eleição de Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher ocorreu na quarta-feira, 11 de março, com 11 votos e 10 em branco. No discurso de posse, ela disse que a condução do colegiado será baseada em diálogo e defesa dos direitos das mulheres e citou como foco de trabalho a fiscalização da rede de proteção e das Casas da Mulher Brasileira, o enfrentamento da violência política de gênero e a promoção de políticas de saúde integral para as mulheres.

A escolha provocou críticas de parlamentares da oposição durante a instalação do colegiado, com questionamentos sobre a presidência ser ocupada por uma mulher trans. Também houve manifestações em defesa da legitimidade do resultado e do funcionamento da comissão como espaço de atuação voltado às mulheres brasileiras.

Procurado, o SBT afirmou que as declarações feitas ao vivo “não representam a opinião da emissora” e declarou que repudia “qualquer tipo de discriminação e preconceito”, acrescentando que o episódio “está sendo analisado pela direção da empresa” para tratamento interno.

Com a ação do MPF e o processo anunciado pela deputada, o caso deve avançar em duas frentes — coletiva e individual —, com possíveis determinações judiciais sobre retirada de conteúdo, retratação pública e indenização, além de repercussões sobre a conduta de apresentadores e políticas internas de emissoras em programas ao vivo.

Fonte e foto: Agência Brasil

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Política

Câmara aprova tornozeleira eletrônica obrigatória para agressores de mulheres em casos de alto risco

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A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira, 10 de março de 2026, um projeto de lei que torna obrigatória a determinação de uso imediato de tornozeleira eletrônica para agressores em casos de violência doméstica e familiar quando houver alto risco atual ou iminente à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher e de seus dependentes. A votação ocorreu em Brasília e a proposta segue agora para análise do Senado.

O texto aprovado é o PL 2942/2024, de autoria dos deputados Fernanda Melchionna (PSol-RS) e Marcos Tavares (PDT-RJ), e passou com substitutivo da relatora, deputada Delegada Ione (Avante-MG). Pela regra, além dos casos classificados como de alto risco, a tornozeleira também vira prioridade quando houver descumprimento de medidas protetivas já impostas. Se o juiz decidir interromper o monitoramento, terá de justificar expressamente os motivos.

A proposta se apoia na lógica de reforçar a efetividade das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Melchionna afirmou que apenas 6% das medidas protetivas hoje contam com monitoramento eletrônico e defendeu a ampliação do instrumento. “Não dá mais para a gente ver várias mulheres sob medidas protetivas sem medidas protetivas efetivas”, declarou.

Um dos pontos centrais do projeto é o recorte para municípios sem comarca, onde não há juiz. Nesses casos, o delegado de polícia poderá determinar a instalação da tornozeleira, com comunicação ao Ministério Público e à Justiça em até 24 horas. Atualmente, segundo o texto, a medida imediata disponível ao delegado nessas localidades se limita ao afastamento do agressor do lar.

O projeto também prevê que a vítima receba um dispositivo portátil de rastreamento. O equipamento deverá emitir um alerta automático e simultâneo para a mulher e para a polícia quando o agressor violar a área de restrição fixada judicialmente, com a finalidade de permitir monitoramento ativo do cumprimento das medidas.

Na parte penal, o texto aumenta de um terço à metade a pena de reclusão de 2 a 5 anos para quem descumprir medida protetiva ao se aproximar da vítima ou ao remover a tornozeleira sem autorização judicial. Tavares comemorou a aprovação nas redes sociais: “Quem agride precisa ser vigiado. E quem sofre violência precisa ser protegido.”

A proposta ainda eleva de 5% para 6% a parcela do Fundo Nacional de Segurança Pública destinada a ações de enfrentamento da violência contra a mulher, com prioridade para compra e manutenção das tornozeleiras e dos dispositivos entregues às vítimas. O texto também prevê campanhas com orientações sobre procedimentos e abordagens policiais, prevenção à revitimização e funcionamento das medidas protetivas e do monitoramento eletrônico.

A tramitação no Senado será o próximo passo antes de eventual sanção presidencial. Se houver alterações, o projeto volta para nova análise da Câmara. A discussão ocorre sob a pressão dos números do feminicídio: em 2025, o país registrou 1.568 vítimas, alta de 4,7% em relação a 2024, e o mesmo levantamento aponta que, em 2024, 13,1% das mulheres assassinadas tinham medida protetiva em vigor.

Fonte: Agência Brasil

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