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Educação

Premiação do XIV Concurso de redação da educação fiscal é entregue pela Prefeitura de Rio Branco

Alunos de 29 escolas do ensino fundamental foram premiados

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A Prefeitura de Rio Branco, através das Secretarias Municipais de Educação (Seme) e Finanças (Sefin), realizou a premiação dos vencedores do XIV Concurso de Redação da Educação Fiscal. O concurso, que envolveu 1.674 alunos de 29 escolas de Ensino Fundamental, teve como objetivo promover a compreensão dos direitos e deveres fiscais, incentivando a cidadania e a valorização do patrimônio coletivo.

Durante a cerimônia, o prefeito destacou a importância de conscientizar os alunos sobre a solicitação de notas fiscais como uma forma de contribuir para o desenvolvimento municipal. As escolas vencedoras foram premiadas com equipamentos pedagógicos, como televisores, ares-condicionados e louças eletrônicas.

Além disso, em parceria com a Receita Federal, foram sorteados 29 smartphones para cada escola, provenientes de apreensões de produtos sem o devido recolhimento de impostos. A secretária da Seme ressaltou a relevância das redações dos alunos em evidenciar o destino dos recursos fiscais na área da educação.

Os professores destacaram a compreensão dos estudantes sobre tributos e direitos, elogiando a qualidade das redações. O diretor da escola enfatizou a satisfação com as produções, enquanto a diretora ressaltou a utilidade dos prêmios para desenvolver atividades educacionais.

A estudante Nauane Nunes, uma das vencedoras, expressou sua alegria pela conquista, enfatizando a dedicação no desenvolvimento do texto. O concurso evidenciou não apenas o sucesso na transmissão dos conceitos fiscais, mas também o engajamento e o orgulho dos alunos em participar desse processo educacional.

Fonte: Assessoria

Educação

Ufac encerra nesta segunda inscrições para concurso de professores com dedicação exclusiva

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A Universidade Federal do Acre (Ufac) encerra nesta segunda-feira, 15 de dezembro, o prazo de inscrições para o concurso público que selecionará professores para o magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, com remuneração que pode alcançar R$ 14.463,85 e contratação em regime de dedicação exclusiva . A seleção é destinada a candidatos com formação em licenciatura e tem como objetivo suprir vagas no quadro docente da instituição.

De acordo com as informações divulgadas pela universidade, o concurso oferece cinco vagas imediatas, além da constituição de cadastro de reserva. As oportunidades estão distribuídas entre as áreas de Educação Infantil e Anos Iniciais, com duas vagas, e as áreas de História, Língua Inglesa e Língua Portuguesa, com uma vaga cada. A exigência de dedicação exclusiva implica atuação em tempo integral, conforme previsto no edital.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, por meio do site da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), canal oficial utilizado pela Ufac para a condução do processo seletivo. O pagamento da taxa de inscrição também precisa ser efetuado até o fim do prazo, condição necessária para a validação da participação no certame.

O cronograma da seleção estabelece que a prova escrita será aplicada no dia 25 de janeiro de 2026, no período da manhã. Os candidatos aprovados nessa fase serão convocados para a prova didática, prevista para ocorrer entre os dias 23 e 27 de fevereiro, após sorteio do tema a ser apresentado. A última etapa do concurso será a avaliação de títulos, programada para os dias 12 e 13 de março.

O resultado final da seleção deverá ser divulgado em 8 de abril de 2026. Segundo a universidade, a realização do concurso atende à necessidade de recomposição do corpo docente em áreas específicas e está alinhada às demandas de funcionamento das unidades de ensino vinculadas ao sistema federal de educação. A expectativa é que os novos docentes iniciem suas atividades conforme a disponibilidade orçamentária e os trâmites administrativos previstos em lei.

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Educação

Pesquisa aponta censura e perseguição a professores em todo o país

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Professores da educação básica e do ensino superior, das redes pública e privada, relatam que a censura e a perseguição política fazem parte do cotidiano escolar no Brasil, segundo pesquisa do Observatório Nacional da Violência Contra Educadoras e Educadores, da Universidade Federal Fluminense, realizada em parceria com o Ministério da Educação e divulgada em dezembro de 2025.

O estudo ouviu 3.012 profissionais de todas as regiões do país e identificou que nove em cada dez educadores já sofreram diretamente algum tipo de violência ou presenciaram situações de censura envolvendo colegas. O levantamento teve como foco práticas que limitam a liberdade de ensinar, como proibições de conteúdo, intimidações, perseguições políticas e questionamentos agressivos sobre métodos pedagógicos.

Os dados mostram que 61% dos professores da educação básica e 55% do ensino superior afirmaram ter sido vítimas diretas dessas situações. Entre os relatos mais frequentes estão tentativas de intimidação, questionamentos hostis sobre o trabalho docente e proibições explícitas de tratar determinados temas em sala de aula. Também aparecem registros de agressões verbais, remoções de função, transferências forçadas, demissões e, em menor proporção, agressões físicas.

De acordo com o coordenador da pesquisa, professor Fernando Penna, a censura não se restringe a casos isolados e está presente em diferentes níveis e etapas da educação. Segundo ele, o objetivo do estudo foi mapear violências voltadas a impedir que professores abordem conteúdos previstos nos currículos ou utilizem materiais oficiais, muitas vezes sob acusações de doutrinação. Penna afirmou que a pesquisa identificou professores impedidos de tratar temas como vacinação, teoria da evolução, gênero, sexualidade e violência sexual, inclusive em contextos em que essas discussões são consideradas essenciais para a formação dos estudantes.

O levantamento aponta que as principais motivações para os ataques à prática docente estão ligadas a questões políticas, citadas por 73% dos entrevistados, seguidas por temas relacionados a gênero e sexualidade, religião e negacionismo científico. A maioria dos educadores que relatou violência afirmou que os episódios ocorreram mais de uma vez, indicando recorrência ao longo da trajetória profissional.

Outro dado destacado pela pesquisa é a origem das agressões e da censura. Segundo os professores, os principais agentes dessas práticas são integrantes da própria comunidade escolar ou universitária, como direções, coordenações pedagógicas, familiares de estudantes e alunos. Para Penna, esse cenário demonstra que a violência deixou de ser apenas uma pressão externa e passou a integrar o cotidiano das instituições de ensino, refletindo disputas políticas mais amplas da sociedade.

A análise temporal do estudo indica que os casos de violência contra educadores aumentaram a partir de 2010, com picos registrados em 2016, 2018 e 2022, anos marcados por processos eleitorais nacionais. De acordo com o coordenador, esses dados reforçam a relação entre o ambiente de polarização política e o crescimento das tensões no espaço educacional.

As consequências relatadas pelos profissionais atingem tanto a vida pessoal quanto a atuação profissional. Parte dos entrevistados afirmou sentir insegurança constante, desconforto no ambiente de trabalho e necessidade de autocensura. O estudo registra ainda que cerca de um quinto dos professores afetados decidiu mudar de local de trabalho por iniciativa própria, enquanto outros acabaram deixando a profissão.

A pesquisa também identificou diferenças regionais, com maior número de relatos diretos de violência nas regiões Sudeste e Sul, embora situações de censura tenham sido mencionadas em todas as regiões do país. No total, 93% dos educadores disseram ter tido algum tipo de contato com episódios de censura, seja de forma direta, indireta ou por relatos de terceiros.

Como encaminhamento, o Observatório defende a criação de uma política nacional de enfrentamento à violência contra educadores, com medidas de proteção e canais de denúncia, especialmente em períodos eleitorais, quando os casos tendem a se intensificar. Segundo a pesquisa, o Ministério da Educação já discute ações nesse sentido, em articulação com o Ministério dos Direitos Humanos, e novos relatórios com análises complementares ainda serão divulgados.

Fonte: Agência Brasil

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Educação

Pesquisador da Uerj defende monitoramento da trajetória de ex-cotistas para avaliar política de ações afirmativas

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A criação de mecanismos permanentes de acompanhamento da trajetória profissional e acadêmica de ex-cotistas é fundamental para avaliar os efeitos das políticas de ação afirmativa no ensino superior, defendeu o sociólogo Luiz Augusto Campos, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), ao analisar os 20 anos de adoção do sistema de cotas na instituição, pioneira no país. A proposta foi apresentada no Rio de Janeiro, no início de dezembro de 2025, durante debates com egressos da universidade, com o objetivo de medir os impactos das cotas para além do período de formação acadêmica .

Segundo Campos, que é professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj e um dos organizadores do livro Impacto das Cotas: Duas Décadas de Ação Afirmativa no Ensino Superior Brasileiro, a política de cotas deve ser entendida como um meio de redução das desigualdades no mercado de trabalho e não como um fim em si mesma. Para ele, a ausência de efeitos concretos na inserção profissional dos formados indicaria falhas da política pública, o que torna necessário o acompanhamento sistemático das trajetórias dos egressos. “A Lei de Cotas não é uma política fim. Ela é uma política meio para diminuir desigualdades no mercado de trabalho”, afirmou o pesquisador .

A Uerj adotou o sistema de cotas em 2003 e, desde então, conjuga critérios raciais e socioeconômicos para o ingresso na graduação e na pós-graduação. Atualmente, o limite de renda bruta por pessoa da família é de R$ 2.277, valor que, segundo Campos e ex-cotistas ouvidos nos debates realizados no fim de novembro, restringe o acesso de estudantes pretos e pardos à pós-graduação. Durante o encontro, realizado no mês da Consciência Negra, participantes defenderam a revisão desse corte para ampliar o número de pessoas negras que chegam ao mestrado e ao doutorado .

Dados do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, mostram que pessoas pretas representam 4,1% dos mestres e 3,4% dos doutores no país, enquanto pessoas pardas somam 16,7% dos mestres e 14,9% dos doutores. Indígenas correspondem a 0,23% das titulações de mestrado e 0,3% das de doutorado. No mesmo período analisado, entre 1996 e 2021, pessoas brancas concentraram 49,5% dos títulos de mestrado e 57,8% dos de doutorado, o que evidencia desigualdades persistentes no acesso aos níveis mais altos de formação acadêmica .

A legislação estadual que rege as ações afirmativas na Uerj, a Lei nº 8.121, de 2018, só poderá ser revista em 2028. Até lá, Campos avalia que as universidades podem utilizar a autonomia universitária para ajustar critérios em seus editais de ingresso, especialmente na pós-graduação, onde a judicialização é frequente. Para o pesquisador, limites socioeconômicos rígidos acabam inviabilizando a permanência de estudantes de baixa renda nos programas de mestrado e doutorado, sobretudo quando a concessão de bolsas altera o enquadramento do candidato como beneficiário das cotas .

A proposta de criação de redes de acompanhamento de ex-cotistas busca produzir dados sobre inserção profissional, continuidade dos estudos e condições de trabalho após a formatura, fornecendo subsídios para o aprimoramento das políticas públicas de acesso e permanência no ensino superior. Para os pesquisadores envolvidos, a análise dessas trajetórias é central para medir se as ações afirmativas cumprem o papel de reduzir desigualdades estruturais no Brasil e orientar ajustes futuros na legislação e nas práticas institucionais.

Fonte: Agência Brasil

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