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Educação

Senac Acre e Sead certificam servidores em Tecnologia da Informação

Objetivo dos cursos foi qualificar profissionais de TI para oferecer serviços de qualidade à população acreana

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O Senac Acre e a Secretaria de Estado de Administração (Sead) realizaram na manhã desta quinta-feira, 7, a cerimônia de certificação de servidores públicos do estado. Os cursos, que foram realizados em contrato firmado entre as duas instituições, tiveram como objetivo qualificar os servidores nas áreas de tecnologia da informação.

Nesta etapa do contrato, foram ofertadas 120 vagas para os cursos Linux para Infraestrutura e Virtualização de Servidores, qualificações voltadas especificamente para servidores que trabalham na área de tecnologia da informação das secretarias de estado.

José Ricardo Pires, coordenador de negócios estratégicos do Senac Acre, comemorou o sucesso da parceria com a Sead e da certificação desses servidores que, agora, estão qualificados a prestar um serviço com mais qualidade à população acreana. “Estamos encerrando com louvor e isso significa muito pra gente e para esses servidores públicos”, afirmou.

Glauber Abecassis, chefe do Departamento de Capacitação (Decap) destacou a importância dessa parceria contratual firmada entre as instituições. “Foi onde a gente encontrou um portfólio de cursos que atendia à nossa demanda”, afirmou o gestor que acrescentou. “Com tanto tempo defasado para o pessoal que trabalha exclusivamente com TI, a gente quis dar uma atualizada e, mediante isso, buscou a ajuda do Senac para realizar todo esse arcabouço de concludentes que homenageamos hoje”.

Vilmar Boufleuer, chefe da Divisão de Educação a Distância do Decap e aluno do curso de Linux para Infraestrutura, elogiou a parceria com o Senac. “O departamento não tem uma estrutura própria que poderia proporcionar uma qualificação com qualidade, então, contratar o Senac foi uma solução efetiva que possibilitou a realização da missão do Decap”, afirmou o concludente que avaliou como positiva o curso ofertado pela instituição. “Foi um curso excelente com conteúdo de alto nível, o instrutor é um dos melhores que nós temos dos profissionais de TI do estado do Acre e a estrutura do Senac foi muito satisfatória, porque já tem uma estrutura profissional”, finalizou.

Departamento de Comunicação do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac

Educação

MEC oferece dez novos cursos gratuitos e online para professores

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O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou dez novos cursos gratuitos de formação continuada para professores e gestores escolares de todo o Brasil, incluindo o Acre. As formações foram lançadas na quinta-feira (15), Dia dos Professores, e abordam temas como inteligência artificial, computação, redes sociais e educação antirracista.

Os cursos estão disponíveis na plataforma Avamec, o Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC, e são destinados a professores do ensino fundamental e médio, além de gestores escolares de todas as etapas da educação básica.

As formações são realizadas inteiramente pela internet, com conteúdos divididos em módulos, materiais multimídia, atividades interativas e avaliações. Os participantes que concluírem os cursos receberão certificados gratuitos.

Entre os conteúdos oferecidos estão os fundamentos da inteligência artificial generativa, o uso consciente e criativo das redes sociais, a computação aplicada à educação e práticas pedagógicas voltadas à educação antirracista.

Para participar, os interessados devem acessar a plataforma Avamec, escolher a formação desejada e preencher os dados solicitados. Antes da inscrição, é necessário consultar a carga horária, o conteúdo programático e os critérios de avaliação de cada curso. Quando houver mais de uma turma disponível, o participante deverá selecionar aquela em que deseja se matricular.

Além das dez novas formações, a plataforma reúne 694 cursos, oferecidos por meio de 499 instituições, com 13.501 turmas cadastradas. O ambiente virtual concentra iniciativas de capacitação desenvolvidas pelo MEC e por instituições parceiras.

A ampliação da oferta ocorre em um cenário de crescimento do número de profissionais da educação. Dados do Censo Escolar mostram que o Brasil registrou 2,4 milhões de professores na educação básica em 2025, um aumento de 10,05% em dez anos.

As mulheres representam 78,8% dos profissionais que atuam na educação básica. Ao todo, os docentes trabalham em aproximadamente 178,8 mil escolas distribuídas pelo país.

A iniciativa permite que professores das redes públicas e privadas tenham acesso a novas qualificações sem custos de matrícula ou certificação, com a possibilidade de realizar as atividades pela internet.

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Acre

Restaurante Universitário da Ufac manterá atendimento durante recesso acadêmico

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O Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, continuará funcionando normalmente durante o recesso acadêmico entre os semestres letivos de 2026.1 e 2026.2. A decisão foi comunicada pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) na quarta-feira (14).

A medida garante a continuidade do fornecimento de refeições à comunidade acadêmica, mesmo durante o período de interrupção das aulas. Com isso, os estudantes que permanecem na capital poderão continuar utilizando o serviço de alimentação oferecido pela instituição.

A universidade informou que o funcionamento do restaurante será mantido sem alterações durante o intervalo entre os semestres. A iniciativa faz parte das ações de assistência estudantil destinadas a garantir o acesso à alimentação e contribuir para a permanência dos alunos no ensino superior.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, o calendário é diferente. O atendimento do Restaurante Universitário está suspenso de 6 a 23 de outubro, devido à redução da demanda e à necessidade de manutenção predial. A previsão é de retomada das refeições no dia 26 de outubro.

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Educação

Brasil sobe seis posições no ranking mundial de pesquisas clínicas após nova legislação

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O Brasil avançou da 18ª para a 12ª posição no ranking mundial de países que mais realizam pesquisas clínicas entre 2025 e o primeiro semestre de 2026. O crescimento ocorreu após a implementação do marco legal que regulamenta os estudos com seres humanos e reduziu os prazos de análise e autorização de novos projetos científicos.

Os dados são da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), que projeta a possibilidade de o país alcançar a 10ª colocação nos próximos anos. A expectativa está relacionada à ampliação dos investimentos no setor, que podem superar R$ 2 bilhões por ano.

A Lei nº 14.874, sancionada em maio de 2024 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e regulamentada pelo governo federal em outubro de 2025, estabeleceu as primeiras regras legais específicas para pesquisas clínicas no país. Antes, os procedimentos eram disciplinados principalmente por normas do Conselho Nacional de Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Entre as mudanças está a redução dos prazos para aprovação dos estudos. A análise dos comitês de ética deve ocorrer em até 30 dias úteis, enquanto a avaliação da Anvisa tem prazo de até 90 dias úteis, sem contar períodos destinados a recursos e esclarecimentos.

A legislação também permite que as avaliações ética e sanitária ocorram simultaneamente, diminuindo o tempo necessário para iniciar os testes. Em pesquisas realizadas em diferentes unidades de saúde, um comitê acreditado pode coordenar a análise ética, evitando a repetição de procedimentos.

A presidente da Roche Brasil, Lorice Scalise, afirmou que as mudanças tornaram o país mais competitivo na atração de estudos internacionais. Segundo ela, processos que anteriormente poderiam levar cerca de um ano apenas na etapa de avaliação ética passaram a contar com procedimentos mais rápidos.

A indústria farmacêutica também prevê a ampliação das pesquisas voltadas a doenças como Alzheimer, Parkinson, câncer de mama e lúpus, além do desenvolvimento de medicamentos para tratamento da obesidade. Somente a Roche pretende investir aproximadamente R$ 590 milhões por ano em estudos clínicos no Brasil.

Outro objetivo é ampliar a participação de centros de pesquisa das regiões Norte e Nordeste, reduzindo a concentração histórica das atividades científicas no Sul e Sudeste. A iniciativa envolve a capacitação de profissionais e a preparação de unidades de saúde para receber estudos com voluntários.

As pesquisas clínicas são fundamentais para avaliar a segurança e a eficácia de medicamentos, tratamentos e tecnologias antes de sua disponibilização à população. No Brasil, os estudos com participantes humanos dependem de avaliação ética e autorização sanitária, conforme as exigências aplicáveis.

O avanço brasileiro foi discutido durante o fórum Saúde como Investimento, realizado entre os dias 6 e 8 de outubro, em San José, na Costa Rica. Pesquisadores e representantes da indústria farmacêutica defenderam a ampliação da infraestrutura científica na América Latina e a formação de profissionais especializados para aumentar a participação da região no desenvolvimento de novos tratamentos.

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