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Sistema OCB e Cooperagro fazem visita técnica em cooperativa referência em processamento de carne suína, em Minas Gerais

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Comitiva composta por membros da Cooperativa Agropecuária do Regional do Alto Acre (Coopeagro), Fernando Lage, Mário Maffi e Lincoln da Silva, e o presidente do Sistema OCB no Acre, Valdemiro Rocha, realizaram de 01 a 04 de dezembro, visita técnica à Suinco, a maior cooperativa processadora de carne suína do estado de Minas Gerais e referência nacional na tecnologia e processamento de carnes e derivados. A visita visa a aquisição de conhecimentos técnicos e gerenciais na área.

O Sistema OCB trabalha para o fortalecimento das cooperativas agropecuárias no Acre, incentivando o desenvolvimento de iniciativas estratégicas e proporcionando suporte técnico e institucional. Por meio de ações como esta, a OCB tem contribuído para a capacitação de gestores e cooperados, impulsionando a criação de novas oportunidades para o setor no estado.

O diretor Financeiro da Cooperagro, Fernando Lage, reforçou a importância do intercâmbio e da troca de experiências proporcionado pela visita técnica. Segundo ele, a oportunidade de conhecer de perto as práticas da Suinco foi um marco importante para os planos de expansão e fortalecimento do setor no Acre.

“Participamos de uma comitiva institucional que visitou a cooperativa Suinco, com o objetivo de trocar experiências técnicas com essa cooperativa, que é um case de sucesso na região, especialmente na área de suinocultura. Estamos nos preparando para implantar uma Unidade Produtora de Leitões (UPL) na região do Alto Acre, e a viagem foi extremamente produtiva, uma oportunidade muito rica para aprendermos com a capacidade operacional dessa cooperativa”, disse.

Mário Maffi, membro da Cooperagro, enfatizou o papel da OCB na viabilização dessa troca de conhecimentos e como a visita trouxe novas perspectivas para o fortalecimento da cooperativa.

“Nós temos um sonho de implantar uma UPL para a produção de leitões em Epitaciolândia e essa visita proporcionada pela OCB nos deu um norte para o futuro. A visita nos trouxe conhecimentos de novas técnicas e novas maneiras de lidar com o cooperativismo. Só tenho que agradecer em nome da Cooperagro essa parceria”, afirmou.

Além da visita à Suinco, a comitiva também foi recebida no Complexo JK, situado no município de Patos de Minas, Minas Gerais. No local, eles se reuniram com a diretoria da empresa Auma Negócios, que atua em diversas atividades produtivas, como suinocultura, cultivo de milho, soja e café, além da produção de biofertilizantes, entre outras. Durante a visita, os participantes puderam conhecer os processos produtivos da empresa e trocar experiências sobre práticas de gestão eficientes no âmbito do cooperativismo.

Assessoria – Andréia Oliveira

Cultura

Alysson Bestene lança 18º Circuito Junino de Rio Branco com investimento de R$ 600 mil

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O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, lançou nesta segunda-feira, 1º de junho, o 18º Circuito Junino da capital com investimento de R$ 600 mil para estrutura, organização e realização da programação de 2026. A abertura marca o início do calendário oficial das festas juninas no município, com expectativa de movimentar grupos culturais, artistas, ambulantes e o comércio local ao longo de junho.

O circuito terá duas etapas principais. A primeira será realizada entre os dias 12 e 14 de junho, na Praça da Revolução. A fase final está marcada para os dias 19, 20 e 21 de junho, no Quadrilhódromo, espaço tradicional das apresentações juninas em Rio Branco.

Durante o lançamento, a prefeitura reforçou que o evento faz parte da política de incentivo à cultura popular e ao fortalecimento das quadrilhas juninas da capital. A proposta é garantir estrutura para os grupos, ampliar a participação do público e manter uma das manifestações culturais mais tradicionais do calendário acreano.

Além das apresentações, o circuito também deve concentrar disputa entre quadrilhas, programação artística e ações voltadas ao público que acompanha os festejos. A expectativa da organização é de que a edição deste ano repita a mobilização registrada em anos anteriores e fortaleça a cadeia econômica ligada aos arraiais.

Com o aporte confirmado, a gestão municipal aposta no circuito como vitrine da cultura popular de Rio Branco e como um dos principais eventos do mês de junho na cidade.

Fotos: Sérgio Vale

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Economia e Empreender

São João amplia espaço para pequenos negócios e impulsiona vendas em todo o país

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As festas de São João abriram uma nova temporada de oportunidades para pequenos negócios em várias regiões do país, com impacto que vai da venda de comidas típicas ao turismo de experiência, moda, decoração, fotografia, papelaria e serviços de beleza. O período junino, que se estende até o fim de julho em muitos destinos, virou uma vitrine para empreendedores ampliarem faturamento, ganhar visibilidade e se conectar com o público em torno da cultura popular brasileira.

O movimento ocorre em um cenário de forte circulação de dinheiro. Os festejos juninos movimentaram cerca de R$ 7,4 bilhões em 2025, segundo estimativas citadas na cobertura. A avaliação é que o peso econômico do calendário vai além das barraquinhas tradicionais e alcança cadeias ligadas a turismo, economia criativa, alimentação, vestuário e experiências culturais. O consumidor tem buscado cada vez mais vivências completas, ligadas à memória afetiva, à autenticidade e à identidade local.

Em Campina Grande, um dos principais polos juninos do país, a empresária Albaniza Farias aposta nesse filão com o Ônibus do Forró, roteiro turístico que reúne transporte, música e interação cultural para oferecer ao visitante uma imersão no ambiente da festa. Na mesma cidade, a microempreendedora Edileuza de Almeida relatou aumento de 50% no faturamento com a produção de roupas e acessórios para quadrilhas, em uma demanda que começou a crescer meses antes da abertura oficial da temporada.

A orientação para 2026 é que os empreendedores se antecipem. Entre as recomendações estão a revisão de estoque, a organização da operação, o reforço da presença digital, a ambientação temática e a formação de parcerias entre pequenos negócios para ampliar alcance e vendas. A coincidência entre o calendário junino e o período da Copa do Mundo deste ano também deve exigir mais planejamento de bares, restaurantes, comércios e serviços voltados ao público das festas.

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Economia e Empreender

FMI aponta resiliência da economia brasileira e estima PIB de 2,5% no médio prazo

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O Fundo Monetário Internacional afirmou nesta segunda-feira que a economia brasileira mantém capacidade de resistência diante de choques externos e projetou crescimento de 2,5% no médio prazo. A avaliação foi divulgada após a missão técnica do organismo ao país e ocorre em um cenário de incertezas internacionais, inflação ainda pressionada e juros em trajetória de ajuste.

Na análise do Fundo, o Brasil atravessa o atual ambiente global em posição relativamente favorável por causa do peso das exportações de petróleo e da forte presença de fontes renováveis na matriz elétrica. Esse quadro ajuda a reduzir parte do impacto provocado pela alta dos preços internacionais de energia, embora os riscos para a atividade econômica ainda permaneçam no radar.

O organismo também avaliou que a inflação desacelerou no começo de 2026, mas voltou a sofrer pressão com o encarecimento da energia no mercado externo. Nesse contexto, considerou adequados os cortes de juros adotados recentemente pelo Banco Central, ao mesmo tempo em que defendeu cautela na condução da política monetária até que os índices de preços se aproximem da meta.

Na área fiscal, o FMI voltou a defender medidas para melhorar a trajetória da dívida pública, com reforço de receitas, preservação de ganhos extraordinários e revisão de rigidezes no orçamento. Para a instituição, esse conjunto pode reduzir o custo de financiamento do país e abrir espaço para investimentos em áreas consideradas prioritárias.

O relatório ainda aponta que o avanço de reformas estruturais, a ampliação de acordos comerciais e a agenda de transição ecológica podem elevar a produtividade e dar sustentação a um ciclo de crescimento mais duradouro. A leitura do Fundo é que, apesar das pressões no curto prazo, o país reúne condições para manter estabilidade e ampliar o ritmo de expansão nos próximos anos.

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