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Cultura

Cantor Nilson Chaves apresenta ‘Um Canto Amazônico’ em Rio Branco

Shows nos Dias 11e 12 de outubro com ingressos limitados

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O cantor amazônico Nilson Chaves realizará dois shows em Rio Branco: um no dia 11/10 no Quintal do Geleia e outro no dia 12/10 no Confraria. Nilson Chaves, natural de Belém/PA, é conhecido por sua carreira musical e composições para teatro.

O show, intitulado “Um Canto Amazônico,” traz a essência da região amazônica por meio da música e das histórias de Nilson Chaves. Com 27 obras gravadas, incluindo vinis, CDs e DVDs, ele recebeu reconhecimento ao longo de sua carreira. Destacam-se a vitória no Prêmio Sharp de 1994 com o CD “Não Peguei o Ita,” e a indicação do CD “Waldemar,” em parceria com Vital Lima, como um dos dez melhores discos brasileiros de 1994 pela crítica do jornal “O Globo.”

Sua música transcende fronteiras, como evidenciado pelo lançamento do CD “Amazônia Brasileira” em 1997 na Europa, pelo selo alemão Tupirama Music. O álbum também foi reconhecido como um dos cinco melhores lançamentos no mercado europeu naquele ano. Desde então, Nilson Chaves iniciou uma trajetória de apresentações na França e na Alemanha, em algumas ocasiões acompanhado por Sebastião Tapajós e outras vezes em solo, mantendo até hoje essas turnês na Europa.

Também foi indicado para o Grammy Latino em 2000 com o CD “25 anos, ao vivo.” Em 2006, com a co-produção de Zeca Baleiro, lançou o CD “Maniva” e gravou o DVD em um show no Theatro da Paz em Belém, com a participação de artistas como Flávio Venturini, Celso Viáfora, Vital Lima e Paulinho Moska. Em 2016, Nilson lançou seu 18º CD, intitulado “Avenida Musical Norte/Sul,” com músicas em parceria com o poeta Carlos Di Jaguarão, do Rio Grande do Sul.

Alberan Moraes é um músico e compositor acreano cujo a obra é um verdadeiro tributo à riqueza cultural e natural do Acre.

Além do talento de Nilson Chaves, os shows em Rio Branco também contarão com uma participação especial de: Alberan Moraes, músico e compositor acreano de Cruzeiro do Sul. Com uma carreira que atravessa fronteiras, Alberan Moraes conquistou reconhecimento em todo o Brasil, tornando-se uma referência na cena musical.

Card Divulgação

Anote ai: Os shows de Nilson Chaves, intitulados “Um Canto Amazônico”, acontecerão em Rio Branco. O primeiro será no Quintal do Geleia no dia 11/10, e o segundo no Confraria no dia 12/10. Os ingressos são limitados, portanto, para adquirir seu acesso, entre em contato pelo número 68 99982-9417. Não perca a oportunidade e garanta o seu ingresso.

Conheça mais sobre Nilson Chaves site https://www.nilsonchaves.com.br

Cultura

Teatro no Acre?

Uma realidade com o Grupo do Palhaço Tenorino em ‘Boca de Forno – No tempo dos avós de nossos avós’

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“Teatro no Acre?” Alguns podem questionar se tal coisa existe, como se fosse uma miragem em meio à grande floresta amazônica. Mas para quem já teve o privilégio de testemunhar a magia do Grupo do Palhaço Tenorino (GPT), essa dúvida se desfaz rapidamente, dando lugar a uma certeza inegável: não só o teatro existe por essas bandas, como floresce em espetáculos como ‘Boca de Forno – No tempo dos avós de nossos avós’. Há mais de três décadas, desde a sua fundação salvo engano em 1991, o GPT se tornou referência no cenário teatral do estado, desafiando preconceitos e mostrando que a arte tem espaço em qualquer lugar.

Assistir a última apresentação, do “Boca de Forno – No tempo dos avós de nossos avós” no Teatro de Arena do Sesc foi muito mais do que uma simples peça teatral; foi uma experiência que transcendeu o tempo e espaço.

Sob a direção e dramaturgia magistrais de Marilia Bomfim, o Grupo do Palhaço Tenorino (GPT) transportou o público para uma viajem emocionante através das gerações. A direção musical e de atores de Dinho Gonçalves adicionou uma camada extra de profundidade à performance.

A trilha sonora composta por cantigas de roda foi um elemento fundamental que cativou não apenas as crianças, mas também os da melhor idade, levando o público em uma viagem através de suas memórias afetivas. Cada acorde, cada verso, quantas lembranças, inocência e alegria. Dinho Gonçalves, José Neto e Marilia Bomfim criaram uma trilha sonora envolvente que arrebatou literalmente os corações dos espectadores.

O elenco, composto por  Emilly Matos, James Guerreiro, Jayme Guerreiro, Linda Zanatta, Mariana Bonfim, Mel Zanatta, Rafaela Zanatta e Samile Guerreiro, entregou performances emocionantes e convincentes. Ao sair do teatro, fui preenchido por uma sensação de felicidade e satisfação, grato por ter presenciado um trabalho tão inspirador e impactante.

Enquanto as crianças dançavam e cantavam, alguns descobriam “velhas” novas possibilidades, enquanto os mais velhos sorriam e choravam, relembrando momentos de suas próprias infâncias. Mas não posso revelar muito; você precisa assistir para entender completamente essa experiência. Mas vai ter que esperar, a montagem do espetáculo é independente, e agora busca captar recursos para uma nova temporada.

É importante ressaltar o compromisso e a coesão do grupo como um todo. O trabalho em equipe é essencial no teatro, e o Grupo do Palhaço Tenorino demonstrou uma harmonia e sincronia em cena e na produção. É evidente que cada membro do grupo contribuiu para o sucesso do espetáculo, mostrando que, juntos, são capazes de criar magia no palco.

O Grupo do Palhaço Tenorino continua a ser uma verdadeira joia do teatro acreano, levando alegria e inspiração a todos aqueles que têm o prazer de assistir às suas apresentações.

Em tempos de incerteza e adversidade, o teatro continua a ser uma fonte de inspiração e esperança. O Grupo do Palhaço Tenorino e sua produção independente de “Boca de Forno”, é um lembrete poderoso do poder transformador da arte e da importância de preservar e celebrar as nossas tradições culturais. Que eles continuem a espalhar alegria e magia por muitos anos ainda, encantando plateias e deixando um legado na história do teatro acreano. 

Que nossos gestores, responsáveis pelas políticas culturais, se desafiem a buscar as melhores condições e, quem sabe, validar o verdadeiro poder transformador da arte.

Alexandre Nunes Nobre

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Cultura

Celebrando o amor e a música brasileira com Lupicínio Rodrigues e Pixinguinha

Homenagem a Lupicínio Rodrigues e Pixinguinha no Projeto ‘Um Samba pra Falar de Amor

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O projeto “Um Samba pra Falar de Amor”, idealizado pela cantora e atriz Carol Di Deus, com a participação especial de Narjara Saab, Sandra Buh, James Fernandes, Nilton Castro, João Gabriel Brito, Tony do Bandolim e Grupo Som da Madeira, homenageará os mestres Lupicínio Rodrigues e Pixinguinha.

O evento, que acontecerá no Theatro Hélio Melo no sábado, dia 18 de maio de 2024, às 19h00, reunirá clássicos como “Carinhoso”, “Nervos de Aço”, “Felicidade”, “Lamentos”, “Volta”, entre outros, marcando época e aquecendo os corações do público.

A produção e realização são de responsabilidade de Carol Di Deus e AcreAtiva Produções, com apoio da Fundação de Cultura Elias Mansour e Escola de Música do Acre, e financiamento da Prefeitura de Rio Branco através do Fundo Municipal de Rio Branco (FMC).

Onde: Theatro Hélio Melo
Quando: Sábado, 18 de Maio de 2024
Horário: às 19h00.

Produção e Realização: Carol Di Deus e AcreAtiva Produções
Apoio: Fundação de Cultura Elias Mansour e Escola de Música do Acre
Financiamento: Prefeitura de Rio Branco por meio do Fundo Municipal de Rio Branco (FMC)

Foto: Narjara Saab

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Cultura

Feira das Moças no Casarão une samba e empreendedorismo feminino

Evento gratuito acontece a partir das 19h, promovendo talento feminino e negócios

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Envolvendo samba e empreendedorismo feminino, o Projeto Feira das Moças será realizado, neste sábado, 11, no Casarão, das 19h às 23h.

Idealizado pela artista e empreendedora Narjara Saab, o projeto é uma iniciativa da Acreativa Produções em parceria com a CMEC, financiado pelo Edital de Arte e Patrimônio Cultural da Lei Paulo Gustavo, através da Fundação Elias Mansour (FEM).

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