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Notícias

Comitê Chico Mendes lamenta morte Antônio Cândido da Silva, de 71 anos

O Seringueiro foi encontrado sem vida às margens do Rio Acre

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O Comitê Chico Mendes, emitiu nota de pesar, lamentando profundamente a morte do seringueiro Antônio Cândido da Silva, de 71 anos, onde foi encontrado na tarde da última terça-feira (16), sem vida, às margens do Rio Acre, no barranco do bairro Dom Giocondo, área central da capital. O idoso era morador da Colocação Rio Branco, Seringal Nazaré, uma das lideranças dos movimentos de empate da década de 1980.

Antônio, que estava desaparecido e sendo procurado pela família, havia fugido do Pronto Socorro de Rio Branco, na última quinta-feira, (11), após ter recebido atendimento médico. Ele era de Xapuri e tinha sido transferido para o PS para tratar de uma dor abdominal, na quarta-feira, 10.

De acordo com informações da família, o idoso foi levado na ambulância de Xapuri para o PS, em Rio Branco, devido estar debilitado e com problemas no coração. A filha que acompanhou o idoso não foi autorizada a entrar para acompanhar o pai no leito. Ao procurarem por ele, descobriram que Antônio Cândido havia saído da unidade hospitalar.

LEIA A NOTA

O Comitê Chico Mendes lamenta profundamente a morte do seringueiro Antônio Cândido da Silva, de 71 anos, morador da Colocação Rio Branco, Seringal Nazaré, uma das lideranças dos movimentos de empate da década de 1980.

Lamentamos o descaso com que Pronto Socorro de Rio Branco tratou o paciente.

Seu Antônio chegou na unidade de saúde acompanhado da sua filha, que teve sua entrada negada.

Após o ocorrido, Seu Antônio fugiu do hospital e ficou seis dias desaparecido. Ontem, 16, foi encontrado sem vida, próximo ao Rio Acre, com a suspeita de ter sofrido um infarto fulminante.

Esse descaso lamentável revela que o hospital deixou de cumprir o Estatuto do Idoso, ao negar assistência prioritária ao paciente, internado ou em observação, além do direito a acompanhante.

Prestamos nossa solidariedade e nossas condolências aos familiares e amigos e pedimos justiça para que outros companheiros não percam suas vidas por descasos como esse.

Economia e Empreender

Imposto de Renda 2026: Receita recebe 450 mil declarações nas primeiras horas do prazo

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A Receita Federal recebeu 450.026 declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 até as 12h desta segunda-feira (23), no primeiro dia de entrega do documento, que começou às 8h e vai até 29 de maio, às 23h59min59s. A expectativa do Fisco é encerrar a temporada com cerca de 44 milhões de declarações entregues.

Nas declarações enviadas até o meio-dia, 42,7% foram feitas no modelo pré-preenchido, 57,3% seguiram a opção simplificada e 1,3% foram retificadoras. A maioria dos envios apontou imposto a restituir: 83,9% indicaram valores a receber, enquanto 7,9% registraram imposto a pagar e 8,2% ficaram na condição de “sem imposto”. Entre os declarantes, 34,6% eram mulheres, com média de idade de 47 anos.

O programa gerador para preenchimento e envio está disponível para download desde as 18h de quinta-feira (19), e a partir desta segunda-feira o contribuinte também pode declarar pelo serviço Meu Imposto de Renda, com preenchimento online. Neste ano, a Receita reduziu o período de entrega em relação ao padrão de temporadas anteriores, ao adiar em uma semana o início do recebimento das declarações.

O calendário de restituição terá um lote a menos e prevê pagamentos em quatro datas: 29 de maio, 30 de junho, 31 de julho e 28 de agosto. A fila segue a data de entrega, com prioridades legais para idosos acima de 80 anos, idosos a partir de 60 anos e pessoas com deficiência ou doença grave, contribuintes cuja principal renda seja do magistério e, em seguida, quem usar declaração pré-preenchida e Pix ao mesmo tempo, antes dos demais.

Com o prazo aberto, a Receita reforça a corrida por restituição mais cedo, já que a data de envio influencia a posição na fila fora das prioridades legais, e o uso combinado de pré-preenchida e Pix ganha peso na ordem de pagamento ao longo dos lotes previstos até agosto.

Fonte: Agência Brasil

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Economia e Empreender

CRAB Sebrae lança pesquisa inédita sobre artesanato e abre nova edição do Prêmio Top 100 no Rio

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O Sebrae vai levar ao Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), na Praça Tiradentes, no Centro do Rio de Janeiro, uma programação especial do mês do artesão nos dias 24 e 25 de março de 2026, com dois anúncios centrais: a divulgação de dados inéditos sobre o artesanato no país e o lançamento da 6ª edição do Prêmio Sebrae Top 100 de Artesanato Brasileiro. O evento reúne artesãos, especialistas, designers e representantes do CRAB, incluindo premiados da última edição, em uma agenda voltada a mercado, inovação e políticas de fortalecimento do setor.

A principal novidade é um estudo elaborado pela Unisinos para mapear o artesanato brasileiro a partir do cruzamento de bases e cadastros regionalizados, com o objetivo de estimar o total de artesãos e apresentar um retrato do segmento com indicadores como renda média, escolaridade, gênero e faixa etária. A proposta é organizar informações que ajudem a identificar gargalos, orientar estratégias e dar escala a diagnósticos que costumam aparecer de forma fragmentada entre regiões e atividades.

Sergio Malta, diretor de Desenvolvimento do Sebrae Rio e integrante do Comitê Nacional de Governança do CRAB, disse que o encontro vai apresentar “um dos panoramas mais completos sobre o setor do artesanato no Brasil” e antecipou também a entrada no ar do novo portal do CRAB. A coordenadora do CRAB, Natalia Lorenzetti, afirmou que a metodologia segue referências internacionais e utiliza bases estatísticas oficiais para dimensionar o setor e permitir comparações com outras áreas da economia.

Além do retrato socioeconômico, a programação inclui a apresentação de um estudo sobre o comportamento do consumidor de artesanato, com perfis, hábitos de compra e percepção sobre diferentes tipos de produção artesanal. O conteúdo será discutido em painéis sobre temas como inovação e economia circular, a partir da experiência do Festival de Parintins, e sobre artesanato ligado à educação e ao desenvolvimento territorial. O fechamento da agenda prevê um debate sobre a convivência entre tradição e novas tecnologias no fazer artesanal.

No dia 25 de março, o CRAB lança oficialmente seu portal, com a promessa de concentrar um mapeamento interativo do setor, pesquisas econômicas, estudos sobre consumidor e sustentabilidade, além de notícias, programação e conteúdos técnicos e científicos. A plataforma mira ampliar o alcance do centro e organizar informações para quem produz, compra, pesquisa e formula iniciativas de apoio ao artesanato.

Já a 6ª edição do Prêmio Top 100 será apresentada em 24 de março e vai abrir inscrições para MEIs, micro e pequenas empresas, cooperativas e associações. Os 100 selecionados poderão usar o selo Top 100 como credencial de mercado, associado à estratégia do Sebrae de ampliar visibilidade e reputação para negócios do feito à mão.

Criado em 2008 e consolidado em 2016 com a estrutura instalada em três prédios históricos tombados na Praça Tiradentes, o CRAB reúne ações de valorização do artesanato e mantém uma agenda de exposições e atividades educativas. O espaço já recebeu 39 mostras, reúne um acervo de cerca de 2 mil obras e atua como vitrine e centro de referência para o segmento.

Com a divulgação do levantamento, a estreia do portal e a retomada do Top 100, o Sebrae tenta dar mais previsibilidade ao setor e ampliar instrumentos de reconhecimento e acesso a mercado, com efeitos esperados na qualificação do trabalho de artesãos, na conexão com compradores e na formulação de políticas e programas de fomento em escala nacional.

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Notícias

Bocalom visita Centro Paralímpico da UFAC e reforça apoio a projeto de inclusão em Rio Branco

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, visitou na tarde de sexta-feira (20) o Centro de Referência Paralímpico da Universidade Federal do Acre (UFAC) e acompanhou atividades com crianças, jovens e adultos com deficiência, ao lado da primeira-dama, Kelen Bocalom. A passagem pelo espaço ocorreu durante ações do projeto que usa o esporte como ferramenta de inclusão social e busca ampliar o acesso de pessoas com deficiência a modalidades adaptadas na capital e no interior do Estado.

O Centro funciona a partir de parceria entre União, Governo do Acre, Prefeitura de Rio Branco, UFAC e Comitê Paralímpico Brasileiro. Durante a visita, Bocalom afirmou que a gestão municipal seguirá apoiando as atividades. “Tenho certeza de que podem continuar contando com o apoio da Prefeitura, porque é um projeto que realmente vale a pena. Isso aqui é feito com amor”, disse.

Pela UFAC, a representante da Pró-Reitoria de Extensão, professora Lya Beiruth, vinculou o trabalho do Centro ao acesso da comunidade à universidade e ao esporte adaptado. “O Centro Paralímpico possibilita que a comunidade conheça a universidade e tenha acesso tanto ao esporte convencional quanto ao adaptado para pessoas com deficiência”, afirmou.

O atendimento inclui modalidades como natação, halterofilismo, bocha e goalball, com aulas e treinos voltados à participação esportiva e à identificação de atletas com potencial competitivo. O representante do Comitê Paralímpico Brasileiro, Jader Andrade, explicou que o foco do projeto é a inclusão por meio do esporte e que o público atendido inclui crianças a partir de 7 anos, além de jovens e adultos. “Atendemos crianças a partir dos 7 anos, além de jovens e adultos, com o objetivo principal de promover a inclusão por meio do esporte”, disse.

A coordenadora do projeto, professora Lucy Queiroz, defendeu a manutenção das parcerias e apontou a meta de ampliar o alcance do atendimento. “Nosso sonho é ampliar esse atendimento, levando o projeto para outros espaços e alcançando ainda mais pessoas”, afirmou.

Entre os participantes, a moradora do bairro Cidade Nova, Adaíres Lane, relatou melhora na saúde após entrar nas atividades aquáticas do Centro. “Depois que comecei a natação aqui, minhas dores diminuíram cerca de 80%, sem necessidade de medicação”, disse.

A visita foi apresentada como parte de uma agenda voltada a políticas de inclusão e incentivo ao esporte, com expectativa de continuidade do suporte institucional ao funcionamento do Centro e de expansão do atendimento para alcançar mais pessoas com deficiência no Acre.

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