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Cooperacre, Coopermóveis e Cooperfarinha marcam presença na maior feira de negócios do Acre

14 cooperativas estão expondo e vendendo produtos regionais, de fabricação própria e serviços que vão desde o alimento à movelaria.

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Em sua 48ª edição, a Expoacre se consolida como a maior feira de negócios e entretenimento do Estado. A feira acontece até o dia 9 de agosto e recebe visitantes de todos os municípios, de outros estados e países. Além de fomentar a produção local, o evento movimenta a economia.

Este ano o cooperativismo tem forte presença na feira, 14 cooperativas de diversos ramos, que vai desde o crédito, às de saúde levaram seus produtos e serviços para expor e comercializar. No Espaço da Indústria estão as cooperativas Cooperacre, Coopermóveis e Cooperfarinha apresentando e vendendo produtos como: castanha, palmito, polpas de frutas, farinha de Cruzeiro do Sul, biscoito de goma e móveis em madeira e MDF, tudo produzido no Acre.

Cooperacre

Castanha do Brasil, palmito, óleo de castanha, castanhas fatiadas e saborizadas e polpas de frutas são alguns dos produtos que a Cooperacre está oferecendo na vitrine de negócios na feira. A atração no estande tem sido a máquina manual de descascar castanhas, onde o visitante pode quebrar e degustar o alimento que vem da floresta, a cooperativa também está oferecendo sucos de cupuaçu e acerola para o público que passa pelo local.

Coopermóveis

A Cooperativa de Produção de Moveleiros do Estado do Acre (Coopermóveis) levou para a feira móveis em madeira e em MDF de fabricação própria. A cooperada Maria José explica que os móveis têm designer diferenciado que agrada muito o público.

“Vendemos jogos de mesas, tábuas, cadeiras, bancos, móveis decorativos como rack, estantes, tabuleiros de jogos, dentre outros, aproveitamos todas as edições da Expoacre para expor nossa fabricação, muitos compram na hora, outros fazem encomendas para depois buscar na nossa cooperativa”, disse.

Cooperfarinha

A famosa farinha de Cruzeiro do Sul também está sendo comercializada na Expoacre 2023. De fabricação acreana, produzida pela Cooperativa Nova Aliança dos Produtores de Farinha do Vale do Juruá, a iguaria possui o selo de Indicação Geográfica (IG), e está sendo oferecida nas embalagens tradicionais e em sacos de ráfia, comercializada a R$12,00 o quilo.

O cooperado Wilber Ribeiro, um dos responsáveis pelo estande na feira, comenta que a procura para a comercialização pós Expoacre está grande.

“Trouxemos a farinha branca e amarela, farinha de tapioca e goma, biscoitos de goma e está sendo muito bem aceito, alguns visitantes estão pedindo o contato para posteriormente encomendar os produtos e fazerem revenda, sempre procuramos participar da Expoacre porque é muito importante ter os nossos produtos produzidos no estado a vista de todos”, comentou.

Texto: Bruna Rosa e Andréia Oliveira
Fotos: Alice Hainan

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Bocalom faz vistoria no novo Mercado Elias Mansour e promete estrutura completa

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, vistoriou neste sábado, 21 de março de 2026, as obras do novo Mercado Elias Mansour, no centro da capital, e afirmou que o espaço será entregue com mobiliário e bancadas comprados pela própria prefeitura. A visita ocorreu um dia após a inauguração do Elevado Mamedio Bittar, e foi acompanhada pela primeira-dama, Kalen Bocalom.

Em publicação nas redes sociais, Bocalom disse que a gestão mantém uma sequência de frentes de trabalho e que o mercado terá foco na valorização do comércio popular. “Ontem entregamos uma grande obra, hoje já estamos em outra. O novo mercado vai ser um ponto turístico da nossa capital e, mais importante, vai garantir um espaço digno para os nossos feirantes”, afirmou.

A prefeitura sustenta que a reconstrução do Elias Mansour prevê uma estrutura modernizada para reorganizar o funcionamento do local e criar condições para ampliar a circulação de moradores e visitantes. A proposta é que o mercado integre um roteiro gastronômico e turístico do centro de Rio Branco, com reflexos na movimentação econômica do entorno.

Durante a vistoria, Kalen Bocalom afirmou que o novo espaço terá uma área voltada ao empreendedorismo feminino, com ambiente destinado a mulheres feirantes e artesãs, além de suporte e infraestrutura para funcionamento regular.

A administração municipal informou que a compra direta de equipamentos e bancadas busca padronizar a estrutura interna e retirar dos feirantes a necessidade de arcar com esses custos. A expectativa da prefeitura é iniciar a operação do mercado já com a instalação completa, concentrando a organização do comércio em um ambiente requalificado.

A obra do novo Mercado Elias Mansour é apresentada como uma das intervenções prioritárias para reposicionar o comércio popular no centro da capital e fortalecer a atividade dos trabalhadores do setor quando o espaço for reaberto ao público.

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Economia e Empreender

Café da manhã na Casa do Artesanato homenageia artesãos acreanos em Rio Branco

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Artesãos do Acre foram homenageados na sexta-feira, 20 de março de 2026, durante um café da manhã na Casa do Artesanato Acreano, em Rio Branco, em programação vinculada ao Dia Nacional do Artesão, celebrado em 19 de março. O encontro reuniu profissionais do setor, contou com apresentações artísticas e marcou uma agenda de valorização do trabalho artesanal promovida pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo e Empreendedorismo.

Entre os homenageados esteve o artesão Antônio Geraldo Sobrinho, de 61 anos, que disse ter contato com o artesanato desde a infância e relatou que, há 25 anos, passou a viver da atividade. Para ele, o reconhecimento reforça a importância do ofício e registra a trajetória de quem produz. “Essa representação é muito importante, porque está relembrando o ano que passou, recordando alguns momentos que a gente viveu no artesanato, então é muito importante essa representação aqui, uma valorização do artesão”, afirmou.

Sobrinho também destacou o uso de materiais que seriam descartados como matéria-prima para peças decorativas e utilitárias, apontando a transformação desses insumos como parte do sentido do trabalho artesanal. “[O evento] está valorizando o artesão, dizendo que tem alguém vivo, que faz as artes, para que o povo possa descobrir que existe na face da terra alguém que usa a matéria-prima que está se desperdiçando, em coisas especiais, tanto para adorno, para decoração, como utilitário”, disse.

A coordenadora da Casa do Artesanato Acreano e coordenadora estadual do Programa do Artesanato Brasileiro, Risoleta Queiroz, afirmou que o espaço funciona como vitrine permanente para a produção local e recebe tanto moradores quanto turistas. Segundo ela, a meta é ampliar a presença de peças de diferentes municípios e estimular a criação contínua. “Meu desejo é que os artesãos continuem criando e tragam suas peças para expor aqui, encantando os visitantes com nossas biojoias, artigos em madeira e outros materiais. Queremos ter representações de todos os municípios e que eles nunca parem de inovar”, declarou.

A homenagem ocorre em um momento em que o artesanato segue como fonte de renda e identidade cultural em várias regiões do estado, com reflexos na economia criativa e no turismo em Rio Branco. A expectativa do setor é que ações de visibilidade e apoio ampliem a circulação das peças acreanas e abram novas oportunidades de comercialização para quem vive do ofício.

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Alunos de Cruzeiro do Sul fazem trilha no Bosque do Juruá e conhecem usina solar do TJAC

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Estudantes da Escola Municipal Emídio Braga de Vasconcelos, de Cruzeiro do Sul, participaram na quarta-feira (18) de uma atividade de educação ambiental promovida no Bosque do Juruá, área mantida pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). A visita incluiu uma trilha interpretativa conduzida por professor e universitários do curso de Biologia da Universidade Federal do Acre (UFAC), com orientações sobre preservação e reconhecimento de espécies da floresta.

Ao longo do percurso, os alunos observaram plantas nativas e frutíferas e ouviram explicações sobre a função de cada espécie no ambiente. Entre os exemplos apresentados durante a caminhada, o grupo conheceu flores da goiaba-de-anta, aprendeu a diferenciar tipos de embaúba pelo formato e pela cor das folhas e viu a semente do mulungu, utilizada na produção de biojoias e artesanato.

A coordenadora da Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental do TJAC, Val Amorim, disse que a proposta é aproximar as crianças da natureza para fortalecer práticas de cuidado ambiental desde cedo. “As crianças estavam encantadas; é uma experiência de aprendizado que ficará na memória de cada um”, afirmou.

Depois da trilha, a turma seguiu para a Cidade da Justiça, em Cruzeiro do Sul, onde foi recebida pela juíza Adamarcia Machado, diretora do foro. No local, os estudantes visitaram a usina fotovoltaica instalada na unidade e acompanharam uma explicação sobre o funcionamento das placas solares e a geração de energia limpa.

A estrutura integra ações do Judiciário acreano ligadas à Agenda 2030 e, segundo o TJAC, a usina de Cruzeiro do Sul foi a terceira implantada pela instituição. A atividade também apresentou aos alunos a estimativa de redução de 50% no consumo de energia da Cidade da Justiça, em uma estratégia que combina economia e sustentabilidade e deve seguir como ferramenta educativa em novas visitas de escolas e projetos de extensão.

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